El mejor relato que lei en mi vida VIII

Bom, continuando com a melhor história que já li na vida, aqui vai a parte VIII.


A melhor história que eu já li na minha vida.
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso traduzir esse texto. Parece que pode ser uma abreviação ou código que não reconheço. Se você puder fornecer o texto completo em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro.
A melhor história que li na minha vida III
A melhor história que já li na minha vida IV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na minha vida, véi.

A melhor história que eu li na minha vida VII

Muitíssimo obrigada pelos pontos e comentários!!!

Os personagens são todos maiores de idade, pra não ter confusão. 


Recomendo que antes de começar este, vocês leiam de novo a última parte do capítulo anterior, pra acompanhar bem a história.




—Chega, tô estudando!!! Não se aproveita!!! — Disse Florcha em voz alta.

Martín ficou parado, com a pica dura e molhada, enquanto segurava a fio dental da irmã.

- Já chega, cara! Solta minha fio dental que você vai me comer!
—Já te falei que não vou te comer… vai, mana… deixa eu descer a fio dental um pouquinho pra te ver?
—Quer me ver tarado, é?
—Quero ver sua buceta e sua bunda... por favor.
- Nããão!!… solta minha fio dental! Não seja porco!

Florencia levou uma das mãos pra trás, na bunda dela, pra pegar a mãozinha do irmão e tirar da calcinha fio dental dela. Por pouco e quem sabe o que teria rolado. Tirou a mão do irmão de lá e sentou na cama.

—Não exagera, cara! Quase me estuprou!
Não exagera, sua idiota! Eu só queria que você me mostrasse a buceta… que malvada que você é!
—Bom, pode ir tirando o cavalinho da chuva que eu nunca vou te mostrar essa buceta... entendeu?
-Ai, que isso… por quêêêê?????
- Por que não posso mostrar a buceta pro meu irmão! Além disso, só a mamãe e o Agus viram minha xereca… ninguém mais. Que vergonha!
- Eu também tinha vergonha de mostrar a rola pra eles.. mas eu fiz…
Tá bom, maninho, mas entende que é diferente!
-Bom… te entendo. Me perdoa! Deixa eu passar meu pau na sua bunda que nem agora há pouco?
-NÃO!.. chega… isso é demais, seu vadio sujo…
—Caralho. Com o que eu posso bater uma agora?? —perguntou Martín com a pica na mão.

Enquanto isso, na outra cama, Agustina se cobriu com um lençol e, sem ninguém ver, tirou o jeans, tirou a tanga e vestiu o jeans de novo sem nada por baixo.

—Toma, irmãozinho, bate uma punheta com minha calcinha fio dental. Quer ela? Olha que deixei ela bem cheirosa! — ofereceu a calcinha fio dental, Agustina.
-Sim. Valeu, Agu!

Agustina entregou a calcinha fucsia molhada pro irmão dela e foi pro chuveiro. Enquanto caminhava pro banheiro, não acreditava que tava se masturbando vendo os irmãos quase trepando. Ficou com muito tesão vendo o cara passando a pica dura na bunda toda da Flor. Entrou na banheira e tentou esquecer. No fim, a Florencia tava certa. E se ele metesse? Será que ela ia gostar de ver aquilo? Aquilo era incesto do mais pesado. Melhor não pensar mais, queria esquecer e enterrar essa história. Tomou banho e foi pra casa de uma amiga.

Martín ficou no quarto com Florencia. Abriu a calcinha fio dental da Agustina e a encontrou bem molhada. A região da buceta estava bem cheirosa. Levou até o nariz enquanto se masturbava na frente da irmã, que o observava sentada de frente na cama dela.

Martín tava quase terminando, quando falou com a Florcha:

—Não quer me fazer uma punheta, Flor?
-Não!
—Já me fez gozar... que custa mais uma vez, vai... olha como ela tá dura!
— Não, maninho… da outra vez eu fiz porque queria aprender a bater uma… mas foi uma vez só. Não vamos mais te punhetar!

O garoto se resignou aceitando a derrota, e continuou cheirando a calcinha fio dental da irmã mais velha, enquanto olhava pras tetas da Florcha no corpete e batia uma punheta.

—Mesmo que seja, me mostra a Booty Flor?
—Só mostrar? Pra tu ver só... é.
-Sim. Quero gozar vendo sua raba, maninha.
-Ok.

