Continuando com o relato anterior..http://m.poringa.net/posts/relatos/3291229/Historias-de-un-verdulero-7.htmlNaquela noite, cheguei em casa, tomei um banho e bati uma punheta, já que não tinha gozado com a Silvia. No dia seguinte, fiquei na dúvida se ligava pra ela ou não. Ao meio-dia, liguei, ela atendeu e a gente conversou um pouco, nada relacionado a sexo, mas mais sobre como ela estava se sentindo. E combinamos de nos ver na quinta-feira de novo.
No sábado à noite, era a vez de sair com a Ludmila. Fomos ao cinema ver "Lendas da Paixão"... Sim, "Lendas da Paixão" (tudo isso aconteceu há muitos anos). A gata passou o filme inteiro chorando. Saímos, fomos comer alguma coisa e depois pro apê, já que naquela noite ele tava disponível. Na maioria das vezes, tava à minha disposição, porque tanto meu chefe quanto a maioria dos meus colegas eram casados.
A Lu, naquela noite, tava meio sensível, imagino que por causa do filme. Isso fez com que o sexo fosse diferente naquela noite: muitos beijos muito apaixonados da parte dela, subiu em cima de mim, abraçados, se movendo bem devagar, e eu mais parado do que ativo. Isso fez com que ela tivesse o primeiro orgasmo dela, silencioso, sem gemidos nem ofegos, mas sim com um suspiro longo e profundo. Ela ficou deitada em cima de mim e aí sim comecei a bombar ela enquanto ela ficava parada. Quando eu gozei, ela gozou junto comigo, e a gente dormiu naquela posição, com ela em cima de mim.
De madrugada, acordei e tirei ela de cima de mim. Ela ficou deitada de bruços e eu levantei pra pegar uma bebida gelada. Enquanto bebia um refrigerante, fiquei olhando pra rabeta dela... Era uma bunda linda. Me aproximei, comecei a beijar, a passar a língua ao longo do meio das nádegas dela, e ela fingiu que continuava dormindo. Beijos negros, língua, dedo, meio dedo pra dentro, e ela começou a gemer e ajeitou a rabeta pra eu poder trabalhar mais à vontade. Coloquei a pica com a cabeça toda babada e começou um joguinho de esfregar primeiro no cu dela, depois na buceta, de volta pro cu, e ela começou a se abrir. Uma punheta na rabeta e aquela bunda se abria cada vez mais: meia cabeça pra dentro, punheta, cabeça inteira pra dentro, punheta, e finalmente... Tudo dentro, era um mar de fluidos a buceta dela e a raba dela, eu pegava na bunda dela e com uma mão esfregava a buceta dela, ela teve um gozo forte e isso fez com que explodisse dentro da raba dela, com a bunda cheia de porra ela dormiu de novo e eu do lado dela... Depois de acordar fomos tomar banho, peguei ela de novo no chuveiro, inclinei ela e segurei pelos braços, ela gozou em questão de poucos minutos, eu não soltei ela até gozar, ela se ajoelhou, colocou a pica na boca e chupou um bom tempo debaixo da chuva do chuveiro, irritada por não conseguir me fazer gozar eu levantei ela e peguei contra a parede até gozarmos juntos. Fomos embora, deixei ela em casa e fui trabalhar. Antes de ir pro trabalho passei na padaria comprar umas coisinhas, era daquelas padarias antigas, o dono era um galego e você não podia se servir sozinho, tinha que pedir pra atendente. Peço uma dúzia e enquanto falava quais queria a mocinha que atendia me diz, cê é foda hein!? Essa mocinha se chamava Sandra, não era bonita, nem feia, mas tinha cara de ser bem puta, além disso não era mocinha da capital, era de Castelar e naquela época se notava muito a diferença entre uma e outra. Quando ela me disse isso de que eu era foda minha resposta foi, perdão? Sandra: É... Te vi umas vezes com a loira que usa uniforme, outra vez te vi com outra loira alta (a missioneira) e bem... Com sua namorada.. Eu: ah... Bom, cê tem toda ficha minha. (Enquanto pensava, filha da puta essa tá de olho no que eu faço) Sandra: bom, não tudo, não sei quantos anos você tem por exemplo, mas sei como você se chama. Eu: ha! Olha... Tô em desvantagem Sandra: por quê? Eu me chamo Sandra, tenho 22 anos e não tenho namorado... Eu: hahaha eu 18 e agora sim estamos iguais Sandra: viu? Hoje fecham às 2 vocês, né? Eu: não, 13:30... Vocês não fecham Sandra: não, mas eu saio às 2 Nessa hora não tive um treco porque era novo suponho, os fios se cruzaram e comecei a dar curto Eu: ah.... Sandra: bom, mais alguma coisa? Eu: ehhh não, obrigado
Sandra: bom, onde a gente se vê?
Eu: ehhh... Tenho que ficar no depósito fazendo o inventário, passa aqui quando sair.
Sandra: bom, beleza, dou uma passada.
Eu: beleza, te espero...
