—Coisas piores já se viram, você vem comigo e fala isso, não acho que seja tão difícil. Vou curtir mais uma vez com você e pronto, nada que já não tenhamos feito, hehehe.
—É melhor mesmo, se não cumprir e eu ver minhas fotos na internet, te denuncio, porque não vou ter mais nada a perder, me ouviu!
—Não se preocupa, eu só quero aproveitar. Mas antes tira a calcinha e o sutiã, e me dá de lembrança.
—Ah, claro!, não vê que tô com um top e fica transparente?
—Não se preocupa que na rua você vai de casaco e não transparece nada, e a meia-calça também me dá, que mesmo que você sinta um pouco de frio, não tem problema. Com essa saia que você vestiu, não precisa de nada por baixo.
Minha namorada obedeceu de má vontade, porque quando saí atrás dela do pub, vi que iam para um beco. Lá ela tirou a roupa íntima e a meia-calça, momento em que ele aproveitou para apalpar ela o máximo que podia e chupar os peitos dela.

Começaram a andar e foram para umas festas da cidade. Lá, iam abraçados e ele com a mão na bunda da minha namorada. Ela afastou a mão dele umas duas vezes, mas ele deve ter dito alguma coisa, porque na terceira vez ela não tirou mais.
Se aproximaram de um casal de senhores, e eu ouvi ele dizer:
— Mamãe, papai, esta é a minha namorada, nos conhecemos aqui.
Minha namorada cumprimentou eles muito educadamente e ficaram conversando uns minutos, até que, do nada, Javier enfiou a língua até a garganta da minha namorada, tanto que os pais dele mandaram ele se comportar. Javier na hora disse:
— Cadê meu irmão?
— No ginásio municipal, no show, foi com uns amigos que fez na cidade.
Foram pra lá. Assim que entraram, a primeira coisa que notei foi o calor, e minha namorada com o casaco, imagino que também, porque se aproximaram do guarda-roupa temporário que tinha:
— Deixa seu casaco aqui.
— Nem fodendo, vão ver meus peitos todos.
— Quase nada, e além disso, você vai desmaiar, não vê o calor que tá fazendo? E não reclama! Essa noite você vai fazer o que eu mandar. Amanhã você vai embora e acabou.
— Essa noite não! Meia hora e acabou, que meu namorado tá me esperando.
Então ela deixou o casaco. Assim que entraram na pista do ginásio, vi todos os moleques olhando pros peitos dela, tava claro que transparecia tudo e dava pra ver perfeitamente. Javier só ria e pegava ela na bunda, e de vez em quando com a outra mão ele apalpava os peitos dela. E os que podiam se colocavam na frente, como quem não quer nada, com as mãos na altura dos peitos dela com copos, pra que quando minha namorada passasse, os peitos roçassem neles. Devem ter pirado ao sentir aqueles peitos com uma tecidinho fino, mesmo que fosse só um roçar furtivo.
Depois de alguns minutos, encontraram uns caras de uns 18-19 anos, e um devia ser o irmão, porque ela abraçou ele e parecia pra caralho, gordo e cheio de espinhas.
- Irmãozinho, olha a namorada que eu arrumei!
- Mas que gostosa! E dá pra ver os peitos dela!
- hahaha quer apalpar eles?
- Sério que posso? Aqui, na frente de todo mundo???
- Não, senão vão encher o saco, vamos pra um canto, fala pros teus amigos virem.
E foram pra lá. Todo mundo ficava de olho quando minha namorada passava, até um pai deu um tapa na bunda dela ao passar do lado. Quando chegaram no canto, ele falou:
- Deixa meu irmão apalpar teus peitos. Teus amigos vão fazer tela pra vocês.
E uma merda! Cê acha que eu sou uma puta?! Uns gordos fedidos como vocês não tocam numa mina como eu na vida de vocês!
A cara do Javier ficou vermelha de raiva, ele pegou o celular e abriu o Facebook:
- Tenho quase 200 contatos, vou mandar sua foto pra todos! Você já fez mais que puta, então não vem com frescura, vai fazer o que eu mandar agora e acabou, ou suas fotos vão se espalhar que nem pólvora.
