valeu pelos comentários e pelos pontos
a história continua, espero não estar enchendo muito o saco de vocês
Tomamos um banho e tiramos uma soneca. Quando acordei, tomamos uns mates rápidos e fui trabalhar. A noite passou tranquila e não falamos nada sobre o encanador. Sabia que no dia seguinte teria que voltar, então dei uns amassos e fui dormir. No outro dia, complicou um pouco, mas mesmo assim voltei como encanador.
Ana- ahhh, bom, achei que não vinha hoje
Eu- me compliquei em outra casa.
Ana — você teve que atender outra cliente?
Eu- sim e não, o marido tava por perto, então fica tranquilo, tô muito bem, me pega de boa, o corno te deixou minha grana?
Ana - sabe que esqueceu
Não, não é assim que funciona, eu não misturo as coisas, sabe.
Ana—tranquilo, seguro hoje você não termina e amanhã eu te pago tudo.
Eu- por isso agora vamos pro quarto, nada melhor que o corno encontrar gozo de outro na própria cama dele
Ana—não, isso não, se ela descobre, me mata.
Você acha que o corno não sabe que você tem um par de bolas bem postas? Com certeza ontem à noite o pau não te deu.
Ana- como você sabeeeeeee????
Eu vi a cara de corno nele, tenho certeza que ele morre de vontade de ver como você fode. Vai, cadê o quarto?
Ana - te falei que no quarto
Eu quero arrebentar sua buceta na cama dela e deixar meu gozo no travesseiro dela, pra quando ela deitar, sentir pelo menos o cheiro do gozo do macho que come a mulher dela. Vamos, você me deve isso.
Ana não aguentava mais o tesão, tava doida e o shortinho dela mostrava tudo, me pegou pela mão e me levou pro quarto.
Nossa, mas que cama gostosa esse corno tem, aqui a gente vai se acabar.
Tirei a camisa e a calça, fui pra cima dela e mostrei minha pica, ela se ajoelhou e começou a chupar com muito amor.
Eu- cê gosta dessa pica ehhh puta, nada a ver com a do corno manso né, assim assim que bom que tu chupassss, quer engolir o leitinho agora? Tenho muita guardadinha continua assim que vai ficar empanturradaaaa
Tirei ela da boca e deitei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti com vontade enquanto brincava com os biquinhos dela, a gostosa gemia que nem uma gata, tava gozando pra caralho
É- assim que se come uma puta como você, assimmm, sente ela todinha dentro, puta, o corno nunca faz isso, devia estar aqui aprendendooo, tomaaaa puta tomaaaa tomaaaa
Ana só se tremia e gemia sentindo minha pica entrando e saindo com força sem parar, senti que gozei umas três vezes nessa posição, abaixei as pernas dela e a gente ficou de conchinha, chupei o cuzinho dela e aí pareceu que ela explodiu.
Ana- nããão pela bunda nãooo, ainda tô dolorida de ontem, por favor nãããão
Apoiei a cabecinha dela e enquanto ela dizia que não, abriu aquela bundinha apertada e eu empurrei contra meu pau pedindo piedade. Falei pra ela que ia rachar ela no meio assim o corno aprendia que aquele rabo era meu e de mais ninguém.
Ana- para de falar dele e me fodeeee, juro que quando ele vier vou mostrar como você deixou ele, vaiiii, parte ele no meiiii
Nossa, que putinha que você é, adoro isso!
Quando eu disse isso, já tava com ela enfiada inteira dentro. Fechei as pernas dela e fui cavalgando com força, sentindo como entrava apertada e ela tentava abrir as pernas pra não ser tão dura a foda, enquanto gemia e gritava. Fiquei um bom tempo assim até encher o cu dela de porra na última estocada. Virei ela de bruços com o travesseiro debaixo da barriga e, enquanto o cu dela escorria, sujando o travesseiro, esfregava meu pau na racha dela. Ela tinha ficado quietinha.
Eu—agora viu quem manda? Eu sou o macho dessa casa, e o corno manso, se eu pegar, vou deixar ele tão promíscuo quanto você.
Ana – com essa pica com certeza você mata ele, que gostosa que ela é, mesmo que me destrua toda vez que você me come, sou sua puta encanadora, você entupiu todos os meus canos, lindo.
Aí, ó, o travesseiro do corno tá bem cheio da minha porra.
Levantei e me vesti, ela tinha ficado estirada na cama de bruços, mostrando a bunda linda dela, agora bem usada. Virou o rosto e me disse
Ana — já vai embora???
