Polvo rápido e Recompensa com minha irmã

Rapidão, escondido


Era um sábado à tarde. Minha irmã tinha chegado com o namorado, eu estava no quintal de casa arrumando umas paradas. Me aproximei, cumprimentei e voltei pro que tava fazendo. Depois de um tempo, minha irmã veio pro quintal comigo, e o namorado tinha ficado vendo um jogo, e ela tava entediada.
Ela veio com um shortinho que mal tapava a bunda dela e um top, mano, fiquei doido, que gostosa essa mina, incrível!, pensava eu em silêncio. A gente começou a falar besteira, ela me tocava, me abraçava, tava mais carinhosa que o normal, eu não dei bola e a gente continuou um tempinho zoando, já tinha parado tudo que tava fazendo.
Ela - Esse arrombado vem na minha casa e ainda fica olhando futebol.


- Deixa ele, ele tá perdendo uma mina gostosa e divertida que nem você! Eu falava pra ela dando em cima.


Ela - Ai que lindo você é, cara, valeu!


Ela sobe em cima de mim, me abraça, e eu com a pica dura pra caralho daquele tempo com ela me tocando, me abraçando — não deu pra evitar. A gente ficou se olhando, ela sentada em cima de mim. Ela não descia e eu não sabia o que fazer com a pica dura, ela em cima de mim e o namorado lá dentro vendo um jogo. "Se me pegarem, me matam", pensei. E ela começou a se mexer, me encarando fixo, e eu não pensei duas vezes em entrar na brincadeira: comecei a beijar o pescoço dela. O tempo era curto, a gente não hesitou. Ela tirou o shortinho, eu puxei a calcinha fio dental pra lá e coloquei ela pra pular na minha pica rapidinho. Os dois muito tarados, a gente nem queria gozar. Ela gemeu baixinho no meu ouvido, me deixando cada vez mais excitado.


-Vai lá, cara, que delícia de pau tenesss aaahhh, mmmmmOs dois acelerados, eu não aguentava mais, tentando aproveitar aquele minuto de glória com ela transando no quintal na pressa. Quase gozando, avisei e ela meteu na boca na hora, me chupou até meus olhos ficarem brancos de tão bom que era. Agora um pouco mais tranquilos, porque um boquete era mais fácil de esconder. Ela começou a enfiar até o fundo, engasgando, enchendo tudo de saliva, e eu com a pica vermelha prestes a explodir. Enchi a boca dela de porra, soltei tudo lá dentro, e escapou um pouco no lábio, ficou uma gotinha. De repente, aparece o namorado. Eu guardei a pica como pude, rápido, e ela ajeitou a roupa rapidão.

Ele – Oi, o que vocês estão fazendo, galera?

– Nada, brother-in-law, eu estava arrumando umas coisas e ela estava me fazendo companhia. (e também comi ela pelas suas costas)
Falei, e nós dois sorrimos. Eles foram para a sala, e eu ouço de longe:

– Tem creme no seu lábio?
– É... sim, saiu uma espinha, já vou limpar!Bêbados Arrancando o domingo juntos


Na mesma noite daquele sábado, eu tinha saído com um amigo e ela também tinha saído com uma amiga, e a gente se cruzou umas duas vezes na balada, sei lá. Era umas 5 da manhã, ela tava indo pra casa e eu fui atrás dela só de tesão. Cheguei com o carro e falei:


- Te levo, gostosa! Vamos pra casa?ela - awww vamos, cara, valeeu

Subiu e fomos pra casa nós dois porque meus pais iam viajar cedo e a gente tinha que cuidar da casa. Chegamos, fui pro meu quarto, fiquei pelada literalmente e me joguei na cama assim mesmo, e ela tinha ido no banheiro. Eu não pensava em nada, só queria deitar e dormir.

Meus pais avisaram que iam embora, já eram umas 6 horas, eu falei "beleza" do meu quarto sem me levantar. Abro os olhos e assim que meu pai liga o carro, ela entrou no meu quarto com o vestido bem curtinho que tava usando, chegou perto, pegou minha mão e falou "olha, sente". Não tava usando nada por baixo, fez eu tocar toda a buceta molhada de tão tesuda que tava. Falei pra ela:

- Esse otário não te come direito, mas eu sim, gostosa!

Ela - Agora estamos sozinhos, cara, sem trégua

Ela falou e na hora se jogou no meu pau e chupava devagar até o fundo, bem quente, bem puta, alternando do jeito que eu gosto, mas sempre engasgando, enchendo cada vez mais de baba. Coloquei ela de quatro e chupei bem a buceta e o cu dela, ali mesmo com o pau besuntado enfiei na buceta. Ela já se sentia livre pra gemer à vontade e não hesitou:

- Aaaaaahggg, cara, que pau gostosooo

Ela repetia toda hora enquanto gritava que nem louca, e eu comia cada vez mais forte, ela não queria parar. Me empurrava e subia em cima de mim, pulando no meu pau que nem uma puta, pulava e enfiava tudo, a insaciável.

Continuamos num bom papai-e-mamãe, perninhas no ombro e pau até o fundo, toda molhada, não parava de escorrer aquela buceta, e eu não parava de meter, ninguém queria parar. Chegou a hora de gozar e avisei pra ela decidir onde queria a porra. Inacreditável, ela continuou cavalgando cada vez mais forte, perguntei de novo e ela não respondia, continuava obcecada, e de tão forte que cavalgou, enchi a buceta dela de porra.

- Aaaaaaaaaaaaamhh, ufff, que porra gostosa quentinha!
- Cê gosta, garota, cê é minha putinha?
- Sim, gato, sou sua putinha, me fode quando quiser!

A gente terminou tomando banho e dormindo junto, porque meus pais só iam voltar às 7 da noite. Naquele dia, a gente aproveitou a casa vazia: transamos na piscina, no banheiro, umas 4 vezes no dia, a gente fodeu sem parar.

Fim da história


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