ligação:https://youtu.be/PtN0FDWsv-o
Laura, recentemente divorciada, estranha as delícias do sexo... tentou suprir essa falta com brinquedos sexuais sem obter um resultado satisfatório... sua filha Adelaida, recentemente chegada, tenta preencher esse vazio anímico e sexual... logrará?
Laura estava acostada na sua cama, havia chegado de uma reunião de amigas com uns tragos de mais, uma reunião supostamente para passar um rato agradável se havia convertido para ela em uma pesadilla... A razão era muito simples, Laura estava divorciada e fazia tempo que não desfrutava do sexo, isso para uma pessoa normal era suportável mas não para ela que era uma adicta sexual... assim de simples... gostava do sexo em todas suas apresentações embora tivesse como toda mulher marcadas preferências por algumas práticas que de pronto eram vistas por suas amigas como relações escabrosas... mas ela fazia e desfrutava o que, em seu entender, era permitido e agradável... mas agora o que estava acontecendo? Nessa reunião bendita após disfrutar de uns tragos, a maioria de suas amigas se dedicavam a falar das suas pilatunas sexuais... e aqui ela se quedava sem tema... embora estivesse divorciada não tinha por agora um amante estável... A verdade era que, após ver tantos espelhos ao seu redor, lhe dava medo emprender uma aventura apenas pelo fato de ter um homem e sobretudo de um tema para falar... mas sendo tão adictiva como Laura fazia para acalmar esses ímpetus sexuais que a devoravam à noite?... simples... um completo set de joguetes sexuais serviam para aliviar esse fogo uterino que a abrasava... tinha consoladores de diversos cores, tamanhos e materiais... No entanto, a manipulação desses artefatos muitas vezes não a deixava satisfeita... Faltava algo essencial e era o calor humano de outra pessoa... um consolador podia passar uma e mil vezes por seus lábios vaginais e roçar seu clítoris em uma vez, mas nunca era comparável com sentir uma língua deslizando-se lentamente pelo entorno da sua vagina e penetrando essa gruta de prazer... ou com um dedo joguetão explorando suas paredes vaginais com movimentos friamente calculados para sacar o maior prazer... Por estar nessa elucubração não se deu conta e a taça de vinho havia acabado... ainda tinha muitas vontades de beber e se serviu um... Boa bebida para mitigar aquele calor que já a estava incomodando... antes de se deitar, se olhou no espelho... a imagem lhe refletiu o rosto de uma mulher com um rosto agradável... um corpo que invejaría uma quinceañera... uns senos turgentes e deliciosamente grandes... usava uma bata de dormir satínada de cor vermelha... gostava desse cor pois a relacionava com o desejo apasionado que sempre levava em seu interior... se tirou o sutiã que aprisionava essas deliciosas tetas e também o calção vermelho para quedar praticamente nua... se deitou na sua cama macia e começou a degustar o delicioso vinho... sua bata de dormir praticamente ficou aberta apenas meio fechada por um laço que estava prestes a soltar-se... com sua mão direita levou a taça aos lábios enquanto com a esquerda acariciava seus seios... fazia muito calor naquela peça e o licor muito rapidamente a sumiu em um estado de sonolência... não estava dormindo, tampouco estava desperta, mas sua mente começou a processar imagens de mulheres, de suas amigas, do seu ex-marido, de muitas pessoas que diretamente ou indiretamente haviam influído na sua vida sentimental, ao final de uma maneira súbita e incomprensível se colou a imagem da sua filha Adelaida... foi uma sucessão de imagens de sua filha em uma cronologia ascendente, desde ver ela desde que era uma bebê, luego uma menina e agora uma jovem bonita e atraente... foi uma visão evanescente que durou muito pouco tempo no seu cérebro mas que tentou sacá-la desse estado