É- se eu tenho que trabalhar, vadia
Ana – valeu por não encher minha buceta, sabe que acho que tô grávida.
Eu- disso aí que eu não me responsabilizo, gata.
Ana - isso com certeza não é teu.
Eu... e esses dois, vai saber de quem são, coitado do corno, ainda tem que criar filhos dos outros.
Ana- é que ele adora ser corno e nem sabe, vem me dá um beijo, você sim é um macho de verdade
Beijei ela e saí de casa. Como no dia anterior, fiquei na porta e esperei, dessa vez um pouco mais, e entrei. Ela já estava no comedor vestida, me cumprimentou com um beijão e sentamos. Perguntei pelas crianças e ela disse que já tinham dormido. Falei que não tinha muito tempo, então comemos e tomamos três mates. Me despedi e fui pra oficina. Quando cheguei em casa à noite, encontrei o Juan e a Vero. Cumprimentei eles e sentei. Eles já estavam tomando uma cerveja, então entrei na deles. A Vero tava com o pequeno no colo e o Seba engatinhando pelo comedor. Dei um beijo em cada um e começamos a conversar. Percebi os dois muito felizes e pensei que era por causa da nossa reconciliação, mas não.
Vero – parabéns, pai.
Eu- o quê? Valeu, viu como elas tão grandes?
Ana – cala a boca, sua burra, que ainda não contei pra ele.
Aí caiu a ficha, achei que essa história de estar prenha era parte do jogo, mas não, era real. Olhei fixo pra ela e ela me disse
Ana – sim, amor. Grávida de novo. Essa é a última, se não der uma segurada, vamos precisar de uma mansão.
Eu vou te costurar, filha da puta, só pelo rabo que vou te dar.
Juan - se dá por sortudo que parece que dessa vez é uma menina
É- bom, vamos comemorar então e vocês duas, quando vão começar?
Vero—não tô me cuidando não, mas coitada da Ana, ela não tem culpa, você não dá tempo pra ela, Dany.
Eu- de agora em diante só pelo Booty dela kkkkkkkk
Ana- esse aí quer me partir ao meio, nem ferrando kkkkkkk
a história continua, espero não estar enchendo muito o saco de vocês
Tomamos um banho e tiramos uma soneca. Quando acordei, tomamos uns mates rápidos e fui trabalhar. A noite passou tranquila e não falamos nada sobre o encanador. Sabia que no dia seguinte teria que voltar, então dei uns amassos e fui dormir. No outro dia, complicou um pouco, mas mesmo assim voltei como encanador.
Ana- ahhh, bom, achei que não vinha hoje
Eu- me compliquei em outra casa.
Ana — você teve que atender outra cliente?
Eu- sim e não, o marido tava por perto, então fica tranquilo, tô muito bem, me pega de boa, o corno te deixou minha grana?
Ana - sabe que esqueceu
Não, não é assim que funciona, eu não misturo as coisas, sabe.
Ana—tranquilo, seguro hoje você não termina e amanhã eu te pago tudo.
Eu- por isso agora vamos pro quarto, nada melhor que o corno encontrar gozo de outro na própria cama dele
Ana—não, isso não, se ela descobre, me mata.
Você acha que o corno não sabe que você tem um par de bolas bem postas? Com certeza ontem à noite o pau não te deu.
Ana- como você sabeeeeeee????
Eu vi a cara de corno nele, tenho certeza que ele morre de vontade de ver como você fode. Vai, cadê o quarto?
Ana - te falei que no quarto
Eu quero arrebentar sua buceta na cama dela e deixar meu gozo no travesseiro dela, pra quando ela deitar, sentir pelo menos o cheiro do gozo do macho que come a mulher dela. Vamos, você me deve isso.
Ana não aguentava mais o tesão, tava doida e o shortinho dela mostrava tudo, me pegou pela mão e me levou pro quarto.
Nossa, mas que cama gostosa esse corno tem, aqui a gente vai se acabar.
Tirei a camisa e a calça, fui pra cima dela e mostrei minha pica, ela se ajoelhou e começou a chupar com muito amor.
