Essa história começou assim. Todos os personagens são maiores de 18 anos.
Vou te contar, sou um homem casado com três filhos e isso me pegou de um jeito que eu nunca imaginei sobre como a vida era. Tava casado há uns quatro anos, muito feliz (pelo menos eu achava), agora só tô casado mesmo.
Onde eu moro é um bairro de casas baixas, na esquina da minha rua tem um conjunto de prédios de três andares, cheio de gente, e era lá que morava a mulher que vai entrar nessa história.
Eu tava fazendo uns serviços na frente de casa, porque tava suspenso do trampo por umas duas semanas, foi quando eu vi ela: 1,60m, cabelo preto comprido, um corpo escultural, umas medidas 100-65-90, e pra completar, camisa branca e saia xadrez, mostrava que estudava num colégio particular. Ver ela me quebrou todo, fiquei igual um idiota olhando pra ela, parado em cima da escada, quando ela me olhou, acenou e disse: "Oi". Quase caí da escada de tanto responder o cumprimento dela.
Com o tempo, comecei a encontrar ela direto no bairro, e a gente se olhava mais do que devia, mas ela só me dava um "Oi" e eu derretia. O tempo foi passando, ela já não usava mais o uniforme, eu via ela mais de shortinho, calça justa, vestidinho curto. O tempo continuou e a gente seguia se olhando, não sei se era coisa da minha cabeça, mas tenho certeza que a gente se desejava com o olhar.
Um dia, por intermédio de uns caras, conheci o pai e o irmão dessa mina. Com o tempo, viramos amigos de tomar cerveja, ir pro estádio, compartilhar umas festas. Achei que por esse lado podia me aproximar dela, mas não rolou nada, até que um dia senti a maior traição da minha vida... Tava na esquina bebendo com os caras, vi ela e não acreditei no que meus olhos viam: ela tinha namorado. Como assim? Com a permissão de quem? Por quê? E eu, onde fico? Tudo isso passava na minha cabeça, enquanto ela apresentava ele pra todo mundo.
O tempo passou, a gente continuou se olhando, se cumprimentando, só isso. Ela seguia namorando, cada vez mais. Mas, sério, eu via ela com o cara e morria por dentro (que otário). Ficava me perguntando por que caralhos ele não chegava nela, e eu respondia: "Nãoooo, é uma vizinha!!!" Mas como tudo tem que acontecer, fiquei sabendo que ela ia casar... Fiquei um tempão deprimido, e o golpe final foi quando descobri que ela ia morar na Espanha. Olha, nessa altura já tinham se passado uns 5 anos da primeira vez que a gente se olhou.
O tempo foi passando, e o pouco que eu sabia era pelo irmão ou pelo pai, porque eles contavam, já que eu me segurava pra não perguntar nada sobre ela. Fiquei sabendo que ela teve um filho, depois outro, e quando tava grávida do terceiro, chegou aos meus ouvidos a palavra mais linda que eu queria ouvir: "Ela tá voltando da Espanha com os filhos porque a coisa tá toda errada com o marido." O irmão me contou, e eu falei: "Que merda, hein! Sua irmã é uma gostosa." E ele respondeu: "Melhor, aquele cara é um idiota, não sabe tratar minha irmã como ela merece." Hurraaaa!!!! Pensei comigo.
Sempre ia comprar no supermercado chinês perto de casa, mesmo que os preços às vezes fossem um pouco salgados, mas era o único que salvava pelo horário ou pela distância. Tava comprando na fiambreria quando tocam nas minhas costas. Viro e vejo ela, não podia acreditar, mas com uma barriga enorme, daquelas de manifestação. "Oi", ela disse, e eu derreti. Quase sumi pelo ralo. Ela me deu um beijo, mas foi quase na boca. Abri os olhos feito um dois de ouro. "Que surpresaaaa!!! Como você tá? Como se sente? Que lindo, você tá grávida? Quanto tempo passou? Não acredito..." falei, bah, metralhei ela de perguntas, hein! Ela respondeu. Continuamos com as compras. Quando terminamos, saímos e ela disse: "Não me dá uma mão até o apartamento dos meus pais? Por enquanto tô instalada lá." Fomos até lá. Ela me deu outro beijo, já no meio da boca, e disse: "Espero que a gente se encontre de novo..."
O dia chegou de novo no supermercado chinês. A gente se Cruzamos, falamos, acompanhei ela de novo até o apê. Ficamos na porta, mas dessa vez ela me pediu pra levar as sacolas pra dentro, claro que não neguei e entrei. Lá dentro, ela me ofereceu algo gelado e aceitei. Sentei, ela chegou com o copo, largou na mesa e ficou do meu lado. Pegou minha mão e levou pra barriga dela, acariciei. — Como eu precisava das tuas mãos na minha barriga — ela disse. Eu levantei, segurei o rosto dela e dei um beijo. Ela respondeu e abriu a boca, nossas línguas se entrelaçaram, brincaram, percorreram a boca uma do outro, e o pau subiu pra caralho. Ela sentiu, se afastou, me pegou pela mão, me levou pro quarto e aí...
Continua...
PS: Tive que mudar umas coisas no relato pra poder publicar. Espero que dê pra entender a história...
