Minha namorada é uma mulherão, tem 28 anos, uma bunda perfeita e empinada e uns peitos 95 copa C. Dá gosto de olhar pra ela, e quando fica pelada você vê que ela é gostosa 100%, que não perde nada sem os "truques" da roupa de mulher.

Ultimamente ela vai muito pra academia fazer aulas de Body Pump e tal, então não tem um grama de gordura, e a bunda dela ficou dura igual pedra.
Como era inverno e a gente queria relaxar tomando banho, pegamos um fim de semana num hotel com spa numa cidade de montanha.
Chegando numa sexta à tarde, demos uma volta pela cidade, jantamos e, como só íamos ficar até domingo e ainda por cima era feriado, minha namorada quis aproveitar e sair pra tomar algo. Antes, a gente se arrumou um pouco, principalmente ela, que vestiu uma legging e um top com um decaimento bem generoso, tanto que perguntei se ela não ia passar frio, mas ela respondeu que logo ia ficar com calor dançando e que o casaco ia usar só até chegar onde a gente fosse, enquanto me dava uma piscada.

Entramos num pub que tava com um clima bom, cheio de gente, acho que porque já tinha começado a temporada de esqui, além das festas. Tomamos uns drinques e fomos dançar na pista, tanto tempo que eu já queria parar, ela com o ritmo que pegou na academia e adora dançar, ficou lá dando tudo de si.

Quando cheguei no bar e me virei, já tinha dois caras de vinte e poucos anos grudados nela. Não falavam nada, mas dava pra ver de longe que queriam pegar ela. Logo começaram a falar umas merdas, aquelas besteiras de sempre nesses casos, eu fiquei olhando e parecia que minha mina tava se divertindo. Depois de 10 minutos, ela veio até o bar com uma cara meio puta e falando que queria ir embora. Eu sabia que tinha rolado algo, então perguntei.
— Nada, esses moleques, qualquer uma que dança com eles já acham que tão comendo. Começaram a falar comigo numa boa, dançamos, me agarravam de vez em quando pra dar uns passos, mas na primeira chance já baixavam a mão demais na bunda, até que um me agarrou direto na bunda, aí eu tirei a mão dele e falei pra não encostar mais. Pensei, iludida, que ele tinha entendido, mas na hora ele solta: — A bunda a gente já sabe como é, agora queremos apalpar esses peitos que quase dá pra ver, devem ser uma delícia.
Com o que tô aqui. Mas não conta nada pra eles, por favor, que são uns pivetes e quero ter o fim de semana tranquilo.
Por isso a gente saiu do bar e foi pro hotel. Quando chegou e se despiu, não pude deixar de reparar que, quando tirou a legging, ela tava de fio dental, então os putos devem ter notado e apalpado a bunda dela direitinho.
No dia seguinte, quando acordamos, descemos para o spa. O vestiário era misto, com uns armários pra guardar as coisas, umas cabines pra trocar de roupa e, do outro lado das cabines, a saída pro spa. Minha namorada esqueceu a parte de cima no armário e já tava nua com a parte de baixo do biquíni, então saiu pra pegar com a toalha enrolada. Nessa hora, eu conferi se tinha alguém e, como não tinha, puxei a toalha, deixando os peitos dela de fora e fechando a porta da cabine (sempre tive tesão em exibicionismo, tanto da minha parte quanto da minha parceira). Só que "deu o azar" de, quando ela abria o armário, a porta se abrir e entrarem dois senhores:
— Desculpa, filha, a gente pensou que era o masculino.
— Não, não, é misto. Podem entrar, podem entrar (disse minha namorada).
— Mas então a gente tem que se trocar aqui, na frente uns dos outros??
— Não, tem umas cabines pra trocar de roupa (apontando pra elas). — Ao apontar com uma mão, ela tentava se cobrir com a outra, mas como os peitos são enormes e as mãos dela são pequenininhas, vazava pra todo lado.
— E então por que você tá aqui com os peitos de fora e não se troca na cabine?
—(Ficou vermelha que nem um pimentão) É que eu esqueci a parte de cima e achei que ninguém ia entrar, desculpa.
—Não precisa se desculpar, você alegrou nossa manhã!
Minha namorada entrou feito um foguete no vestiário, e quase me devorou, dizendo que vergonha que eu tinha feito ela passar, que os caras eram tipo avô dela, etc. Mas quando entrou na água, parece que passou tudo.
