Neste relato, vou contar umas confissões sexuais sobre minha desvirginização anal e o segredo que guardo com minhas filhas.
Meu nome é Sílvia, casei muito nova e sou mãe de 3 meninas. O que estou contando é como uma válvula de escape dos acontecimentos que marcaram minha vida.
Naquela época, eu era casada, minha vida era rotineira, minhas ideias sexuais muito fechadas, a ponto de nunca ter deixado meu ex-marido fazer sexo anal comigo.
Fisicamente, sou uma mulher atraente, sou professora de dança e artes plásticas. Sou uma mulher nascida no interior, educada à moda antiga, de pele clara, corpo bem proporcionado.
Vivia fazendo dietas e exercícios, cuidando da figura, usando máscaras faciais,minha vida sexual já era monótonacom meu marido.Minha vida depois do meu divórcioMas minha vida mudou num desses golpes que a vida dá, e depois de vários anos de casamento, a gente se separou. Nunca fui infiel enquanto fui casada. Meu ex-marido tentou várias vezes enfiar a pica na minha bunda, mas nunca deixei. Quando ele pedia pra transar no cu, eu dizia que isso era coisa de puta.
Depois do divórcio, me refugiei na dança. Rejeitei qualquer tentativa de aproximação de um homem, me sentia ferida, machucada. Fiquei até uns meses sem sair de casa.
Meu ex-marido, no ego dele de macho, achou que quando eu saísse de casa por causa das traições constantes e das bebedeiras dele, eu voltaria derrotada pro conforto do lar, buscando de novo a estabilidade que, segundo ele, ele tinha com o dinheiro dele.
Quando conheci o Raúl, o homem que mudou minha vida, foi através da minha amiga Susana. Raúl era um homem de 30 anos, vivido, amante da música, do jazz, e fotógrafo profissional. No começo, eu menti pra ele, disse que era uma mulher casada e que não era fácil de levar pra cama, tentando afastá-lo da minha vida.
A Susana era a chaperona pra me chamar pra sair com o Raúl e me dizia:
"Você precisa de um homem que te sacuda com uma coisa grande, e o Raúl tem isso."
"Você é louca", eu sempre respondia. Uma vez, ela me mostrou umas fotos do Raúl pelado, e cheguei a pensar que aquelas fotos eram truque por causa do tamanho do pau.Enfiar outro homem na minha vidaTentei afastar o Raúl do meu lado, recusei todas as ofertas dele uma vez atrás da outra, mas dizem que quem persevera alcança. E eu era professora de dança, ele vinha me buscar na escola, me convidava pra comer, me levava ao cinema. A gente conviveu tanto sem chegar ao sexo que acho que quando me entreguei a ele, no fundo já queria aquilo como mulher.
Me entreguei de um jeito que nem eu mesma me reconheci. Senti as mãos dele acariciando e apertando minha bunda, os dedos começaram a roçar minha buceta, fuçando na minha intimidade, enquanto eu sentia o quanto tava molhada como mulher.
Olhei ele se despir, observei o corpo dele e o pau comprido e grosso, coroado com uma cabeça enorme e avermelhada. Ele pegou na minha cabeça e começou a ditar o ritmo pra eu chupar do jeito que ele queria. Fechei os olhos e me entreguei ao prazer.
Vi o Raúl gozar com as chupadas que eu dava no pau dele, ele me separou devagar e me deitou no colchão. Começou a me beijar dos pés, explorou cada canto do meu corpo, se afastou por uns segundos pra apreciar a vista de mim deitada, pelada, pronta pra ser penetrada.
Me senti mulher, abri as pernas deixando ver tudo o nascimento da minha buceta toda molhada. E com um gesto insinuante fiz ele saber que tava pronta, engoli seco e baixei o olhar. Meus peitos subiam e desciam, minha respiração tava pesada. Ele subiu em cima de mim e se preparou pra me enfiar no estilo papai-e-mamãe.
Me penetrou com força, de uma só estocada, e eu não consegui evitar gemer ao me sentir sendo fodida. Ah, ah… e começou a me montar de um jeito brutal.
Comecei a gemer ao sentir o pau dele se abrindo caminho pra se enfiar no fundo da minha buceta.bucetaPerdi o controle dos meus atos e montei nele.