Sandra: sim, beleza, vou passar. Fui no caixa pagar e o espanhol me fala, cuidado com essa que é rapidíssima! Sim, sim, tranquilo, falei e fui embora, quando fechei a porta vi que o espanhol me olhava com um sorriso quase diabólico. Já no depósito, enquanto tomávamos chimarrão, contei pros meus colegas o que tinha rolado com a padeira. Um me fala, mano, tu vem numa maré... A verdade é que não acho que foi maré, mas sim que alguma coisa na minha cabeça tinha mudado. É, pode ser, falei. E outro colega me fala, e então... Mete ela no fundo e pronto. Não continuamos falando do assunto, quando fechamos um me fala, eu, mané, tem camisinha? Uhhh não, falei, agora vou comprar (tava mentindo, tinha vergonha de comprar camisinha). Ele me fala, toma, eu tenho, e tira uma da mochila dele e me deixa. Foram embora e eu fiquei fazendo o inventário da mercadoria pra passar pro meu chefe. Daí a pouco escuto boaaa tarde, era a Sandra, tava ali parada atrás da persiana. Abri a porta, ela entrou, me cumprimentou com um beijo e me fala, tô morrendo de fome, tem algo pra comer? Não sei por que, mas falei, não, e além disso antes faz mal... Ela começou a rir e me fala, antes de quê? Peguei na minha rola e falei, antes de você chupar ela... Ela veio até mim sem dizer nada, se ajoelhou e me fala, deixa eu ver? O que tem aí? Enquanto desafivelava minha calça, quando abriu, acariciou minha rola por cima da cueca e me fala, hmmmm parece que vou me encher com isso, puxou minha rola pra fora, bateu uma só vez de leve e fala, que rola linda você tem, e deu um beijo na cabeça, bateu mais uma e passou a língua por ela toda, bateu de novo e ficou olhando, levantou o olhar e me fala, não sabe a foda que vou te dar! Levantou e enquanto a gente se beijava, ela batia uma pra mim. Que rola gostosa, como você vai me comer a encher a use the word: buceta de porra com essa cock! Dizia, como pude (tava de calça no tornozelo) levei ela pro lado do escritório, pra chegar no escritório tinha que passar pelo depósito, ela fala, ai papai, não me diz que vai me comer em cima dos sacos de batata? (nem por puta tinha pensado nisso) quer que te coma aí? Sim, gostoso, quero que me coma aí! Levantei a calça e arrumei os sacos de um jeito que ficasse confortável pra nós dois. Peguei ela pela cintura e comecei a beijar a boca dela enquanto ela de novo foi atrás da minha cock, enquanto me punhetava, deixei ela de tetas, ela tinha umas tetas grandes (mais que a negra) acho que 110, com uns biquinhos bem pequenos e rosados, chupava as tetas dela e ela me punhetava cada vez mais forte, gemia, tava excitadíssima, deitei ela sobre os sacos, tirei o tênis e a calça sem tirar a calcinha, mordia a use the word: buceta por cima da calcinha e ela pegava no meu cabelo e falava, vai, vai, tira a calcinha e chupa ela toda, obedeci, tirei a calcinha e comecei a chupar a use the word: buceta já toda molhada, ela continuava pegando no meu cabelo e empurrava como se quisesse me meter dentro dela, enfia um dedo, ela fala, enfio um dedo e ela goza na hora, me come, me dá cock! exige. Tirei a calça, peguei a camisinha e enfiei a cock até o fundo. Ahhhh ela exclamou, sim, sim, que cock dura, me come, filho da puta! Enquanto eu comia ela, ela apertava as tetas, mordia os lábios, que dura que tu tem a cock, por deus! Gemia e ofegava. Filho da puta, vai me fazer gozar de novo! Vai, vai! Mais forte, vaiii, ahhhh gozo outra vez. Percebi que essa cutie era diferente, me animei e falo, que foi, puta? Não aguenta? 2 a 0, hein... Ela me olha e fala? Que eu não aguento? Agora tu vai ver, senta você, ela levantou, eu sentei nos sacos e ela subiu de costas pra mim, pegou minha cock, se ajeitou, colocou pra dentro e começou a mexer a cintura pra trás e pra frente, só a cintura, pegou minha mão Levo ela até o quarto, com minha mão e a dela entrelaçadas, esfregava o clitóris dela enquanto ela se mexia cada vez mais forte, gemia muito e respirava cada vez mais ofegante. Minha pica começou a inchar e ela sentiu. "Como tá gorda essa sua pica, quanta porra vai sair daí, sua puta..." Ela ficava mais excitada e esfregava o clitóris com mais força, e gozou de novo. "Ahhhh, siiiim, que delícia! Que gostoso!" Ela se levantou, me olhou e disse: "Seu filho da puta, comigo você não vai foder." Ajoelhou, tirou a camisinha e começou a chupar minha pica como nunca tinham chupado antes. Batia punheta, babava tudo, engasgava com a pica, tirava, respirava e enfiava de novo. Assim por uns minutos até que me fez gozar batendo punheta e colocando a língua só na cabeça da minha pica. Toda a porra no rosto dela, no pescoço e nos peitos. "Siiim, seu puto, siim, assim que eu queria, bem quentinha!" Ela chupou minha pica por mais um tempo até limpar. Levantou, pediu pra ir ao banheiro, se limpou, se vestiu de novo e