Assim que percebi que não incomodava ela tanto quanto pensei e que tinha conseguido o que queria, decidi que ia comer ela toda, dos pés à cabeça, que fosse minha mulher. Então a estratégia era apelar pro amor de mãe dela e transar aproveitando isso. Fingi uma depressão, fiz questão de que ela notasse que parei de comer, que não saía e não falava com ninguém. Até pedi pro meu irmão mais novo falar pra ela que eu tava triste, chorando, essas coisas... E isso deu resultado de novo. Ela bateu no quarto e perguntou o que eu tinha, o que tava rolando. Eu falei que tava triste pelo que fiz com ela, que sabia que foi errado, mas tava muito excitado e não consegui me segurar. Ela: "Você tem razão, filho, isso não foi nada certo. Mas sabe, não foi tão grave. Entendo que você tava explorando e, de certo modo, eu também permiti. Então os dois somos culpados. Não quero te ver assim, me dói. Vamos comer, não fiquei chateada com o que aconteceu." Como se nada tivesse rolado de novo. Eu: "Tá bom, mãe. Te amo, você é a melhor." Ela: "E eu amo você, nunca duvide disso. Faria qualquer coisa pelos meus filhos porque amo vocês." Tudo seguiu normal, embora eu desejasse ela mais do que nunca. Não tentei nada por uns 15 dias. Mas um dia, desci pra tomar banho como sempre, passei na cozinha pra pegar um copo d'água enquanto ela cozinhava. Notei que ela tava usando aquele vestido verde do outro dia. Minha mãe tava gritando pro meu pai ajudar com a comida, estavam fazendo sopes, e ela gritou pra ele ajudar a amassar. Meu pai respondeu: "Deixa esse filho da puta te ajudar, ele nunca faz nada." E aí meu pai falou pra mim: "Ajuda sua mãe, vai!" Eu fiquei ligado 1000% porque sabia o que queria fazer e tava justificado o tempo que ia passar na cozinha. Comecei a ajudar normal. Umas 15 minutos depois de ver como a bunda gostosa da minha mãe rebolava pela cozinha enquanto cozinhava, fui no banheiro, tirei o pau pra fora como sempre, peguei a toalha e saí como sempre. E com a desculpa de colocar as tortilhas no comal, passava atrás dela, esfregando descarado com o pau de fora, uma e outra e outra vez. E minha mãe só falou: "Lá vai você de novo... Começar, filho da puta. Depois você se sente mal. Quando ela disse isso, abracei ela por trás de um jeito bem carinhoso e falei no ouvido dela: "Eu sei" (com a respiração toda nervosa), "mas isso me excita tanto. Eu não queria entrar na cozinha, meu pai mandou, não consigo resistir." Ela: "Então vai, continua amassando." Com isso, entendi que tinha permissão dela pra essas coisas, mas, como sempre, levei tudo além. Tava amassando a massa e, quando passei pro comal, abracei ela por trás com meu pau pra fora, mas levantei o vestido e falei: "Te amo muito, mãe!" Meu pênis entrou direto entre as nádegas dela! Tava super excitado, mas o estranho é que ela não fez nada pra me empurrar ou mudar de posição, ficou muda! Literalmente não disse nada! Continuava picando o tomate como se nada tivesse acontecendo. Isso me acendeu 100%. Enquanto abraçava ela por trás, desci minha mão até as coxas quentes e grossas dela e puxei a calcinha fio dental pro lado. Dava pra sentir que ela tava excitada. Empurrei um pouco mais e senti o calor da buceta dela no meu pau. Parecia um abraço inocente, mas eu tava enfiado nela e comecei a me mexer devagar, com meu pai lá fora. Lembro que empurrava até o fundo e ela gemia bem baixinho. Aí ela falou: "Já acaba, filho da puta, aaaa acaba, aaaa, ou a gente morre se seu pai ver." Isso me excitou mais! Juro por 100%. Falei no ouvido dela: "Acabo se você