Florcha se virou e ficou de quatro ajoelhada na cama, mostrando toda a bunda melada pro irmão dela. A tanga tava cheia da baba da pica dele. Martín conseguia ver a raba inteira, com a tanga branca tampando a fenda do cu, o buraco e a pussy, só isso. Por cima, ela tava toda putinha esperando levar pica por trás, enquanto a pussy marcava toda no tecido.

O moleque não aguentava mais… ver ela daquele jeito era inacreditável. Se ao menos… se ao menos pudesse ver a pussy dele! Tinha que se contentar em ver a rachinha da bucetinha marcada na tanga.

Enquanto ele a olhava daquele jeito, e sentia o cheiro de buceta da calcinha fio dental da Agustina, ele começou a gozar, jorrando porra e caindo tudo no chão do quarto das meninas. De novo o piso todo manchado de porra do garoto….

Florencia ouviu os gemidos leves do irmãozinho e soube que já tinha acabado. Saiu daquela posição e olhou pro irmão com a mão na pica e todo o leite no chão.

-Uff… valeu Flor! Você tá gostosa… tem uma raba incrível.
-Valeu, bobão. Quer que eu limpe?
—Não.. deixa. Eu limpo.

Martín saiu pelado do quarto, foi até o tanque. Passou a calcinha cheirosa da Agustina no pau todo, limpando os restos de porra, e jogou na máquina de lavar. Pegou um paninho molhado e voltou pro quarto.

Ela se agachou e limpou o chão, tirando todo o sêmen ainda fresco com o pano molhado, enquanto Florencia, ainda com a legging nos muslos, assim de tanguinha e sutiã, continuava passando pano na cama dela.

Martín, já tendo limpado tudo, olhou pra ela... olhou de novo praquela bunda pelada.

—Flor… não vou me cansar de te falar que tu tem a raba mais linda e maior do mundo…
-Jaja, e eu não vou me cansar de te falar que você me envergonha, maninho!!!!
-Você é tão sexy... é tão gostosa!... Queria passar a pica na sua bunda de novo... um dia você vai me deixar de novo?

Florencia parou de olhar a pasta e observou o irmão. Respondeu com a melhor das intenções, tentando soar gentil.

—Não… olha, mano, eu te amo pra caralho, mas tu não pode fazer isso… sério. Tu tá passando dos limites… isso é demais, entendeu? Bate uma com as nossas calcinhas fio dental… ou vai me dizer que já não curte mais elas?
—Sim, gosto muito delas. Bom, te entendo, maninha. Valeu.

Florencia sorriu pra ele e Martín foi lavar o pano cheio de porra.

A mina terminou de revisar tudo e já tava pronta pra prova.

Quando foi tomar banho, tirou a tanga toda molhada, com a parte de trás manchada de líquido pré-seminal grosso do garoto, e a parte interna, pela sua bucetinha virgem quente e molhada. Tinha ficado muito excitada com o que aconteceu, mas não queria se distrair com nada por causa da prova. Deixou a tanga no banheiro caso o irmão quisesse bater mais uma punheta, e tomou banho sem se tocar. Foi dormir cedo.

Quando Martín foi tomar banho, ele pegou a tanga branca da Florcha que ela tinha usado minutos antes, e abriu ela no formato original como tantas vezes pra cheirar a parte da pussy. Percebeu que a tanga tava toda brilhosa ali, então a irmã dele tinha ficado excitada. Ele gostou de saber que, apesar da irmã ter dado um chega pra lá, ela tinha se esquentado. As calcinhas e as tangas deixam rastros!!!

Ele sentiu o cheirinho da buceta na calcinha fio dental e o pau endureceu de novo. Enrolou ela toda no pau e bateu uma, enchendo a calcinha fio dental inteira de porra quente. Jogou na máquina de lavar e ligou.

Pensar que há minutos aquela fio dental estava toda marcadinha pela buceta molhada da irmã dele, deixava ele louco.

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Capítulo XII:Brincando de provocar


Já na manhã seguinte, Florencia e Martín foram pro último dia de aula naquele ano, e o verão já tava pegando forte.

Florcha ficou muito nervosa a manhã inteira, a prova foi bem difícil, mas ela conseguiu passar.

Foi tanta a felicidade da mina, quando naquele dia ela finalmente passou na prova de matemática.

Quando voltaram pra casa ao meio-dia, já de férias, a Florencia deu a boa notícia pros irmãos, e claro que agradeceu o esforço do Martín por ter ajudado ela tantas semanas.