Comecei a cavalgá-lo, gritando obscenidades e bufando feito uma puta. Comecei a me contorcer na onda do orgasmo e a pular e me enfiar mais rápido, rebolando os quadris em busca da estocada final que me levasse ao clímax, que veio e eu desabei, mole como uma boneca de pano, no peito dele.
Raúl subiu em cima de mim e começou a me comer com força, enfiando o pau todo na minha buceta. Não demorou muito, no máximo uns 10 minutos me penetrando, e senti o esperma quente dele banhar minha buceta. Só naquele momento percebi que não tinha usado camisinha, embora eu usasse o DIU.
Ele se deitou ao meu lado, ninguém falava, só se ouvia a respiração de cada um de nós.Deixando meu novo homem entrar na minha casaPouco a pouco fui me sentindo mais à vontade, mais solta, e abri as portas da minha casa pra ele.
Foi o primeiro homem na minha vida que me fez sexo anal. Muitos tentaram, mas nunca deixei, inclusive meu ex-marido.
Nunca perguntei, mas senti que ela e o Raúl transavam, já que ela tinha aquelas fotos dele pelado. A Susana é fotógrafa e o Raúl também, então no começo nem criei muita expectativa quando transei com ele e quis levar como uma putaria só pra aliviar. Mas teve um vídeo com ele e deixei ele me pegar pela bunda feito uma puta, verdade seja dita, pra que vou negar.O que rolou numa festa privadaMe arrombou inteira numa festa organizada pela Susana, de um jeito vulgar e brutal. Talvez eu tenha feito aquilo por causa das cervejas, talvez pela putaria de ver que meu ex-marido estava lá e eu queria que ele visse que eu podia ser tão ou mais puta que as vadias com quem ele andava.
Sabia que nessas festas tudo era permitido, a maioria ia só pelo prazer. No fundo, tava preocupada de ele me machucar quando enfiasse o pau, mas se era com ele, tava disposta a deixar ele fazer naquela hora.
Levantei o olhar e, pra minha surpresa, cruzei com o olhar do meu ex-marido, que me encarava fixo nos olhos, sem acreditar que eu tava sentada no colo de outro cara, rebolando a bunda na frente de todo mundo.
Tomei umas cervejas, levantei pra ir no quarto, e na volta passei na frente do meu ex-marido, mexendo a bunda com mais molejo. Senti as mãos do Raúl na minha raba.
De olho, olhei pro meu ex-marido e quis me vingar. Tava excitada, mas também me sentia inibida por ele estar me observando. Me enchi de coragem, servi mais uma dose e decidi quebrar a barreira do proibido.
Perdi a moral, não liguei nem um pouco pros outros homens me olhando.
Esqueci todos os meus medos, me agarrei com força no pescoço dele, beijei ele e sussurrei no ouvido: "faz", e a gente se beijou. Senti as mãos dele na minha cintura. Minha mente era um caos de sensações. Eu sabia que ia doer, mas queria tentar, beijei ele com força e pedi pra gente ir pra um quarto.Decidida a experimentar sexo anal pela primeira vez.Eu mesma não me reconhecia nos meus atos, o vinho e as cervejas que tinha tomado não me deixavam pensar direito. Ele levantou minha saia na frente de todo mundo, tentei resistir, não consegui, e me arrancou a calcinha. Senti todos os olhares, quase me arrependi e saí correndo, mas ele me segurou pela cintura e me abraçou. Ouvi ele perguntar por vaselina. Depois me pegou pelas mãos e fomos pro quarto. Eu me sentia entre excitada e sonâmbula, mas caminhei decidida a dar minha virgindade anal pra ele. A verdade é que eu não acreditava, não conseguia crer que estava a minutos de ser iniciada no sexo anal. Ele me segurou pela cintura e começou a acariciar minhas nádegas, a separá-las, procurando meu buraquinho. Nos despimos devagar, ele me colocou de bruços, senti as mãos dele separarem minhas nádegas e deixou meu ano na frente da língua dele. Chupou ele uma vez e outra, até dilatar. Eu estava de olhos fechados, de quatro na cama, com a bunda pro ar, e o Raúl atrás de mim, metendo a língua no meu cu sem parar. Ele pegou a vaselina, passou num dos dedos e começou a enfiar devagar, tentando não me machucar. "Relaxa", ele dizia, "solta o corpo, tenho que te dilatar, não quero te machucar e você tem que me ajudar." Sentir a língua dele foi como levar um choque, comecei a me mexer, a gritar, e com a força que me agitei, tirei o dedo que ele tinha enfiado na minha bunda. Ele começou a enfiar de novo, a mexer de um lado pro outro, sentindo o apertado e quente do meu reto.Sentindo um pau no meu cuFaz isso ou vou me arrepender de ter vindo, foram minhas palavras. Ele passou vaselina no pau dele. "Faz devagar, por favor", eu disse. Ele tentou uma vez e outra, sem conseguir vencer a resistência do meu esfíncter. Virei pra olhar ele e vi o pau inchado, que me pareceu impossível de entrar sem me machucar.
