Esta é a história de como meu pai começou a me ver como mulher para depois me fazer inteiramente dele. Sou Jacinta, tenho 19 anos atualmente, a história que vou contar aconteceu há apenas 6 meses.
Chegando em casa depois de um longo dia de trabalho numa sex shop, cansada, meus pés doíam pra caralho, numa mão meus saltos, na outra minha bolsa, abri a porta pra entrar. Parecia que não tinha ninguém em casa, com certeza meus pais ainda estavam no trampo. Rumo ao meu quarto, ouvi um barulho estranho, tinha alguém na casa. Subi as escadas e de longe vi a porta do meu quarto entreaberta, estranhei porque eu sempre deixo fechada. Percebi meu pai lá dentro procurando alguma coisa. Meus pais revistarem minhas coisas me irrita pra caralho. Fui direto reclamar com ele sobre o porquê de estar fuçando minhas coisas, preparando um discurso foda sobre confiança, me aproximei sem fazer barulho da porta pra surpreendê-lo, mas fiquei calada. Ele tava fazendo algo bem bizarro, procurava na roupa suja, já tinha na mão uma calcinha rosa que levava ao rosto pra cheirar, examinava com cuidado, catando minhas roupas, olhando bem o fundo das minhas calcinhas e tangas. Não conseguia parar de olhar aquela cena incrédula. Ele revirava as roupas, cheirava, lambia os fundos sujos das minhas secreções anais e vaginais. Tinha achado uma tanga completamente suja, uma roxa que eu sabia que tava toda melada das minhas secreções vaginais. Dei dois passos pra trás, devagar, pra me virar e fugir, pensar no que tinha visto, como reagir a isso. Quando ia me afastar, minha pele se arrepiou, respirei fundo pra não fazer barulho que denunciasse minha presença, porque dava pra ver ele baixando um pouco a calça de moletom, tirando uma cock enorme, tão dura que apontava pro teto, onde pendurou minha tanga roxa pra começar a se masturbar. Ele gemia cheirando minha calcinha rosa. Fiquei o tempo todo olhando ele batendo punheta, que cockaço do caralho meu pai tinha. Grande veiuda bem durona, com minha calcinha fio dental pendurada, parada imóvel contemplava aquela cena, queria sair correndo dali mas ver meu pai estimulando aquele pauzão enorme no meu quarto, o motivo da excitação dele era eu, minhas roupas sujas deixavam o pau dele duro, o tesão que ele devia sentir pelas minhas partes íntimas devia ser grande pra se atrever, tava com medo, mas meus olhos não conseguiam desviar, aquele homem que eu amava, respeitava e chamava de pai tinha um membro enorme e suculento que soltando um gemido forte jorrou um jorro grosso de porra em cima das minhas roupas sujas, muito leite meu pai gozou pensando em mim, o orgasmo dele me fez salivar, tinha gozado toda aquela porra daquela pica enorme pra mim, pelo cheiro que meu corpo exalava, meus sucos borrados e secos, ele pegou o celular pra tirar fotos de todas as minhas roupas sujas que arrumou na minha cama, saí dali devagar em direção à porta de entrada da casa, abri, fechei a porta fazendo barulho pra anunciar que tinha mais alguém em casa, fui ao banheiro pra dar tempo dele deixar tudo em ordem
— Ah!, Jacinta, é você, como foi no trabalho?
— Muito bem papai, muito trabalho, tô cansada, vou tomar um banho..
dei um beijo na bochecha dele, abracei, perguntei as coisas de sempre, me retirei pro banheiro do meu quarto evitando mais contato mas agindo normal, procurando minhas roupas íntimas notei que faltavam algumas, meu pai mesmo, aquele homem que me protegia desde criança agora me via como mulher, não como filha, pensar que ele sabia como minha buceta cheirava me arrepiou toda, aquela noite não consegui dormir pensando no pau dele gozando em cima da cama onde eu dormia, me masturbei pensando nele, fantasiava que ele me fazia mulher de verdade, tava com muita vontade do pau dele, amo meu pai, mas não do mesmo jeito, tenho muito tesão nos músculos dele, no rosto, nas mãos grandes, saber que meus fluidos deixam o pau dele duro virou um pensamento sujo e obscuro, tava com vontade e fantasia de engravidar de um pau desse tamanho garanhão.
