Estava na cozinha, ia preparar um café, quando vi que a mudança estava chegando à casa ao lado, baixaram os móveis e foram colocando-as no pátio. Todo o pequeno havia sido deixado em caixas. A mãe saiu gritando como um sargento militar. Foi ordenando que as coisas fossem subidas prontamente. O marido assentiu calado, os dois filhos homens, o mais velho era acomodado, um rapaz de cerca de 26 anos, o outro, de 22, jogava com a bola indiferente e a menina, uma garota de cerca de 30 anos, parecia se dar conta da tarefa de esgotar seu cérebro entre seus chats do telefone. Mas bem, eu com meu café... Depois que saiu a mãe e ordenou... Efraín, consiga um martelo! O rapaz subia coisas para o telhado e assentiu sem protestar. Começou a voltar as casas para ver como poderia fazer para trazer o martelo à sua mãe. Me ocorreu que seria bom compensar o rapaz, tomei meu martelo e o coloquei fora da janela, e fiquei um pouco esperando, e então, pareceu que o rapaz não voltou a ver jamais para cá... E justo quando ia meter a ferramenta, ele voltou e mais do que o martelo, me ficou observando. Eu fingi não dar conta e lavei a loiça de novo.
Terminei e passei para a sala, fazendo um pouco de exercícios, coisa que não tinha nem a mínima das ideias de fazer, e creo ao menos, se creiu isso.. fiquei olhando o que fazia, e vi que subiu para sua azotea, mas se perdeu de vista...
Depois do um, dois terminei exausta, e tudo graças ao cigarro... Fechei os olhos e fiquei pensando na mirada de Efraim.... Minha cabeça começou a trabalhar demais, e fui acariciando minhas Tetas,
Subi as minhas pernas e abri por completo, pus a jogar suave em minha panochita, tocava os lábios vaginais, os abria, distendia com meus músculos a vagina, metia dois dedos dentro de mim... E o interminável é infinito rose do clitoris com a yema dos dedos... Que provocavam que se desbordassem líquidos ao bordo das minhas nádegas...
Decidi descansar, deixei de jogar, e ao levantar um pouco a mirada, pude ver Efraín assomando a cabeça sobre o meu teto, minha entreperna estava por completo à sua vista, e como minha panochita pedia muita atenção, e este fisgado estava muito calente, fiz sinal para descer de lá... girou seu corpo, e em um triz estava na minha sala, seu calção já estava desabotoado... então se masturbava ao que via, foi só baixar o calção, e seu cock quedou parada à frente da minha cara, tomei a mesma e engoli no mais profundo que pude...
Depois de uma mega mamada, sua calentura o levou a desboradar-se dentro de minha boca, continuei com minha mamada e pronto uma segunda ereção firme chegou. Ele desceu automaticamente para chupar minha panochita, eu o voltei a puxar para ficar em um rico 69... E assim por um longo tempo, os dois chegamos juntos ao desborde de nossos sexos.
Pensei que seria tudo, sem embargo, Efraim voltou a meter-se de novo entre os pliegues dos meus lábios vaginais e começou a chupar, e ao mesmo tempo, foi absorvendo o que mais podia de meus jugos.... Quando terminamos, foi e tomou o martelo, dizendo: Se não, não tenho escusa pela tardança.. E bem, já verei de vir e completar esta delícia de encontro...
Terminei e passei para a sala, fazendo um pouco de exercícios, coisa que não tinha nem a mínima das ideias de fazer, e creo ao menos, se creiu isso.. fiquei olhando o que fazia, e vi que subiu para sua azotea, mas se perdeu de vista...
Depois do um, dois terminei exausta, e tudo graças ao cigarro... Fechei os olhos e fiquei pensando na mirada de Efraim.... Minha cabeça começou a trabalhar demais, e fui acariciando minhas Tetas,
Subi as minhas pernas e abri por completo, pus a jogar suave em minha panochita, tocava os lábios vaginais, os abria, distendia com meus músculos a vagina, metia dois dedos dentro de mim... E o interminável é infinito rose do clitoris com a yema dos dedos... Que provocavam que se desbordassem líquidos ao bordo das minhas nádegas...
Decidi descansar, deixei de jogar, e ao levantar um pouco a mirada, pude ver Efraín assomando a cabeça sobre o meu teto, minha entreperna estava por completo à sua vista, e como minha panochita pedia muita atenção, e este fisgado estava muito calente, fiz sinal para descer de lá... girou seu corpo, e em um triz estava na minha sala, seu calção já estava desabotoado... então se masturbava ao que via, foi só baixar o calção, e seu cock quedou parada à frente da minha cara, tomei a mesma e engoli no mais profundo que pude...
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Pensei que seria tudo, sem embargo, Efraim voltou a meter-se de novo entre os pliegues dos meus lábios vaginais e começou a chupar, e ao mesmo tempo, foi absorvendo o que mais podia de meus jugos.... Quando terminamos, foi e tomou o martelo, dizendo: Se não, não tenho escusa pela tardança.. E bem, já verei de vir e completar esta delícia de encontro...
4 comentários - El martíllo de plata ... 1 de 2.
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