Peguei a camisa dele e mordi. Levantei meus quadris por completo, virei pra olhar ele e me joguei na cama. "Faz", eu disse, "não para, só faz. Se eu gritar, chorar, não para, só me pega ou vou me arrepender de ter vindo."
Ele segurou firme meus quadris, senti a pressão no meu buraquinho, fechei meus olhos. Pra ser sincera, soltei um gemido e um grito quando a cabeça do pau dele começou a penetrar, a vencer a resistência que meu anel oferecia. Ele segurou minha cintura com força, me impedindo de escapar do pau dele.
Mordi meus lábios pra evitar gritar, chorar, tentei me levantar, e ele me segurou com força. Abri meus olhos e, sem dizer palavra, fiz sinal com a cabeça inclinada de que tava doendo, que ele tava me machucando. "Sai, me dá uns segundos", balbuciei.
Ele me deu uns segundos, me deixei cair no colchão, respirando com dificuldade. Me posicionei de bruços na cama, com os pés no chão, completamente de quatro, com os peitos e o rosto virados pra baixo.
Falei pra ele passar mais creme. Ele se aproximou, separou minhas nádegas, passou o creme. Mordi a camisa com mais força e disse: "Faz, não importa se me machucar, só faz.Abrindo minha buceta com o pauzão deleEle se colocou atrás de mim e começou a empurrar, aos poucos foi me penetrando e finalmente conseguiu vencer e romper o anel da minha abertura anal. Arranhei o colchão, balancei a cabeça, comecei a gemer. Meus olhos estavam lacrimejando pelo esforço de não gritar – de reprimir a dor – até que não aguentei mais e comecei a gritar com força quando Raúl começou a meter o resto do pau dele.
Me dobrei completamente, tentei me levantar para evitar que ele continuasse me penetrando, mas não consegui – ele me manteve firme, grudada no pau dele. Ficou parado, dentro da minha buceta, sem me dar chance de me mexer.
Ele começou devagar a se mover, a me penetrar aos poucos, eu comecei a gemer, a girar o quadril, a rebolar a bunda no encontro do pau dele. Eu fazia isso suavemente, foi o momento que ele aproveitou para me penetrar por completo.
Gritei e mordi os lençóis, quebrei uma unha de tanto segurar o lençol com força ao me sentir completamente penetrada. Me dobrei por completo, comecei a falar: "já sai, termina, você tá me machucando. Por favor, tira, sinto que você vai me partir." Ele começou com o vai e vem de entrar e sair com força, segurando firme no meu quadril. Cada vez que me penetrava, me empurrava contra o colchão.
Sentia ele até o fundo dos meus intestinos – fez sair um pouco de merda, mas não ligou, se limpou com o lençol e continuou me penetrando. Eu me sentia desfalecendo, com a bunda toda aberta.
Perdi a noção de quanto tempo durou, mas foi um bom tempo até ele banhar meus intestinos com o esperma dele e rolar para o lado, bufando, agitado, todo suado.Me senti muito suja ao me ver como tava.Me levantei, minhas pernas tremiam e o quarto cheirava a merda. Olhei pros lençóis manchados, sujos. Fiquei com vergonha de ter sujado os lençóis. Ele comentou: "Não tem problema, é normal..."
Ficamos juntos por mais de três horas. Tentei parar ele e falei: "Não faz mais isso, você tá me machucando, por favor, tá doendo." Não consegui impedir que ele fizesse e ele me penetrou na buceta pela segunda vez na minha vida.