Passando os dias, alguma das minhas calcinhas sumia e depois voltava, assim com várias peças íntimas. Tentei deixar rastro no tecido, colocava as peças menores na minha cavidade, beliscando minha buceta pra deixar aquelas manchas brancas. Deixei minha roupa suja mais exposta, os abraços de pai e filha duravam mais, esfregando nele cada parte minha: meus peitos, meus lábios. Dei mais, beijos nas bochechas toda vez que o via. Quando minha mãe estava presente, eu me limitava a olhar discretamente pro volume dele. Na volta do trabalho, se eu o via, era um:
— Te amo, Rafael.
— Te amo também, Jacinta.
Ele já tinha notado a mudança, porque me comprava coisas, algo que não fazia desde que eu era estudante. Comprava sapatos, bolsas, doces... flores. Eu provocava cada vez mais. Em casa, andava com roupas minúsculas. Os carinhos se tornaram comuns, mas discretos e sem palavras. Sabíamos que era errado, muito errado.
Um dia, esperando os presentes que ele sempre dava, pedi uma bolsa de alguma loja comercial, flores e um beijo como sempre. Mas agora esperei que estivéssemos bem sozinhos, porque minha mãe tinha ido pra Pachuca e ficaríamos sós o fim de semana inteiro, desde sexta.
— Jacinta, abre seu presente.
— Rafael, o que você me trouxe agora? Tá me mal-acostumando... ri um pouco olhando nos olhos dele.
— Você vai gostar, meu amor, não se preocupa. Pra minha nena, o melhor.
Dessa vez não eram flores, sapatos ou bolsas. Era um conjunto de lingerie branca, minúscula, com detalhes de flores, meias brancas com liga de ótima qualidade, e no fundo uma tiara com um véu igual ao que as noivas usam no casamento. De repente, ao tirar, ele sussurrou no meu ouvido:
— Quer ser minha namorada?
— Sua namorada? Por que não sua mulher? Sua amante? Não vamos com rodeios.
Naquela noite, esperei meu pai com aqueles presentes vestidos, de barriga pra cima olhando pro teto. Deixei minha porta aberta, minhas pernas levemente separadas, liga na perna direita, lábios maquiados. De vermelho, meu cabelo castanho solto.
Ele se aproximou nu, fechou a porta, acendeu o abajur do lado da minha cama. Meus olhos estavam abertos, olhando fixamente pra ele. Ele veio de roupão, me deixou ver aquele corpo peludo, grandão, maduro. O pau dele apontava pro teto, os olhos dele me encaravam. Ele pegou minhas mãos, entrelaçou os dedos nos meus, me deitou na cama, olhando nos meus olhos, começamos a nos beijar. Enfiou a língua até minha garganta, colocou minha mão no pau dele, comecei a masturbar o papai, apertando bem forte.
— Jacinta, você é linda. Tô de olho em você há muitos anos.
— Isso é errado! Mas eu também quero ficar com você... — gemi desesperada.
Os beijos e as carícias ficaram mais intensos. A gente suava. Meu pai enfiava a língua na minha boca, descendo pros meus peitos, mordendo.
— Você gosta, né?
— Siiiim! Papai, me dá, me dá!
O pau dele cada vez mais duro. Ele me puxou pelos cabelos com força, me virou de bruços, beijou meu pescoço, desceu beijando minhas costas. A boca dele no meu cu, tão quente, tão aberto. Enfiou os dedos no meu rabo. Gritei de dor, mas ao mesmo tempo gostava de sentir meu cu aberto. Senti as duas mãos na minha cintura.
— Levanta essa bunda, Jacinta. Vou te fazer minha mulher.
— Sim, papai, me faz tua igual à mamãe. Me come como tua mulher.
— A partir de agora, você é a mulher da casa.
Senti a cabeça do pau dele entre meus lábios particulares, acariciando. Ele abriu minha buceta com os dedos, enfiando o pau devagar. Achei que nunca ia parar. Era tão gostoso e grande. As bolas dele batiam.
— Haaaa, haaaa, haaaa, papai!!!
— Você é minha mulher... Se prepara pro que vem.
