O colombiano veio cobrar o empréstimo de novo, de cara feia, ressentido comigo — não por falta de pagamento, mas porque a mulher dele me mandava mensagem no WhatsApp e ele sabia.
Peguei a moto e fui na casa da Yeni, a mulher do colombiano. Tomamos umas cervejas e ela me mostrou o sofá novo que compraram. Ali nos beijamos, nos esquentamos, nos tocando.
As mãozinhas dela apertavam minha piroca dura, me masturbava e me olhava fixo nos olhos, sentado naquele sofá lindo, quando de repente chega o marido.
A cena pra ele foi chocante... não consegui reagir porque tava com muito prazer.
— Não acredito, Yeni! — ele disse.
— Não, não é o que você tá pensando — falei eu, sentado no sofá dele com a piroca molhada e dura pra fora, e a mão da mulher dele segurando ela.
Pensei que ia me matar... Mas ele mandou a Yeni continuar!
No começo me incomodava ele me olhar, mas a Yeni tinha umas mãozinhas muito gostosas que massageavam meu pau com tanta delicadeza que eu morria de prazer.
Molhado e prestes a ter um orgasmo de tanta punheta que a Yeni me dava, falei que não aguentava mais, que queria meter dentro dela, e o colombiano aceitou.
— Mete, argentino de merda — ele disse —, mete que quero ver minha Yeni assim...
Levantei com a piroca molhada e fervendo, peguei a Yeni e coloquei ela de quatro no sofá, levantei a saia dela e praticamente rasguei a calcinha, e meu pau entrou direto porque ela também tava muito molhada.
Comendo ela com gosto, ela gemia e olhava pro marido; quando fazia isso, eu enfiava o dedo na bunda quente que ela tinha, e ela gemia mais forte...
Já não aguentava mais e gozei dentro dela, e um pouco fora, no meio daquele culo lindo... escorrendo pela buceta dela e no chão... tudo molhado.
— Vem cá, colombiano — falei. — Gostou de eu comer sua mulher?
— Sim — ele disse.
— Vem limpar ela, então.
O colombiano trouxe um pano e limpou a buceta dela e o chão do meu gozo.
Ele me olhou!! E eu com a piroca pra fora, não entendi nada... Ela queria?
Peguei minha pica e ela começou a chupar... nunca um homem tinha chupado minha pica... mas a boca grossa daquele preto era muito gostosa...
A Yeni chupava minhas bolas e o marido chupava a pica... me mataram de prazer até eu gozar de novo na cara dos dois...
Os dois molhados, o Colombiano levantou e trouxe uma caixa.
Abri e lá tinha um consolador de pica dupla, um de cada lado...
Deitei no tapete e mandei eles fazerem o mesmo, aí massageei com meu polegar o cu da Yeni... quando tava bem dilatada, enfiei a cabeça de um lado do consolador... e do outro lado, esfregava a pica do Colombiano com o consolador.
Assim enfiei o consolador duplo nos dois e eles começaram a se mexer como cobras debaixo de mim... eu fervia de tesão e prazer.
Sentei na frente da Yeni e ela começou a chupar minha pica gemendo...
Chupou até eu gozar de novo... dessa vez gozei dentro da boca e nos lábios dela...
Meu leite escorrendo pela boca dela me excitava... uma cena que nunca mais esqueceria, e o marido esfregando o cu dela com o consolador duplo enfiado nele e nela...
Levantei, vesti minha calça jeans e a camiseta, e deixei eles assim... molhados do meu leite e quentes naquele chão...
Quando cheguei em casa, a mensagem do WhatsApp dizia: "Quando quiser, vem pra nossa casa pra gente se divertir.
Peguei a moto e fui na casa da Yeni, a mulher do colombiano. Tomamos umas cervejas e ela me mostrou o sofá novo que compraram. Ali nos beijamos, nos esquentamos, nos tocando.
As mãozinhas dela apertavam minha piroca dura, me masturbava e me olhava fixo nos olhos, sentado naquele sofá lindo, quando de repente chega o marido.
A cena pra ele foi chocante... não consegui reagir porque tava com muito prazer.
— Não acredito, Yeni! — ele disse.
— Não, não é o que você tá pensando — falei eu, sentado no sofá dele com a piroca molhada e dura pra fora, e a mão da mulher dele segurando ela.
Pensei que ia me matar... Mas ele mandou a Yeni continuar!
No começo me incomodava ele me olhar, mas a Yeni tinha umas mãozinhas muito gostosas que massageavam meu pau com tanta delicadeza que eu morria de prazer.
Molhado e prestes a ter um orgasmo de tanta punheta que a Yeni me dava, falei que não aguentava mais, que queria meter dentro dela, e o colombiano aceitou.
— Mete, argentino de merda — ele disse —, mete que quero ver minha Yeni assim...
Levantei com a piroca molhada e fervendo, peguei a Yeni e coloquei ela de quatro no sofá, levantei a saia dela e praticamente rasguei a calcinha, e meu pau entrou direto porque ela também tava muito molhada.
Comendo ela com gosto, ela gemia e olhava pro marido; quando fazia isso, eu enfiava o dedo na bunda quente que ela tinha, e ela gemia mais forte...
Já não aguentava mais e gozei dentro dela, e um pouco fora, no meio daquele culo lindo... escorrendo pela buceta dela e no chão... tudo molhado.
— Vem cá, colombiano — falei. — Gostou de eu comer sua mulher?
— Sim — ele disse.
— Vem limpar ela, então.
O colombiano trouxe um pano e limpou a buceta dela e o chão do meu gozo.
Ele me olhou!! E eu com a piroca pra fora, não entendi nada... Ela queria?
Peguei minha pica e ela começou a chupar... nunca um homem tinha chupado minha pica... mas a boca grossa daquele preto era muito gostosa...
A Yeni chupava minhas bolas e o marido chupava a pica... me mataram de prazer até eu gozar de novo na cara dos dois...
Os dois molhados, o Colombiano levantou e trouxe uma caixa.
Abri e lá tinha um consolador de pica dupla, um de cada lado...
Deitei no tapete e mandei eles fazerem o mesmo, aí massageei com meu polegar o cu da Yeni... quando tava bem dilatada, enfiei a cabeça de um lado do consolador... e do outro lado, esfregava a pica do Colombiano com o consolador.
Assim enfiei o consolador duplo nos dois e eles começaram a se mexer como cobras debaixo de mim... eu fervia de tesão e prazer.
Sentei na frente da Yeni e ela começou a chupar minha pica gemendo...
Chupou até eu gozar de novo... dessa vez gozei dentro da boca e nos lábios dela...
Meu leite escorrendo pela boca dela me excitava... uma cena que nunca mais esqueceria, e o marido esfregando o cu dela com o consolador duplo enfiado nele e nela...
Levantei, vesti minha calça jeans e a camiseta, e deixei eles assim... molhados do meu leite e quentes naquele chão...
Quando cheguei em casa, a mensagem do WhatsApp dizia: "Quando quiser, vem pra nossa casa pra gente se divertir.
2 comentários - Consolador de cabeça dupla
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