Bom, continuando com a melhor história que já li na minha vida, aqui vai a parte VII.
A melhor história que eu já li na vida.
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.
A melhor história que já li na minha vida III
A melhor história que já li na minha vida IV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na minha vida, véi.
Muitíssimo obrigada pelos pontos e comentários!!!
Os personagens são todos maiores de idade, pra não ter confusão.
Capítulo XI:Sair do círculo vicioso é foda.
Depois que a Agustina saiu do banheiro, já satisfeita depois do orgasmo, ela se vestiu e o Martín entrou pra tomar banho. Depois disso, os dois jantaram com a mãe dele. Terminando de comer, a mãe foi dormir. A Agustina foi pra cama dela se deitar, e o Martín ficou na sala vendo TV até bater o sono.
Já de noite, Florencia tinha ficado pra jantar na casa da amiga, e depois disso voltou pra casa dela. Por sorte, as amigas não perceberam que ela tava sem calcinha por baixo daquela legging apertada… mal chegou em casa, foi pro quarto dela, onde encontrou a irmã descansando na cama.
Florcha cumprimentou ela de passagem, enquanto abria a gaveta procurando roupa pra ir tomar banho. Lembrou da peça que deu pro irmãozinho antes de ir embora.
—Ah, mano, cê sabe o que aconteceu com minha calcinha? — perguntou pra Agustina.
—…Sim.. tá na máquina de lavar.
-Ok. O quê… Você viu aquilo?
-Que coisa?
-Não se faz de sonsa. Nosso irmão… você viu ele batendo uma?
-Sim…
-Jaja, já imaginava. Foi você quem pediu pra ver? Ou foi ele que pediu pra você?
-Eu pra ele... haha, é que tava entediada!
—Como foi? Me conta!
—Nah…
-Dá-lhe, gostosa! Foi bom?
—…É… digamos que sim.
—Não saio daqui até você me contar!!! Como foi que ele fez? O pau dele tava duro? Saiu muito leite?
-Peraaaa aí, um minuto! Bom… não é que ele tenha dado uma nela…
—Como assim... o que você quer dizer?
É.. tipo assim… eu fiz uma punheta pra ele.
Florcha abriu os olhos, olhando pra ela.
-¡¿QUÊ?!
Isso…
-Para!! Como assim você fez uma punheta pra ele?!?!?
—Olha… a gente veio pra cá, e no começo ele começou a bater uma… e falou que gostava dos meus peitos… nisso tudo, ele percebeu que meus bicos marcavam na camiseta!.. ele insistiu muito… e me perguntou se podia acariciar um pouquinho… eu falei que sim, mas só um pouquinho mesmo.
Florencia olhava atenta pra irmã enquanto explicava o que tinha rolado.
-Bom.. e com ele acariciando uma das minhas tetas… me deixou com muito tesão, Flor!.. ainda por cima, ele colocava a pica dura na minha frente e bem pertinho! Aí ele me pediu pra fazer uma punheta… e eu fiz! Não consegui resistir!
—Sério mesmo???
-É… ela tem uma buceta tão gostosa que eu tive que tocar nela…
—E o que mais aconteceu??!!??
—Enquanto eu batia uma pra ele, ele ficava apalpando meu peito, e nessa altura eu já tava super excitada, cê imagina... e ele pediu pra eu mostrar os peitos.
- E mostrou pra elas????????
-Sim…
-Ahhh, gostoso!!!! Você mostrou as tetas pra ela!?!!??
—Sim… levantei a blusa e mostrei pra ele… e ele continuou acariciando! Bom, no final eu bati uma rapidinha pra ele, até ele gozar na sua calcinha… encheu ela de porra! Provei e tava uma delícia, sua idiota!
A Florencia não tava acreditando no que a irmã dela tava contando. Ela tava adorando ouvir tudo o que elas tinham feito.
—Tá maluca! Isso tudo aconteceu mesmo?
-Jaja sim, sua bobinha… você não sabe a punheta que eu bati no banheiro! Molhei toda a minha calcinha…
—Imagino… e como é fazer uma punheta pra ela? É bom?
-Que lindo! Adorei… ele tava tão durinho, coitado!
—Jooo… eu também quero aprender a fazer uma punheta! — Disse Florcha com a voz de menina mimada.
Agustina ficou olhando pra ela.
—O quê?... Quer que eu te ensine? — perguntou Agustina.
-Siiimmm.... me ensina, por favor!
—Sério que você quer aprender? Cê não é muito mocinha ainda pra fazer isso? — Disse Agustina zoando a irmã.
-Jajaja, piranha!!! Vai lá, irmãzinha! Me ensina a bater uma punheta, tá?
-Falou Florcha, sorrindo pra ela e fazendo cara de boazinha.
-Beeeem. Mas espera aí. Como é que eu vou te ensinar?
Florencia ficou olhando pra irmã, que ia ensinar ela como bater uma punheta num cara.
Agustina tirou o lençol pra cima e sentou na cama, de frente pra irmã. Tava de sutiã e fio dental. Falou pra Florcha sentar do lado dela.
Florencia aceitou e sentou na cama ao lado da irmã semi-nua.
A mais velha começou a explicar:
- Não é tão difícil. Você pega ela assim com a mão…
Agustina mostrou a forma típica da mão quando segura uma pica, encerrando ela entre os dedos.
—Assim que você pega ela toda na sua mão, você mexe pra cima e pra baixo. — Explicou Agus enquanto fazia o movimento de punheta com a mão.
—Mas apertando ela? Ou suave? — perguntou Flor.
-Mais ou menos! Nem apertando forte demais nem muito de leve…
-Ok.
- Tenta fazer você mesmo.
Florencia tentou imitar a posição da mão e mexer igual à irmã. Os primeiros movimentos foram meio desengonçados. A irmã colocou a mão sobre a dela e fez o movimento como se estivesse se masturbando, ensinando pra ela.
—Viu? Assim. E se fizer direito, com certeza em pouco tempo vai sair toda a porra dela.
Agustina continuava explicando pra irmã dela.
