A luz de um novo dia entrou na cabana. Sara e Tino puderam ver que era maior do que tinham visto na noite anterior.
Na cama da frente, o grandalhão dormia tranquilão com as duas criancinhas do lado. Sara, toda dolorida por causa da dureza da cama, tentava se levantar o mais silenciosamente possível. Quando conseguiu ficar de pé, sentiu dois olhos cravados nela. Uma das minas olhava pra ela da beirada da cama da frente. Num pulo de gata, ela se levantou e se aproximou, completamente nua, de Sara. Nossa amiga só tava de biquíni. Sussurrando aquele dialeto que Sara não entendia, a mina começou a tentar tirar a pecinha de Sara. Suponho que, com medo de acordar mais gente, Sara tentava fraquinho impedir que a garota a deixasse pelada.
Mas não conseguiu.

Em poucos segundos, Sara já estava pelada, completamente nua. A menina pegou na mão dela e a puxou pra fora da cabana. O sol cegou Sara por uns instantes, mas quando ela se acostumou com a claridade, conseguiu enxergar a aldeia em todo seu esplendor. No centro, um grande descampado com um pequeno altar. Ao redor da "praça", só tinha cabanas, umas maiores, outras menores, mas todas tinham formato redondo e materiais rústicos.
Ainda de mãos dadas, as duas garotas atravessaram o centro da praça e pegaram um caminho estreito rodeado de arbustos. Depois de dez minutos de caminhada silenciosa, chegaram a um pequeno lago. Pela primeira vez em toda a caminhada, a jovem soltou a mão de Sara e entrou na água. Pelos seus gestos, Sara percebeu que estava bem gelada.
Chamando ela com as duas mãos, Sara começou a entrar na lagoa fria.
A garotinha começou a lavar a sua buceta, as axilas, o cabelo preto. Sara, bem timidamente, começou a fazer o mesmo com o corpo dela.
Sara reparou na buceta da mina, sem depilar, bem peluda, e como se a telepatia tivesse surgido no meio do lugar, a mina reparou na virilha totalmente depilada da Sara. Mas assim como a Sara só observou, a nativa se aproximou dela.

Sara recuou o quanto pôde, até que uma grande pedra a obrigou a sentar nela. A jovem se aproximou e, com um movimento brusco, abriu suas pernas, deixando sua buceta exposta e acariciada pelas águas frias do lago. A garota se agachou e, com seus dedinhos, começou a explorar os lábios da buceta de Sara. Ela só conseguiu sussurrar um "nãooo, por favor". Cheia de medo, mordeu o lábio inferior e, com a mão direita trêmula, tentou afastar os braços da jovem.
Os dedos abriram a buceta da Sara e deixaram à mostra o clitóris rosado dela, que na hora foi acariciado pela mão livre da garota.
- Por favor, por favor, por favor, por favor... para, para - Suplicava Sara.
Mas a força da jovem era superior ao medo de Sara.
Olhando nos olhos dela, a garota começou a acariciar o apêndice rosado e pequeno da Sara. Sara começou a sentir calor, a esquecer a água fria do lago e a morder o lábio inferior. Os dedos jovens, mas experientes, da garota começaram a explorar, o rosto dela era uma mistura de tesão e curiosidade, nunca tinha visto uma buceta depilada. Tava com um dedo dentro da vagina da Sara e com outro abria os lábios externos sem perder nenhum detalhe.

Isso já está passando dos limites", pensou nossa amiga e, juntando forças de onde só existia luxúria, empurrou a jovem selvagem, fazendo ela cair de bunda no chão duro de pedras. Quando Sara percebeu que a garota tinha se machucado de verdade, reuniu forças e, completamente nua, começou a correr pelo caminho estreito em direção ao vilarejo.
Quando ela chegou, a vida já tinha se aberto caminho na grande praça central. Alguns olhares a encaravam estranhados, mas a maioria mal percebeu sua presença. A nudez dela não chamou atenção, já que muita gente andava assim.
Assim que parou de correr, pensou no que ainda não tinha pensado: "E agora, o quê?