Ele metia e tirava com força, dando uma palmada na minha bunda cada vez que meus gemidos ficavam mais lentos. De quatro, ele ainda esticou a mão pra enfiar os dedos na minha boca, e eu comecei a chupar, imaginando que era o pinto dele, o mesmo que eu sentia abrindo minha buceta molhada. Meu pai tava me penetrando. Ele fazia eu gemer, eu fazia ele gemer e eu pedia como uma puta. Ele me virou com força, colocou minhas pernas nos ombros dele, enfiou o pau entre minha... Me deu um tapa de leve nas pernas, me beijou mordendo um lábio com força, mas sem me machucar, puxou dois tufos do meu cabelo na mão dele sem parar de me foder rapidamente, me fazia gemer de prazer, outro tapa, outra palmada... eu gosto desse sexo com dor...
— Haaaaa! Hhaaaaa! Haaaaa!
Gozei nele, molhando ele, ele não parava de me abrir, de meter e tirar o pau dele duro, as bolas dele batendo na minha pele, tapa
Outro orgasmo mais intenso me fez mexer as pernas com força, ele me puxou pelo cabelo com muita força contra a cama, mordeu um peito meu... Devorava minhas tetas como um animal
— Haaaaaaaa Jacinta, que gozada gostosa, meu amor.
— Não, dentro não.
— Você é minha mulher, e por isso tudo fica dentro.
— Não... não... não quero um bebê, o que a mamãe vai dizer?
— Sua mãe foi quem me deu sinal verde para te engravidar, melhor eu do que qualquer outro homem.
— Papai! Te amo!!
— Olhou nos meus olhos, nos beijamos, nos acariciamos, beijou minha testa, nos abraçamos por um momento até eu dormir.
Agora sou a mulher do meu próprio pai. Quando estamos a sós ou até com a mamãe, ele me beija, me dá presentes, abraços, mas o mais importante, a gente faz amor os três... Mamãe adora a ideia de ser avó e mais ainda do próprio marido... Depois descobri que quem orquestrou tudo foi minha mãe... Depois conto o que meu papai pede como fantasias e como foi nossa lua de mel em Veracruz, México... Saudações,
Jacinta GonzálezDesculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=srDZ2914dOU&feature=youtu.be
Chegando em casa depois de um longo dia de trabalho numa sex shop, cansada, meus pés doíam pra caralho, numa mão meus saltos, na outra minha bolsa, abri a porta pra entrar. Parecia que não tinha ninguém em casa, com certeza meus pais ainda estavam no trampo. Rumo ao meu quarto, ouvi um barulho estranho, tinha alguém na casa. Subi as escadas e de longe vi a porta do meu quarto entreaberta, estranhei porque eu sempre deixo fechada. Percebi meu pai lá dentro procurando alguma coisa. Meus pais revistarem minhas coisas me irrita pra caralho. Fui direto reclamar com ele sobre o porquê de estar fuçando minhas coisas, preparando um discurso foda sobre confiança, me aproximei sem fazer barulho da porta pra surpreendê-lo, mas fiquei calada. Ele tava fazendo algo bem bizarro, procurava na roupa suja, já tinha na mão uma calcinha rosa que levava ao rosto pra cheirar, examinava com cuidado, catando minhas roupas, olhando bem o fundo das minhas calcinhas e tangas. Não conseguia parar de olhar aquela cena incrédula. Ele revirava as roupas, cheirava, lambia os fundos sujos das minhas secreções anais e vaginais. Tinha achado uma tanga completamente suja, uma roxa que eu sabia que tava toda melada das minhas secreções vaginais. Dei dois passos pra trás, devagar, pra me virar e fugir, pensar no que tinha visto, como reagir a isso. Quando ia me afastar, minha pele se arrepiou, respirei fundo pra não fazer barulho que denunciasse minha presença, porque dava pra ver ele baixando um pouco a calça de moletom, tirando uma cock enorme, tão dura que apontava pro teto, onde pendurou minha tanga roxa pra começar a se masturbar. Ele gemia cheirando minha calcinha rosa. Fiquei o tempo todo olhando ele batendo punheta, que cockaço do caralho meu pai tinha. Grande veiuda bem durona, com minha calcinha fio dental pendurada, parada imóvel contemplava aquela cena, queria sair correndo dali mas ver meu pai estimulando aquele pauzão enorme no meu quarto, o motivo da excitação dele era eu, minhas roupas sujas deixavam o pau dele duro, o tesão que ele devia sentir pelas minhas partes íntimas devia ser grande pra se atrever, tava com medo, mas meus olhos não conseguiam desviar, aquele homem que eu amava, respeitava e chamava de pai tinha um membro enorme e suculento que soltando um gemido forte jorrou um jorro grosso de porra em cima das minhas roupas sujas, muito leite meu pai gozou pensando em mim, o orgasmo dele me fez salivar, tinha gozado toda aquela porra daquela pica enorme pra mim, pelo cheiro que meu corpo exalava, meus sucos borrados e secos, ele pegou o celular pra tirar fotos de todas as minhas roupas sujas que arrumou na minha cama, saí dali devagar em direção à porta de entrada da casa, abri, fechei a porta fazendo barulho pra anunciar que tinha mais alguém em casa, fui ao banheiro pra dar tempo dele deixar tudo em ordem
— Ah!, Jacinta, é você, como foi no trabalho?