Vou te contar, sou um homem casado com três filhos e isso me pegou de um jeito que eu nunca imaginei sobre como a vida era. Tava casado há uns quatro anos, muito feliz (pelo menos eu achava), agora só tô casado mesmo.
Onde eu moro é um bairro de casas baixas, na esquina da minha rua tem um conjunto de prédios de três andares, cheio de gente, e era lá que morava a mulher que vai entrar nessa história.
Eu tava fazendo uns serviços na frente de casa, porque tava suspenso do trampo por umas duas semanas, foi quando eu vi ela: 1,60m, cabelo preto comprido, um corpo escultural, umas medidas 100-65-90, e pra completar, camisa branca e saia xadrez, mostrava que estudava num colégio particular. Ver ela me quebrou todo, fiquei igual um idiota olhando pra ela, parado em cima da escada, quando ela me olhou, acenou e disse: "Oi". Quase caí da escada de tanto responder o cumprimento dela.
Com o tempo, comecei a encontrar ela direto no bairro, e a gente se olhava mais do que devia, mas ela só me dava um "Oi" e eu derretia. O tempo foi passando, ela já não usava mais o uniforme, eu via ela mais de shortinho, calça justa, vestidinho curto. O tempo continuou e a gente seguia se olhando, não sei se era coisa da minha cabeça, mas tenho certeza que a gente se desejava com o olhar.
Um dia, por intermédio de uns caras, conheci o pai e o irmão dessa mina. Com o tempo, viramos amigos de tomar cerveja, ir pro estádio, compartilhar umas festas. Achei que por esse lado podia me aproximar dela, mas não rolou nada, até que um dia senti a maior traição da minha vida... Tava na esquina bebendo com os caras, vi ela e não acreditei no que meus olhos viam: ela tinha namorado. Como assim? Com a permissão de quem? Por quê? E eu, onde fico? Tudo isso passava na minha cabeça, enquanto ela apresentava ele pra todo mundo.
O tempo passou, a gente continuou se olhando, se cumprimentando, só isso. Ela seguia namorando, cada vez mais. Mas, sério, eu via ela com o cara e morria por dentro (que otário). Ficava me perguntando por que caralhos ele não chegava nela, e eu respondia: "Nãoooo, é uma vizinha!!!" Mas como tudo tem que acontecer, fiquei sabendo que ela ia casar... Fiquei um tempão deprimido, e o golpe final foi quando descobri que ela ia morar na Espanha. Olha, nessa altura já tinham se passado uns 5 anos da primeira vez que a gente se olhou.
O tempo foi passando, e o pouco que eu sabia era pelo irmão ou pelo pai, porque eles contavam, já que eu me segurava pra não perguntar nada sobre ela. Fiquei sabendo que ela teve um filho, depois outro, e quando tava grávida do terceiro, chegou aos meus ouvidos a palavra mais linda que eu queria ouvir: "Ela tá voltando da Espanha com os filhos porque a coisa tá toda errada com o marido." O irmão me contou, e eu falei: "Que merda, hein! Sua irmã é uma gostosa." E ele respondeu: "Melhor, aquele cara é um idiota, não sabe tratar minha irmã como ela merece." Hurraaaa!!!! Pensei comigo.
Sempre ia comprar no supermercado chinês perto de casa, mesmo que os preços às vezes fossem um pouco salgados, mas era o único que salvava pelo horário ou pela distância. Tava comprando na fiambreria quando tocam nas minhas costas. Viro e vejo ela, não podia acreditar, mas com uma barriga enorme, daquelas de manifestação. "Oi", ela disse, e eu derreti. Quase sumi pelo ralo. Ela me deu um beijo, mas foi quase na boca. Abri os olhos feito um dois de ouro. "Que surpresaaaa!!! Como você tá? Como se sente? Que lindo, você tá grávida? Quanto tempo passou? Não acredito..." falei, bah, metralhei ela de perguntas, hein! Ela respondeu. Continuamos com as compras. Quando terminamos, saímos e ela disse: "Não me dá uma mão até o apartamento dos meus pais? Por enquanto tô instalada lá." Fomos até lá. Ela me deu outro beijo, já no meio da boca, e disse: "Espero que a gente se encontre de novo..."
O dia chegou de novo no supermercado chinês. A gente se Cruzamos, falamos, acompanhei ela de novo até o apê. Ficamos na porta, mas dessa vez ela me pediu pra levar as sacolas pra dentro, claro que não neguei e entrei. Lá dentro, ela me ofereceu algo gelado e aceitei. Sentei, ela chegou com o copo, largou na mesa e ficou do meu lado. Pegou minha mão e levou pra barriga dela, acariciei. — Como eu precisava das tuas mãos na minha barriga — ela disse. Eu levantei, segurei o rosto dela e dei um beijo. Ela respondeu e abriu a boca, nossas línguas se entrelaçaram, brincaram, percorreram a boca uma do outro, e o pau subiu pra caralho. Ela sentiu, se afastou, me pegou pela mão, me levou pro quarto e aí...
Continua...
PS: Tive que mudar umas coisas no relato pra poder publicar. Espero que dê pra entender a história...
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