Quando ela virou o olhar, reconheceu a garota que aparecia no caminho que levava à lagoa. Ela parecia dolorida e puta da vida. Sara não sabia onde se enfiar ou o que fazer, então fez o que qualquer um faria: ficou parada. A mina nem parou, passou por ela, pegou na mão dela e a levou de volta pra cabana onde tinham passado a noite.
Lá dentro estavam o homem enorme, a velha que tinha encontrado eles na praia, dois caras jovens e a outra mina.
Ela deixou ela no centro da choça e começou a falar no dialeto dela, dava pra ver que ela tava puta, irritada, fazia gestos explicando o que tinha rolado na água.
A velha disse algo e a garota se virou pra Sara, forçando ela a abrir um pouco as pernas e apontou pra buceta dela.
Todo mundo na choça arregalou os olhos e ficou com cara de curiosidade e incredulidade. O chefe falou alguma coisa pros dois moleques, que na hora pegaram a Sara pelas mãos e forçaram ela a deitar de barriga pra cima na cama dura do chefe.

Tino, por favor, cadê você, pelo amor de Deus" soluçava Sara.
O chefe grandão, as duas minas e a coroa se aproximaram enquanto os dois caras seguravam as pernas dela bem abertas. A Sara tentava de tudo pra se soltar, mas não conseguia. Quando o chefe chegou perto da buceta dela, a Sara conseguiu soltar uma das pernas e acertou um chute na cara enorme do chefe. O tempo parou por meio segundo na cabana, só pra voltar ao normal quando o chefe deu um tapa na cara da Sara. Com a força, ela caiu de novo deitada na cama, soluçando e com a bochecha quente e vermelha.
Mãos e mais mãos tocavam as coxas dela, tudo era curiosidade, o chefe abria os lábios da buceta da Sara, as novinhas tocavam o clitóris dela. No meio dessa bagunça, o chefe deu uma ordem e todo mundo se afastou.
As pernas de Sara já estavam livres, mas ela as mantinha abertas. O brutamontes começou a explorar a buceta dela, os dedos eram curiosos mas inexperientes, rudes, mas grandes e grossos. Com uma mão ele abria a buceta dela, com a outra tocava o clitóris, brincava com ele, enfiava um dedo dentro de Sara. Quando tirou, olhou com curiosidade e um sorriso na boca. Chamou um dos jovens e deu pra ele provar. O jovem levou o dedo à boca e saboreou o gosto de Sara. Com um gesto de aprovação, disse umas palavras. O chefe molhou o dedo de novo dentro de Sara e o outro jovem se aproximou pra provar. As garotas se aproximaram com cara de curiosidade. Dessa vez, o homem enfiou dois dedos em vez de um, fazendo Sara dar um sobressalto no corpo. As garotas chuparam o indicador e o dedo médio do chefe, e com gestos de aprovação se aproximaram da virilha de Sara.
A situação ficou completamente fora de controle, exceto pela velha, agora todo mundo tava tomando café da buceta da Sara... que se deixava fazer. Com bastante cuidado, os jovens enfiavam os dedos e tiravam eles molhados, se lambiam de gosto com os sucos da Sara. As minas eram menos cuidadosas, mas curiosamente cada vez tiravam os dedos mais molhados. O chefe enfiava o dedão e lambia ele com paixão.
Um dos caras disse algo, as outras pessoas na sala começaram a rir e, logo em seguida, abriram um pouco mais as pernas da Sara.
O primeiro a enfiar a língua na buceta da Sara foi o jovem que teve a ideia, sem cerimônia nenhuma, ele literalmente bebia da Sara. Em poucos segundos, o chefe assumiu a posição, lambendo e chupando sem piedade alguma. O segundo garoto enfiava um dedo e tirava pra continuar bebendo, mas entre enfiar e tirar, a cabeça dele descansava nas coxas da nossa amiga. Quando chegou a vez das minas, a Sara já tava mais excitada do que assustada. As duas foram as mais gostosas e experientes. A primeira abriu a buceta dela e enfiou a língua até o fundo, arrancando um gemido da Sara, e bebeu dela até se saciar. A segunda, a amiga dela do lago, como vingança pelo empurrão, não enfiou a língua pra dentro; começou a chupar o clitóris da Sara, muito e rápido, até que ela, finalmente, gozou.