Eu- cê gosta dessa pica ehhh puta, nada a ver com a do corno manso né, assim assim que bom que tu chupassss, quer engolir o leitinho agora? Tenho muita guardadinha continua assim que vai ficar empanturradaaaa
Tirei ela da boca e deitei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti com vontade enquanto brincava com os biquinhos dela, a gostosa gemia que nem uma gata, tava gozando pra caralho
É- assim que se come uma puta como você, assimmm, sente ela todinha dentro, puta, o corno nunca faz isso, devia estar aqui aprendendooo, tomaaaa puta tomaaaa tomaaaa
Ana só se tremia e gemia sentindo minha pica entrando e saindo com força sem parar, senti que gozei umas três vezes nessa posição, abaixei as pernas dela e a gente ficou de conchinha, chupei o cuzinho dela e aí pareceu que ela explodiu.
Ana- nããão pela bunda nãooo, ainda tô dolorida de ontem, por favor nãããão
Apoiei a cabecinha dela e enquanto ela dizia que não, abriu aquela bundinha apertada e eu empurrei contra meu pau pedindo piedade. Falei pra ela que ia rachar ela no meio assim o corno aprendia que aquele rabo era meu e de mais ninguém.
Ana- para de falar dele e me fodeeee, juro que quando ele vier vou mostrar como você deixou ele, vaiiii, parte ele no meiiii
Nossa, que putinha que você é, adoro isso!
Quando eu disse isso, já tava com ela enfiada inteira dentro. Fechei as pernas dela e fui cavalgando com força, sentindo como entrava apertada e ela tentava abrir as pernas pra não ser tão dura a foda, enquanto gemia e gritava. Fiquei um bom tempo assim até encher o cu dela de porra na última estocada. Virei ela de bruços com o travesseiro debaixo da barriga e, enquanto o cu dela escorria, sujando o travesseiro, esfregava meu pau na racha dela. Ela tinha ficado quietinha.
Eu—agora viu quem manda? Eu sou o macho dessa casa, e o corno manso, se eu pegar, vou deixar ele tão promíscuo quanto você.
Ana – com essa pica com certeza você mata ele, que gostosa que ela é, mesmo que me destrua toda vez que você me come, sou sua puta encanadora, você entupiu todos os meus canos, lindo.
Aí, ó, o travesseiro do corno tá bem cheio da minha porra.
Levantei e me vesti, ela tinha ficado estirada na cama de bruços, mostrando a bunda linda dela, agora bem usada. Virou o rosto e me disse
Ana — já vai embora???
É- se eu tenho que trabalhar, vadia
Ana – valeu por não encher minha buceta, sabe que acho que tô grávida.
Eu- disso aí que eu não me responsabilizo, gata.
Ana - isso com certeza não é teu.
Eu... e esses dois, vai saber de quem são, coitado do corno, ainda tem que criar filhos dos outros.
Ana- é que ele adora ser corno e nem sabe, vem me dá um beijo, você sim é um macho de verdade
Beijei ela e saí de casa. Como no dia anterior, fiquei na porta e esperei, dessa vez um pouco mais, e entrei. Ela já estava no comedor vestida, me cumprimentou com um beijão e sentamos. Perguntei pelas crianças e ela disse que já tinham dormido. Falei que não tinha muito tempo, então comemos e tomamos três mates. Me despedi e fui pra oficina. Quando cheguei em casa à noite, encontrei o Juan e a Vero. Cumprimentei eles e sentei. Eles já estavam tomando uma cerveja, então entrei na deles. A Vero tava com o pequeno no colo e o Seba engatinhando pelo comedor. Dei um beijo em cada um e começamos a conversar. Percebi os dois muito felizes e pensei que era por causa da nossa reconciliação, mas não.
Vero – parabéns, pai.
Eu- o quê? Valeu, viu como elas tão grandes?
Ana – cala a boca, sua burra, que ainda não contei pra ele.
Aí caiu a ficha, achei que essa história de estar prenha era parte do jogo, mas não, era real. Olhei fixo pra ela e ela me disse
Ana – sim, amor. Grávida de novo. Essa é a última, se não der uma segurada, vamos precisar de uma mansão.
Eu vou te costurar, filha da puta, só pelo rabo que vou te dar.
Juan - se dá por sortudo que parece que dessa vez é uma menina
É- bom, vamos comemorar então e vocês duas, quando vão começar?
Vero—não tô me cuidando não, mas coitada da Ana, ela não tem culpa, você não dá tempo pra ela, Dany.
Eu- de agora em diante só pelo Booty dela kkkkkkkk
Ana- esse aí quer me partir ao meio, nem ferrando kkkkkkk
4 comentários - el plomero otra vez
http://www.poringa.net/posts/relatos/3272272/Siguiendo-la-historia-con-ana.html