Quantas vezes ele fez isso, perdi a conta. Terminei com a buceta cheia de porra. Entre as coxas e nos lençóis tinha merda, mal conseguia andar. Ele trouxe papel e sabão pra eu me limpar.
Quando saímos e atravessamos o pátio, senti os olhares cheios de tesão de vários homens. Tentei sentar, mas não consegui, e pedi pra ele me levar pra casa.
No dia seguinte, não conseguia nem sair da cama de tanta dor no quadril e nas pernas. Minha buceta tava doendo pra caralho. Comprei uma pomada de vitacilina e fiz compressas de água quente pra aliviar um pouco a ardência e a dor que sentia quando ia ao banheiro.
Aquela primeira vez eu nunca esqueci, ficou gravada na minha mente. Foi um novo despertar na minha vida sexual. Sabia que tinha sido uma experiência que seria difícil de esquecer.Algo que mudou minha vida.Mas tarde, quando descobri a relação com minha filha, reagi com violência. Gritei com ele, expulsei ele de casa, arranhei ele. Me senti traída e desabei de novo. Abatida, pensei que tinha cometido um erro ao deixar ele entrar na minha própria casa.
Mas quando minha filha confessou que se sentia atraída por ele, que meus gritos e gemidos quando ele me comia tinham despertado nela o desejo pelo sexo, por se sentir mulher…
Fiquei chocada ao ouvir minha própria filha dizer que queria se entregar ao Raúl, que queria que ele fosse o primeiro homem dela. Pensei que isso não podia estar acontecendo, mas vi nos olhos dela o desejo e a decisão de se sentir mulher com ele, e apoiei ela.
Não foi fácil começar, nunca antes tinha vivido algo assim na minha vida junto com minhas filhas. Esse é nosso segredo, que jamais ousaria revelar: ele desvirginou ela oral, vaginal e anal, exatamente como fez comigo.
Talvez tenha cometido um grande pecado, algo imperdoável, mas não me arrependo e apoiaria ela de novo para fazer isso.https://www.esposasymaridos.com/confesiones-sexuales-de-mi-desvirgacion-anal/Esta é minha história e minhas confissões sexuais, sou a Silvia e meu e-mail é: silvia.672010@hotmail.com
Meu nome é Sílvia, casei muito nova e sou mãe de 3 meninas. O que estou contando é como uma válvula de escape dos acontecimentos que marcaram minha vida.
Naquela época, eu era casada, minha vida era rotineira, minhas ideias sexuais muito fechadas, a ponto de nunca ter deixado meu ex-marido fazer sexo anal comigo.
Fisicamente, sou uma mulher atraente, sou professora de dança e artes plásticas. Sou uma mulher nascida no interior, educada à moda antiga, de pele clara, corpo bem proporcionado.
Vivia fazendo dietas e exercícios, cuidando da figura, usando máscaras faciais,minha vida sexual já era monótonacom meu marido.Minha vida depois do meu divórcioMas minha vida mudou num desses golpes que a vida dá, e depois de vários anos de casamento, a gente se separou. Nunca fui infiel enquanto fui casada. Meu ex-marido tentou várias vezes enfiar a pica na minha bunda, mas nunca deixei. Quando ele pedia pra transar no cu, eu dizia que isso era coisa de puta.
Depois do divórcio, me refugiei na dança. Rejeitei qualquer tentativa de aproximação de um homem, me sentia ferida, machucada. Fiquei até uns meses sem sair de casa.
Meu ex-marido, no ego dele de macho, achou que quando eu saísse de casa por causa das traições constantes e das bebedeiras dele, eu voltaria derrotada pro conforto do lar, buscando de novo a estabilidade que, segundo ele, ele tinha com o dinheiro dele.
Quando conheci o Raúl, o homem que mudou minha vida, foi através da minha amiga Susana. Raúl era um homem de 30 anos, vivido, amante da música, do jazz, e fotógrafo profissional. No começo, eu menti pra ele, disse que era uma mulher casada e que não era fácil de levar pra cama, tentando afastá-lo da minha vida.
A Susana era a chaperona pra me chamar pra sair com o Raúl e me dizia:
"Você precisa de um homem que te sacuda com uma coisa grande, e o Raúl tem isso."