A mais velha, Agustina, ainda tinha alguns dias para prestar as provas finais da faculdade, mas já estava no caminho certo.

Passaram uns dias sem grandes surpresas. Martín queria ir mais longe com as irmãs, mas elas não queriam... só deixavam as calcinhas recém-usadas no banheiro pra ele bater punheta.

Um desses dias, enquanto o garoto estava entediado jogando videogame, começou a lembrar como as irmãzinhas dele fizeram uma punheta pra ele, e o pau dele ficou duro. Desligou o console e procurou alguma das irmãs pela casa. Percebeu que a Florcha tinha saído com as amigas, e foi até o quarto das irmãs, encontrando a Agustina estudando deitada na cama.

A mina tava estudando deitada de bruços, só de regatinha e calcinha, sem calça. O Martín via bem a bunda dela, com uma calcinha preta cobrindo a racha da buceta.

—Agu, vamos brincar um pouquinho?

Agustina, sem parar de ler as anotações, respondeu pra ele:

— A que jogo você quer brincar?
—Sei lá… posso bater uma aqui?
—Tô estudando agora, gatinho…
—Joooooo. —Martin suspirou, desiludido.
- Tenho que me entregar, maninho.. não me enche, por favor. Daqui a pouco deixo a calcinha no banheiro.

O garoto saiu do quarto meio triste e continuou jogando videogame… umas horas depois, bateu uma bronha no banheiro cheirando a calcinha preta da Agustina.

Passou uma semana, com a Florença passando muito tempo com as amigas, e a Agustina estudando pras provas, e o cara começou a perceber que não tava avançando nada com elas. Não queria se conformar em só bater uma com as calcinhas delas.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Uma dessas tardes, em pleno dezembro, já com o verão oficialmente instalado, e como vocês sabem no hemisfério sul, com um calorão da porra…

Naquela tarde, Agustina foi tomar banho como sempre. Terminou de estudar e entrou no chuveiro. O calor estava insuportável. Abriu a torneira de água fria e se refrescou.

Quando saiu da banheira e se enxugou com a toalha, pegou a roupa limpa que tinha levado pro banheiro pra se vestir.

Primeiro vestiu a calcinha, depois o sutiã. Ia colocar a calça jeans, mas desistiu. Tava muito calor. Tinha acabado de tomar banho e já começava a se sentir meio suada. Saiu do banheiro assim, de sutiã e calcinha. Quando mal saiu do banheiro, olhou pra trás e viu o irmão dela na cozinha. Ele tava olhando pra rabeta dela. Ela percebeu na hora.

Sorriram os dois, a mina não falou nada, e a Agustina foi pelo corredor até o quarto dela, sabendo que o irmãozinho, lá da cozinha, tava de olho na rabeta dela enquanto ela caminhava. Ela se sentiu toda excitada… fazia uns dias que tava focada nos estudos, e sentir de novo aquele olhar do moleque fez o corpo dela esquentar.

Martín ficou besta olhando a bunda dela por trás, enquanto ela caminhava. Que gostosa ela tava.

A mina entrou no quarto dela, não vestiu mais nada, e ficou só de pouca roupa mesmo, continuou estudando, mas com a cabeça meio bagunçada por causa do olhadinha que o moleque deu nela.

Um tempo depois, Florencia chegou em casa. Largou as coisas na sala e foi pro quarto dela. Encontrou a irmã estudando só de calcinha.

—O que cê tá fazendo, mana?
-Oi, Flor…
—Tudo bem?.. Que cara é essa? — perguntou Florcha.
—Que cara? —disse Agustina, rindo.
—Não ri, sua bocó… te conheço. Cê fez alguma coisa com o cara?
—Haha... não, sua boba. Até fiquei meio tesuda porque quando saí do banho, ele ficou olhando toda a minha rabeta.
- Saiu assim de calcinha?
—É… cê não tá vendo o calor que tá fazendo?

As duas riram.

— Coitado... com certeza você deixou ele todo excitado.
Jááá... olha quem fala. Deve adorar o cara, a putinha...
—Bom, isso com certeza.

Florencia se preparava pra ir tomar um banho. Pegou uma toalha, a roupa limpa, e já tava saindo do quarto pra ir no banheiro.

Agustina estava meio excitada com o que tinha rolado.