-Se você bater uma pra ele muito rápido, ele vai gozar na hora. Se bater mais devagar, ele vai durar mais.
—E você, como fez com ela? Rápido ou devagar? — perguntou Florcha.
—O Martín? —perguntou Agustina.
-Sim.
-No começo devagar… depois que mostrei as tetas pra ele, acelerei.
Florencia prestava atenção nas explicações e agora tentava sozinha fazer o movimento da masturbação com a mão.
Agustina aproveitava pra falar mais umas coisas pra ele:
—E quando você desce com a mão, vai puxando a pele até ver a cabecinha gorda que eles têm… que é a glande. Você vai descendo a pele até embaixo e depois sobe de novo, entendeu?
-Mais ou menos.
-Ahh e mais uma coisa. Passa cuspe na mão pra deslizar melhor.
—Tipo quando a gente se toca na buceta?
-Claro! É fácil.
—E como é que cê sente quando toca nela? —perguntou Florença.
—Quentinha… e bem dura! É lindo sentir como ela cresce na sua mãozinha.
A Florcha deu uma vontade enorme de bater uma naquela hora e sentir as coisas que a irmã mais velha dela tava falando.
—Bom… aprendeu ou não? — perguntou Agustina.
—Acho que sim…
-Quer que eu te explique de novo?
-Não, tá de boa.
-Pra aprender direito, você tem que botar em prática!
—É… pena que não tenho namorado.
Agustina ficou pensando, quando uma ideia veio na cabeça dela.
—Você não tem namorado… mas… temos um pau à nossa inteira disposição… — Disse Agustina sorrindo pra ela.
Florencia olhou pra ela.
—Chamo o cara? —perguntou Florença.
—Vamos, vamos ver se você é uma boa aluna… — respondeu Agustina.
As duas riram.
—Mamãe já tá dormindo? —Florença perguntou de novo.
-Sim.
Florcha se levantou e saiu do quarto. Caminhou até a sala, onde o irmão dela tava vendo TV. Interrompeu ele, falando da porta da sala:
-E aí, maninho!
Martín, sentado no sofá, se virou pra olhar ela.
Flor! O que foi?
—Pode vir um pouquinho no nosso quarto que a gente precisa de você pra uma coisa!
Imediatamente Florença saiu e voltou pro quarto. O garoto ficou pensando pra que precisavam dele. Esperava que não fosse pra fazer alguma tarefa, ou algo assim. Desligou a TV, levantou do sofá e foi pro quarto das irmãs. A porta tava aberta. Entrou.
A primeira coisa que ele viu foram as duas irmãs dele paradas esperando ele na beira da cama. A Florcha tava de camiseta e leggings, enquanto a Agustina tava de fio dental e sutiã... o fio dental era rosa choque, e o sutiã branco. Aquele fio dental já tinha sido cheio de porra dias atrás.
—Fecha bem a porta. —Ordenou Florcha.
O garoto conseguiu. Assim que a porta se fechou, Martín se aproximou delas.
—Pra que vocês precisam de mim?
Florencia imediatamente se agachou sobre o irmão e agarrou a calça dele. Começou a puxar pra baixo, sob o olhar atônito do garoto.
—Me deixa bater uma pra você, maninho? É que quero aprender como se faz. —Disse Florcha enquanto já abaixava a cueca dele, agachada na frente dele.
Martín não disse nada. Foi pego de surpresa!!. Pô, que surpresa boa! A irmã dele puxou tudo até os tornozelos, e viu a pica dele ainda meio mole. Logo foi endurecendo naturalmente.
Ele reparou na Agustina, que estava paradinha do lado da Florcha, olhou pros peitões dela cobertos pelo corpete… que ele já tinha apalpado naquela tarde! O pau ficou durasso enquanto a Florcha via ele parar na frente da cara dela. Como as duas eram gostosas.
-Que pica linda! Posso?
-Perguntou Florcha olhando pro irmão de baixo, agachada, prestes a pegar na rola dele.
Martín balançou a cabeça concordando. Engoliu seco. Ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Se limitou a não perguntar nada e ficar de boca fechada.
—Fica quietinho que a mamãe tá dormindo. —Disse a Florcha.
Florencia passou a mãozinha em volta da pica dura do irmão e segurou ela inteira. A primeira sensação foi incrível, sentiu ela tremenda de dura e quente.
Enquanto Agustina olhava, Florcha começou a mover a mão. Começou a bater uma punheta pro irmão dela.
—Maninho, me diz se eu tô te machucando ou se te incomoda alguma coisa, tá? É a primeira vez que faço uma punheta. — Disse Florencia, com a pica na mão.
Martín concordou, já visivelmente excitado.
Muito devagar, ele mexeu na pele da rola como a irmã mais velha tinha mandado. Em uns instantes, puxou o prepúcio todo pra trás, deixando à mostra a cabecinha já gordinha e excitada do garoto.
—Assim, Agus? — perguntou Florencia.
-Isso! Passa saliva na mão pra fazer melhor pra ele.-Respondeu Agustina.
Florcha obedeceu e cuspiu saliva na mão, pra voltar a pegar na rola do irmão mais novo.
Ele deslizou pela primeira vez, notando a diferença enorme, enquanto a mãozinha dela deslizava sobre o pau duro do garoto.
Tava adorando puxar a pele dele pra trás e ver a cabecinha vermelha, inchadinha e babada… continuava masturbando o irmão dela, devagar, descendo e subindo a mão cheia de baba na pica.
— Cê curte o cara? — perguntou Agustina, enquanto olhava.
-Siiiiim.
—Depois da punheta que eu te dei essa tarde, ainda tem porra nesses ovinhos? — perguntou a Agustina.
—…Sim, Agus… —respondeu Martín, com a voz baixa, excitadíssimo com as perguntas da irmã mais velha, que ainda por cima estava de fio dental.
- Bem, Flor, agora tira a porra dela como eu te ensinei. - Disse Agustina.
E o que dizer da Florencia, que enquanto punhetava aquela bela cock dura, notava como a pussy dela começava a ficar molhada.
