Lo mejor que puede pasarte

Muito boa noite, queridos leitores do Poringa. Hoje vim contar pra vocês a melhor coisa que já me aconteceu. Querem saber o que é? R: ser cuck. Alguns sabem que minha mulher se chama Karla, uma mulher sem igual, boa demais. Ela e eu somos um só, e digo isso porque depois de realizar várias fantasias, nos adaptamos a um mundo que não é pra qualquer casal. O mundo Swinger. Sim, a genialidade que é ser cuck e bull ao mesmo tempo. Vou contar como comecei nesse mundo. Minha mulher e eu estávamos conversando com um casal de amigos muito próximos, eles nunca imaginavam, nem nós imaginávamos como éramos por trás daquela roupa formal e vestidos colados. Simples amigos que convivem nos fins de semana e, ocasionalmente, viajávamos juntos. Enfim, um dia estávamos jogando verdade ou desafio pra quebrar o gelo num dos nossos encontros. Tudo foi tão bem até que a esposa dos nossos amigos teve a brilhante ideia de perguntar pra minha mulher se ela já tinha me traído. Puta merda, na hora senti uma raiva no peito, não podia acreditar naquela pergunta. Aí minha esposa respondeu: SIM. Naquele momento, não podia acreditar. Minha fantasia de ver minha mulher com o amigo Marcos (no meu outro relato) tinha feito ela falar de brincadeira que sim, seguido de umas risadas. Isso me deixou envergonhado, parecia um tomate. Enfim, a noite toda ficamos jogando verdade ou desafio, tomando cerveja, ouvindo música romântica e reggaeton, e começamos a dançar. Todo mundo dançando, divertido. As horas passaram e os copos subiam, dançando em voltas sincronizadas. De repente, troquei de parceira inesperadamente! — Oh, caralho! — disse a mulher do nosso amigo. Na hora, ela de brincadeira me deu um selinho na boca e eu fiquei surpreso. E continuou me beijando, foi intenso. Quando viramos, vejo meu amigo beijando minha mulher. Deus, não sabia o que fazer. Nos deixamos levar pelo nervosismo e naquele momento, nada... Não importava, a gente continuava dançando coladinho, eu podia sentir os peitos daquela mulher que não era minha e o quadril largo. E via meu amigo abraçando e dançando grudado na minha mulher, enquanto ela levantava os braços e ele passava a mão devagar nas costas e na bunda dela. Caralho! O que a gente podia fazer? Aos poucos, fomos tirando a roupa, tudo espalhado pelo chão, quando num piscar de olhos, meu amigo já tinha minha mulher de quatro e tava metendo a pica nela. UAU! Naquele momento, senti uma mistura de raiva, ciúme, prazer, tesão... enfim, um monte de coisa. Por isso, comecei a chupar os peitos da mulher do meu amigo, peitos grandes e redondos. Tudo foi muito bom. Meti minha pica naquela buceta molhada e apertada, deixando vermelha aquela bunda branca. A mulher só gemia com toda força, enquanto a minha mulher dizia: "Pica gostosa, mete até o fundo, que sou uma puta gostosa, seu cachorro, papai." Caralho, ouvir ela falar essas coisas me deixava mais louco. Enquanto isso, a mulher do meu amigo me pedia: "Sou sua raposa, arromba meu cu, papai, me dá." Foi tudo sem limites, e no final, ver as duas mulheres engolindo a porra toda, sem deixar uma gota cair. Isso foi a melhor coisa que podia ter acontecido comigo, e sei que se você tentar também, vai ser a melhor experiência da sua vida. luisMeza Poetaerotico94

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