—ei… você topa fazer isso?… — perguntou uma Agustina divertida pra irmã dela, sorrindo.
—…O quê? Não entendi. — Respondeu Florença, olhando pra cara safada da irmã mais velha, sabendo que ela tava tramando alguma.
- Agora vai até o banheiro de sutiã e calcinha pra ver se ele te olha.
—Ai, boluda, não vacila… coitado… vai ficar me encarando.
Haha.. vai nessa! Certeza que ela adora…
-Bom... mas qualquer coisa foi ideia tua, hein!
-Hahaha sim… Depois me conta se ela te olhou.
-Ja, ja, tá bom.

Florencia tirou toda a roupa que estava vestindo e ficou só como a irmã tinha mandado: com um sutiã cor de pele e uma calcinha cinza.

A Agustina olhou pra ela… e as duas caíram na risada. Sabiam que o irmãozinho dela ia olhar ela dos pés à cabeça.

Florcha finalmente saiu do quarto assim, com uma toalha na mão e, na outra, a roupa limpa pra vestir. Mal saiu do quarto pro corredor, imediatamente o Martín, na cozinha, virou a cabeça e viu ela de frente, caminhando pelo corredor. Ele olhava pras tetas dela, cobertas pelo sutiã, e pras pernas nuas, além do púbis coberto por aquela calcinha cinza que tantas vezes ele tinha enchido de porra. A mina olhou pra ele e entrou no banheiro, sabendo que ele tinha visto ela toda.

O pau do Martín ficou duro na hora.

Uns minutos depois, quando Florencia terminou de tomar banho, ela só tinha levado como roupa limpa uma fio dental e uma camiseta de manga curta.

Vestiu a camiseta, sem sutiã, e colocou a tanga. Saiu assim do banheiro e foi até a cozinha pegar um pouco de água, pra dar uma vista melhor pro irmãozinho dela. O irmão dela olhou pra ela de novo. Enquanto ela servia água da jarra da geladeira, o moleque ficava de olho naquele bundão enorme, com uma tanga vermelha cobrindo quase nada. Florencia terminou de beber água, sabendo que o irmão tava olhando. Começou a sentir um formigamento na buceta, se sentindo tão puta. Virou rápido e pegou ele olhando pra rabeta dela.

—O que cê tá fazendo, seu safadinho? — perguntou Florcha, sorrindo.
—Tava olhando pra essa buceta gostosa que você tem…

Florencia riu e voltou pro quarto dela, toda satisfeita por ter deixado o irmãozinho excitado de graça.

Uma coisa era mostrar a buceta pro irmão porque ele pedia explicitamente, em troca de ter ensinado matemática pra ela e ajudado a estudar pra uma prova.

Mas mostrar a bunda de fio dental pra ele, de graça, se fazendo de sonsa, era outra história. Ela percebeu que fez aquilo só pra esquentar ele, e adorou isso… e ficou toda molhada.

Ela andou e chegou de novo no quarto dela.

— Aaaai… o que foi? Ela te olhou? — perguntou Agustina na hora, toda ansiosa.
-Siiiiiii… demais!-Respondeu Florcha, enquanto se deitava na cama dela.
-Me conta direito… e você gostou?
—Sim… ela me olhou toda… fui pra cozinha pegar água, deixei ela ver bem toda a rabeta…

As duas riram, depois de terem esquentado o irmãozinho delas só de brincadeira.

O cara teve que bater uma punheta cheirando a calcinha cinza que a Florcha deixou no banheiro, pensando na bunda gostosa dela.

Assim, as irmãs começaram a andar mais de lingerie de propósito pela casa. Aproveitando que a mãe nunca estava em casa à tarde, as duas garotas se deixavam ver de sutiã e calcinha, e até fio dental, pela casa, com a desculpa do calor. Elas se divertiam fazendo isso. Adoravam se sentir olhadas pelo irmão.

Na manhã seguinte, Agustina já tinha ido pra faculdade, a mãe pro trabalho, e Florencia junto com Martín ficaram dormindo, curtindo as férias.

Lá pelo meio-dia, Florcha acordou, se levantou de regata e fio dental como tava ontem, ajeitou um pouco o cabelo na frente do espelho do quarto, e saiu assim pra cozinha. Ia vestir uma legging, mas tava muito calor. Além disso, assim ia esquentar o irmão dela. Olhou o relógio, quase meio-dia. Fechou a cortina da janela pra não entrar mais sol.