Florencia sabia que se ela batesse uma punheta rápida nele, como a irmã tinha ensinado, ele ia gozar. Aumentou a velocidade, mais rápido. Enquanto batia uma pra ele agora mais rápido, olhava pro irmão tentando ver se ele tava gostando. Entendeu pela cara de tesão que o garoto tinha, que sim. Tava indo bem.
Martín sentiu que ia explodir.
-Ahhhhhhh… vou gozar, Flor.
Florencia continuou batendo uma pra ele assim, rápido, subindo e descendo a mão inexperiente pelo tronco do garoto, cobrindo e descobrindo a cabecinha da piroca, tudo cheio de baba.
Instantaneamente, ela sentiu a pica do irmão dar uma leve mudada e ficar mais dura, Martín começou a suspirar e bufar, e na mesma hora saiu o primeiro jato de porra.
-AHHhhhhhhhhhhh……… mmmmmmmmmhhhhhh- gemeu Gimió Martín baixinho, enquanto Florcha espremia a rola dele.
Assim que sentiu o líquido quente sair e se espalhar na mãozinha dela, a Florcha parou de se masturbar. A Agustina viu.
-Continua, sua burra! Não para!! Bate rápido pra tirar toda a porra dele!
Florencia obedeceu e voltou a bater uma bem rápido, enquanto os outros jatos de porra quente saíam da pica do irmão dela. Ela tava ordenhando ele.
Parte do sêmen caiu no chão, e outra parte ficou na mão da Florcha, que estava batendo uma punheta pra ele.
Assim que parou de sair porra, Florença olhou pro irmão… ele tava muito satisfeito, dava pra ver na cara dele. Ela se sentiu mó bem por ter feito a primeira punheta e tinha sido muito boa! Além do moleque ter adorado, ela gostou ainda mais. Já tava sentindo a calcinha molhada pela buceta virgem dela.
Ela se levantou, enquanto olhava o esperminha quentinho do irmão espalhado na mão dela. Mostrou pra Agustina.
—Quero! Me dá?
—Perguntou Agustina, sorrindo pra ele.
KKKKK
Florcha riu, enquanto aproximava um dos dedos cheios de porra grossa da irmã. Agustina se inclinou um pouco e enfiou o dedo de Florencia na boca, chupando toda a porra que tinha. Tirou o dedo apertando com os lábios e engoliu a porra.
—Prova! Vai, tá morna já! — disse Agustina pra irmã dela.
Florencia fez o mesmo, enfiando um dedo inteiro na boca, lambuzado de porra morna recém-ordenhada do irmãozinho mais novo. Provou o sêmen e tentou engolir. Conseguiu... embora não tenha sentido um gosto específico.
Agustina pediu de novo pra irmã, que estendeu a mão, enquanto a mais velha enfiava outro dedo da Florcha na boca, passando a língua e engolindo o gozo.
Martín ficou olhando para elas, encantado depois de gozar, com o pau já mole e cheio de porra e baba. Caralho! Era tão lindo ver as irmãs chupando os dedos e engolindo a porra dele!
—Mais que bem pra ser sua primeira punheta, maninha. — Disse Agustina pra Florcha, que tava sorrindo.
A Florencia ficou com os dedinhos limpos, mas a palma da mão não, que tava toda coberta de porra já fria e agora grudenta.
—Que desastre o chão! —Disse Florcha, olhando a porra que tinha caído.
Agustina já tinha tido uns namoradinhos, mas nenhum soltava tanta porra assim. Ela se surpreendia toda vez que via o irmãozinho dela jorrando tanta cum, ainda mais depois de ter batido uma pra ele horas antes. Isso a deixava com muito tesão.
—Bom… vou pegar algo pra limpar essa bagunça… —Disse Florença enquanto saía do quarto, abrindo a porta com cuidado pra não fazer barulho e não acordar a mãe.
A mina foi até o tanque pegar um pano, molhou ele na torneira e voltou pro quarto.
Ajoelhou-se no chão e foi passando o pano úmido pelo piso, limpando os restos de porra que tinham caído. Depois que deixou tudo brilhando, levantou-se e olhou pro irmão. Baixou o olhar até a pica, e se inclinou na direção dele.
— Quer que eu limpe ela? — perguntou Florencia pro irmãozinho.
Martín não entendeu. Florencia começou a passar o paninho na pica do rapaz, limpando toda a baba e porra que estavam grudadas nela.
-Valeu.-Disse o Martín.
-De nada!
Com a pica limpinha, a Florença subiu a cueca e a calça do irmão dela.
—Bom… vou tomar um banho agora… —Disse Florença enquanto pegava a roupa limpa que ia vestir com a mão que não tinha porra.
Martín suspirou, extremamente satisfeito, e deu tchau pro Agus antes de ir dormir. Deu uma última olhada na tanga dele, e se mandou pro quarto descansar. Agustina também se enfiou na cama.
Florencia acabou de entrar no banheiro, lavou a mão cheia de porra do irmão e se despiu pra tomar banho. Na banheira já quentinha debaixo do chuveiro, pegou o sabonete e passou no corpo todo, dando uma atenção especial pra buceta. Ensaboou bem a xereca e a raba, se esfregando com o sabonete. Claro que ter batido uma pro irmão tinha deixado ela com muito tesão. Largou o sabonete de lado e procurou o buraquinho da raba assim em pé, levando uma mão pra trás. Achou e massageou o cuzinho com um dedo. Depois, se deitou na banheira e ficou se esfregando no clitóris, tentando gozar, até chegar no orgasmo.
Saiu do banho, se secou, se vestiu e foi direto pro quarto dela dormir. Tava muito cansada. Colocou uma fio dental branca, que numa outra vez, o Martín tinha enchido de porra quente.
Entrou no quarto dela, enquanto se deitava na cama dela, no escuro. Agustina ouviu ela se deitar, na escuridão do quarto, já as duas deitadas em suas camas.
— Você bateu uma? — perguntou Agustina.
—Como é que você sabe? — respondeu Florcha.
—Já imaginava que você tava excitada depois de masturbar ele. Nem quero imaginar como você ficou molhada… Comigo foi a mesma coisa.