Ficamos uma hora no spa, até chegar a hora dos tratamentos que a gente tinha escolhido. Ela pegou uma massagem relaxante no corpo inteiro, seguida de esfoliação e depois passar lama nela. Eu, como não curto muito essas coisas, peguei uma massagem relaxante de 20 minutos. Quando entramos na sala do massagista (um cara normal, uns 40 anos), ele explicou como iam ser os tratamentos e que eles tinham uma escola de massagistas aprendendo. Perguntou se a gente topava que parte do tratamento fosse feita pelos alunos, que aí dava 50% de desconto e ainda dava pra fazer ao mesmo tempo na mesma sala, senão teria que ser em turnos. Antes de eu pensar em qualquer coisa, minha namorada já tinha dito que sim, e o massagista saiu da sala pra gente colocar uma tanga de plástico que deixava tudo à mostra.
Eu falei pra ela que não achava que fosse uma boa ideia, aqui cheio de gente e que, além disso, com certeza não iam entender nada. Mas minha namorada disse que a gente economizava uma grana, que eram muito caros. E a verdade é que ela não tava errada, porque o meu até que foi de boa, mas o dela foi um roubo o preço que cobraram.
A gente tirou os sungões, vestiu as tangas e deitou nas macas, se cobrindo com umas toalhas. Daí entrou o massagista e os alunos. Eu virei e vi que era uma mina e três caras de vinte e poucos anos, e por coincidência da vida, os dois pivetes do bar de ontem.
Ele apresentou todo mundo, falando os nomes e idades. A Ana, de 20 anos, era uma mina normal, morena de altura média, com o uniforme que tava usando não dava pra destacar nada do corpo dela. Outro era o Alberto, de 21 anos, que era um dos caras de ontem, e o outro era o Raúl, de 20. E por último o Javier, de 18, que esse sim se destacava, porque era muito gordo e cheio de espinhas.
O massagista começou comigo, e falou que a Ana e o Alberto iam ajudar ele comigo. O professor começou pelas costas e depois deixou eles continuarem, enquanto ia pra minha namorada e falava pro Raúl e pro Javier o que tinham que fazer. Tudo rolou normal, terminaram comigo e focaram na minha namorada. Ele falou que eu podia ficar relaxado na maca, e foi o que fiz.
Quando terminaram a massagem relaxante na minha namorada, ele disse que agora ia fazer uma esfoliação no corpo todo dela pra depois passar a argila. Aí já deu pra ver como os caras, sempre que podiam, ficavam nas pernas dela e, principalmente, esfoliavam a área da bunda e das coxas. O massagista, que também percebeu, mandou eles descerem pras panturrilhas e pros pés.
Quando terminaram, ele disse para ela se virar. Antes, tinha coberto ela do bumbum até a altura dos ombros, então, quando ela se virou, não deu pra ver nada. Mas eu me perguntava como iam esfoliar a cintura: ou ele subia a toalha e aparecia a parte da frente da tanga, que com certeza transparentava, ou abaixava e mostrava os peitos dela. E logo tirei a dúvida. Ele disse:
— Vou tirar a toalha, porque como vamos ficar um tempão trabalhando o corpo todo, você não vai sentir frio.
O olhar dos caras cravou nos peitos da minha namorada. Mesmo sendo naturais, com aquela firmeza e malhação, desafiavam as leis da gravidade. Eu, que curtia eles quase todo dia, dava vontade de pular pra chupar e massagear.
Pensei que ele ia pular a área dos peitos, mas logo o massagista começou do peito, fazendo círculos por cima deles, e depois pegou por baixo. Não dava pra ver ele muito empolgado, mas devia estar adorando. Eu, com aquela visão, fiquei duro que nem pedra, e se mandassem eu levantar, não sei o que teria feito.

Raúl e Javier focavam cada um em uma perna, mas quando podiam, paravam em cima das coxas, olhando para a tanga, que, como eu imaginava, deixava entrever os lábios da minha namorada, já que ela se depilava completamente. Ana e Alberto pegavam cada um num braço e também na barriga, momento que Alberto aproveitava para roçar a parte de baixo dos peitos.