Sara tentou se segurar como pôde; mordeu o lábio inferior, fechou os olhos com força, não gritou. Mas as costas arqueadas entregaram ela.
Quando a deixaram, Sara, envergonhada, ficou deitada de barriga pra cima, de olhos fechados, tentando esquecer o que tinha rolado e pensando em como contar pro marido dela.
Depois de cinco minutos de meditação total, Sara abriu os olhos e se sentou. A velha tinha ido embora, mas os outros não...
O chefe tava sentado no "trono" dele, as novinhas de quatro na frente dele, chupando e lambendo a pica gigantesca dele, enquanto os dois caras mais novos tavam atrás delas, comendo devagar. Tudo no ritmo lento, sem pressa. As minas seguravam no pauzão do macho e se revezavam pra dar lambidas, bater uma punheta, morder a cabeça dele. Os caras olhavam por cima dos ombros delas, enquanto metiam devagar, quase nem parecia um ato sexual, parecia mais um encontro social com uma penetrada no meio.

O chefão começou a se contorcer na cadeira de novo e a gemer, as garotas, com quatro mãos, começaram a masturbar a pica grande e em poucos segundos conseguiram outro jato de porra. Os jovens continuavam comendo elas por trás, mas ao ver a cena das minas lambendo o sêmen do chefe, aceleraram o ritmo e em segundos também gozaram dentro das garotas.

Depois de alguns minutos de limpeza e higiene, os dois jovens saíram do casebre, o chefe ficou dormindo na cadeira e as garotas se aproximaram da cama onde Sara estava, ainda alucinada, sentada e pelada.
Nossa amiga percebeu que estava na cama onde as jovens dormiam com o chefe e imediatamente lembrou que da última vez que viu saindo porra da pica do homem, as garotas se deitaram para se masturbar.
E assim aconteceu de novo.
As minas se deitaram nas costas da Sara e ela começou a sentir a cama dura se mexendo de leve no ritmo das mãos nas virilhas das gurias. Sara não sabia o que fazer, ficou parada e calada até que uns gemidinhos baixinhos começaram a sair das boquinhas das minas. Elas estavam gozando.
Tino, Tino, por favor, cadê você" pensava Sara com a mão na buceta, enquanto via, de novo, as minas irem pra cama dela e se relaxarem até dormir.
Sara não demorou pra sair da cabana de novo.
Continua...
Na cama da frente, o grandalhão dormia tranquilão com as duas criancinhas do lado. Sara, toda dolorida por causa da dureza da cama, tentava se levantar o mais silenciosamente possível. Quando conseguiu ficar de pé, sentiu dois olhos cravados nela. Uma das minas olhava pra ela da beirada da cama da frente. Num pulo de gata, ela se levantou e se aproximou, completamente nua, de Sara. Nossa amiga só tava de biquíni. Sussurrando aquele dialeto que Sara não entendia, a mina começou a tentar tirar a pecinha de Sara. Suponho que, com medo de acordar mais gente, Sara tentava fraquinho impedir que a garota a deixasse pelada.
Mas não conseguiu.

Em poucos segundos, Sara já estava pelada, completamente nua. A menina pegou na mão dela e a puxou pra fora da cabana. O sol cegou Sara por uns instantes, mas quando ela se acostumou com a claridade, conseguiu enxergar a aldeia em todo seu esplendor. No centro, um grande descampado com um pequeno altar. Ao redor da "praça", só tinha cabanas, umas maiores, outras menores, mas todas tinham formato redondo e materiais rústicos.
Ainda de mãos dadas, as duas garotas atravessaram o centro da praça e pegaram um caminho estreito rodeado de arbustos. Depois de dez minutos de caminhada silenciosa, chegaram a um pequeno lago. Pela primeira vez em toda a caminhada, a jovem soltou a mão de Sara e entrou na água. Pelos seus gestos, Sara percebeu que estava bem gelada.
Chamando ela com as duas mãos, Sara começou a entrar na lagoa fria.
A garotinha começou a lavar a sua buceta, as axilas, o cabelo preto. Sara, bem timidamente, começou a fazer o mesmo com o corpo dela.
Sara reparou na buceta da mina, sem depilar, bem peluda, e como se a telepatia tivesse surgido no meio do lugar, a mina reparou na virilha totalmente depilada da Sara. Mas assim como a Sara só observou, a nativa se aproximou dela.