—Sim… fiquei mó carente esses dias, sua idiota…
-Kkkkkkk. Eu também! Tô mais punheteira do que nunca…
As duas riram, no escuro do quarto.
- E pensar que as calcinhas que a gente tá usando agora, estavam cheias de porra dele... - Disse Florcha.
—E passou elas no pau inteiro! — respondeu Agustina.
- Deus! Bom… já chega, vou ficar com tesão de novo!
-Jajaja. Que porcas a gente é, boluda.
—Muito porcas.
Voltaram a rir. Daí a pouco, pegaram no sono.
O Martín também dormiu sozinho no quarto dele.
Aquele domingo tinha começado bem chato, mas terminou do melhor jeito possível.
:::
As ações já tinham tomado seu rumo, aos poucos. Martín nunca imaginou tudo que estava rolando. Meses atrás, dividir as coisas com as irmãs era um saco. Quando ainda via elas como irmãs, quando não despertavam nenhum sentimento quente nem nada do tipo. Brigava com elas a toda hora. Agora tudo era diferente. As irmãs dele agora eram as duas minas mais lindas e gostosas do planeta. E moravam com ele. Não teve tempo de pensar, nem de perceber quando tudo mudou tão de repente. A vida em família sempre foi normal, as irmãs nunca despertaram nenhum tesão nele, nem nada.
Mas naquele frio dia de inverno, quando pela primeira vez ele mexeu na roupa das irmãs no banheiro, vendo as calcinhas molhadas ali, e sentindo o cheiro de buceta delas... tudo começou a mudar claramente. Esse foi o passo que mudou tudo. Ele já não batia mais punheta pensando nas coleguinhas da escola. Começou a ficar excitado com a roupa íntima das irmãs, batendo punheta com elas. E aí começou a ver as irmãs de outro jeito. Elas começaram a dar tesão nele, as tangas delas, ele começou a reparar mais nos corpos delas... e já foi gostando delas como se fossem garotas normais, até chegar no ponto atual, onde o que mais excita ele são elas duas, com o plus de saber que eram irmãs dele, algo muito proibido, que o deixava ainda mais louco.
Por vários anos, os amigos dele zoavam ele sempre que podiam por causa das irmãs mais velhas. Elas eram o sonho de todos os caras do bairro. Ficavam repetindo como elas eram gostosas, que as irmãs dele eram as minas mais lindas da cidade, que a Agustina tinha uns peitões enormes, que a Florencia tinha uma raba enorme e perfeita, e por aí vai. Até alguns amigos do Martín, quando iam na casa dele, ficavam o tempo todo de olho pra ver se alguma das minas aparecia pela casa.
O cara se cansou de ouvir dos amigos as frases “sua irmã tem uma bunda do caralho”, “suas irmãs são um tesão”, “não pode ser tão gostosas assim”, “que vontade de comer suas irmãs”.
Martín sempre tentava não dar bola pra elas, não entendia por que falavam tanto aquilo, e isso o irritava pra caralho. Agora ele entendia. Ele percebeu o quanto as irmãs dele eram gostosas.
De um jeito que nem ele mesmo acreditava, tinha chegado ao ponto de ver as tetas da Agustina, de apalpar elas, de pegar as duas com a roupa no corpo, e de receber uma punheta de cada uma. Sem contar que elas mesmas entregavam pra ele as calcinhas e as fio-dental molhadas, tiradas na hora, pra ele bater uma e encher elas de porra.
Ele tinha esquecido de tudo. As meninas da escola, as professoras, o pornô na internet, tudo. A única coisa pela qual ele vivia era ir pra escola, fazer lição, estudar e fazer umas safadezas com as irmãs. Ele tava quase o tempo todo com tesão. Tinha passado de bater umas punhetas sem graça vendo pornô pra fazer de tudo com as irmãs, em pouco tempo. Foi uma puta mudança.
O grande desejo dela, na sua pouca idade, era deixar de ser virgem. Já muitos dos colegas dela se gabavam e enchiam o peito por já terem transado.
Tudo o que tinha acontecido era muito bom… e tudo o que ele tinha visto: as calcinhas, os peitos, as bundas Thong babe… mas ele queria muito mais. O que ele mais desejava, o que mais o excitava, era que um dia pudesse ver a buceta de alguma das irmãs dele. Só de pensar… já ficava durasso igual a um mastro. Pensar em ver a parte do corpo mais proibida e gostosa de uma mina, e ainda por cima das próprias irmãs, duplamente proibido… isso deixava ele maluco. Ele imaginava um dia metendo o pau quente na buceta molhada e delicada de alguma das irmãs… e pensava que isso seria supremo. Nem ideal, nem super, nem perfeito. Seria supremo.
Mas faltava muito pra uma coisa dessas acontecer, e claro, no fundo eu sabia que isso nunca ia rolar.
Pelo lado das minas, as sensações eram meio diferentes, mas no geral, iguais. Florencia tava dando os primeiros passos no sexo, conhecendo os prazeres. O próprio prazer ela já tinha descoberto fazia um tempão, mas agora começava a praticar com caras. O que ela nunca imaginou na vida era que ia ser com o irmãozinho mais novo. Tinha visto um pau pela primeira vez, tinha feito a primeira punheta nele, e tinha adorado tudo. Até aquele momento, nenhum garoto tinha posto um dedo nela. Sem dúvida, foi um divisor de águas ter pego o irmão, naquela tarde-noite, no banheiro, se masturbando com a calcinha fio dental molhada na mão. Até então, a vida sexual dela era sempre a mesma coisa: ela se tocava no clitóris na cama ou no banheiro, imaginando transar com algum gato do bairro, só isso.
Depois de pegar o irmão ‘com a mão na massa’, na hora ela ficou puta, claro, mas com o passar dos dias, o moleque convenceu ela, e ela se convenceu de que não era tão ruim assim. E até começou a gostar. Quando descobriu que o irmão cheirava as calcinhas dela e batia uma punheta com elas, no fundo isso a excitava. Todo dia ela ficava mais molhada só de pensar no que o irmãozinho ia fazer depois com as tangas dela, todas úmidas e cheias de lubrificação vaginal.