— Muito bem papai, muito trabalho, tô cansada, vou tomar um banho..
dei um beijo na bochecha dele, abracei, perguntei as coisas de sempre, me retirei pro banheiro do meu quarto evitando mais contato mas agindo normal, procurando minhas roupas íntimas notei que faltavam algumas, meu pai mesmo, aquele homem que me protegia desde criança agora me via como mulher, não como filha, pensar que ele sabia como minha buceta cheirava me arrepiou toda, aquela noite não consegui dormir pensando no pau dele gozando em cima da cama onde eu dormia, me masturbei pensando nele, fantasiava que ele me fazia mulher de verdade, tava com muita vontade do pau dele, amo meu pai, mas não do mesmo jeito, tenho muito tesão nos músculos dele, no rosto, nas mãos grandes, saber que meus fluidos deixam o pau dele duro virou um pensamento sujo e obscuro, tava com vontade e fantasia de engravidar de um pau desse tamanho garanhão.
Passando os dias, alguma das minhas calcinhas sumia e depois voltava, assim com várias peças íntimas. Tentei deixar rastro no tecido, colocava as peças menores na minha cavidade, beliscando minha buceta pra deixar aquelas manchas brancas. Deixei minha roupa suja mais exposta, os abraços de pai e filha duravam mais, esfregando nele cada parte minha: meus peitos, meus lábios. Dei mais, beijos nas bochechas toda vez que o via. Quando minha mãe estava presente, eu me limitava a olhar discretamente pro volume dele. Na volta do trabalho, se eu o via, era um:
— Te amo, Rafael.
— Te amo também, Jacinta.
Ele já tinha notado a mudança, porque me comprava coisas, algo que não fazia desde que eu era estudante. Comprava sapatos, bolsas, doces... flores. Eu provocava cada vez mais. Em casa, andava com roupas minúsculas. Os carinhos se tornaram comuns, mas discretos e sem palavras. Sabíamos que era errado, muito errado.
Um dia, esperando os presentes que ele sempre dava, pedi uma bolsa de alguma loja comercial, flores e um beijo como sempre. Mas agora esperei que estivéssemos bem sozinhos, porque minha mãe tinha ido pra Pachuca e ficaríamos sós o fim de semana inteiro, desde sexta.
— Jacinta, abre seu presente.
— Rafael, o que você me trouxe agora? Tá me mal-acostumando... ri um pouco olhando nos olhos dele.
— Você vai gostar, meu amor, não se preocupa. Pra minha nena, o melhor.
Dessa vez não eram flores, sapatos ou bolsas. Era um conjunto de lingerie branca, minúscula, com detalhes de flores, meias brancas com liga de ótima qualidade, e no fundo uma tiara com um véu igual ao que as noivas usam no casamento. De repente, ao tirar, ele sussurrou no meu ouvido:
— Quer ser minha namorada?
— Sua namorada? Por que não sua mulher? Sua amante? Não vamos com rodeios.
Naquela noite, esperei meu pai com aqueles presentes vestidos, de barriga pra cima olhando pro teto. Deixei minha porta aberta, minhas pernas levemente separadas, liga na perna direita, lábios maquiados. De vermelho, meu cabelo castanho solto.
