Um amigo colombiano me pediu, me implorou pra alugar uma parte da casa pra uma das irmãs dele que queria morar no México. Acho que tava com a cabeça cheia, e minha resposta saiu sem pensar... Bom, tive que dar a parte do quintal, que na verdade não tava usando na época. Nós dois arrumamos tudo, tivemos que pintar os quartos, ele trouxe os móveis e ajeitamos, instalou uma cozinha e reformou o banheiro. Ficou show. Começando a semana, fui trabalhar. Quando voltei, notei que as janelas já tinham cortinas. Entrei em casa e me preparei pra tomar um banho. Depois, fui pra cozinha e coloquei a cafeteira. Tava esperando na sala com a TV ligada, quando bateram de leve na porta. Claro, devia ser a irmã do German. Fui abrir e, quase dei um pulo de susto. Que mulher... Ela me cumprimentou, se apresentou: Pilar. Saindo da minha bobeira, convidei ela pra entrar. A beleza dela iluminou meu espaço. Ofereci um café, que ela aceitou de bom grado. Bom, o prazer foi meu, já que não era um encontro, mas uma relação de vizinhança. Passamos 2 horas conversando. Uma gostosa de 35 anos, que tinha sido abandonada pelo marido (e com tudo isso). Quando ela foi embora, me adiantei pra poder vê-la descendo os degraus da entrada... Que tesão.
Durante a semana, a gente se via no pátio muito poucas vezes, ela no momento não tava trabalhando, então não tinha um horário certo pra vê-la todo dia. Passaram-se 15 dias e uma manhã o Germán apareceu de visita, passou um tempão comigo, e ligou pra Pilár do meu celular. Ela saiu pra vê-lo e ele na hora falou que já tava com fome. O Germán levou ela pra minha casa e pediu pra ela fazer alguma coisa pra comer na minha cozinha... Achei sem educação, então me meti e convidei ela pra eu mesmo preparar a comida, pedi pra ela sentar, e daí em diante só fui dando instruções e fazendo comida de Cali... No meio do tempo do cozido, a Pilár chegou perto do fogão...
Supervisionou a receita e deu pra Gérman provar, e ele disse: Isso é Cáli..... Tive que segurar o riso, bom, pelo menos não queimou... depois da comida, ela esclareceu pro irmão de quem tinha preparado o guisado... Ele só deu um sorriso..... * Passados os dias... fui e bati na porta de Pilár, me ocorreu que a gente podia bater um papo no pátio... E pra minha surpresa, ela topou, depois de um jeito curioso, virou uma espécie de rotina gostosa.. Acho que no fundo a gente não tinha intenção de que rolasse algo.. ou talvez Sim, mas era pra levar na boa... Mas ver ela saindo pela porta pro pátio, era a melhor aventura dos sonhos.
Uma certa noite, saí na janela pra fumar e deixar o vento levar a fumaça, tava olhando as estrelas... quando a luz do quarto da Pilár acendeu, e vi ela se despindo, e mesmo que eu fosse um monge tibetano de verdade, não teria perdido aquilo por nada nesse mundo... meus olhos não perdiam o menor detalhe.
Não podia acreditar, na minha frente estava a Pilar com aquele corpo divino. Ela andou de um lado pro outro, foi até o armário, pegou um roupão, vestiu e, sem abotoar, foi pra cama e... apagou a luz. No dia seguinte, na conversa, tive a maior vontade de falar que tinha visto ela daquele jeito e que adoraria vê-la assim no meu quarto... mas deixei passar mil e uma chances... porque fiquei com medo de confessar que tava de olho. Quase dava 11 da noite quando me despedi dela... Aí ela me ofereceu um café na casa dela, e claro, aceitei na hora... Fomos pra sala dela, liguei a TV e deixei ela falando sozinha. A noite foi passando e ela entrou no quarto... Vi que demorou um tempão e ela não voltava, fui procurar, bati de leve na porta, e com uma voz bem suave, tipo um sussurro, ela falou: "Entra..." Quando abri a porta, ela tava lá, de quatro em cima da cama. Cheguei sem pensar duas vezes e enfiei a cara entre aquelas duas bundonas enormes... Chupei cada pedaço de pele.
De repente ela se virou e, com os dedos, abriu com luxúria os lábios da buceta. Voltei a descer pra chupar com todo o desejo, concentrado... era uma carga completa de prazer.
Fui tirando minha roupa e me aproximei, esfregando meu pau ao longo da linha divisória entre as nádegas e a bucetinha... Ela era um vulcão inteiro... Ao me esfregar, pude sentir suas múltiplas descargas orgásmicas, já que, ao mesmo tempo, ela deu uns apertões no meu pau entre a linha divisória... Uau, que prazer... Depois disso, peguei meu pau e a penetrei fundo, ficamos numa brincadeira entre vai e vem e círculos que giravam de um lado para o outro... Passou um bom tempo, e o ritmo mudou de giros para bombadas, era o momento da minha primeira descarga, e ela veio de forma abundante, fervente, o que causou uma multiorgasmia na Pilar, que superou de longe o fervor da minha, oughss... Não podia acreditar, me queimava deliciosamente...
Ela sorriu sem abrir os olhos, eu me afastei um pouco depois, e beijei as nádegas dela, chupei dentro de toda a linha de divisão e ela começou a brincar com os dedos nos nossos jogos, tirava e colocava de novo, e se virou, se ajeitou me oferecendo essas duas bundonas enormes.