meio imaginário meio real... por que se havia aparecido a imagem da sua filha? ... ela também havia estado ausente pois estudava interna na capital... só após o divórcio do pai de sua filha havia regressado... agora ela devia cuidar e proteger... brindar-lhe muito amor e compreensão... não tinha ideia como iria lograr esse objetivo mas tentaria... Estava absorvida em seus pensamentos quando alguns toques suaves na porta e um empurrãozinho deixaram seu quarto de dormir aberto, a bela jovem entrou vestida com um pequeno baby doll Transparente que deixava sua figura juvenil ao descoberto, embora fosse apenas uma garota adolescente, as curvas do seu corpo a mostravam como uma jovem muito sexy, seus seios eram perfeitamente redondos e muito brancos, seus pezones roxos eram o único adorno de cor em seu alvo corpo... abaixo um triângulo dourado indicava sua pequena vagina que sobressaía do seu abdome plano nesse Monte de Vênus... Adelaida com voz trémula disse a Laura que estava assustada, alguns ruídos não identificados a haviam enchido de temor e lhe pediu que a deixasse acostar com ela... Laura ainda nesse estado de sonho viu sua filha como uma pequena deusa que desejava estar ao seu lado... se incorporou um pouco e colocou sua cabeça sobre a almofada, Adelaida se acostou ao seu lado esquerdo e se apertou contra o seu corpo... Laura com sua mão esquerda a tomou da cabeça e com sua mão direita pegou as mãos de sua filha que optou por tomar uma posição fetal que lhe permitiu abraçar a sua mãe... com sua mão esquerda começou a acariciar as pernas de Laura, abrindo um pouco a bata a garota se encontrou com a vagina de sua mãe que meio escondida em um tapiz de velhos negros e ensortijados havia quedado à sua disposição, como uma criança joguetona Adelaida insistiu em tratar de jogar com esses rizos negros enquanto Laura lhe dizia que não o fizesse... no entanto o tom da sua voz não era autoritário e mais bem se deduzia que era permissivo, Laura lhe disse a sua filha que não devia acariciarla mas Adelaida embora a mirasse à cara atendendo suas ordens sua mão continuou abrindo-se caminho por entre os velhos ensortijados logrando ao final encontrar a entrada daquela vagina... apenas o dedo inquieto de Adelaida tocou essa vagina húmida o tom autoritário da voz de Laura se foi desvanecendo e algumas muecas de prazer começaram a aflorar no seu rosto... Adelaida abriu mais a bata e subiu sua perna sobre o corpo de Laura... se zafou da mão da sua mãe e aproximando o rosto pôde ver essa vulva apetitosa e luxuriosa... se quedou. Alelada, contemplando como um menino que vê como se materializa um sonho impossível... colocou sua mão sobre essa vulva e apertando-a simultaneamente buscou a boca de sua mãe e começou a beijá-la...
Laura confundida inicialmente havia apertado seus lábios, mas a pressão daquela mão em seu sexo e a insistência da língua de Adelaida para meter-se em sua boca fizeram que cedesse às pretensões daquela filha lasciva... Laura correspondeu o beijo de sua filha com muita intensidade...
Adelaida desceu seu pequeno calção e praticamente se acasalou sobre sua mãe... enquanto a seguia beijando, suas mãos começaram a acariciar aquelas tetas imensas e sua boca foi para pousar nos pezones eretos... Adelaida percorria com sua língua as areolas escuras e chupava com fruição os desafiantes pitões de sua mãe...
Laura não aguentou mais e, tirando completamente a bata, se entregou à filha para que a acariciasse intensamente... antes lhe tirou a blusa da filha e se deu um festim chupando e acariciando aqueles seios juvenis... abria sua boca para tratar de aprisionar com seus lábios todo o pezão e parte do seu seio... queria estrangulá-los... então, tomando-a da cabeça, a baixou para que chupasse todas as melas que estava derramando por ela...