enquanto se vestia disse: "Na próxima, quero que você me coma num hotel..." (A puta da mãe não só nunca tinha ido num hotel, como queria mais.) "E fica tranquilo, eu sou um túmulo, não quero namorado nem nada. Se você me comer uma vez por semana, já tá bom." "Fantástico", eu disse. Ela me cumprimentou, acariciou minha pica e disse: "Guarda um pouco pra mim." E foi embora. Terminei minhas coisas, voei pra casa e depois pro futebol (cheguei atrasado) e, como sempre, à noite fui pra casa da negra. Naquela noite, enquanto jantávamos, a mãe da negra me disse: "O que tá acontecendo com você? Cada dia mais olheira... Não tá se drogando com alguma coisa, tá?" "Não, não, senhora. Tô bem, só cansado, muito trabalho." "Ahhh, bom, você precisa descansar mais", ela disse. Quando terminamos de comer, fomos com a negra comprar um sorvete. Quando chegamos na sorveteria, vi que a Ludmila estava lá dentro com a irmã e o namorado dela. Rápido, virei pra negra e falei: "Uhhh, a puta da mãe, tá aquele filho da puta ali. atendendo, vamos pra outra. E salvei minha morte com uma casquinha enfiada na garganta. Enquanto a gente ia pra outra sorveteria, a negra me perguntou o que rolava com o cara que atendia a sorveteria, inventei uma briga de bairro antiga e ficou por isso. Mais tarde, cada um pra sua casa. Na segunda, contei pros meus colegas como tinha sido com a Sandra e, a partir daí, ganhei um certo respeito. Aumentado pela situação, contei da Silvia e já achavam demais, não acreditavam em mim. Decidiram envolver meu chefe, e meu chefe me olhava enquanto meus colegas contavam. Quando terminaram de contar, ele me diz: "Ela tem 48 anos mesmo?" "Sim", falei. "Não é possível...", ele disse. "Tô falando sério", respondi. Ele disse: "Bom, liga pra ela, manda ela vir...". "Hã? E como eu mando ela vir?" "Ah, não sei, problema seu", ele falou. Pedi pra usar o telefone do local e liguei pra ela. Ela atendeu. Eu: "Oi, Silvi?" Silvia: "Oi, sim..." Eu: "Como você tá? Sei que a gente combinou de se ver na quinta, mas queria saber como você estava." Silvia: "Bem, bem... Tô saindo pra fazer umas coisas." Eu: "Ah... Coisas de banco?" Silvia: "Não, na verdade dar uma volta e comprar umas roupas." Eu: "Ah... Beleza, quer que eu te acompanhe?" Silvia: "Não, não, tá tranquilo. Além disso, você não tá trabalhando?" Eu: "Tô, tô trabalhando, mas meu chefe me deve horas e eu tava guardando pra quando precisasse, e a verdade é que se eu puder dar um pulo do trabalho, melhor." Silvia: "Bom... Então beleza, me acompanha." Eu: "Beleza, você vai de carro?" Silvia: "Sim, tava pensando em ir no Paseo Alcorta." Eu: "Beleza, passa me pegar no trabalho e a gente vai." Silvia: "Beleza, me dá o endereço." Dei o endereço e, quando desliguei, meu chefe me diz: "O que você tá fazendo? Aonde você vai?" "Bom... você que falou pra eu mandar ela vir... Não achei outro jeito." Meu chefe começou a rir e falou: "Beleza, vai, mas hoje você fica até fechar." "Ok", falei. Umas 40 minutos depois, a Silvia chegou, buzinou, me aproximei, cumprimentei e falei pra ela esperar que eu lavava as mãos e voltava. Larguei o avental, lavei o rosto e fui. Pus as mãos e entrei no carro dela. No caminho, a gente ia conversando sobre várias coisas, até que num momento perguntei se ela tinha gostado do que rolou entre a gente. Ela disse que sim, mas que justamente queria falar comigo sobre aquilo, que eu era muito novo e podia ser filho dela.
Eu: é, verdade. Mas não sou... Além disso, quer saber de uma coisa?
Silvia: o quê?
Eu: outro dia fui embora muito puto.
Silvia: por quê? Não gostou?
Eu: olha... ir embora de brocha sem gozar não é muito legal.
Silvia: como? Você não gozou?
Eu: não... Você não percebeu?
Silvia: não... A verdade é que não, tava tão melada que pensei que você tinha gozado sim, tem certeza?
Eu: claro... Se eu não tenho certeza, quem vai ter...
Silvia: você tá me zoando, tudo isso não pode ser meu...
Eu: juro que sim, não gozei.
Silvia: não, não pode ser, você tá enganado.
Eu: não, Silvi, de verdade, não gozei, bati uma quando cheguei em casa porque tava com os ovos doendo.
Silvia: você se tocou pensando em mim?
Eu: sim... por quê?
Silvia: pera, você se tocou pensando em mim ou em outra pessoa?
Eu: não, Silvi, em você... Se você me deixou todo excitado.
Silvia: ahhh, não acredito em você, uffff! (Ela se abana com a mão). Nossa... Que calor, que horas você tem que voltar?
Eu: não tenho hora, por quê?
Silvia: por nada...
Ficamos em silêncio e depois de algumas quadras ela para o carro, me pede um beijo. Beijo ela de língua até o fundo e ela diz: me leva pra um motel. (Ops)
Eu: Silvi... nunca fui num motel.
Silvia: uh! Eu também não...
Eu: uh... Que merda! E como a gente faz?
Silvia: não sei...
Eu: bom, vamos procurar um e vê no que dá...
Silvia: tá, mas eu não conheço nenhum.