Depois de outra série de chupadas gostosas, enfiei de uma só vez, e ela começou a dar meia-volta, rebolando o corpo, como se tivesse me masturbando com a bucetinha gostosa dela. Acho que assim eu aguentei menos, porque minha gozada veio com tudo, já não era mais como aquele cartão de visita...
Mas se teve algo abundante e bom, o da Pily, se estendeu por mais de um ano. O ex dela foi atrás, e mesmo tendo ficado 3 meses juntos em casa, a Pily não deixou de ficar comigo. Eles voltaram pra Cali, e de vez em quando ela conseguiu vir sozinha, mas cada vez o intervalo entre as vindas fica maior... mas o divino foi que ela é de Cali com amor...
Durante a semana, a gente se via no pátio muito poucas vezes, ela no momento não tava trabalhando, então não tinha um horário certo pra vê-la todo dia. Passaram-se 15 dias e uma manhã o Germán apareceu de visita, passou um tempão comigo, e ligou pra Pilár do meu celular. Ela saiu pra vê-lo e ele na hora falou que já tava com fome. O Germán levou ela pra minha casa e pediu pra ela fazer alguma coisa pra comer na minha cozinha... Achei sem educação, então me meti e convidei ela pra eu mesmo preparar a comida, pedi pra ela sentar, e daí em diante só fui dando instruções e fazendo comida de Cali... No meio do tempo do cozido, a Pilár chegou perto do fogão...
Supervisionou a receita e deu pra Gérman provar, e ele disse: Isso é Cáli..... Tive que segurar o riso, bom, pelo menos não queimou... depois da comida, ela esclareceu pro irmão de quem tinha preparado o guisado... Ele só deu um sorriso..... * Passados os dias... fui e bati na porta de Pilár, me ocorreu que a gente podia bater um papo no pátio... E pra minha surpresa, ela topou, depois de um jeito curioso, virou uma espécie de rotina gostosa.. Acho que no fundo a gente não tinha intenção de que rolasse algo.. ou talvez Sim, mas era pra levar na boa... Mas ver ela saindo pela porta pro pátio, era a melhor aventura dos sonhos.
Uma certa noite, saí na janela pra fumar e deixar o vento levar a fumaça, tava olhando as estrelas... quando a luz do quarto da Pilár acendeu, e vi ela se despindo, e mesmo que eu fosse um monge tibetano de verdade, não teria perdido aquilo por nada nesse mundo... meus olhos não perdiam o menor detalhe.
Não podia acreditar, na minha frente estava a Pilar com aquele corpo divino. Ela andou de um lado pro outro, foi até o armário, pegou um roupão, vestiu e, sem abotoar, foi pra cama e... apagou a luz. No dia seguinte, na conversa, tive a maior vontade de falar que tinha visto ela daquele jeito e que adoraria vê-la assim no meu quarto... mas deixei passar mil e uma chances... porque fiquei com medo de confessar que tava de olho. Quase dava 11 da noite quando me despedi dela... Aí ela me ofereceu um café na casa dela, e claro, aceitei na hora... Fomos pra sala dela, liguei a TV e deixei ela falando sozinha. A noite foi passando e ela entrou no quarto... Vi que demorou um tempão e ela não voltava, fui procurar, bati de leve na porta, e com uma voz bem suave, tipo um sussurro, ela falou: "Entra..." Quando abri a porta, ela tava lá, de quatro em cima da cama. Cheguei sem pensar duas vezes e enfiei a cara entre aquelas duas bundonas enormes... Chupei cada pedaço de pele.
De repente ela se virou e, com os dedos, abriu com luxúria os lábios da buceta. Voltei a descer pra chupar com todo o desejo, concentrado... era uma carga completa de prazer.
Fui tirando minha roupa e me aproximei, esfregando meu pau ao longo da linha divisória entre as nádegas e a bucetinha... Ela era um vulcão inteiro... Ao me esfregar, pude sentir suas múltiplas descargas orgásmicas, já que, ao mesmo tempo, ela deu uns apertões no meu pau entre a linha divisória... Uau, que prazer... Depois disso, peguei meu pau e a penetrei fundo, ficamos numa brincadeira entre vai e vem e círculos que giravam de um lado para o outro... Passou um bom tempo, e o ritmo mudou de giros para bombadas, era o momento da minha primeira descarga, e ela veio de forma abundante, fervente, o que causou uma multiorgasmia na Pilar, que superou de longe o fervor da minha, oughss... Não podia acreditar, me queimava deliciosamente...
Ela sorriu sem abrir os olhos, eu me afastei um pouco depois, e beijei as nádegas dela, chupei dentro de toda a linha de divisão e ela começou a brincar com os dedos nos nossos jogos, tirava e colocava de novo, e se virou, se ajeitou me oferecendo essas duas bundonas enormes.
Depois de outra série de chupadas gostosas, enfiei de uma só vez, e ela começou a dar meia-volta, rebolando o corpo, como se tivesse me masturbando com a bucetinha gostosa dela. Acho que assim eu aguentei menos, porque minha gozada veio com tudo, já não era mais como aquele cartão de visita...
Mas se teve algo abundante e bom, o da Pily, se estendeu por mais de um ano. O ex dela foi atrás, e mesmo tendo ficado 3 meses juntos em casa, a Pily não deixou de ficar comigo. Eles voltaram pra Cali, e de vez em quando ela conseguiu vir sozinha, mas cada vez o intervalo entre as vindas fica maior... mas o divino foi que ela é de Cali com amor...
1 comentários - De Cáli con amor...
gracias por pasarte... un abrazo..