Laura abriu completamente suas pernas, sua vulva ficou completamente aberta e seus lábios vaginais se abriram gustosamente para receber o ímpeto dos dedos de Adelaida, que começaram a meter-se e sair por essa gruta, arrancando gritos de lascívia a Laura... os uivos proferidos por sua mãe eram como um estímulo adicional para que esses dedos se metessem cada vez mais profundamente naquela ranura abissal...
Laura estava descomprometida... leves estertores sacudiam seu corpo fora de controle... suas mãos frotavam seus seios com movimentos frenéticos que mais que carícias pareciam torturas masoquistas... Adelaida, quando viu que sua mãe estava chegando ao anhelado orgasmo... retirou os dedos da vagina e os meteu no ânus oferente de sua progenitora... tardou um pouco, mas aquela carícia... Acabou de enlouquecer Laura... começou a sacudir-se violentamente e Adelaida, supremamente excitada, metia-lhe os dedos no seu cu... um grito enchegou a peça e Laura, entre blasfêmias, imprecações e aulidos, alcançou o clímax do prazer...
Laura havia dado tudo, mas por agora não havia recebido nada... agora ela buscaria seu orgasmo e todo às mãos de sua mãe, ao vê-la desfalecida na cama, subiu-se horcajadas nas tetas de sua mãe, colocando-lhe o seu pussy na boca para que Laura começasse a lamber sua vagina ardente, enquanto ela se frotava os seus seios com desesperação e se pellizcava os seus pezones parados que haviam adquirido uma longitude adicional... sua mãe deslocava a sua língua por sua cuquita produzindo-lhe prazeres inéditos...
Ao ver que Laura estava um pouco incómoda, ela baixou-se e se acostou na cama... abriu suas pernas e Laura, novamente excitada, se abalanzou sobre essa vagina ardente e começou com a sua língua a recorrer-la enquanto Adelaida se frotava os seus seios e começava a gritar... sua mãe começou a dar-lhe dedos com violência, queria sentir-se no papel de um homem que não só penetrava uma vagina, mas partia-a em dois... seus movimentos tornaram-se cada vez mais intensos e Adelaida começou a sentir que se elevava... então um intenso oleaje de calor correu por seu corpo e após um súbito desvanecimento... seu orgasmo chegou como uma explosão de cores e raios... em seguida, um tremendo descanso... mas Laura queria que sua filha sentisse essa inmensa emoção de uma penetrada pelo cu... voltou a chupar essa vagina cheia de eflúvios... essa vez se concentrou nesse clítoris da sua filha que era realmente delicioso... era um pênis em pequena escala e recordando o cock da sua ex-pareira começou a lamber-lhe delicadamente... Adelaida ficou inmensamente cachonda e Laura aproveitou para baixar a sua língua ao orifício virginal do seu ânus para começar a penetrar com a sua língua essa pequena porta... Adelaida, enquanto isso, começou a masturbar-se com a sua mão direita, enquanto com a esquerda se restregava com furia. sus seios... Laura com seu dedo lubrificado começou a derrubar a porta fechada e, finalmente, o seu dedo indicador conseguiu derrubar essa resistência e o dedo escorregou por esse recto virgem arrancando um grito de dor e prazer...meteu-se quase até a metade...ali Laura começou a mover seu dedo e tocar essas paredes retas fazendo gemir sua filha de paixão...sacou o dedo e novamente, ao passar o pequeno intruso pelo esfíncter anal, produziu um escozor deliciosamente doloroso...Laura queria mais e agora com seus dois dedos novamente franqueou a porta já abatida e empurrou até o fundo para fazer gemir novamente de emoção a Adelaida...o orgasmo devido à sua masturbação já vinha em caminho quando os movimentos intensos em seu recto fizeram que quase sincronizadamente as emoções em seu clítoris e em seu recto se unificassem para obter o mais intenso orgasmo...mãe e filhas ficaram ali...estendidas naquela cama que foi testemunha do desenfrenado sexualismo dessas duas mulheres...já não estavam sozinhas...e essa era uma bela realidade que a partir de hoje tratariam de desfrutar ao máximo...