Ele se aproximou nu, fechou a porta, acendeu o abajur do lado da minha cama. Meus olhos estavam abertos, olhando fixamente pra ele. Ele veio de roupão, me deixou ver aquele corpo peludo, grandão, maduro. O pau dele apontava pro teto, os olhos dele me encaravam. Ele pegou minhas mãos, entrelaçou os dedos nos meus, me deitou na cama, olhando nos meus olhos, começamos a nos beijar. Enfiou a língua até minha garganta, colocou minha mão no pau dele, comecei a masturbar o papai, apertando bem forte.
— Jacinta, você é linda. Tô de olho em você há muitos anos.
— Isso é errado! Mas eu também quero ficar com você... — gemi desesperada.
Os beijos e as carícias ficaram mais intensos. A gente suava. Meu pai enfiava a língua na minha boca, descendo pros meus peitos, mordendo.
— Você gosta, né?
— Siiiim! Papai, me dá, me dá!
O pau dele cada vez mais duro. Ele me puxou pelos cabelos com força, me virou de bruços, beijou meu pescoço, desceu beijando minhas costas. A boca dele no meu cu, tão quente, tão aberto. Enfiou os dedos no meu rabo. Gritei de dor, mas ao mesmo tempo gostava de sentir meu cu aberto. Senti as duas mãos na minha cintura.
— Levanta essa bunda, Jacinta. Vou te fazer minha mulher.
— Sim, papai, me faz tua igual à mamãe. Me come como tua mulher.
— A partir de agora, você é a mulher da casa.
Senti a cabeça do pau dele entre meus lábios particulares, acariciando. Ele abriu minha buceta com os dedos, enfiando o pau devagar. Achei que nunca ia parar. Era tão gostoso e grande. As bolas dele batiam.
— Haaaa, haaaa, haaaa, papai!!!
— Você é minha mulher... Se prepara pro que vem.
Ele metia e tirava com força, dando uma palmada na minha bunda cada vez que meus gemidos ficavam mais lentos. De quatro, ele ainda esticou a mão pra enfiar os dedos na minha boca, e eu comecei a chupar, imaginando que era o pinto dele, o mesmo que eu sentia abrindo minha buceta molhada. Meu pai tava me penetrando. Ele fazia eu gemer, eu fazia ele gemer e eu pedia como uma puta. Ele me virou com força, colocou minhas pernas nos ombros dele, enfiou o pau entre minha... Me deu um tapa de leve nas pernas, me beijou mordendo um lábio com força, mas sem me machucar, puxou dois tufos do meu cabelo na mão dele sem parar de me foder rapidamente, me fazia gemer de prazer, outro tapa, outra palmada... eu gosto desse sexo com dor...
— Haaaaa! Hhaaaaa! Haaaaa!
Gozei nele, molhando ele, ele não parava de me abrir, de meter e tirar o pau dele duro, as bolas dele batendo na minha pele, tapa
Outro orgasmo mais intenso me fez mexer as pernas com força, ele me puxou pelo cabelo com muita força contra a cama, mordeu um peito meu... Devorava minhas tetas como um animal
— Haaaaaaaa Jacinta, que gozada gostosa, meu amor.
— Não, dentro não.
— Você é minha mulher, e por isso tudo fica dentro.
— Não... não... não quero um bebê, o que a mamãe vai dizer?
— Sua mãe foi quem me deu sinal verde para te engravidar, melhor eu do que qualquer outro homem.
— Papai! Te amo!!
— Olhou nos meus olhos, nos beijamos, nos acariciamos, beijou minha testa, nos abraçamos por um momento até eu dormir.
Agora sou a mulher do meu próprio pai. Quando estamos a sós ou até com a mamãe, ele me beija, me dá presentes, abraços, mas o mais importante, a gente faz amor os três... Mamãe adora a ideia de ser avó e mais ainda do próprio marido... Depois descobri que quem orquestrou tudo foi minha mãe... Depois conto o que meu papai pede como fantasias e como foi nossa lua de mel em Veracruz, México... Saudações,
Jacinta GonzálezDesculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=srDZ2914dOU&feature=youtu.be
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