"Você é louca", eu sempre respondia. Uma vez, ela me mostrou umas fotos do Raúl pelado, e cheguei a pensar que aquelas fotos eram truque por causa do tamanho do pau.Enfiar outro homem na minha vidaTentei afastar o Raúl do meu lado, recusei todas as ofertas dele uma vez atrás da outra, mas dizem que quem persevera alcança. E eu era professora de dança, ele vinha me buscar na escola, me convidava pra comer, me levava ao cinema. A gente conviveu tanto sem chegar ao sexo que acho que quando me entreguei a ele, no fundo já queria aquilo como mulher.
Me entreguei de um jeito que nem eu mesma me reconheci. Senti as mãos dele acariciando e apertando minha bunda, os dedos começaram a roçar minha buceta, fuçando na minha intimidade, enquanto eu sentia o quanto tava molhada como mulher.
Olhei ele se despir, observei o corpo dele e o pau comprido e grosso, coroado com uma cabeça enorme e avermelhada. Ele pegou na minha cabeça e começou a ditar o ritmo pra eu chupar do jeito que ele queria. Fechei os olhos e me entreguei ao prazer.
Vi o Raúl gozar com as chupadas que eu dava no pau dele, ele me separou devagar e me deitou no colchão. Começou a me beijar dos pés, explorou cada canto do meu corpo, se afastou por uns segundos pra apreciar a vista de mim deitada, pelada, pronta pra ser penetrada.
Me senti mulher, abri as pernas deixando ver tudo o nascimento da minha buceta toda molhada. E com um gesto insinuante fiz ele saber que tava pronta, engoli seco e baixei o olhar. Meus peitos subiam e desciam, minha respiração tava pesada. Ele subiu em cima de mim e se preparou pra me enfiar no estilo papai-e-mamãe. Me penetrou com força, de uma só estocada, e eu não consegui evitar gemer ao me sentir sendo fodida. Ah, ah… e começou a me montar de um jeito brutal.
Comecei a gemer ao sentir o pau dele se abrindo caminho pra se enfiar no fundo da minha buceta.bucetaPerdi o controle dos meus atos e montei nele.
Comecei a cavalgá-lo, gritando obscenidades e bufando feito uma puta. Comecei a me contorcer na onda do orgasmo e a pular e me enfiar mais rápido, rebolando os quadris em busca da estocada final que me levasse ao clímax, que veio e eu desabei, mole como uma boneca de pano, no peito dele.
Raúl subiu em cima de mim e começou a me comer com força, enfiando o pau todo na minha buceta. Não demorou muito, no máximo uns 10 minutos me penetrando, e senti o esperma quente dele banhar minha buceta. Só naquele momento percebi que não tinha usado camisinha, embora eu usasse o DIU.
Ele se deitou ao meu lado, ninguém falava, só se ouvia a respiração de cada um de nós.Deixando meu novo homem entrar na minha casaPouco a pouco fui me sentindo mais à vontade, mais solta, e abri as portas da minha casa pra ele.
Foi o primeiro homem na minha vida que me fez sexo anal. Muitos tentaram, mas nunca deixei, inclusive meu ex-marido.
Nunca perguntei, mas senti que ela e o Raúl transavam, já que ela tinha aquelas fotos dele pelado. A Susana é fotógrafa e o Raúl também, então no começo nem criei muita expectativa quando transei com ele e quis levar como uma putaria só pra aliviar. Mas teve um vídeo com ele e deixei ele me pegar pela bunda feito uma puta, verdade seja dita, pra que vou negar.O que rolou numa festa privadaMe arrombou inteira numa festa organizada pela Susana, de um jeito vulgar e brutal. Talvez eu tenha feito aquilo por causa das cervejas, talvez pela putaria de ver que meu ex-marido estava lá e eu queria que ele visse que eu podia ser tão ou mais puta que as vadias com quem ele andava.
Sabia que nessas festas tudo era permitido, a maioria ia só pelo prazer. No fundo, tava preocupada de ele me machucar quando enfiasse o pau, mas se era com ele, tava disposta a deixar ele fazer naquela hora.
Levantei o olhar e, pra minha surpresa, cruzei com o olhar do meu ex-marido, que me encarava fixo nos olhos, sem acreditar que eu tava sentada no colo de outro cara, rebolando a bunda na frente de todo mundo.