Laura, recentemente divorciada, estranha as delícias do sexo... tentou suprir essa falta com brinquedos sexuais sem obter um resultado satisfatório... sua filha Adelaida, recentemente chegada, tenta preencher esse vazio anímico e sexual... logrará?
Laura estava acostada na sua cama, havia chegado de uma reunião de amigas com uns tragos de mais, uma reunião supostamente para passar um rato agradável se havia convertido para ela em uma pesadilla... A razão era muito simples, Laura estava divorciada e fazia tempo que não desfrutava do sexo, isso para uma pessoa normal era suportável mas não para ela que era uma adicta sexual... assim de simples... gostava do sexo em todas suas apresentações embora tivesse como toda mulher marcadas preferências por algumas práticas que de pronto eram vistas por suas amigas como relações escabrosas... mas ela fazia e desfrutava o que, em seu entender, era permitido e agradável... mas agora o que estava acontecendo? Nessa reunião bendita após disfrutar de uns tragos, a maioria de suas amigas se dedicavam a falar das suas pilatunas sexuais... e aqui ela se quedava sem tema... embora estivesse divorciada não tinha por agora um amante estável... A verdade era que, após ver tantos espelhos ao seu redor, lhe dava medo emprender uma aventura apenas pelo fato de ter um homem e sobretudo de um tema para falar... mas sendo tão adictiva como Laura fazia para acalmar esses ímpetus sexuais que a devoravam à noite?... simples... um completo set de joguetes sexuais serviam para aliviar esse fogo uterino que a abrasava... tinha consoladores de diversos cores, tamanhos e materiais... No entanto, a manipulação desses artefatos muitas vezes não a deixava satisfeita... Faltava algo essencial e era o calor humano de outra pessoa... um consolador podia passar uma e mil vezes por seus lábios vaginais e roçar seu clítoris em uma vez, mas nunca era comparável com sentir uma língua deslizando-se lentamente pelo entorno da sua vagina e penetrando essa gruta de prazer... ou com um dedo joguetão explorando suas paredes vaginais com movimentos friamente calculados para sacar o maior prazer... Por estar nessa elucubração não se deu conta e a taça de vinho havia acabado... ainda tinha muitas vontades de beber e se serviu um... Boa bebida para mitigar aquele calor que já a estava incomodando... antes de se deitar, se olhou no espelho... a imagem lhe refletiu o rosto de uma mulher com um rosto agradável... um corpo que invejaría uma quinceañera... uns senos turgentes e deliciosamente grandes... usava uma bata de dormir satínada de cor vermelha... gostava desse cor pois a relacionava com o desejo apasionado que sempre levava em seu interior... se tirou o sutiã que aprisionava essas deliciosas tetas e também o calção vermelho para quedar praticamente nua... se deitou na sua cama macia e começou a degustar o delicioso vinho... sua bata de dormir praticamente ficou aberta apenas meio fechada por um laço que estava prestes a soltar-se... com sua mão direita levou a taça aos lábios enquanto com a esquerda acariciava seus seios... fazia muito calor naquela peça e o licor muito rapidamente a sumiu em um estado de sonolência... não estava dormindo, tampouco estava desperta, mas sua mente começou a processar imagens de mulheres, de suas amigas, do seu ex-marido, de muitas pessoas que diretamente ou indiretamente haviam influído na sua vida sentimental, ao final de uma maneira súbita e incomprensível se colou a imagem da sua filha Adelaida... foi uma sucessão de imagens de sua filha em uma cronologia ascendente, desde ver ela desde que era uma bebê, luego uma menina e agora uma jovem bonita e atraente... foi uma visão evanescente que durou muito pouco tempo no seu cérebro mas que tentou sacá-la desse estado meio imaginário