Minha namorada baixou a cabeça, que era sinal de que aceitava, aí o moleque começou a passar a mão por cima do top. Era quase como apalpar diretamente, por causa da finura do tecido, mas não deve ter sido suficiente, porque ele meteu a mão por baixo do top. Os amigos dele estavam de olhos arregalados.
—Então, maninho, vai gastar essa buceta. Essa é minha puta, então vou foder ela eu mesmo, mas pra vocês ela vai chupar, desde que fiquem de olho pra ninguém ver a gente. Primeiro ela chupa meu irmão e, quando ele terminar, vocês vão vindo um por um, OK?
Todo mundo concordou, até minha namorada, que parecia derrotada. Imagino que ela esperava que tudo passasse e esse pesadelo acabasse.
—Fica de quatro, que essa falta vai cair muito bem, e tira essa tanga. Maninho, abaixa o zíper pra não chamar atenção e deixa ela chupar.
Eu fui pra arquibancada pra ver ele de cima e quando cheguei, vi que o Javier tava metendo nela e o irmãozinho dele já tava gozando, pela cara que ele fez. Na hora, outro amigo do meu irmão entrou. Não durou nem 2 minutos e também já tinha gozado. Entre a gostosa que ela é, o jeito que ela chupa bem, e a inexperiência dos caras, que imagino que pra todos era a primeira vez, fazia eles gozarem tão rápido.


Do meu lado, tinha um pai que tinha vindo com os filhos pro show e percebeu o que tava rolando. Não perdia um detalhe, que puta espetáculo ele tava vendo. Chegou até a passar a mão no próprio volume por cima da calça.
O terceiro moleque era um pouco mais esperto: com uma mão segurava o cabelo da minha mina e com a outra apalpava os peitos dela. Quando tava quase indo embora, puxou a rola pra fora e gozou na cara dela, deixando toda melada. O Javier já devia ter terminado, porque tava deitado em cima das costas da minha mina. Agarrou ela pelo cabelo pra virar de frente e guiou ela pra rola dele. Ela ficou limpando ali por um tempo até ele ficar duro de novo. Virou ela de novo e, pelos gestos da minha mina, ele devia estar metendo no cu dela. Eu já tinha tentado uma vez, mas doía muito nela. Dessa vez deve ter entrado, porque ele tinha uma rola bem fina.
O quarto moleque continuou na rodada de boquetes, e depois o sexto e último, que devia ter umas bolas enormes, porque o leite escorreu pelo canto dos lábios dele.
Javier gozou de novo e ficou mais uma vez deitado nas costas da minha namorada, enquanto amassava os peitos dela. Vi que eles se levantaram e ele agarrou ela por trás, enfiando as mãos por baixo do top, indo até o guarda-roupa. A cena era de espantar quem via. Um moleque de 18 anos, gordo e feio, apalpando os peitos de uma mulher de 28 anos que era uma gostosa, e na frente de todo mundo.
Quando chegaram no guarda-roupa e minha namorada pegou o casaco, ele disse:
— Sua última prova: me dá seu top e depois veste o casaco.
Tudo isso ele falou na frente do pessoal do guarda-roupa e de mais gente ao redor que ouviu e se virou, já que naquela área não dava pra ouvir tanto o barulho do palco.
— Não, já fiz o que você queria — ela disse, sem muita convicção.
— Olha, você é minha namorada (enquanto piscava um olho), faz isso e acabou, pode ir embora.
Minha namorada levantou os braços junto com o top, e mesmo que antes já desse pra ver através do tecido, não era a mesma coisa que ver aquela visão dos peitos perfeitos e enormes pro corpinho dela, realçados por uma saia curta. Todo mundo olhava e ficava de boca aberta, tanto por vê-la quanto pela cena. Até um cara tirou o celular, então não sei se tem fotos disso por aí. Na hora ela vestiu o casaco e foi embora...
Eu segui ela por um tempo e vi que foi pro hotel.
Correndo, fui pro pub; ela chegou 10 minutos depois:
– Demorou pra caralho.
– É, teve um problema com a chave e até o responsável chegar, não consegui entrar.
– Mas você tá com outra roupa.
– Nem me fala, me sujei toda sem querer. Mas vamos pro hotel, já cansei de esperar pela chave.
