Vizinha Gostosa e Amigável

Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=10LDYdbkIeY


Sou Kaelhy, 31 anos. . Madrilenha.
Quando cheguei no México, passei 10 dias num hostel enquanto procurava meus parentes, tinha perdido o único número de telefone, e tava toda ferrada.. Andei por ruas perto do aeroporto da capital, e me indicaram aquele hostel... Entrei e fui atendida por um cara meio sem educação, braços e pescoço cheios de tatuagens, ele me deu as chaves de um quarto e se ofereceu pra levar minhas duas malas, tentei puxar conversa com ele, mas ele só sorriu, eu falei: Puxa, então você sabe sorrir... Dei uma gorjeta pra ele e ele foi embora....

Tentei tomar um banho, mas quando entrei no banheiro, um bicho enorme me fez gritar e sair correndo pra trás, bateram na porta e eu atendi com a toalha enrolada no corpo.
Uma cara com um sorrisão entrou e acabou com a maldita barata, ela disse o nome, Martha, e me ajudou a mudar de quarto, o próximo cômodo era mais espaçoso e limpo, ela me explicou que ia ter o mesmo preço pra mim....

Tô me perguntando se tinha comido algo, e falei que não, ela disse: "toma um banho e me espera no meu apê". Saí procurando onde era o tal "apê", já tava me esperando na porta, entrei e tinha um cheiro delicioso, me serviu sopa de arroz com tempero, e colocou um potinho de molho, bem pouco, e meu estômago começou a passar mal. Ela foi me "ensinando" a comer o sabor nacional, terminei, e me deu umas almôndegas com molho de tomatillo e chipotle, e lá vou eu de novo. Uma coceira danada, mas não tinha mais nada pra botar na boca.

Me ofereceu ficar com Ela vendo TV, e enquanto isso a gente conversava sobre por que eu tava no México, me ofereceu um copo de Tequila, falei que em Madrid já tinha tomado e que era muito forte, mesmo assim, fui bebendo a Tequila, e mais tarde fui descansar.

No dia seguinte, passei o dia procurando numa lista telefônica, e pelo menos os primeiros 50 não eram parentes, e deixei a busca de lado por enquanto, fui comer num lugar, e a conta foi de 350 pesos mexicanos, cheguei na Martha e soltei o comentário sobre a conta, ela disse irritada: "Que porra é essa? Vem, vamos ver isso." E a gente caminhou um bocado, Uau. Parecia uma mãe felina defendendo o filhote. E colocaram na mão dela 300 pesos. E ela falou: "Não, mãozinha, você vai comer em casa e não vou te cobrar nada. Até você encontrar sua família." E a partir daquele dia, a Martha cuidava de mim.

Uma tarde cheguei e Ela não tava, fui pro meu quarto e tomei um banho, mais tarde, fui na Martha, chamei e ela disse: "Entra, Kaelhy." Ela tava tomando banho, e enquanto eu sentei pra esperar, a gente conversava assim, e de repente ela sai secando o cabelo com a mesma toalha, completamente pelada, não tem motivo pra vergonha, mas não pude negar que fiquei impressionado com o corpo dela, uma mulher de 55 anos com uma firmeza de carnes que, de olho, qualquer homem tiraria a sorte grande. Começou a se vestir, era muito sedutor ver um strep tease ao contrário, hahahaha.

Ela ficou me olhando, e sentou na minha frente sem Colocou o sutiã, os peitos dela mal se mexeram, falou com uma voz mais rouca e me disse: — Ai, maninha, se eu te contar uma coisa que tenho, sinto que você vai me mandar pastar.

Respondi: — Não, me diz o que você tem.

Ela ficou em silêncio e vestiu só a blusa, foi e serviu dois copos de Tequila. Devem ter passado umas duas horas, e a tontura logo nos levou ao reino dela. Anoiteceu, e continuamos até a garrafa acabar.

Estávamos as duas sentadas no sofá. Ela passou o braço sobre meus ombros e me disse: — Fica comigo, maninha. Amanhã eu te ajudo a continuar procurando sua família.

Fomos para o quarto dela, uma decoração bem fina, de bom gosto. Deitei com a roupa no corpo, e Martha me olhou e disse: — Assim é melhor, maninha. E quando ela se acomodou, tirou toda a roupa. Ficamos debaixo das cobertas, e o corpo dela ardia. Ela virou de costas pra mim, mas o calor forte que emanava de entre as nádegas dela logo me envolveu num desejo mágico, pensando que até o respeito que ela me tinha por não abusar da sexualidade dela a tornava uma pessoa extraordinária. Me virei e abracei ela com ternura.

Não tinha passado muito tempo, quando minha buceta suava horrores por causa do calor da Martha. Desci a mão tentando abrir o zíper da calça e, ao tentar, meus dedos esbarravam entre as nádegas dela, que só fez um leve movimento por estar dormindo. Mas eu não estava, e o duende do desejo me pegou e comecei a acariciar a racha entre as nádegas. Martha virou de frente, fiquei parada e nada aconteceu — ela estava completamente dormida. Então fiquei tentando pegar no sono.

Fechei os olhos e não conseguia parar de pensar em coisinhas safadas. Senti a respiração quente pela boca de Martha, cada parte dos nossos rostos estava a meros milímetros um do outro, em posição de espelho. Comecei a meter meus dedos dentro da minha buceta, e a proximidade dos lábios de Martha acabou de me seduzir. Prendi eles com os dentes e fui mordendo de sutil até virar paixão. Ela abriu os olhos, e... Correspondeu ao meu gesto, e logo nós duas nos enroscamos em apalpadelas, carícias e beijos.

Ela me ajudou a tirar a roupa, não importava o frio intenso lá fora, dentro da cama nossos corpos queimavam de desejo, esfregamos nossas bucetinhas por um bom tempo, uma série de orgasmos múltiplos nos invadiu, nossos corpos iam de uma posição a outra, um 69 que marcou o êxtase, o tempo se esgotou e os ponteiros do relógio avançaram sozinhos.

Terminamos exaustas, um beijo longo entre carícias nos levou a nos render para dormir. Ao nascer do sol do novo dia, tomamos um bom café da manhã, um banho juntas, e saímos para a busca.

Ela conhece melhor e me guiou seguindo possíveis direções, e por fim demos com a primeira familiar, que nos levou às outras. E já localizada, fiquei de voltar no dia seguinte com eles, já que passaria mais uns dias na casa da Martha.

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