Vejo que tinha um homem na calçada, era daqueles que vendem ticket pra estacionar. Desço do carro e pergunto: bom dia, chefe, sabe de um motel por aqui? Sim, olha, vai reto por quatro quadras, vira à esquerda mais duas e vai ver um antes de chegar na esquina. Passo entre San Luis e Córdoba, nunca mais esqueço! Procuramos onde deixar o carro e voltamos pro motel a pé. Passamos 3 vezes na frente da porta e a Silvia não tinha coragem de entrar, tava com vergonha. Falei: "Bom, já tamo aqui, vamos entrar, no máximo vão nos expulsar..." E fomos, entramos. Fui direto pro caixa e, sem ver quem caralhos tava do outro lado, falei: "Boa tarde... Como é que funciona aqui? É a primeira vez que venho num lugar assim." A voz de uma mulher respondeu: "40 minutos, 15 conto. 2 horas, 25..." Falei: "2 horas" e paguei. "Quarto 23, segundo andar, pela escada..." Subimos, entramos e era muito parecido com o escritório do meu chefe. Peguei a Silvi, tirei ela pelada em segundos, e ela falou: "Para, tenho que ir no banheiro." Enquanto ela entrava no banheiro, eu fiquei pelado também. Ela saiu, pediu pra apagar a luz e deitou. Me acomodei em cima dela e, enquanto beijava ela, ela passava as unhas no meu pau. Silvia: "Quero que você me mostre como você se tocava pensando em mim." Ajoelhei e comecei a bater uma enquanto olhava pra ela (sempre fui muito de olhar). Ela disse: "E quando você se tocava, o que pensava?" "Nos seus peitos", respondi. "Meus peitos? Você gosta?" "Me deixam louco", falei. "É? E mais o quê?" "Tudo, Silvi, tudo em você me excita", falei. Ela ajoelhou na minha frente e pediu pra eu acariciar os peitos dela, deixou os braços caídos enquanto eu passava as duas mãos neles. "Acaricia com uma mão e com a outra se toca", pediu. Enquanto eu batia uma e acariciava os peitos dela, que já estavam durinhos, ela começou a se tocar na buceta, tirou os dedos todos molhados e colocou na minha boca. Voltou a se tocar na buceta e passou o fluido dela na cabeça do meu pau. "Levanta", disse, e começou a chupar meu pau. "Então você foi embora com tesão, sem gozar?", perguntou. "Sim, fui embora muito excitado", falei. "Agora vou fazer você gozar", disse. Chupou mais um pouco e pediu pra eu deitar. Subiu em cima de mim e, inacreditavelmente, tava mais molhada que uma novinha de 20 anos. Se apoiou no meu peito e começou a rebolsar, eu apertava os peitos dela, coloquei as mãos no encosto da cama, chupava os peitos dela e acariciava a bunda enquanto ela se movia. Gozou com um gemido longo e... Começou a se mover mais rápido, vai gozar, gostoso? Vai gozar? E ela rebolava cada vez mais forte, me pediu pra colocar de quatro, sem sair da minha piroca ela se virou, descruzamos as pernas e fiquei ajoelhado atrás dela, metia nela e ela gemia, enfiei um dedo no cu dela e ela não falou nada, sendo uma gostosa de 48 anos, mãe de dois filhos, tinha uma bunda monumental. Comi ela mais um pouco com o dedo no cu... Tira esse dedo e enfia tudo em mim, ela disse. Eu, como bom menino, obedeci, entrou tudo de uma vez, me agarrei na cintura dela e comecei a meter muito forte por uns minutos até gozar, caí em cima dela sem sair da bunda dela e ela apertava as nádegas pra dentro com força, que delícia... Fica aí... Não sai, minha piroca começou a ficar dura de novo e ela continuava apertando com as nádegas. Uhhh, o que foi? De novo? Sim, Silvi. De novo, mas agora quero você sentada na piroca, sem sair, nos viramos e ela sentou, primeiro pra frente e pra trás e depois segurando meus joelhos pra cima e pra baixo, ela via como entrava e mais gemia e mais forte se movia, eu via minha porra escorrendo pela minha piroca, quando começou a inchar ela gozou, sentou com toda minha piroca enterrada até o fundo da bunda e virou pra mim, quero ver você quando gozar, ela disse, de novo pra cima e pra baixo, apoiando nos joelhos e segurando os peitos dela, gozei na hora. Que lindo você é! Tão pequeno e tão lindo, ela dizia. Ficamos um tempo deitados enquanto eu brincava com os bicos dos peitos dela, depois de um tempo levantamos, tomamos banho juntos e saímos. No carro ela diz: Eu usava como terapia comprar roupa, isso funciona melhor! Eu: Você gostou? Silvia: Muito bem, bebê. Eu: Eu também, mamãe. Silvia: Mamãe? Eu: Sim, se eu sou bebê... Você é mamãe, pode ser minha mamãe se quiser? Silvia: hahahahaha quase sua avó posso ser. Eu: Não, para de encanar com essa história de idade, você é uma gostosa e eu quero saber quantas pintas tem nesses peitos. Silvia: Ufa, são muitas. Eu: Bom, na próxima eu conto. Silvia: Próxima? Eu: Sim, a próxima. Ou você não quer? Mas? Silvia: não sei, vou pensar e na quinta te falo. Eu: tá bom... Falamos de outras besteiras e chegamos no meu trampo, cumprimentei ela com um beijo na bochecha e ela fala. Assim seco? Só na bochecha? Não sei... Vou pensar e na quinta te falo. Falei e desci do carro. Meus colegas, que eram tudo meio otário, começaram a me aplaudir. Valeu a todos por me seguir e pelos pontos! Até a próxima!