Quando terminaram, ele disse que era hora de colocar a lama. E mandou ela subir numa espécie de mesa com bordas e azulejos, com um chuveiro em cima. Vê-la de pé, quase nua na frente de 5 estranhos, era uma sensação estranha, ao mesmo tempo de excitação e ciúmes. Pensei que o massagista ia guardar para si o prazer de pegar nela de novo nos peitos, mas ele disse:
— Javier, que é o que vejo com menos habilidade nas técnicas, fica onde eu estava e começa a passar lama nos ombros dela.
O rapaz, hesitante, começou a passar nos ombros, descendo logo para o peito. Ela já devia estar gostando, porque mesmo sendo a parte de cima do peito, já estavam macios, já que ela estava deitada.
Na hora, ele pulou com as mãos para os peitos, mas em vez de espalhar em círculos, como o massagista tinha feito na esfoliação, ele estava amassando descaradamente! Eu não sabia se pulava em cima ou se curtia a cena, minha namorada estava com cara de quem não sabia o que fazer, mas imagino que ela estava com vergonha de falar alguma coisa (quantas mulheres se seguram de falar em situações complicadas por medo do que vão pensar!). Quando, com a mão direita, ele parou de amassar o peito e começou a puxar o mamilo, aí minha namorada foi tirar a mão dele e o massagista percebeu:
— Mas Javier! Que jeito é esse de espalhar a lama! Sai daí e olha.
E na hora que ele se afastou, estava com uma barraca armada de verdade. Aí o massagista:
— Javier, como massagista tem que ser 100% profissional. Se continuar assim, vai reprovar nas práticas. Sai do quarto e pensa no que fez.
O massagista pediu desculpas e disse pros outros que iam passar o óleo no corpo inteiro dela, que iam ver como todo mundo fazia. Na hora, a cara dos moleques se abriu num sorriso, os safados iam conseguir apalpar os peitos dela, do jeito que queriam. Quando chegou a vez de cada um, verdade seja dita, fizeram igual o massagista, mas com o Alberto ele teve que mandar continuar, porque passou o óleo nos peitos dela umas 7 ou 8 vezes, no mínimo. Dava pra ver que eles tavam se divertindo, e não é à toa, ter na mão uma gostosa que na noite anterior tinha mandado eles pastar, e que você tinha se excitado passando a mão na bunda dela de um jeito safado, devia ser uma delícia pra eles.
Quando terminaram de passar o óleo no corpo todo (menos na parte da calcinha de plástico), o massagista falou que os três tinham mandado muito bem, que ia falar com o Javier, e como ela tava toda melada de barro, que eles tirassem aquilo no chuveiro normal que ficava num canto da sala.
O Alberto e o Raúl mandaram minha namorada levantar e ir pro chuveiro, e perguntaram pra Ana se ela não se importava deles terminarem, porque o chuveiro era muito apertado. Ana parece que não ligou e disse que ia se trocar.
No chuveiro, mandaram minha namorada segurar uma alça que tinha em cima da cabeça dela. Assim, ela ficou numa pose do caralho, sexy e indefesa, parecia que tava algemada. O Alberto chegou perto e disse: "Viu? Como a gente ia apalpar seus peitos? E no final tão pagando a gente pra isso", e os dois riram, enquanto abriam o registro do chuveiro.
Eu tinha me mexido um pouco pra ver tudo direitinho, porque os vidros eram translúcidos. Logo começaram a passar a mão nela diretamente enquanto tiravam o barro, não eram muito descarados, mas aproveitavam ao máximo. O Raúl, que parecia mais tímido, se agachou e deslizou a calcinha pelas pernas dela, enquanto dizia que já era pra jogar fora. Ela, de joelhos e com o pubis sem barro, tava com uma visão perfeita, então... Aproveitou pra passar a mão no próprio pau enquanto dizia que não era bom deixar entrar lama. A cara de felicidade que ele tava era enorme. Eu vi a expressão que a minha namorada fez, e era de puro tesão. Eles perceberam e começaram a passar a mão nela na hora. Alberto começou a chupar os peitos dela, vendo que já não tinha mais lama, e Raúl enfiou dois dedos na buceta dela. Não demorou nem 5 minutos pra baixarem as calças, mas antes Alberto falou pra Raúl:
- Olha o que o namorado tá fazendo.
Eu ouvi e fechei os olhos.
- Tá dormindo, o bocó.