[col
A melhor história que eu já li na vida.
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.
A melhor história que já li na minha vida III
A melhor história que já li na minha vida IV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na minha vida, véi.
Muitíssimo obrigada pelos pontos e comentários!!!
Os personagens são todos maiores de idade, pra não ter confusão.
Capítulo XI:Sair do círculo vicioso é foda.
Depois que a Agustina saiu do banheiro, já satisfeita depois do orgasmo, ela se vestiu e o Martín entrou pra tomar banho. Depois disso, os dois jantaram com a mãe dele. Terminando de comer, a mãe foi dormir. A Agustina foi pra cama dela se deitar, e o Martín ficou na sala vendo TV até bater o sono.
Já de noite, Florencia tinha ficado pra jantar na casa da amiga, e depois disso voltou pra casa dela. Por sorte, as amigas não perceberam que ela tava sem calcinha por baixo daquela legging apertada… mal chegou em casa, foi pro quarto dela, onde encontrou a irmã descansando na cama.
Florcha cumprimentou ela de passagem, enquanto abria a gaveta procurando roupa pra ir tomar banho. Lembrou da peça que deu pro irmãozinho antes de ir embora.
—Ah, mano, cê sabe o que aconteceu com minha calcinha? — perguntou pra Agustina.
—…Sim.. tá na máquina de lavar.
-Ok. O quê… Você viu aquilo?
-Que coisa?
-Não se faz de sonsa. Nosso irmão… você viu ele batendo uma?
-Sim…
-Jaja, já imaginava. Foi você quem pediu pra ver? Ou foi ele que pediu pra você?
-Eu pra ele... haha, é que tava entediada!
—Como foi? Me conta!
—Nah…
-Dá-lhe, gostosa! Foi bom?
—…É… digamos que sim.
—Não saio daqui até você me contar!!! Como foi que ele fez? O pau dele tava duro? Saiu muito leite?
-Peraaaa aí, um minuto! Bom… não é que ele tenha dado uma nela…
—Como assim... o que você quer dizer?
É.. tipo assim… eu fiz uma punheta pra ele.
Florcha abriu os olhos, olhando pra ela.
-¡¿QUÊ?!
Isso…
-Para!! Como assim você fez uma punheta pra ele?!?!?
—Olha… a gente veio pra cá, e no começo ele começou a bater uma… e falou que gostava dos meus peitos… nisso tudo, ele percebeu que meus bicos marcavam na camiseta!.. ele insistiu muito… e me perguntou se podia acariciar um pouquinho… eu falei que sim, mas só um pouquinho mesmo.
Florencia olhava atenta pra irmã enquanto explicava o que tinha rolado.
-Bom.. e com ele acariciando uma das minhas tetas… me deixou com muito tesão, Flor!.. ainda por cima, ele colocava a pica dura na minha frente e bem pertinho! Aí ele me pediu pra fazer uma punheta… e eu fiz! Não consegui resistir!
—Sério mesmo???
-É… ela tem uma buceta tão gostosa que eu tive que tocar nela…
—E o que mais aconteceu??!!??
—Enquanto eu batia uma pra ele, ele ficava apalpando meu peito, e nessa altura eu já tava super excitada, cê imagina... e ele pediu pra eu mostrar os peitos.
- E mostrou pra elas????????
-Sim…
-Ahhh, gostoso!!!! Você mostrou as tetas pra ela!?!!??
—Sim… levantei a blusa e mostrei pra ele… e ele continuou acariciando! Bom, no final eu bati uma rapidinha pra ele, até ele gozar na sua calcinha… encheu ela de porra! Provei e tava uma delícia, sua idiota!
A Florencia não tava acreditando no que a irmã dela tava contando. Ela tava adorando ouvir tudo o que elas tinham feito.
—Tá maluca! Isso tudo aconteceu mesmo?
-Jaja sim, sua bobinha… você não sabe a punheta que eu bati no banheiro! Molhei toda a minha calcinha…
—Imagino… e como é fazer uma punheta pra ela? É bom?
-Que lindo! Adorei… ele tava tão durinho, coitado!
—Jooo… eu também quero aprender a fazer uma punheta! — Disse Florcha com a voz de menina mimada.
Agustina ficou olhando pra ela.
—O quê?... Quer que eu te ensine? — perguntou Agustina.
-Siiimmm.... me ensina, por favor!
—Sério que você quer aprender? Cê não é muito mocinha ainda pra fazer isso? — Disse Agustina zoando a irmã.
-Jajaja, piranha!!! Vai lá, irmãzinha! Me ensina a bater uma punheta, tá?
-Falou Florcha, sorrindo pra ela e fazendo cara de boazinha.
-Beeeem. Mas espera aí. Como é que eu vou te ensinar?
Florencia ficou olhando pra irmã, que ia ensinar ela como bater uma punheta num cara.
Agustina tirou o lençol pra cima e sentou na cama, de frente pra irmã. Tava de sutiã e fio dental. Falou pra Florcha sentar do lado dela.
Florencia aceitou e sentou na cama ao lado da irmã semi-nua.
A mais velha começou a explicar:
- Não é tão difícil. Você pega ela assim com a mão…
Agustina mostrou a forma típica da mão quando segura uma pica, encerrando ela entre os dedos.
—Assim que você pega ela toda na sua mão, você mexe pra cima e pra baixo. — Explicou Agus enquanto fazia o movimento de punheta com a mão.
—Mas apertando ela? Ou suave? — perguntou Flor.
-Mais ou menos! Nem apertando forte demais nem muito de leve…
-Ok.
- Tenta fazer você mesmo.
Florencia tentou imitar a posição da mão e mexer igual à irmã. Os primeiros movimentos foram meio desengonçados. A irmã colocou a mão sobre a dela e fez o movimento como se estivesse se masturbando, ensinando pra ela.
—Viu? Assim. E se fizer direito, com certeza em pouco tempo vai sair toda a porra dela.
Agustina continuava explicando pra irmã dela.
-Se você bater uma pra ele muito rápido, ele vai gozar na hora. Se bater mais devagar, ele vai durar mais.