No sábado à noite, era a vez de sair com a Ludmila. Fomos ao cinema ver "Lendas da Paixão"... Sim, "Lendas da Paixão" (tudo isso aconteceu há muitos anos). A gata passou o filme inteiro chorando. Saímos, fomos comer alguma coisa e depois pro apê, já que naquela noite ele tava disponível. Na maioria das vezes, tava à minha disposição, porque tanto meu chefe quanto a maioria dos meus colegas eram casados.
A Lu, naquela noite, tava meio sensível, imagino que por causa do filme. Isso fez com que o sexo fosse diferente naquela noite: muitos beijos muito apaixonados da parte dela, subiu em cima de mim, abraçados, se movendo bem devagar, e eu mais parado do que ativo. Isso fez com que ela tivesse o primeiro orgasmo dela, silencioso, sem gemidos nem ofegos, mas sim com um suspiro longo e profundo. Ela ficou deitada em cima de mim e aí sim comecei a bombar ela enquanto ela ficava parada. Quando eu gozei, ela gozou junto comigo, e a gente dormiu naquela posição, com ela em cima de mim.
De madrugada, acordei e tirei ela de cima de mim. Ela ficou deitada de bruços e eu levantei pra pegar uma bebida gelada. Enquanto bebia um refrigerante, fiquei olhando pra rabeta dela... Era uma bunda linda. Me aproximei, comecei a beijar, a passar a língua ao longo do meio das nádegas dela, e ela fingiu que continuava dormindo. Beijos negros, língua, dedo, meio dedo pra dentro, e ela começou a gemer e ajeitou a rabeta pra eu poder trabalhar mais à vontade. Coloquei a pica com a cabeça toda babada e começou um joguinho de esfregar primeiro no cu dela, depois na buceta, de volta pro cu, e ela começou a se abrir. Uma punheta na rabeta e aquela bunda se abria cada vez mais: meia cabeça pra dentro, punheta, cabeça inteira pra dentro, punheta, e finalmente... Tudo dentro, era um mar de fluidos a buceta dela e a raba dela, eu pegava na bunda dela e com uma mão esfregava a buceta dela, ela teve um gozo forte e isso fez com que explodisse dentro da raba dela, com a bunda cheia de porra ela dormiu de novo e eu do lado dela... Depois de acordar fomos tomar banho, peguei ela de novo no chuveiro, inclinei ela e segurei pelos braços, ela gozou em questão de poucos minutos, eu não soltei ela até gozar, ela se ajoelhou, colocou a pica na boca e chupou um bom tempo debaixo da chuva do chuveiro, irritada por não conseguir me fazer gozar eu levantei ela e peguei contra a parede até gozarmos juntos. Fomos embora, deixei ela em casa e fui trabalhar. Antes de ir pro trabalho passei na padaria comprar umas coisinhas, era daquelas padarias antigas, o dono era um galego e você não podia se servir sozinho, tinha que pedir pra atendente. Peço uma dúzia e enquanto falava quais queria a mocinha que atendia me diz, cê é foda hein!? Essa mocinha se chamava Sandra, não era bonita, nem feia, mas tinha cara de ser bem puta, além disso não era mocinha da capital, era de Castelar e naquela época se notava muito a diferença entre uma e outra. Quando ela me disse isso de que eu era foda minha resposta foi, perdão? Sandra: É... Te vi umas vezes com a loira que usa uniforme, outra vez te vi com outra loira alta (a missioneira) e bem... Com sua namorada.. Eu: ah... Bom, cê tem toda ficha minha. (Enquanto pensava, filha da puta essa tá de olho no que eu faço) Sandra: bom, não tudo, não sei quantos anos você tem por exemplo, mas sei como você se chama. Eu: ha! Olha... Tô em desvantagem Sandra: por quê? Eu me chamo Sandra, tenho 22 anos e não tenho namorado... Eu: hahaha eu 18 e agora sim estamos iguais Sandra: viu? Hoje fecham às 2 vocês, né? Eu: não, 13:30... Vocês não fecham Sandra: não, mas eu saio às 2 Nessa hora não tive um treco porque era novo suponho, os fios se cruzaram e comecei a dar curto Eu: ah.... Sandra: bom, mais alguma coisa? Eu: ehhh não, obrigado
Sandra: bom, onde a gente se vê?
Eu: ehhh... Tenho que ficar no depósito fazendo o inventário, passa aqui quando sair.
Sandra: bom, beleza, dou uma passada.
Eu: beleza, te espero...