No dia seguinte fomos embora e nunca mais voltamos. Eu guardo uma sensação bem boa, minha namorada não sei, porque ela nunca me contou.
—É melhor mesmo, se não cumprir e eu ver minhas fotos na internet, te denuncio, porque não vou ter mais nada a perder, me ouviu!
—Não se preocupa, eu só quero aproveitar. Mas antes tira a calcinha e o sutiã, e me dá de lembrança.
—Ah, claro!, não vê que tô com um top e fica transparente?
—Não se preocupa que na rua você vai de casaco e não transparece nada, e a meia-calça também me dá, que mesmo que você sinta um pouco de frio, não tem problema. Com essa saia que você vestiu, não precisa de nada por baixo.
Minha namorada obedeceu de má vontade, porque quando saí atrás dela do pub, vi que iam para um beco. Lá ela tirou a roupa íntima e a meia-calça, momento em que ele aproveitou para apalpar ela o máximo que podia e chupar os peitos dela.


Começaram a andar e foram para umas festas da cidade. Lá, iam abraçados e ele com a mão na bunda da minha namorada. Ela afastou a mão dele umas duas vezes, mas ele deve ter dito alguma coisa, porque na terceira vez ela não tirou mais. Se aproximaram de um casal de senhores, e eu ouvi ele dizer:
— Mamãe, papai, esta é a minha namorada, nos conhecemos aqui.
Minha namorada cumprimentou eles muito educadamente e ficaram conversando uns minutos, até que, do nada, Javier enfiou a língua até a garganta da minha namorada, tanto que os pais dele mandaram ele se comportar. Javier na hora disse:
— Cadê meu irmão?
— No ginásio municipal, no show, foi com uns amigos que fez na cidade.
Foram pra lá. Assim que entraram, a primeira coisa que notei foi o calor, e minha namorada com o casaco, imagino que também, porque se aproximaram do guarda-roupa temporário que tinha:
— Deixa seu casaco aqui.
— Nem fodendo, vão ver meus peitos todos.
— Quase nada, e além disso, você vai desmaiar, não vê o calor que tá fazendo? E não reclama! Essa noite você vai fazer o que eu mandar. Amanhã você vai embora e acabou.
— Essa noite não! Meia hora e acabou, que meu namorado tá me esperando.
Então ela deixou o casaco. Assim que entraram na pista do ginásio, vi todos os moleques olhando pros peitos dela, tava claro que transparecia tudo e dava pra ver perfeitamente. Javier só ria e pegava ela na bunda, e de vez em quando com a outra mão ele apalpava os peitos dela. E os que podiam se colocavam na frente, como quem não quer nada, com as mãos na altura dos peitos dela com copos, pra que quando minha namorada passasse, os peitos roçassem neles. Devem ter pirado ao sentir aqueles peitos com uma tecidinho fino, mesmo que fosse só um roçar furtivo.
Depois de alguns minutos, encontraram uns caras de uns 18-19 anos, e um devia ser o irmão, porque ela abraçou ele e parecia pra caralho, gordo e cheio de espinhas. - Irmãozinho, olha a namorada que eu arrumei!
- Mas que gostosa! E dá pra ver os peitos dela!
- hahaha quer apalpar eles?
- Sério que posso? Aqui, na frente de todo mundo???
- Não, senão vão encher o saco, vamos pra um canto, fala pros teus amigos virem.
E foram pra lá. Todo mundo ficava de olho quando minha namorada passava, até um pai deu um tapa na bunda dela ao passar do lado. Quando chegaram no canto, ele falou:
- Deixa meu irmão apalpar teus peitos. Teus amigos vão fazer tela pra vocês.
E uma merda! Cê acha que eu sou uma puta?! Uns gordos fedidos como vocês não tocam numa mina como eu na vida de vocês!
A cara do Javier ficou vermelha de raiva, ele pegou o celular e abriu o Facebook:
- Tenho quase 200 contatos, vou mandar sua foto pra todos! Você já fez mais que puta, então não vem com frescura, vai fazer o que eu mandar agora e acabou, ou suas fotos vão se espalhar que nem pólvora.
Minha namorada baixou a cabeça, que era sinal de que aceitava, aí o moleque começou a passar a mão por cima do top. Era quase como apalpar diretamente, por causa da finura do tecido, mas não deve ter sido suficiente, porque ele meteu a mão por baixo do top. Os amigos dele estavam de olhos arregalados.