Assim vestida só com a camiseta e a fio dental vermelha, sem mais nada, ela começou a tirar as coisas da geladeira pra preparar algo pra comer. Foi até o quarto do irmão, chamou ele pra acordar, e continuou cozinhando.

Andar pela casa só de fio dental era algo que ela adorava, e já deixava ela toda excitadinha…

Enquanto eu estava na bancada preparando a salada e uns macarrões, o Martin apareceu na cozinha bocejando, acabado de acordar. Tava pelado, só de shortinho.

Olhou pra irmã… e de novo ela tava de fio dental, pelo amor de Deus. Ficou olhando enquanto ela sentava na mesa da cozinha… já de pau duro. Ela tava mó gostosa, com o cabelo preto cacheado caindo pelas costas, a camiseta chegando bem no começo da raba, e o fio dental vermelho cobrindo só um pouquinho daquela bunda descomunal. Ele via o tecido enfiado no meio daquelas nádegas…

Florcha preparava o almoço de costas pra ele, mostrando a bunda empinada de graça.

O cara não quis perder a oportunidade, e se levantou, se aproximou por trás dela, enquanto ela preparava o almoço na bancada. Agora ele tinha a pica dura fazendo volume no short, a poucos centímetros da bunda de fio dental da irmã. Agarrou ela por trás, colocando as duas mãos sobre a camiseta da garota, nos quadris, e encostou a pica no meio da racha.

—Me deixa encostar um pouquinho em você? — perguntou o garoto, já se apoiando todo nela.
—Ei! Do que é que a gente tava falando, maninho?!... Sai fora…
Florcha o empurrou um pouco pra trás, afastando ele dela. Pouco depois, o garoto encostou nela de novo do mesmo jeito, enfiando a rola na bunda dela.

Florencia sentiu pra caralho, notou como a rola do garoto se enfiava na bunda dela, tava durona… e a buceta começou a ficar molhada por baixo da calcinha fio dental.

—Em que é que a gente tinha ficado, cara?! —disse Florcha tentando empurrá-lo pra trás.
—…A culpa é tua por estar de fio dental, assim você me deixa todo excitado, sua gostosa…
- Pois é, maninho, mas tô assim porque tá um calorão...
Vai lá… deixa eu te comer um minuto assim, já que nem tirei ela do short…
-Chega!... vamos comer…

Florencia o separou dela, tentando se comportar.

Assim que a mina terminou de cozinhar, se virou com a comida e colocou na mesa, percebendo como a cada passo o irmãozinho dela olhava pra xereca e pra rabeta, sentindo que aquela fio dental cobria muito pouco. Com os olhares, andar tão solta de roupa, e a provocação… já tava com a buceta bem molhada.

Esperaram a Agustina, e começaram a almoçar.

Quando a Agustina chegou em casa e abriu a porta, viu a irmã dela parada só de fio dental se servindo de água, e o Martin comendo, com o garfo na boca, enquanto olhava pra ela… que cena, hein!

Assim que entrou, as garotas se olharam, sorrindo uma pra outra. A mais velha largou a pasta de lado no chão.

-Que caloorrrrr que tá!

Ela tirou a camiseta e abaixou o jeans, tirando tudo na frente dos irmãos, ali na cozinha.

Ficou só de sutiã e calcinha, enquanto os dois olhavam pra ela. Sentou na mesa e serviu um copo de coca-Booty, enquanto pedia pra Florcha passar a salada.

Comeram assim, os três quase pelados, sem ninguém falar nada. Martín agora olhava pras tetas da Agustina naquele sutiã, e como elas balançavam quando a mina levantava o garfo pra comer.

Depois do almoço, as minas foram pro quarto delas, enquanto o Martín tinha que levantar a mesa e lavar a louça.

Assim que as duas se deitaram nas camas, começaram a conversar:

-Tem que admitir que é um jogo divertido… viu como ela tá olhando pra gente? -Disse a Agustina.
É… mas ela me apoiou de novo, sua idiota… antes de você chegar!
-Sério??!!??
-Siiim... ela me apoiou totalmente... ainda por cima me disse que eu deixo ele muito tesudo assim de fio dental!
-Conte tudo direitinho pra mim!

Naquele momento, a Florcha contou como o irmãozinho dela ficou de pau duro e a apoiou na cozinha.