meio real... por que se havia aparecido a imagem da sua filha? ... ela também havia estado ausente pois estudava interna na capital... só após o divórcio do pai de sua filha havia regressado... agora ela devia cuidar e proteger... brindar-lhe muito amor e compreensão... não tinha ideia como iria lograr esse objetivo mas tentaria... Estava absorvida em seus pensamentos quando alguns toques suaves na porta e um empurrãozinho deixaram seu quarto de dormir aberto, a bela jovem entrou vestida com um pequeno baby doll Transparente que deixava sua figura juvenil ao descoberto, embora fosse apenas uma garota adolescente, as curvas do seu corpo a mostravam como uma jovem muito sexy, seus seios eram perfeitamente redondos e muito brancos, seus pezones roxos eram o único adorno de cor em seu alvo corpo... abaixo um triângulo dourado indicava sua pequena vagina que sobressaía do seu abdome plano nesse Monte de Vênus... Adelaida com voz trémula disse a Laura que estava assustada, alguns ruídos não identificados a haviam enchido de temor e lhe pediu que a deixasse acostar com ela... Laura ainda nesse estado de sonho viu sua filha como uma pequena deusa que desejava estar ao seu lado... se incorporou um pouco e colocou sua cabeça sobre a almofada, Adelaida se acostou ao seu lado esquerdo e se apertou contra o seu corpo... Laura com sua mão esquerda a tomou da cabeça e com sua mão direita pegou as mãos de sua filha que optou por tomar uma posição fetal que lhe permitiu abraçar a sua mãe... com sua mão esquerda começou a acariciar as pernas de Laura, abrindo um pouco a bata a garota se encontrou com a vagina de sua mãe que meio escondida em um tapiz de velhos negros e ensortijados havia quedado à sua disposição, como uma criança joguetona Adelaida insistiu em tratar de jogar com esses rizos negros enquanto Laura lhe dizia que não o fizesse... no entanto o tom da sua voz não era autoritário e mais bem se deduzia que era permissivo, Laura lhe disse a sua filha que não devia acariciarla mas Adelaida embora a mirasse à cara atendendo suas ordens sua mão continuou abrindo-se caminho por entre os velhos ensortijados logrando ao final encontrar a entrada daquela vagina... apenas o dedo inquieto de Adelaida tocou essa vagina húmida o tom autoritário da voz de Laura se foi desvanecendo e algumas muecas de prazer começaram a aflorar no seu rosto... Adelaida abriu mais a bata e subiu sua perna sobre o corpo de Laura... se zafou da mão da sua mãe e aproximando o rosto pôde ver essa vulva apetitosa e luxuriosa... se quedou. Alelada, contemplando como um menino que vê como se materializa um sonho impossível... colocou sua mão sobre essa vulva e apertando-a simultaneamente buscou a boca de sua mãe e começou a beijá-la...
Laura confundida inicialmente havia apertado seus lábios, mas a pressão daquela mão em seu sexo e a insistência da língua de Adelaida para meter-se em sua boca fizeram que cedesse às pretensões daquela filha lasciva... Laura correspondeu o beijo de sua filha com muita intensidade...
Adelaida desceu seu pequeno calção e praticamente se acasalou sobre sua mãe... enquanto a seguia beijando, suas mãos começaram a acariciar aquelas tetas imensas e sua boca foi para pousar nos pezones eretos... Adelaida percorria com sua língua as areolas escuras e chupava com fruição os desafiantes pitões de sua mãe...
Laura não aguentou mais e, tirando completamente a bata, se entregou à filha para que a acariciasse intensamente... antes lhe tirou a blusa da filha e se deu um festim chupando e acariciando aqueles seios juvenis... abria sua boca para tratar de aprisionar com seus lábios todo o pezão e parte do seu seio... queria estrangulá-los... então, tomando-a da cabeça, a baixou para que chupasse todas as melas que estava derramando por ela...