—Então, maninho, vai gastar essa buceta. Essa é minha puta, então vou foder ela eu mesmo, mas pra vocês ela vai chupar, desde que fiquem de olho pra ninguém ver a gente. Primeiro ela chupa meu irmão e, quando ele terminar, vocês vão vindo um por um, OK? Todo mundo concordou, até minha namorada, que parecia derrotada. Imagino que ela esperava que tudo passasse e esse pesadelo acabasse.
—Fica de quatro, que essa falta vai cair muito bem, e tira essa tanga. Maninho, abaixa o zíper pra não chamar atenção e deixa ela chupar.
Eu fui pra arquibancada pra ver ele de cima e quando cheguei, vi que o Javier tava metendo nela e o irmãozinho dele já tava gozando, pela cara que ele fez. Na hora, outro amigo do meu irmão entrou. Não durou nem 2 minutos e também já tinha gozado. Entre a gostosa que ela é, o jeito que ela chupa bem, e a inexperiência dos caras, que imagino que pra todos era a primeira vez, fazia eles gozarem tão rápido.


Do meu lado, tinha um pai que tinha vindo com os filhos pro show e percebeu o que tava rolando. Não perdia um detalhe, que puta espetáculo ele tava vendo. Chegou até a passar a mão no próprio volume por cima da calça. O terceiro moleque era um pouco mais esperto: com uma mão segurava o cabelo da minha mina e com a outra apalpava os peitos dela. Quando tava quase indo embora, puxou a rola pra fora e gozou na cara dela, deixando toda melada. O Javier já devia ter terminado, porque tava deitado em cima das costas da minha mina. Agarrou ela pelo cabelo pra virar de frente e guiou ela pra rola dele. Ela ficou limpando ali por um tempo até ele ficar duro de novo. Virou ela de novo e, pelos gestos da minha mina, ele devia estar metendo no cu dela. Eu já tinha tentado uma vez, mas doía muito nela. Dessa vez deve ter entrado, porque ele tinha uma rola bem fina.
O quarto moleque continuou na rodada de boquetes, e depois o sexto e último, que devia ter umas bolas enormes, porque o leite escorreu pelo canto dos lábios dele.Javier gozou de novo e ficou mais uma vez deitado nas costas da minha namorada, enquanto amassava os peitos dela. Vi que eles se levantaram e ele agarrou ela por trás, enfiando as mãos por baixo do top, indo até o guarda-roupa. A cena era de espantar quem via. Um moleque de 18 anos, gordo e feio, apalpando os peitos de uma mulher de 28 anos que era uma gostosa, e na frente de todo mundo.
Quando chegaram no guarda-roupa e minha namorada pegou o casaco, ele disse:
— Sua última prova: me dá seu top e depois veste o casaco.
Tudo isso ele falou na frente do pessoal do guarda-roupa e de mais gente ao redor que ouviu e se virou, já que naquela área não dava pra ouvir tanto o barulho do palco.
— Não, já fiz o que você queria — ela disse, sem muita convicção.
— Olha, você é minha namorada (enquanto piscava um olho), faz isso e acabou, pode ir embora.
Minha namorada levantou os braços junto com o top, e mesmo que antes já desse pra ver através do tecido, não era a mesma coisa que ver aquela visão dos peitos perfeitos e enormes pro corpinho dela, realçados por uma saia curta. Todo mundo olhava e ficava de boca aberta, tanto por vê-la quanto pela cena. Até um cara tirou o celular, então não sei se tem fotos disso por aí. Na hora ela vestiu o casaco e foi embora...
Eu segui ela por um tempo e vi que foi pro hotel. Correndo, fui pro pub; ela chegou 10 minutos depois:
– Demorou pra caralho.
– É, teve um problema com a chave e até o responsável chegar, não consegui entrar.
– Mas você tá com outra roupa.
– Nem me fala, me sujei toda sem querer. Mas vamos pro hotel, já cansei de esperar pela chave.
No dia seguinte fomos embora e nunca mais voltamos. Eu guardo uma sensação bem boa, minha namorada não sei, porque ela nunca me contou.
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