Sara recuou o quanto pôde, até que uma grande pedra a obrigou a sentar nela. A jovem se aproximou e, com um movimento brusco, abriu suas pernas, deixando sua buceta exposta e acariciada pelas águas frias do lago. A garota se agachou e, com seus dedinhos, começou a explorar os lábios da buceta de Sara. Ela só conseguiu sussurrar um "nãooo, por favor". Cheia de medo, mordeu o lábio inferior e, com a mão direita trêmula, tentou afastar os braços da jovem.
Os dedos abriram a buceta da Sara e deixaram à mostra o clitóris rosado dela, que na hora foi acariciado pela mão livre da garota.
- Por favor, por favor, por favor, por favor... para, para - Suplicava Sara.
Mas a força da jovem era superior ao medo de Sara.
Olhando nos olhos dela, a garota começou a acariciar o apêndice rosado e pequeno da Sara. Sara começou a sentir calor, a esquecer a água fria do lago e a morder o lábio inferior. Os dedos jovens, mas experientes, da garota começaram a explorar, o rosto dela era uma mistura de tesão e curiosidade, nunca tinha visto uma buceta depilada. Tava com um dedo dentro da vagina da Sara e com outro abria os lábios externos sem perder nenhum detalhe.

Isso já está passando dos limites", pensou nossa amiga e, juntando forças de onde só existia luxúria, empurrou a jovem selvagem, fazendo ela cair de bunda no chão duro de pedras. Quando Sara percebeu que a garota tinha se machucado de verdade, reuniu forças e, completamente nua, começou a correr pelo caminho estreito em direção ao vilarejo.
Quando ela chegou, a vida já tinha se aberto caminho na grande praça central. Alguns olhares a encaravam estranhados, mas a maioria mal percebeu sua presença. A nudez dela não chamou atenção, já que muita gente andava assim.
Assim que parou de correr, pensou no que ainda não tinha pensado: "E agora, o quê?

Quando ela virou o olhar, reconheceu a garota que aparecia no caminho que levava à lagoa. Ela parecia dolorida e puta da vida. Sara não sabia onde se enfiar ou o que fazer, então fez o que qualquer um faria: ficou parada. A mina nem parou, passou por ela, pegou na mão dela e a levou de volta pra cabana onde tinham passado a noite.
Lá dentro estavam o homem enorme, a velha que tinha encontrado eles na praia, dois caras jovens e a outra mina.
Ela deixou ela no centro da choça e começou a falar no dialeto dela, dava pra ver que ela tava puta, irritada, fazia gestos explicando o que tinha rolado na água.
A velha disse algo e a garota se virou pra Sara, forçando ela a abrir um pouco as pernas e apontou pra buceta dela.
Todo mundo na choça arregalou os olhos e ficou com cara de curiosidade e incredulidade. O chefe falou alguma coisa pros dois moleques, que na hora pegaram a Sara pelas mãos e forçaram ela a deitar de barriga pra cima na cama dura do chefe.