Sandra: sim, beleza, vou passar. Fui no caixa pagar e o espanhol me fala, cuidado com essa que é rapidíssima! Sim, sim, tranquilo, falei e fui embora, quando fechei a porta vi que o espanhol me olhava com um sorriso quase diabólico. Já no depósito, enquanto tomávamos chimarrão, contei pros meus colegas o que tinha rolado com a padeira. Um me fala, mano, tu vem numa maré... A verdade é que não acho que foi maré, mas sim que alguma coisa na minha cabeça tinha mudado. É, pode ser, falei. E outro colega me fala, e então... Mete ela no fundo e pronto. Não continuamos falando do assunto, quando fechamos um me fala, eu, mané, tem camisinha? Uhhh não, falei, agora vou comprar (tava mentindo, tinha vergonha de comprar camisinha). Ele me fala, toma, eu tenho, e tira uma da mochila dele e me deixa. Foram embora e eu fiquei fazendo o inventário da mercadoria pra passar pro meu chefe. Daí a pouco escuto boaaa tarde, era a Sandra, tava ali parada atrás da persiana. Abri a porta, ela entrou, me cumprimentou com um beijo e me fala, tô morrendo de fome, tem algo pra comer? Não sei por que, mas falei, não, e além disso antes faz mal... Ela começou a rir e me fala, antes de quê? Peguei na minha rola e falei, antes de você chupar ela... Ela veio até mim sem dizer nada, se ajoelhou e me fala, deixa eu ver? O que tem aí? Enquanto desafivelava minha calça, quando abriu, acariciou minha rola por cima da cueca e me fala, hmmmm parece que vou me encher com isso, puxou minha rola pra fora, bateu uma só vez de leve e fala, que rola linda você tem, e deu um beijo na cabeça, bateu mais uma e passou a língua por ela toda, bateu de novo e ficou olhando, levantou o olhar e me fala, não sabe a foda que vou te dar! Levantou e enquanto a gente se beijava, ela batia uma pra mim. Que rola gostosa, como você vai me comer a encher a use the word: buceta de porra com essa cock! Dizia, como pude (tava de calça no tornozelo) levei ela pro lado do escritório, pra chegar no escritório tinha que passar pelo depósito, ela fala, ai papai, não me diz que vai me comer em cima dos sacos de batata? (nem por puta tinha pensado nisso) quer que te coma aí? Sim, gostoso, quero que me coma aí! Levantei a calça e arrumei os sacos de um jeito que ficasse confortável pra nós dois. Peguei ela pela cintura e comecei a beijar a boca dela enquanto ela de novo foi atrás da minha cock, enquanto me punhetava, deixei ela de tetas, ela tinha umas tetas grandes (mais que a negra) acho que 110, com uns biquinhos bem pequenos e rosados, chupava as tetas dela e ela me punhetava cada vez mais forte, gemia, tava excitadíssima, deitei ela sobre os sacos, tirei o tênis e a calça sem tirar a calcinha, mordia a use the word: buceta por cima da calcinha e ela pegava no meu cabelo e falava, vai, vai, tira a calcinha e chupa ela toda, obedeci, tirei a calcinha e comecei a chupar a use the word: buceta já toda molhada, ela continuava pegando no meu cabelo e empurrava como se quisesse me meter dentro dela, enfia um dedo, ela fala, enfio um dedo e ela goza na hora, me come, me dá cock! exige. Tirei a calça, peguei a camisinha e enfiei a cock até o fundo. Ahhhh ela exclamou, sim, sim, que cock dura, me come, filho da puta! Enquanto eu comia ela, ela apertava as tetas, mordia os lábios, que dura que tu tem a cock, por deus! Gemia e ofegava. Filho da puta, vai me fazer gozar de novo! Vai, vai! Mais forte, vaiii, ahhhh gozo outra vez. Percebi que essa cutie era diferente, me animei e falo, que foi, puta? Não aguenta? 2 a 0, hein... Ela me olha e fala? Que eu não aguento? Agora tu vai ver, senta você, ela levantou, eu sentei nos sacos e ela subiu de costas pra mim, pegou minha cock, se ajeitou, colocou pra dentro e começou a mexer a cintura pra trás e pra frente, só a cintura, pegou minha mão Levo ela até o quarto, com minha mão e a dela entrelaçadas, esfregava o clitóris dela enquanto ela se mexia cada vez mais forte, gemia muito e respirava cada vez mais ofegante. Minha pica começou a inchar e ela sentiu. "Como tá gorda essa sua pica, quanta porra vai sair daí, sua puta..." Ela ficava mais excitada e esfregava o clitóris com mais força, e gozou de novo. "Ahhhh, siiiim, que delícia! Que gostoso!" Ela se levantou, me olhou e disse: "Seu filho da puta, comigo você não vai foder." Ajoelhou, tirou a camisinha e começou a chupar minha pica como nunca tinham chupado antes. Batia punheta, babava tudo, engasgava com a pica, tirava, respirava e enfiava de novo. Assim por uns minutos até que me fez gozar batendo punheta e colocando a língua só na cabeça da minha pica. Toda a porra no rosto dela, no pescoço e nos peitos. "Siiim, seu puto, siim, assim que eu queria, bem quentinha!" Ela chupou minha pica por mais um tempo até limpar. Levantou, pediu pra ir ao banheiro, se limpou, se vestiu de novo e