—E você, como fez com ela? Rápido ou devagar? — perguntou Florcha.
—O Martín? —perguntou Agustina.
-Sim.
-No começo devagar… depois que mostrei as tetas pra ele, acelerei.
Florencia prestava atenção nas explicações e agora tentava sozinha fazer o movimento da masturbação com a mão.
Agustina aproveitava pra falar mais umas coisas pra ele:
—E quando você desce com a mão, vai puxando a pele até ver a cabecinha gorda que eles têm… que é a glande. Você vai descendo a pele até embaixo e depois sobe de novo, entendeu?
-Mais ou menos.
-Ahh e mais uma coisa. Passa cuspe na mão pra deslizar melhor.
—Tipo quando a gente se toca na buceta?
-Claro! É fácil.
—E como é que cê sente quando toca nela? —perguntou Florença.
—Quentinha… e bem dura! É lindo sentir como ela cresce na sua mãozinha.
A Florcha deu uma vontade enorme de bater uma naquela hora e sentir as coisas que a irmã mais velha dela tava falando.
—Bom… aprendeu ou não? — perguntou Agustina.
—Acho que sim…
-Quer que eu te explique de novo?
-Não, tá de boa.
-Pra aprender direito, você tem que botar em prática!
—É… pena que não tenho namorado.
Agustina ficou pensando, quando uma ideia veio na cabeça dela.
—Você não tem namorado… mas… temos um pau à nossa inteira disposição… — Disse Agustina sorrindo pra ela.
Florencia olhou pra ela.
—Chamo o cara? —perguntou Florença.
—Vamos, vamos ver se você é uma boa aluna… — respondeu Agustina.
As duas riram.
—Mamãe já tá dormindo? —Florença perguntou de novo.
-Sim.
Florcha se levantou e saiu do quarto. Caminhou até a sala, onde o irmão dela tava vendo TV. Interrompeu ele, falando da porta da sala:
-E aí, maninho!
Martín, sentado no sofá, se virou pra olhar ela.
Flor! O que foi?
—Pode vir um pouquinho no nosso quarto que a gente precisa de você pra uma coisa!
Imediatamente Florença saiu e voltou pro quarto. O garoto ficou pensando pra que precisavam dele. Esperava que não fosse pra fazer alguma tarefa, ou algo assim. Desligou a TV, levantou do sofá e foi pro quarto das irmãs. A porta tava aberta. Entrou.
A primeira coisa que ele viu foram as duas irmãs dele paradas esperando ele na beira da cama. A Florcha tava de camiseta e leggings, enquanto a Agustina tava de fio dental e sutiã... o fio dental era rosa choque, e o sutiã branco. Aquele fio dental já tinha sido cheio de porra dias atrás.
—Fecha bem a porta. —Ordenou Florcha.
O garoto conseguiu. Assim que a porta se fechou, Martín se aproximou delas.
—Pra que vocês precisam de mim?
Florencia imediatamente se agachou sobre o irmão e agarrou a calça dele. Começou a puxar pra baixo, sob o olhar atônito do garoto.
—Me deixa bater uma pra você, maninho? É que quero aprender como se faz. —Disse Florcha enquanto já abaixava a cueca dele, agachada na frente dele.
Martín não disse nada. Foi pego de surpresa!!. Pô, que surpresa boa! A irmã dele puxou tudo até os tornozelos, e viu a pica dele ainda meio mole. Logo foi endurecendo naturalmente.
Ele reparou na Agustina, que estava paradinha do lado da Florcha, olhou pros peitões dela cobertos pelo corpete… que ele já tinha apalpado naquela tarde! O pau ficou durasso enquanto a Florcha via ele parar na frente da cara dela. Como as duas eram gostosas.
-Que pica linda! Posso?
-Perguntou Florcha olhando pro irmão de baixo, agachada, prestes a pegar na rola dele.
Martín balançou a cabeça concordando. Engoliu seco. Ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Se limitou a não perguntar nada e ficar de boca fechada.
—Fica quietinho que a mamãe tá dormindo. —Disse a Florcha.
Florencia passou a mãozinha em volta da pica dura do irmão e segurou ela inteira. A primeira sensação foi incrível, sentiu ela tremenda de dura e quente.
Enquanto Agustina olhava, Florcha começou a mover a mão. Começou a bater uma punheta pro irmão dela.
—Maninho, me diz se eu tô te machucando ou se te incomoda alguma coisa, tá? É a primeira vez que faço uma punheta. — Disse Florencia, com a pica na mão.
Martín concordou, já visivelmente excitado.
Muito devagar, ele mexeu na pele da rola como a irmã mais velha tinha mandado. Em uns instantes, puxou o prepúcio todo pra trás, deixando à mostra a cabecinha já gordinha e excitada do garoto.
—Assim, Agus? — perguntou Florencia.
-Isso! Passa saliva na mão pra fazer melhor pra ele.-Respondeu Agustina.
Florcha obedeceu e cuspiu saliva na mão, pra voltar a pegar na rola do irmão mais novo.
Ele deslizou pela primeira vez, notando a diferença enorme, enquanto a mãozinha dela deslizava sobre o pau duro do garoto.
Tava adorando puxar a pele dele pra trás e ver a cabecinha vermelha, inchadinha e babada… continuava masturbando o irmão dela, devagar, descendo e subindo a mão cheia de baba na pica.
— Cê curte o cara? — perguntou Agustina, enquanto olhava.
-Siiiiim.
—Depois da punheta que eu te dei essa tarde, ainda tem porra nesses ovinhos? — perguntou a Agustina.
—…Sim, Agus… —respondeu Martín, com a voz baixa, excitadíssimo com as perguntas da irmã mais velha, que ainda por cima estava de fio dental.
- Bem, Flor, agora tira a porra dela como eu te ensinei. - Disse Agustina.
E o que dizer da Florencia, que enquanto punhetava aquela bela cock dura, notava como a pussy dela começava a ficar molhada.