Tino, por favor, cadê você, pelo amor de Deus" soluçava Sara.
O chefe grandão, as duas minas e a coroa se aproximaram enquanto os dois caras seguravam as pernas dela bem abertas. A Sara tentava de tudo pra se soltar, mas não conseguia. Quando o chefe chegou perto da buceta dela, a Sara conseguiu soltar uma das pernas e acertou um chute na cara enorme do chefe. O tempo parou por meio segundo na cabana, só pra voltar ao normal quando o chefe deu um tapa na cara da Sara. Com a força, ela caiu de novo deitada na cama, soluçando e com a bochecha quente e vermelha.
Mãos e mais mãos tocavam as coxas dela, tudo era curiosidade, o chefe abria os lábios da buceta da Sara, as novinhas tocavam o clitóris dela. No meio dessa bagunça, o chefe deu uma ordem e todo mundo se afastou.
As pernas de Sara já estavam livres, mas ela as mantinha abertas. O brutamontes começou a explorar a buceta dela, os dedos eram curiosos mas inexperientes, rudes, mas grandes e grossos. Com uma mão ele abria a buceta dela, com a outra tocava o clitóris, brincava com ele, enfiava um dedo dentro de Sara. Quando tirou, olhou com curiosidade e um sorriso na boca. Chamou um dos jovens e deu pra ele provar. O jovem levou o dedo à boca e saboreou o gosto de Sara. Com um gesto de aprovação, disse umas palavras. O chefe molhou o dedo de novo dentro de Sara e o outro jovem se aproximou pra provar. As garotas se aproximaram com cara de curiosidade. Dessa vez, o homem enfiou dois dedos em vez de um, fazendo Sara dar um sobressalto no corpo. As garotas chuparam o indicador e o dedo médio do chefe, e com gestos de aprovação se aproximaram da virilha de Sara.
A situação ficou completamente fora de controle, exceto pela velha, agora todo mundo tava tomando café da buceta da Sara... que se deixava fazer. Com bastante cuidado, os jovens enfiavam os dedos e tiravam eles molhados, se lambiam de gosto com os sucos da Sara. As minas eram menos cuidadosas, mas curiosamente cada vez tiravam os dedos mais molhados. O chefe enfiava o dedão e lambia ele com paixão.
Um dos caras disse algo, as outras pessoas na sala começaram a rir e, logo em seguida, abriram um pouco mais as pernas da Sara.
O primeiro a enfiar a língua na buceta da Sara foi o jovem que teve a ideia, sem cerimônia nenhuma, ele literalmente bebia da Sara. Em poucos segundos, o chefe assumiu a posição, lambendo e chupando sem piedade alguma. O segundo garoto enfiava um dedo e tirava pra continuar bebendo, mas entre enfiar e tirar, a cabeça dele descansava nas coxas da nossa amiga. Quando chegou a vez das minas, a Sara já tava mais excitada do que assustada. As duas foram as mais gostosas e experientes. A primeira abriu a buceta dela e enfiou a língua até o fundo, arrancando um gemido da Sara, e bebeu dela até se saciar. A segunda, a amiga dela do lago, como vingança pelo empurrão, não enfiou a língua pra dentro; começou a chupar o clitóris da Sara, muito e rápido, até que ela, finalmente, gozou.


Sara tentou se segurar como pôde; mordeu o lábio inferior, fechou os olhos com força, não gritou. Mas as costas arqueadas entregaram ela.
Quando a deixaram, Sara, envergonhada, ficou deitada de barriga pra cima, de olhos fechados, tentando esquecer o que tinha rolado e pensando em como contar pro marido dela.
Depois de cinco minutos de meditação total, Sara abriu os olhos e se sentou. A velha tinha ido embora, mas os outros não...
O chefe tava sentado no "trono" dele, as novinhas de quatro na frente dele, chupando e lambendo a pica gigantesca dele, enquanto os dois caras mais novos tavam atrás delas, comendo devagar. Tudo no ritmo lento, sem pressa. As minas seguravam no pauzão do macho e se revezavam pra dar lambidas, bater uma punheta, morder a cabeça dele. Os caras olhavam por cima dos ombros delas, enquanto metiam devagar, quase nem parecia um ato sexual, parecia mais um encontro social com uma penetrada no meio.

O chefão começou a se contorcer na cadeira de novo e a gemer, as garotas, com quatro mãos, começaram a masturbar a pica grande e em poucos segundos conseguiram outro jato de porra. Os jovens continuavam comendo elas por trás, mas ao ver a cena das minas lambendo o sêmen do chefe, aceleraram o ritmo e em segundos também gozaram dentro das garotas.

Depois de alguns minutos de limpeza e higiene, os dois jovens saíram do casebre, o chefe ficou dormindo na cadeira e as garotas se aproximaram da cama onde Sara estava, ainda alucinada, sentada e pelada.
Nossa amiga percebeu que estava na cama onde as jovens dormiam com o chefe e imediatamente lembrou que da última vez que viu saindo porra da pica do homem, as garotas se deitaram para se masturbar.
E assim aconteceu de novo.
As minas se deitaram nas costas da Sara e ela começou a sentir a cama dura se mexendo de leve no ritmo das mãos nas virilhas das gurias. Sara não sabia o que fazer, ficou parada e calada até que uns gemidinhos baixinhos começaram a sair das boquinhas das minas. Elas estavam gozando.
Tino, Tino, por favor, cadê você" pensava Sara com a mão na buceta, enquanto via, de novo, as minas irem pra cama dela e se relaxarem até dormir.
Sara não demorou pra sair da cabana de novo.
Continua...
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