- Abre um pouco as pernas, é necessário pra completar o tratamento.
Minha namorada obedeceu sem reclamar, então o Alberto chegou perto dela e começou a meter o pau (normalzinho, pra ser sincero), enquanto o Raúl chupava os peitos dela. Nessa hora, a porta abriu e eu fechei os olhos pela metade, era o Javier entrando, ele me olhou e também deve ter pensado que eu tava dormindo, chegou perto do chuveiro e viu a cena. Logo perceberam, e mandaram ele olhar e ficar quietinho, aí o Javier respondeu:
— Porra nenhuma, eu também quero, é a mina mais gostosa que já vi, e já vi muito vídeo pornô na internet. Ou vocês me deixam participar ou vou contar pro professor o que vocês tão fazendo pra ele te reprovar.
— Beleza, você também pode participar (falou o Alberto), mas quando a gente terminar.
— Porra nenhuma (respondeu minha namorada), vocês podem terminar porque me deixaram com tesão, mas esse gordo aí não.
— Ou você deixa ele te comer também, ou a gente vaza e conta pro seu namorado que você deixa os outros te apalparem.
— NÃO! Tá bom, deixo ele fazer um rapidinho, até porque acho que ele não dura muito.
O Javier deve ter ficado todo empolgado, mas ele tava meio de costas pra mim e só ouvi um: BEEEM!
O Alberto continuou metendo nela enquanto o Raúl não perdia um pedaço dos peitos da minha namorada. Não demorou muito pra ele gozar, e aí o Raúl assumiu, ficou menos de 30 segundos e também gozou.
Alberto disse que eles já iam embora, que já estavam satisfeitos e não queriam ver o show do Javier comendo. Javier não parava de rir, dessa vez eu vi pelo ângulo, mesmo com os olhos meio fechados porque Alberto e Raúl estavam saindo. Na hora, ele baixou as calças, e dava pra ver uma piroca pequena e fina, que só aparecia um pouco da barriga. Ele começou a se esfregar na bunda da minha namorada, mas com tanta falta de jeito (imagino que era virgem), que minha namorada falou: "aí não! Já coloco pra você." Quando ele deu a primeira enfiada, achei que ia gozar na hora, porque fez uma cara que quase virou os olhos. Minha namorada, por outro lado, fechou os olhos, imagino pela situação ruim, já que pediu pra ele terminar logo. O filho da puta do moleque tirou um celular do bolso da jaqueta do uniforme e começou a tirar umas fotos dela, por trás e de perfil. Que esperto, hein!
Não passou nem um minuto depois que ele foi embora, antes de guardar o celular e pegar nos peitos da minha namorada. Se quando ele estava passando a lama nele já puxou um, agora parecia que ele tava testando o tamanho.
Ele vazou feito alma que o diabo carrega. Minha namorada tomou banho e, quando saiu, me "acordou".
Naquela noite, saímos de novo, mas minha namorada sugeriu irmos a outro pub, e eu topei. A gente tava dançando e bebendo quando vi o Javier varrendo o lugar com o olhar. Ele nos viu depois, mas não chegou perto, acho que tava esperando o momento certo. Intrigado, terminei minha dose e falei pra minha namorada que ia no balcão pedir mais uma. Foi nessa hora que o Javier se aproximou e mostrou o celular pra ela. Eu já sabia o que era: as fotos daquela manhã. E a cara da minha namorada confirmou tudo.
- O que você quer fazer com isso, pivete?
- Me masturbar de vez em quando, mas depende de você se só eu faço isso ou a internet inteira. Só quero que você venha comigo um pouco, te espero lá fora.
- Não posso! Você é louco, meu namorado está aí.
- Vou inventar alguma coisa, te espero lá fora.
E ele foi embora. Eu voltei para perto da minha namorada, e a vi com cara estranha:
- Aconteceu alguma coisa?
- Não, é que desceu a menstruação e não tenho absorventes, vou ao hotel pegar.
- Vou com você.
- Não, é besteira, não demoro muito, fica aí que volto rápido.
Antes que eu respondesse, ela já tinha ido.
Na saída, Javier estava esperando por ela:
- O que você quer?
- Olha, hoje à noite você vai fazer papel de minha namorada, umas coisinhas fáceis e eu juro pela minha palavra que essas fotos vão ficar bem guardadas, ok?