Florencia sabia que se ela batesse uma punheta rápida nele, como a irmã tinha ensinado, ele ia gozar. Aumentou a velocidade, mais rápido. Enquanto batia uma pra ele agora mais rápido, olhava pro irmão tentando ver se ele tava gostando. Entendeu pela cara de tesão que o garoto tinha, que sim. Tava indo bem.
Martín sentiu que ia explodir.
-Ahhhhhhh… vou gozar, Flor.
Florencia continuou batendo uma pra ele assim, rápido, subindo e descendo a mão inexperiente pelo tronco do garoto, cobrindo e descobrindo a cabecinha da piroca, tudo cheio de baba.
Instantaneamente, ela sentiu a pica do irmão dar uma leve mudada e ficar mais dura, Martín começou a suspirar e bufar, e na mesma hora saiu o primeiro jato de porra.
-AHHhhhhhhhhhhh……… mmmmmmmmmhhhhhh- gemeu Gimió Martín baixinho, enquanto Florcha espremia a rola dele.
Assim que sentiu o líquido quente sair e se espalhar na mãozinha dela, a Florcha parou de se masturbar. A Agustina viu.
-Continua, sua burra! Não para!! Bate rápido pra tirar toda a porra dele!
Florencia obedeceu e voltou a bater uma bem rápido, enquanto os outros jatos de porra quente saíam da pica do irmão dela. Ela tava ordenhando ele.
Parte do sêmen caiu no chão, e outra parte ficou na mão da Florcha, que estava batendo uma punheta pra ele.
Assim que parou de sair porra, Florença olhou pro irmão… ele tava muito satisfeito, dava pra ver na cara dele. Ela se sentiu mó bem por ter feito a primeira punheta e tinha sido muito boa! Além do moleque ter adorado, ela gostou ainda mais. Já tava sentindo a calcinha molhada pela buceta virgem dela.
Ela se levantou, enquanto olhava o esperminha quentinho do irmão espalhado na mão dela. Mostrou pra Agustina.
—Quero! Me dá?
—Perguntou Agustina, sorrindo pra ele.
KKKKK
Florcha riu, enquanto aproximava um dos dedos cheios de porra grossa da irmã. Agustina se inclinou um pouco e enfiou o dedo de Florencia na boca, chupando toda a porra que tinha. Tirou o dedo apertando com os lábios e engoliu a porra.
—Prova! Vai, tá morna já! — disse Agustina pra irmã dela.
Florencia fez o mesmo, enfiando um dedo inteiro na boca, lambuzado de porra morna recém-ordenhada do irmãozinho mais novo. Provou o sêmen e tentou engolir. Conseguiu... embora não tenha sentido um gosto específico.
Agustina pediu de novo pra irmã, que estendeu a mão, enquanto a mais velha enfiava outro dedo da Florcha na boca, passando a língua e engolindo o gozo.
Martín ficou olhando para elas, encantado depois de gozar, com o pau já mole e cheio de porra e baba. Caralho! Era tão lindo ver as irmãs chupando os dedos e engolindo a porra dele!
—Mais que bem pra ser sua primeira punheta, maninha. — Disse Agustina pra Florcha, que tava sorrindo.
A Florencia ficou com os dedinhos limpos, mas a palma da mão não, que tava toda coberta de porra já fria e agora grudenta.
—Que desastre o chão! —Disse Florcha, olhando a porra que tinha caído.
Agustina já tinha tido uns namoradinhos, mas nenhum soltava tanta porra assim. Ela se surpreendia toda vez que via o irmãozinho dela jorrando tanta cum, ainda mais depois de ter batido uma pra ele horas antes. Isso a deixava com muito tesão.
—Bom… vou pegar algo pra limpar essa bagunça… —Disse Florença enquanto saía do quarto, abrindo a porta com cuidado pra não fazer barulho e não acordar a mãe.
A mina foi até o tanque pegar um pano, molhou ele na torneira e voltou pro quarto.
Ajoelhou-se no chão e foi passando o pano úmido pelo piso, limpando os restos de porra que tinham caído. Depois que deixou tudo brilhando, levantou-se e olhou pro irmão. Baixou o olhar até a pica, e se inclinou na direção dele.
— Quer que eu limpe ela? — perguntou Florencia pro irmãozinho.
Martín não entendeu. Florencia começou a passar o paninho na pica do rapaz, limpando toda a baba e porra que estavam grudadas nela.
-Valeu.-Disse o Martín.
-De nada!
Com a pica limpinha, a Florença subiu a cueca e a calça do irmão dela.
—Bom… vou tomar um banho agora… —Disse Florença enquanto pegava a roupa limpa que ia vestir com a mão que não tinha porra.
Martín suspirou, extremamente satisfeito, e deu tchau pro Agus antes de ir dormir. Deu uma última olhada na tanga dele, e se mandou pro quarto descansar. Agustina também se enfiou na cama.
Florencia acabou de entrar no banheiro, lavou a mão cheia de porra do irmão e se despiu pra tomar banho. Na banheira já quentinha debaixo do chuveiro, pegou o sabonete e passou no corpo todo, dando uma atenção especial pra buceta. Ensaboou bem a xereca e a raba, se esfregando com o sabonete. Claro que ter batido uma pro irmão tinha deixado ela com muito tesão. Largou o sabonete de lado e procurou o buraquinho da raba assim em pé, levando uma mão pra trás. Achou e massageou o cuzinho com um dedo. Depois, se deitou na banheira e ficou se esfregando no clitóris, tentando gozar, até chegar no orgasmo.
Saiu do banho, se secou, se vestiu e foi direto pro quarto dela dormir. Tava muito cansada. Colocou uma fio dental branca, que numa outra vez, o Martín tinha enchido de porra quente.
Entrou no quarto dela, enquanto se deitava na cama dela, no escuro. Agustina ouviu ela se deitar, na escuridão do quarto, já as duas deitadas em suas camas.
— Você bateu uma? — perguntou Agustina.
—Como é que você sabe? — respondeu Florcha.
—Já imaginava que você tava excitada depois de masturbar ele. Nem quero imaginar como você ficou molhada… Comigo foi a mesma coisa.