Tomei umas cervejas, levantei pra ir no quarto, e na volta passei na frente do meu ex-marido, mexendo a bunda com mais molejo. Senti as mãos do Raúl na minha raba.
De olho, olhei pro meu ex-marido e quis me vingar. Tava excitada, mas também me sentia inibida por ele estar me observando. Me enchi de coragem, servi mais uma dose e decidi quebrar a barreira do proibido.
Perdi a moral, não liguei nem um pouco pros outros homens me olhando.
Esqueci todos os meus medos, me agarrei com força no pescoço dele, beijei ele e sussurrei no ouvido: "faz", e a gente se beijou. Senti as mãos dele na minha cintura. Minha mente era um caos de sensações. Eu sabia que ia doer, mas queria tentar, beijei ele com força e pedi pra gente ir pra um quarto.Decidida a experimentar sexo anal pela primeira vez.Eu mesma não me reconhecia nos meus atos, o vinho e as cervejas que tinha tomado não me deixavam pensar direito. Ele levantou minha saia na frente de todo mundo, tentei resistir, não consegui, e me arrancou a calcinha. Senti todos os olhares, quase me arrependi e saí correndo, mas ele me segurou pela cintura e me abraçou. Ouvi ele perguntar por vaselina. Depois me pegou pelas mãos e fomos pro quarto. Eu me sentia entre excitada e sonâmbula, mas caminhei decidida a dar minha virgindade anal pra ele. A verdade é que eu não acreditava, não conseguia crer que estava a minutos de ser iniciada no sexo anal. Ele me segurou pela cintura e começou a acariciar minhas nádegas, a separá-las, procurando meu buraquinho. Nos despimos devagar, ele me colocou de bruços, senti as mãos dele separarem minhas nádegas e deixou meu ano na frente da língua dele. Chupou ele uma vez e outra, até dilatar. Eu estava de olhos fechados, de quatro na cama, com a bunda pro ar, e o Raúl atrás de mim, metendo a língua no meu cu sem parar. Ele pegou a vaselina, passou num dos dedos e começou a enfiar devagar, tentando não me machucar. "Relaxa", ele dizia, "solta o corpo, tenho que te dilatar, não quero te machucar e você tem que me ajudar." Sentir a língua dele foi como levar um choque, comecei a me mexer, a gritar, e com a força que me agitei, tirei o dedo que ele tinha enfiado na minha bunda. Ele começou a enfiar de novo, a mexer de um lado pro outro, sentindo o apertado e quente do meu reto.Sentindo um pau no meu cuFaz isso ou vou me arrepender de ter vindo, foram minhas palavras. Ele passou vaselina no pau dele. "Faz devagar, por favor", eu disse. Ele tentou uma vez e outra, sem conseguir vencer a resistência do meu esfíncter. Virei pra olhar ele e vi o pau inchado, que me pareceu impossível de entrar sem me machucar.
Peguei a camisa dele e mordi. Levantei meus quadris por completo, virei pra olhar ele e me joguei na cama. "Faz", eu disse, "não para, só faz. Se eu gritar, chorar, não para, só me pega ou vou me arrepender de ter vindo."
Ele segurou firme meus quadris, senti a pressão no meu buraquinho, fechei meus olhos. Pra ser sincera, soltei um gemido e um grito quando a cabeça do pau dele começou a penetrar, a vencer a resistência que meu anel oferecia. Ele segurou minha cintura com força, me impedindo de escapar do pau dele.
Mordi meus lábios pra evitar gritar, chorar, tentei me levantar, e ele me segurou com força. Abri meus olhos e, sem dizer palavra, fiz sinal com a cabeça inclinada de que tava doendo, que ele tava me machucando. "Sai, me dá uns segundos", balbuciei.
Ele me deu uns segundos, me deixei cair no colchão, respirando com dificuldade. Me posicionei de bruços na cama, com os pés no chão, completamente de quatro, com os peitos e o rosto virados pra baixo.
Falei pra ele passar mais creme. Ele se aproximou, separou minhas nádegas, passou o creme. Mordi a camisa com mais força e disse: "Faz, não importa se me machucar, só faz.Abrindo minha buceta com o pauzão deleEle se colocou atrás de mim e começou a empurrar, aos poucos foi me penetrando e finalmente conseguiu vencer e romper o anel da minha abertura anal. Arranhei o colchão, balancei a cabeça, comecei a gemer. Meus olhos estavam lacrimejando pelo esforço de não gritar – de reprimir a dor – até que não aguentei mais e comecei a gritar com força quando Raúl começou a meter o resto do pau dele.