- Ah, claro, você acha que alguém vai pensar que sou sua namorada??
CONTINUA...

Ultimamente ela vai muito pra academia fazer aulas de Body Pump e tal, então não tem um grama de gordura, e a bunda dela ficou dura igual pedra.
Como era inverno e a gente queria relaxar tomando banho, pegamos um fim de semana num hotel com spa numa cidade de montanha. Chegando numa sexta à tarde, demos uma volta pela cidade, jantamos e, como só íamos ficar até domingo e ainda por cima era feriado, minha namorada quis aproveitar e sair pra tomar algo. Antes, a gente se arrumou um pouco, principalmente ela, que vestiu uma legging e um top com um decaimento bem generoso, tanto que perguntei se ela não ia passar frio, mas ela respondeu que logo ia ficar com calor dançando e que o casaco ia usar só até chegar onde a gente fosse, enquanto me dava uma piscada.


Entramos num pub que tava com um clima bom, cheio de gente, acho que porque já tinha começado a temporada de esqui, além das festas. Tomamos uns drinques e fomos dançar na pista, tanto tempo que eu já queria parar, ela com o ritmo que pegou na academia e adora dançar, ficou lá dando tudo de si.

Quando cheguei no bar e me virei, já tinha dois caras de vinte e poucos anos grudados nela. Não falavam nada, mas dava pra ver de longe que queriam pegar ela. Logo começaram a falar umas merdas, aquelas besteiras de sempre nesses casos, eu fiquei olhando e parecia que minha mina tava se divertindo. Depois de 10 minutos, ela veio até o bar com uma cara meio puta e falando que queria ir embora. Eu sabia que tinha rolado algo, então perguntei. — Nada, esses moleques, qualquer uma que dança com eles já acham que tão comendo. Começaram a falar comigo numa boa, dançamos, me agarravam de vez em quando pra dar uns passos, mas na primeira chance já baixavam a mão demais na bunda, até que um me agarrou direto na bunda, aí eu tirei a mão dele e falei pra não encostar mais. Pensei, iludida, que ele tinha entendido, mas na hora ele solta: — A bunda a gente já sabe como é, agora queremos apalpar esses peitos que quase dá pra ver, devem ser uma delícia.
Com o que tô aqui. Mas não conta nada pra eles, por favor, que são uns pivetes e quero ter o fim de semana tranquilo. Por isso a gente saiu do bar e foi pro hotel. Quando chegou e se despiu, não pude deixar de reparar que, quando tirou a legging, ela tava de fio dental, então os putos devem ter notado e apalpado a bunda dela direitinho.
No dia seguinte, quando acordamos, descemos para o spa. O vestiário era misto, com uns armários pra guardar as coisas, umas cabines pra trocar de roupa e, do outro lado das cabines, a saída pro spa. Minha namorada esqueceu a parte de cima no armário e já tava nua com a parte de baixo do biquíni, então saiu pra pegar com a toalha enrolada. Nessa hora, eu conferi se tinha alguém e, como não tinha, puxei a toalha, deixando os peitos dela de fora e fechando a porta da cabine (sempre tive tesão em exibicionismo, tanto da minha parte quanto da minha parceira). Só que "deu o azar" de, quando ela abria o armário, a porta se abrir e entrarem dois senhores:— Desculpa, filha, a gente pensou que era o masculino.
— Não, não, é misto. Podem entrar, podem entrar (disse minha namorada).
— Mas então a gente tem que se trocar aqui, na frente uns dos outros??
— Não, tem umas cabines pra trocar de roupa (apontando pra elas). — Ao apontar com uma mão, ela tentava se cobrir com a outra, mas como os peitos são enormes e as mãos dela são pequenininhas, vazava pra todo lado.
— E então por que você tá aqui com os peitos de fora e não se troca na cabine?
—(Ficou vermelha que nem um pimentão) É que eu esqueci a parte de cima e achei que ninguém ia entrar, desculpa. —Não precisa se desculpar, você alegrou nossa manhã!
Minha namorada entrou feito um foguete no vestiário, e quase me devorou, dizendo que vergonha que eu tinha feito ela passar, que os caras eram tipo avô dela, etc. Mas quando entrou na água, parece que passou tudo.