enquanto se vestia disse: "Na próxima, quero que você me coma num hotel..." (A puta da mãe não só nunca tinha ido num hotel, como queria mais.) "E fica tranquilo, eu sou um túmulo, não quero namorado nem nada. Se você me comer uma vez por semana, já tá bom." "Fantástico", eu disse. Ela me cumprimentou, acariciou minha pica e disse: "Guarda um pouco pra mim." E foi embora. Terminei minhas coisas, voei pra casa e depois pro futebol (cheguei atrasado) e, como sempre, à noite fui pra casa da negra. Naquela noite, enquanto jantávamos, a mãe da negra me disse: "O que tá acontecendo com você? Cada dia mais olheira... Não tá se drogando com alguma coisa, tá?" "Não, não, senhora. Tô bem, só cansado, muito trabalho." "Ahhh, bom, você precisa descansar mais", ela disse. Quando terminamos de comer, fomos com a negra comprar um sorvete. Quando chegamos na sorveteria, vi que a Ludmila estava lá dentro com a irmã e o namorado dela. Rápido, virei pra negra e falei: "Uhhh, a puta da mãe, tá aquele filho da puta ali. atendendo, vamos pra outra. E salvei minha morte com uma casquinha enfiada na garganta. Enquanto a gente ia pra outra sorveteria, a negra me perguntou o que rolava com o cara que atendia a sorveteria, inventei uma briga de bairro antiga e ficou por isso. Mais tarde, cada um pra sua casa. Na segunda, contei pros meus colegas como tinha sido com a Sandra e, a partir daí, ganhei um certo respeito. Aumentado pela situação, contei da Silvia e já achavam demais, não acreditavam em mim. Decidiram envolver meu chefe, e meu chefe me olhava enquanto meus colegas contavam. Quando terminaram de contar, ele me diz: "Ela tem 48 anos mesmo?" "Sim", falei. "Não é possível...", ele disse. "Tô falando sério", respondi. Ele disse: "Bom, liga pra ela, manda ela vir...". "Hã? E como eu mando ela vir?" "Ah, não sei, problema seu", ele falou. Pedi pra usar o telefone do local e liguei pra ela. Ela atendeu. Eu: "Oi, Silvi?" Silvia: "Oi, sim..." Eu: "Como você tá? Sei que a gente combinou de se ver na quinta, mas queria saber como você estava." Silvia: "Bem, bem... Tô saindo pra fazer umas coisas." Eu: "Ah... Coisas de banco?" Silvia: "Não, na verdade dar uma volta e comprar umas roupas." Eu: "Ah... Beleza, quer que eu te acompanhe?" Silvia: "Não, não, tá tranquilo. Além disso, você não tá trabalhando?" Eu: "Tô, tô trabalhando, mas meu chefe me deve horas e eu tava guardando pra quando precisasse, e a verdade é que se eu puder dar um pulo do trabalho, melhor." Silvia: "Bom... Então beleza, me acompanha." Eu: "Beleza, você vai de carro?" Silvia: "Sim, tava pensando em ir no Paseo Alcorta." Eu: "Beleza, passa me pegar no trabalho e a gente vai." Silvia: "Beleza, me dá o endereço." Dei o endereço e, quando desliguei, meu chefe me diz: "O que você tá fazendo? Aonde você vai?" "Bom... você que falou pra eu mandar ela vir... Não achei outro jeito." Meu chefe começou a rir e falou: "Beleza, vai, mas hoje você fica até fechar." "Ok", falei. Umas 40 minutos depois, a Silvia chegou, buzinou, me aproximei, cumprimentei e falei pra ela esperar que eu lavava as mãos e voltava. Larguei o avental, lavei o rosto e fui. Pus as mãos e entrei no carro dela. No caminho, a gente ia conversando sobre várias coisas, até que num momento perguntei se ela tinha gostado do que rolou entre a gente. Ela disse que sim, mas que justamente queria falar comigo sobre aquilo, que eu era muito novo e podia ser filho dela.
Eu: é, verdade. Mas não sou... Além disso, quer saber de uma coisa?
Silvia: o quê?
Eu: outro dia fui embora muito puto.
Silvia: por quê? Não gostou?
Eu: olha... ir embora de brocha sem gozar não é muito legal.
Silvia: como? Você não gozou?
Eu: não... Você não percebeu?
Silvia: não... A verdade é que não, tava tão melada que pensei que você tinha gozado sim, tem certeza?
Eu: claro... Se eu não tenho certeza, quem vai ter...
Silvia: você tá me zoando, tudo isso não pode ser meu...
Eu: juro que sim, não gozei.
Silvia: não, não pode ser, você tá enganado.
Eu: não, Silvi, de verdade, não gozei, bati uma quando cheguei em casa porque tava com os ovos doendo.
Silvia: você se tocou pensando em mim?
Eu: sim... por quê?
Silvia: pera, você se tocou pensando em mim ou em outra pessoa?
Eu: não, Silvi, em você... Se você me deixou todo excitado.
Silvia: ahhh, não acredito em você, uffff! (Ela se abana com a mão). Nossa... Que calor, que horas você tem que voltar?
Eu: não tenho hora, por quê?
Silvia: por nada...
Ficamos em silêncio e depois de algumas quadras ela para o carro, me pede um beijo. Beijo ela de língua até o fundo e ela diz: me leva pra um motel. (Ops)
Eu: Silvi... nunca fui num motel.
Silvia: uh! Eu também não...
Eu: uh... Que merda! E como a gente faz?
Silvia: não sei...
Eu: bom, vamos procurar um e vê no que dá...
Silvia: tá, mas eu não conheço nenhum.