Me dobrei completamente, tentei me levantar para evitar que ele continuasse me penetrando, mas não consegui – ele me manteve firme, grudada no pau dele. Ficou parado, dentro da minha buceta, sem me dar chance de me mexer.
Ele começou devagar a se mover, a me penetrar aos poucos, eu comecei a gemer, a girar o quadril, a rebolar a bunda no encontro do pau dele. Eu fazia isso suavemente, foi o momento que ele aproveitou para me penetrar por completo.
Gritei e mordi os lençóis, quebrei uma unha de tanto segurar o lençol com força ao me sentir completamente penetrada. Me dobrei por completo, comecei a falar: "já sai, termina, você tá me machucando. Por favor, tira, sinto que você vai me partir." Ele começou com o vai e vem de entrar e sair com força, segurando firme no meu quadril. Cada vez que me penetrava, me empurrava contra o colchão.
Sentia ele até o fundo dos meus intestinos – fez sair um pouco de merda, mas não ligou, se limpou com o lençol e continuou me penetrando. Eu me sentia desfalecendo, com a bunda toda aberta.
Perdi a noção de quanto tempo durou, mas foi um bom tempo até ele banhar meus intestinos com o esperma dele e rolar para o lado, bufando, agitado, todo suado.Me senti muito suja ao me ver como tava.Me levantei, minhas pernas tremiam e o quarto cheirava a merda. Olhei pros lençóis manchados, sujos. Fiquei com vergonha de ter sujado os lençóis. Ele comentou: "Não tem problema, é normal..."
Ficamos juntos por mais de três horas. Tentei parar ele e falei: "Não faz mais isso, você tá me machucando, por favor, tá doendo." Não consegui impedir que ele fizesse e ele me penetrou na buceta pela segunda vez na minha vida.
Quantas vezes ele fez isso, perdi a conta. Terminei com a buceta cheia de porra. Entre as coxas e nos lençóis tinha merda, mal conseguia andar. Ele trouxe papel e sabão pra eu me limpar.
Quando saímos e atravessamos o pátio, senti os olhares cheios de tesão de vários homens. Tentei sentar, mas não consegui, e pedi pra ele me levar pra casa. No dia seguinte, não conseguia nem sair da cama de tanta dor no quadril e nas pernas. Minha buceta tava doendo pra caralho. Comprei uma pomada de vitacilina e fiz compressas de água quente pra aliviar um pouco a ardência e a dor que sentia quando ia ao banheiro.
Aquela primeira vez eu nunca esqueci, ficou gravada na minha mente. Foi um novo despertar na minha vida sexual. Sabia que tinha sido uma experiência que seria difícil de esquecer.Algo que mudou minha vida.Mas tarde, quando descobri a relação com minha filha, reagi com violência. Gritei com ele, expulsei ele de casa, arranhei ele. Me senti traída e desabei de novo. Abatida, pensei que tinha cometido um erro ao deixar ele entrar na minha própria casa.
Mas quando minha filha confessou que se sentia atraída por ele, que meus gritos e gemidos quando ele me comia tinham despertado nela o desejo pelo sexo, por se sentir mulher…
Fiquei chocada ao ouvir minha própria filha dizer que queria se entregar ao Raúl, que queria que ele fosse o primeiro homem dela. Pensei que isso não podia estar acontecendo, mas vi nos olhos dela o desejo e a decisão de se sentir mulher com ele, e apoiei ela.
Não foi fácil começar, nunca antes tinha vivido algo assim na minha vida junto com minhas filhas. Esse é nosso segredo, que jamais ousaria revelar: ele desvirginou ela oral, vaginal e anal, exatamente como fez comigo.
Talvez tenha cometido um grande pecado, algo imperdoável, mas não me arrependo e apoiaria ela de novo para fazer isso.https://www.esposasymaridos.com/confesiones-sexuales-de-mi-desvirgacion-anal/Esta é minha história e minhas confissões sexuais, sou a Silvia e meu e-mail é: silvia.672010@hotmail.com
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