Ficamos uma hora no spa, até chegar a hora dos tratamentos que a gente tinha escolhido. Ela pegou uma massagem relaxante no corpo inteiro, seguida de esfoliação e depois passar lama nela. Eu, como não curto muito essas coisas, peguei uma massagem relaxante de 20 minutos. Quando entramos na sala do massagista (um cara normal, uns 40 anos), ele explicou como iam ser os tratamentos e que eles tinham uma escola de massagistas aprendendo. Perguntou se a gente topava que parte do tratamento fosse feita pelos alunos, que aí dava 50% de desconto e ainda dava pra fazer ao mesmo tempo na mesma sala, senão teria que ser em turnos. Antes de eu pensar em qualquer coisa, minha namorada já tinha dito que sim, e o massagista saiu da sala pra gente colocar uma tanga de plástico que deixava tudo à mostra.
Eu falei pra ela que não achava que fosse uma boa ideia, aqui cheio de gente e que, além disso, com certeza não iam entender nada. Mas minha namorada disse que a gente economizava uma grana, que eram muito caros. E a verdade é que ela não tava errada, porque o meu até que foi de boa, mas o dela foi um roubo o preço que cobraram.A gente tirou os sungões, vestiu as tangas e deitou nas macas, se cobrindo com umas toalhas. Daí entrou o massagista e os alunos. Eu virei e vi que era uma mina e três caras de vinte e poucos anos, e por coincidência da vida, os dois pivetes do bar de ontem.
Ele apresentou todo mundo, falando os nomes e idades. A Ana, de 20 anos, era uma mina normal, morena de altura média, com o uniforme que tava usando não dava pra destacar nada do corpo dela. Outro era o Alberto, de 21 anos, que era um dos caras de ontem, e o outro era o Raúl, de 20. E por último o Javier, de 18, que esse sim se destacava, porque era muito gordo e cheio de espinhas.
O massagista começou comigo, e falou que a Ana e o Alberto iam ajudar ele comigo. O professor começou pelas costas e depois deixou eles continuarem, enquanto ia pra minha namorada e falava pro Raúl e pro Javier o que tinham que fazer. Tudo rolou normal, terminaram comigo e focaram na minha namorada. Ele falou que eu podia ficar relaxado na maca, e foi o que fiz.
Quando terminaram a massagem relaxante na minha namorada, ele disse que agora ia fazer uma esfoliação no corpo todo dela pra depois passar a argila. Aí já deu pra ver como os caras, sempre que podiam, ficavam nas pernas dela e, principalmente, esfoliavam a área da bunda e das coxas. O massagista, que também percebeu, mandou eles descerem pras panturrilhas e pros pés.
Quando terminaram, ele disse para ela se virar. Antes, tinha coberto ela do bumbum até a altura dos ombros, então, quando ela se virou, não deu pra ver nada. Mas eu me perguntava como iam esfoliar a cintura: ou ele subia a toalha e aparecia a parte da frente da tanga, que com certeza transparentava, ou abaixava e mostrava os peitos dela. E logo tirei a dúvida. Ele disse: — Vou tirar a toalha, porque como vamos ficar um tempão trabalhando o corpo todo, você não vai sentir frio.
O olhar dos caras cravou nos peitos da minha namorada. Mesmo sendo naturais, com aquela firmeza e malhação, desafiavam as leis da gravidade. Eu, que curtia eles quase todo dia, dava vontade de pular pra chupar e massagear.
Pensei que ele ia pular a área dos peitos, mas logo o massagista começou do peito, fazendo círculos por cima deles, e depois pegou por baixo. Não dava pra ver ele muito empolgado, mas devia estar adorando. Eu, com aquela visão, fiquei duro que nem pedra, e se mandassem eu levantar, não sei o que teria feito.


Raúl e Javier focavam cada um em uma perna, mas quando podiam, paravam em cima das coxas, olhando para a tanga, que, como eu imaginava, deixava entrever os lábios da minha namorada, já que ela se depilava completamente. Ana e Alberto pegavam cada um num braço e também na barriga, momento que Alberto aproveitava para roçar a parte de baixo dos peitos.Quando terminaram, ele disse que era hora de colocar a lama. E mandou ela subir numa espécie de mesa com bordas e azulejos, com um chuveiro em cima. Vê-la de pé, quase nua na frente de 5 estranhos, era uma sensação estranha, ao mesmo tempo de excitação e ciúmes. Pensei que o massagista ia guardar para si o prazer de pegar nela de novo nos peitos, mas ele disse:
— Javier, que é o que vejo com menos habilidade nas técnicas, fica onde eu estava e começa a passar lama nos ombros dela.