Vejo que tinha um homem na calçada, era daqueles que vendem ticket pra estacionar. Desço do carro e pergunto: bom dia, chefe, sabe de um motel por aqui? Sim, olha, vai reto por quatro quadras, vira à esquerda mais duas e vai ver um antes de chegar na esquina. Passo entre San Luis e Córdoba, nunca mais esqueço! Procuramos onde deixar o carro e voltamos pro motel a pé. Passamos 3 vezes na frente da porta e a Silvia não tinha coragem de entrar, tava com vergonha. Falei: "Bom, já tamo aqui, vamos entrar, no máximo vão nos expulsar..." E fomos, entramos. Fui direto pro caixa e, sem ver quem caralhos tava do outro lado, falei: "Boa tarde... Como é que funciona aqui? É a primeira vez que venho num lugar assim." A voz de uma mulher respondeu: "40 minutos, 15 conto. 2 horas, 25..." Falei: "2 horas" e paguei. "Quarto 23, segundo andar, pela escada..." Subimos, entramos e era muito parecido com o escritório do meu chefe. Peguei a Silvi, tirei ela pelada em segundos, e ela falou: "Para, tenho que ir no banheiro." Enquanto ela entrava no banheiro, eu fiquei pelado também. Ela saiu, pediu pra apagar a luz e deitou. Me acomodei em cima dela e, enquanto beijava ela, ela passava as unhas no meu pau. Silvia: "Quero que você me mostre como você se tocava pensando em mim." Ajoelhei e comecei a bater uma enquanto olhava pra ela (sempre fui muito de olhar). Ela disse: "E quando você se tocava, o que pensava?" "Nos seus peitos", respondi. "Meus peitos? Você gosta?" "Me deixam louco", falei. "É? E mais o quê?" "Tudo, Silvi, tudo em você me excita", falei. Ela ajoelhou na minha frente e pediu pra eu acariciar os peitos dela, deixou os braços caídos enquanto eu passava as duas mãos neles. "Acaricia com uma mão e com a outra se toca", pediu. Enquanto eu batia uma e acariciava os peitos dela, que já estavam durinhos, ela começou a se tocar na buceta, tirou os dedos todos molhados e colocou na minha boca. Voltou a se tocar na buceta e passou o fluido dela na cabeça do meu pau. "Levanta", disse, e começou a chupar meu pau. "Então você foi embora com tesão, sem gozar?", perguntou. "Sim, fui embora muito excitado", falei. "Agora vou fazer você gozar", disse. Chupou mais um pouco e pediu pra eu deitar. Subiu em cima de mim e, inacreditavelmente, tava mais molhada que uma novinha de 20 anos. Se apoiou no meu peito e começou a rebolsar, eu apertava os peitos dela, coloquei as mãos no encosto da cama, chupava os peitos dela e acariciava a bunda enquanto ela se movia. Gozou com um gemido longo e... Começou a se mover mais rápido, vai gozar, gostoso? Vai gozar? E ela rebolava cada vez mais forte, me pediu pra colocar de quatro, sem sair da minha piroca ela se virou, descruzamos as pernas e fiquei ajoelhado atrás dela, metia nela e ela gemia, enfiei um dedo no cu dela e ela não falou nada, sendo uma gostosa de 48 anos, mãe de dois filhos, tinha uma bunda monumental. Comi ela mais um pouco com o dedo no cu... Tira esse dedo e enfia tudo em mim, ela disse. Eu, como bom menino, obedeci, entrou tudo de uma vez, me agarrei na cintura dela e comecei a meter muito forte por uns minutos até gozar, caí em cima dela sem sair da bunda dela e ela apertava as nádegas pra dentro com força, que delícia... Fica aí... Não sai, minha piroca começou a ficar dura de novo e ela continuava apertando com as nádegas. Uhhh, o que foi? De novo? Sim, Silvi. De novo, mas agora quero você sentada na piroca, sem sair, nos viramos e ela sentou, primeiro pra frente e pra trás e depois segurando meus joelhos pra cima e pra baixo, ela via como entrava e mais gemia e mais forte se movia, eu via minha porra escorrendo pela minha piroca, quando começou a inchar ela gozou, sentou com toda minha piroca enterrada até o fundo da bunda e virou pra mim, quero ver você quando gozar, ela disse, de novo pra cima e pra baixo, apoiando nos joelhos e segurando os peitos dela, gozei na hora. Que lindo você é! Tão pequeno e tão lindo, ela dizia. Ficamos um tempo deitados enquanto eu brincava com os bicos dos peitos dela, depois de um tempo levantamos, tomamos banho juntos e saímos. No carro ela diz: Eu usava como terapia comprar roupa, isso funciona melhor! Eu: Você gostou? Silvia: Muito bem, bebê. Eu: Eu também, mamãe. Silvia: Mamãe? Eu: Sim, se eu sou bebê... Você é mamãe, pode ser minha mamãe se quiser? Silvia: hahahahaha quase sua avó posso ser. Eu: Não, para de encanar com essa história de idade, você é uma gostosa e eu quero saber quantas pintas tem nesses peitos. Silvia: Ufa, são muitas. Eu: Bom, na próxima eu conto. Silvia: Próxima? Eu: Sim, a próxima. Ou você não quer? Mas? Silvia: não sei, vou pensar e na quinta te falo. Eu: tá bom... Falamos de outras besteiras e chegamos no meu trampo, cumprimentei ela com um beijo na bochecha e ela fala. Assim seco? Só na bochecha? Não sei... Vou pensar e na quinta te falo. Falei e desci do carro. Meus colegas, que eram tudo meio otário, começaram a me aplaudir. Valeu a todos por me seguir e pelos pontos! Até a próxima!
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