Laura abriu completamente suas pernas, sua vulva ficou completamente aberta e seus lábios vaginais se abriram gustosamente para receber o ímpeto dos dedos de Adelaida, que começaram a meter-se e sair por essa gruta, arrancando gritos de lascívia a Laura... os uivos proferidos por sua mãe eram como um estímulo adicional para que esses dedos se metessem cada vez mais profundamente naquela ranura abissal...
Laura estava descomprometida... leves estertores sacudiam seu corpo fora de controle... suas mãos frotavam seus seios com movimentos frenéticos que mais que carícias pareciam torturas masoquistas... Adelaida, quando viu que sua mãe estava chegando ao anhelado orgasmo... retirou os dedos da vagina e os meteu no ânus oferente de sua progenitora... tardou um pouco, mas aquela carícia... Acabou de enlouquecer Laura... começou a sacudir-se violentamente e Adelaida, supremamente excitada, metia-lhe os dedos no seu cu... um grito enchegou a peça e Laura, entre blasfêmias, imprecações e aulidos, alcançou o clímax do prazer...
Laura havia dado tudo, mas por agora não havia recebido nada... agora ela buscaria seu orgasmo e todo às mãos de sua mãe, ao vê-la desfalecida na cama, subiu-se horcajadas nas tetas de sua mãe, colocando-lhe o seu pussy na boca para que Laura começasse a lamber sua vagina ardente, enquanto ela se frotava os seus seios com desesperação e se pellizcava os seus pezones parados que haviam adquirido uma longitude adicional... sua mãe deslocava a sua língua por sua cuquita produzindo-lhe prazeres inéditos...
Ao ver que Laura estava um pouco incómoda, ela baixou-se e se acostou na cama... abriu suas pernas e Laura, novamente excitada, se abalanzou sobre essa vagina ardente e começou com a sua língua a recorrer-la enquanto Adelaida se frotava os seus seios e começava a gritar... sua mãe começou a dar-lhe dedos com violência, queria sentir-se no papel de um homem que não só penetrava uma vagina, mas partia-a em dois... seus movimentos tornaram-se cada vez mais intensos e Adelaida começou a sentir que se elevava... então um intenso oleaje de calor correu por seu corpo e após um súbito desvanecimento... seu orgasmo chegou como uma explosão de cores e raios... em seguida, um tremendo descanso... mas Laura queria que sua filha sentisse essa inmensa emoção de uma penetrada pelo cu... voltou a chupar essa vagina cheia de eflúvios... essa vez se concentrou nesse clítoris da sua filha que era realmente delicioso... era um pênis em pequena escala e recordando o cock da sua ex-pareira começou a lamber-lhe delicadamente... Adelaida ficou inmensamente cachonda e Laura aproveitou para baixar a sua língua ao orifício virginal do seu ânus para começar a penetrar com a sua língua essa pequena porta... Adelaida, enquanto isso, começou a masturbar-se com a sua mão direita, enquanto com a esquerda se restregava com furia. sus seios... Laura com seu dedo lubrificado começou a derrubar a porta fechada e, finalmente, o seu dedo indicador conseguiu derrubar essa resistência e o dedo escorregou por esse recto virgem arrancando um grito de dor e prazer...meteu-se quase até a metade...ali Laura começou a mover seu dedo e tocar essas paredes retas fazendo gemir sua filha de paixão...sacou o dedo e novamente, ao passar o pequeno intruso pelo esfíncter anal, produziu um escozor deliciosamente doloroso...Laura queria mais e agora com seus dois dedos novamente franqueou a porta já abatida e empurrou até o fundo para fazer gemir novamente de emoção a Adelaida...o orgasmo devido à sua masturbação já vinha em caminho quando os movimentos intensos em seu recto fizeram que quase sincronizadamente as emoções em seu clítoris e em seu recto se unificassem para obter o mais intenso orgasmo...mãe e filhas ficaram ali...estendidas naquela cama que foi testemunha do desenfrenado sexualismo dessas duas mulheres...já não estavam sozinhas...e essa era uma bela realidade que a partir de hoje tratariam de desfrutar ao máximo...
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