O rapaz, hesitante, começou a passar nos ombros, descendo logo para o peito. Ela já devia estar gostando, porque mesmo sendo a parte de cima do peito, já estavam macios, já que ela estava deitada.
Na hora, ele pulou com as mãos para os peitos, mas em vez de espalhar em círculos, como o massagista tinha feito na esfoliação, ele estava amassando descaradamente! Eu não sabia se pulava em cima ou se curtia a cena, minha namorada estava com cara de quem não sabia o que fazer, mas imagino que ela estava com vergonha de falar alguma coisa (quantas mulheres se seguram de falar em situações complicadas por medo do que vão pensar!). Quando, com a mão direita, ele parou de amassar o peito e começou a puxar o mamilo, aí minha namorada foi tirar a mão dele e o massagista percebeu:
— Mas Javier! Que jeito é esse de espalhar a lama! Sai daí e olha.
E na hora que ele se afastou, estava com uma barraca armada de verdade. Aí o massagista:
— Javier, como massagista tem que ser 100% profissional. Se continuar assim, vai reprovar nas práticas. Sai do quarto e pensa no que fez.
O massagista pediu desculpas e disse pros outros que iam passar o óleo no corpo inteiro dela, que iam ver como todo mundo fazia. Na hora, a cara dos moleques se abriu num sorriso, os safados iam conseguir apalpar os peitos dela, do jeito que queriam. Quando chegou a vez de cada um, verdade seja dita, fizeram igual o massagista, mas com o Alberto ele teve que mandar continuar, porque passou o óleo nos peitos dela umas 7 ou 8 vezes, no mínimo. Dava pra ver que eles tavam se divertindo, e não é à toa, ter na mão uma gostosa que na noite anterior tinha mandado eles pastar, e que você tinha se excitado passando a mão na bunda dela de um jeito safado, devia ser uma delícia pra eles.Quando terminaram de passar o óleo no corpo todo (menos na parte da calcinha de plástico), o massagista falou que os três tinham mandado muito bem, que ia falar com o Javier, e como ela tava toda melada de barro, que eles tirassem aquilo no chuveiro normal que ficava num canto da sala.
O Alberto e o Raúl mandaram minha namorada levantar e ir pro chuveiro, e perguntaram pra Ana se ela não se importava deles terminarem, porque o chuveiro era muito apertado. Ana parece que não ligou e disse que ia se trocar.
No chuveiro, mandaram minha namorada segurar uma alça que tinha em cima da cabeça dela. Assim, ela ficou numa pose do caralho, sexy e indefesa, parecia que tava algemada. O Alberto chegou perto e disse: "Viu? Como a gente ia apalpar seus peitos? E no final tão pagando a gente pra isso", e os dois riram, enquanto abriam o registro do chuveiro.
Eu tinha me mexido um pouco pra ver tudo direitinho, porque os vidros eram translúcidos. Logo começaram a passar a mão nela diretamente enquanto tiravam o barro, não eram muito descarados, mas aproveitavam ao máximo. O Raúl, que parecia mais tímido, se agachou e deslizou a calcinha pelas pernas dela, enquanto dizia que já era pra jogar fora. Ela, de joelhos e com o pubis sem barro, tava com uma visão perfeita, então... Aproveitou pra passar a mão no próprio pau enquanto dizia que não era bom deixar entrar lama. A cara de felicidade que ele tava era enorme. Eu vi a expressão que a minha namorada fez, e era de puro tesão. Eles perceberam e começaram a passar a mão nela na hora. Alberto começou a chupar os peitos dela, vendo que já não tinha mais lama, e Raúl enfiou dois dedos na buceta dela. Não demorou nem 5 minutos pra baixarem as calças, mas antes Alberto falou pra Raúl:
- Olha o que o namorado tá fazendo.
Eu ouvi e fechei os olhos.
- Tá dormindo, o bocó.
- Abre um pouco as pernas, é necessário pra completar o tratamento.