—Sim… fiquei mó carente esses dias, sua idiota…
-Kkkkkkk. Eu também! Tô mais punheteira do que nunca…
As duas riram, no escuro do quarto.
- E pensar que as calcinhas que a gente tá usando agora, estavam cheias de porra dele... - Disse Florcha.
—E passou elas no pau inteiro! — respondeu Agustina.
- Deus! Bom… já chega, vou ficar com tesão de novo!
-Jajaja. Que porcas a gente é, boluda.
—Muito porcas.
Voltaram a rir. Daí a pouco, pegaram no sono.
O Martín também dormiu sozinho no quarto dele.
Aquele domingo tinha começado bem chato, mas terminou do melhor jeito possível.
:::
As ações já tinham tomado seu rumo, aos poucos. Martín nunca imaginou tudo que estava rolando. Meses atrás, dividir as coisas com as irmãs era um saco. Quando ainda via elas como irmãs, quando não despertavam nenhum sentimento quente nem nada do tipo. Brigava com elas a toda hora. Agora tudo era diferente. As irmãs dele agora eram as duas minas mais lindas e gostosas do planeta. E moravam com ele. Não teve tempo de pensar, nem de perceber quando tudo mudou tão de repente. A vida em família sempre foi normal, as irmãs nunca despertaram nenhum tesão nele, nem nada.
Mas naquele frio dia de inverno, quando pela primeira vez ele mexeu na roupa das irmãs no banheiro, vendo as calcinhas molhadas ali, e sentindo o cheiro de buceta delas... tudo começou a mudar claramente. Esse foi o passo que mudou tudo. Ele já não batia mais punheta pensando nas coleguinhas da escola. Começou a ficar excitado com a roupa íntima das irmãs, batendo punheta com elas. E aí começou a ver as irmãs de outro jeito. Elas começaram a dar tesão nele, as tangas delas, ele começou a reparar mais nos corpos delas... e já foi gostando delas como se fossem garotas normais, até chegar no ponto atual, onde o que mais excita ele são elas duas, com o plus de saber que eram irmãs dele, algo muito proibido, que o deixava ainda mais louco.
Por vários anos, os amigos dele zoavam ele sempre que podiam por causa das irmãs mais velhas. Elas eram o sonho de todos os caras do bairro. Ficavam repetindo como elas eram gostosas, que as irmãs dele eram as minas mais lindas da cidade, que a Agustina tinha uns peitões enormes, que a Florencia tinha uma raba enorme e perfeita, e por aí vai. Até alguns amigos do Martín, quando iam na casa dele, ficavam o tempo todo de olho pra ver se alguma das minas aparecia pela casa.
O cara se cansou de ouvir dos amigos as frases “sua irmã tem uma bunda do caralho”, “suas irmãs são um tesão”, “não pode ser tão gostosas assim”, “que vontade de comer suas irmãs”.
Martín sempre tentava não dar bola pra elas, não entendia por que falavam tanto aquilo, e isso o irritava pra caralho. Agora ele entendia. Ele percebeu o quanto as irmãs dele eram gostosas.
De um jeito que nem ele mesmo acreditava, tinha chegado ao ponto de ver as tetas da Agustina, de apalpar elas, de pegar as duas com a roupa no corpo, e de receber uma punheta de cada uma. Sem contar que elas mesmas entregavam pra ele as calcinhas e as fio-dental molhadas, tiradas na hora, pra ele bater uma e encher elas de porra.
Ele tinha esquecido de tudo. As meninas da escola, as professoras, o pornô na internet, tudo. A única coisa pela qual ele vivia era ir pra escola, fazer lição, estudar e fazer umas safadezas com as irmãs. Ele tava quase o tempo todo com tesão. Tinha passado de bater umas punhetas sem graça vendo pornô pra fazer de tudo com as irmãs, em pouco tempo. Foi uma puta mudança.
O grande desejo dela, na sua pouca idade, era deixar de ser virgem. Já muitos dos colegas dela se gabavam e enchiam o peito por já terem transado.
Tudo o que tinha acontecido era muito bom… e tudo o que ele tinha visto: as calcinhas, os peitos, as bundas Thong babe… mas ele queria muito mais. O que ele mais desejava, o que mais o excitava, era que um dia pudesse ver a buceta de alguma das irmãs dele. Só de pensar… já ficava durasso igual a um mastro. Pensar em ver a parte do corpo mais proibida e gostosa de uma mina, e ainda por cima das próprias irmãs, duplamente proibido… isso deixava ele maluco. Ele imaginava um dia metendo o pau quente na buceta molhada e delicada de alguma das irmãs… e pensava que isso seria supremo. Nem ideal, nem super, nem perfeito. Seria supremo.
Mas faltava muito pra uma coisa dessas acontecer, e claro, no fundo eu sabia que isso nunca ia rolar.
Pelo lado das minas, as sensações eram meio diferentes, mas no geral, iguais. Florencia tava dando os primeiros passos no sexo, conhecendo os prazeres. O próprio prazer ela já tinha descoberto fazia um tempão, mas agora começava a praticar com caras. O que ela nunca imaginou na vida era que ia ser com o irmãozinho mais novo. Tinha visto um pau pela primeira vez, tinha feito a primeira punheta nele, e tinha adorado tudo. Até aquele momento, nenhum garoto tinha posto um dedo nela. Sem dúvida, foi um divisor de águas ter pego o irmão, naquela tarde-noite, no banheiro, se masturbando com a calcinha fio dental molhada na mão. Até então, a vida sexual dela era sempre a mesma coisa: ela se tocava no clitóris na cama ou no banheiro, imaginando transar com algum gato do bairro, só isso.
Depois de pegar o irmão ‘com a mão na massa’, na hora ela ficou puta, claro, mas com o passar dos dias, o moleque convenceu ela, e ela se convenceu de que não era tão ruim assim. E até começou a gostar. Quando descobriu que o irmão cheirava as calcinhas dela e batia uma punheta com elas, no fundo isso a excitava. Todo dia ela ficava mais molhada só de pensar no que o irmãozinho ia fazer depois com as tangas dela, todas úmidas e cheias de lubrificação vaginal.
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