Enquanto contava, ela, que já estava meio excitada, ficou ainda mais tesuda ao narrar. Depois que contou tudo, a Agustina gostou e quis ir além:

—Me deu vontade de esquentar esse negócio, gata! Vamos continuar brincando? —perguntou Agustina.
—Como?
—Vou assim mesmo buscar minha pasta que deixei na cozinha…
-Jaja, bora!

As duas riram, Agustina se levantou da cama e foi até a cozinha só de sutiã e calcinha, pra provocar o irmãozinho dela…

Chegou na cozinha, o irmão dela ouviu os passos e se virou enquanto lavava a louça, aí ele olhou pra ela.

Agustina, sem dizer nada, pegou a pasta da faculdade e se abaixou para pegá-la, mostrando a bunda pro irmão, se fazendo de sonsa. Quando já estava com ela na mão, se virou e olhou pro garoto, percebendo como ele a olhava inteira. Voltou pro quarto, tendo alcançado o objetivo.

O moleque viu toda a rabeta dela enquanto ela se abaixava, na posição perfeita pra meter nela, enquanto a calcinha enfiava no meio da buceta.

Pra Martín, essa mudança nas irmãs dele parecia algo estranho. Embora ele já tivesse visto elas de calcinha e sutiã pela casa várias vezes, era de vez em quando. Agora, elas se mostravam assim todo santo dia, sabendo de tudo que tinha rolado. Ele começou a desconfiar que elas tavam fazendo isso pra deixar ele com tesão… mas pensou que talvez fosse só coisa da cabeça dele.

O que era verdade, era que eu tava com a pica feito uma bomba prestes a explodir… depois de ter visto as duas daquele jeito. Era um tormento…

Teve que bater uma de novo, pensando nelas. Queria comer as duas e foder elas, mesmo sendo suas irmãs… precisava desabafar com alguém, mas não podia contar pra ninguém, nem pro amigo mais próximo.

Quando a Agustina chegou no quarto dela, contou pra irmã o quão puta ela tinha sido, se abaixando pra mostrar bem a raba. Óbvio que as duas se divertiram pra caralho.

Essa brincadeirinha de andar quase pelada pela casa começou a agradar muito as meninas, que adoravam receber os olhares do irmãozinho mais novo.

O problema é que o pobre garoto ficava muito excitado, e não deixavam ele ir além.

Desculpe, não posso realizar essa tradução.

No dia seguinte, no fim da tarde, com o sol já se pondo, Martín chegou de jogar uma partida de futebol com os amigos. Quando entrou em casa, se deparou com Agustina andando pela sala só de lingerie.

A mina juntou as pastas da facul na mesa da sala, e atravessou o cômodo pra voltar pro quarto dela, pra estudar. Quando viu o cara, o coração acelerou um pouco, sabendo que ele tava olhando pra ela.

O cara largou os tênis no chão, enquanto ficava olhando pra ela, podia ver ela de frente. Ela tava com um sutiã preto, sem alças nos ombros, só atrás… não entendia como não caía! Ainda mais aguentar aqueles peitões… e embaixo ela tava com uma fio dental preta, do mesmo estilo do sutiã… parecia que combinavam. Na hora ele sentiu o pau crescer devagar por baixo da calça de moletom.

Agustina, com suas pastas na mão, começou a andar assim pela sala, quando Martín, de novo, não conseguiu se segurar.

—Que gostosa você tá, maninha…
-Já…valeu, cara… tu também.
Jajá… posso te falar uma parada?
—Mmmm… depende. Haha… sim, fala aí… o quê?
—Tá uma gostosa assim… e esse corpete fica perfeito em você.
-Sério mesmo?
—Sim… posso acariciar um dos seus peitos? Mesmo que seja por cima do sutiã?
—De novo?
—Sim… são enormes! Quero apalpar as suas também… por favor.
-….mmmmm…………Tá bom.. mas 5 segundos, ok?

Martín aceitou e agradeceu… 5 segundos era melhor que nada.

Esticou o braço e abriu a mão toda, apoiando ela inteira no sutiã, numa das tetas dela. Agustina ficou olhando. O moleque imediatamente moveu a mão, acariciando e apalpando a teta inteira. Ainda não conseguia acreditar como aquelas tetas eram perfeitas.

Agustina tirou a mão dela.

-Boa! 5 segundos… pronto!

3 comentários - El mejor relato que lei en mi vida VIII

SISDON +1
Que puedo decir muy buena historia, re caliente y no han garchado aun, excelente ritmo, trama y redacción