Minha namorada obedeceu sem reclamar, então o Alberto chegou perto dela e começou a meter o pau (normalzinho, pra ser sincero), enquanto o Raúl chupava os peitos dela. Nessa hora, a porta abriu e eu fechei os olhos pela metade, era o Javier entrando, ele me olhou e também deve ter pensado que eu tava dormindo, chegou perto do chuveiro e viu a cena. Logo perceberam, e mandaram ele olhar e ficar quietinho, aí o Javier respondeu: — Porra nenhuma, eu também quero, é a mina mais gostosa que já vi, e já vi muito vídeo pornô na internet. Ou vocês me deixam participar ou vou contar pro professor o que vocês tão fazendo pra ele te reprovar.
— Beleza, você também pode participar (falou o Alberto), mas quando a gente terminar.
— Porra nenhuma (respondeu minha namorada), vocês podem terminar porque me deixaram com tesão, mas esse gordo aí não.
— Ou você deixa ele te comer também, ou a gente vaza e conta pro seu namorado que você deixa os outros te apalparem.
— NÃO! Tá bom, deixo ele fazer um rapidinho, até porque acho que ele não dura muito.
O Javier deve ter ficado todo empolgado, mas ele tava meio de costas pra mim e só ouvi um: BEEEM!
O Alberto continuou metendo nela enquanto o Raúl não perdia um pedaço dos peitos da minha namorada. Não demorou muito pra ele gozar, e aí o Raúl assumiu, ficou menos de 30 segundos e também gozou.
Alberto disse que eles já iam embora, que já estavam satisfeitos e não queriam ver o show do Javier comendo. Javier não parava de rir, dessa vez eu vi pelo ângulo, mesmo com os olhos meio fechados porque Alberto e Raúl estavam saindo. Na hora, ele baixou as calças, e dava pra ver uma piroca pequena e fina, que só aparecia um pouco da barriga. Ele começou a se esfregar na bunda da minha namorada, mas com tanta falta de jeito (imagino que era virgem), que minha namorada falou: "aí não! Já coloco pra você." Quando ele deu a primeira enfiada, achei que ia gozar na hora, porque fez uma cara que quase virou os olhos. Minha namorada, por outro lado, fechou os olhos, imagino pela situação ruim, já que pediu pra ele terminar logo. O filho da puta do moleque tirou um celular do bolso da jaqueta do uniforme e começou a tirar umas fotos dela, por trás e de perfil. Que esperto, hein!
Não passou nem um minuto depois que ele foi embora, antes de guardar o celular e pegar nos peitos da minha namorada. Se quando ele estava passando a lama nele já puxou um, agora parecia que ele tava testando o tamanho. Ele vazou feito alma que o diabo carrega. Minha namorada tomou banho e, quando saiu, me "acordou".
Naquela noite, saímos de novo, mas minha namorada sugeriu irmos a outro pub, e eu topei. A gente tava dançando e bebendo quando vi o Javier varrendo o lugar com o olhar. Ele nos viu depois, mas não chegou perto, acho que tava esperando o momento certo. Intrigado, terminei minha dose e falei pra minha namorada que ia no balcão pedir mais uma. Foi nessa hora que o Javier se aproximou e mostrou o celular pra ela. Eu já sabia o que era: as fotos daquela manhã. E a cara da minha namorada confirmou tudo.

- O que você quer fazer com isso, pivete? - Me masturbar de vez em quando, mas depende de você se só eu faço isso ou a internet inteira. Só quero que você venha comigo um pouco, te espero lá fora.
- Não posso! Você é louco, meu namorado está aí.
- Vou inventar alguma coisa, te espero lá fora.
E ele foi embora. Eu voltei para perto da minha namorada, e a vi com cara estranha:
- Aconteceu alguma coisa?
- Não, é que desceu a menstruação e não tenho absorventes, vou ao hotel pegar.
- Vou com você.
- Não, é besteira, não demoro muito, fica aí que volto rápido.
Antes que eu respondesse, ela já tinha ido.
Na saída, Javier estava esperando por ela:
- O que você quer?
- Olha, hoje à noite você vai fazer papel de minha namorada, umas coisinhas fáceis e eu juro pela minha palavra que essas fotos vão ficar bem guardadas, ok?
- Ah, claro, você acha que alguém vai pensar que sou sua namorada??
CONTINUA...
1 comentários - Minha namorada gostosa no spa