disser que gosta!" Ela: "O quê!" Eu: "Admite que você tá gostando do meu pau e que queria isso igual a mim!" Ela: "Não, aaaa aaa aaa aaa aaa aaa aaa" (nesse momento acelerei o ritmo). Eu: "Admite ou não termino. Você gosta do pau do seu filho." Ela: "É horrível o que a gente tá fazendo." Eu: "Admite que você tava morrendo de vontade disso, porque você tá me deixando fazer na sua própria cozinha, com o pai lá fora." Ela: "Aaaa aaa aaa aaa aaa aaa sim, eu gostooo do seu pau, admito, tava excitada no carro como nunca, aaaa aaa aaa já, já, para." Eu: "Paro se você prometer continuar isso e que essas bundonas vão ser minhas sempre que eu precisar." Ela: "É horrível o que a gente tá fazendo." Nesse momento, ela me empurrou e saiu da cozinha. Não soube como reagir. Eu tinha conseguido meu objetivo, tudo ocorreu normal e naquele mesmo dia ela subiu no meu quarto e disse que sentia nojo do que a gente fez e de como se sentiu com o próprio filho, que nunca mais ia rolar nada! E que se eu tentasse de novo, ela contaria tudo pro papai, sem se importar com nada. Eu sabia que a gente tinha cruzado a linha e não tinha volta, e também me sentia deprimido e excitado ao mesmo tempo. Passou uma semana, não foi muito, foram os 15 anos de uma prima e minha mãe tava usando um vestido branco que fazia qualquer um ficar de pau duro só de ver aquela bunda que ela carregava e aquele vestido. Fomos pro evento e minha mãe tava se divertindo pra caralho com a família, e meu pai bebeu pra cacete, então eu fui deixar ele em casa primeiro, óbvio, de propósito, e meu irmãozinho também. Garanti que minha mãe bebesse até onde ela gosta. No fim do evento, minha tia mora perto do salão e, manhoso, falei pra ela se a gente podia ficar num quarto, eu e minha mãe, que eu tava cansado pra dirigir. Minha tia, muito gente boa, arrumou um quarto pra gente, ninguém viu problema. Minha mãe queria voltar pra casa, mas eu falei: "Você já bebeu demais pra dirigir e eu tô muito cansado, amanhã a gente vai." Sinceramente, analisando lógico, sem problema. Chegando na casa da minha tia, minha mãe deitou na cama e eu comecei a fazer minha cama no chão, tentando apelar pra pena. Funcionou, porque ela falou: "Não seja idiota, a gente cabe perfeitamente na cama." Não passaram nem dois minutos, ela apagou a luz, quando eu tirei o pau pra fora e comecei a encostar descaradamente. Foda-se, já tinha comido ela antes, qual era o pior que podia acontecer? E, igual da outra vez, ela não tava nada dormindo e não falou nada! Quieta de novo. Falei no ouvido dela: "Você é demais, é a melhor mãe do mundo", enquanto levantava a saia dela e, de uma só vez, meti! Ela: "Aaaa aaaa aaaa aaa, tipo, eu falei que não ia rolar de novo, aaaa aaaa aaaa aaaa aaa." Eu: "Você adora o pau do seu filho, sabia que vinha pra isso, adora, né?" Ela: "Isso tá tudo errado, aaaaa, quando foi que a gente chegou nisso, aaaa aaaaaaaa aaaaaa, ayyy, ay, ay" (acelerei o ritmo). (ritmo) Eu— não grita, que sua irmã pode ouvir você gemer. Já sei que você ama meu pau, assim como eu amo essas bundonas gostosas que você tem.
Ela— aaaa aaaaa aaaaa aaaa tira logo.
Eu— Tiro se é isso que você quer, só precisa se mexer (comecei com tudo, rápido, as nalgas dela batiam palmas de tanta força).
Eu— O que foi, não queria que eu tirasse? Por que não se mexe? Admita que você ama meu pau ou eu paro.
Ela— ayyyyyyyy! Aaaaaa! Por que me faz dizer isso? Já não basta o que você tem?
Eu— Quero que admita que você quer isso mais do que eu!
Ela— Sim!! Ayyyy aaaaa ayyyyy sim! Eu amo a pica do meu filho.
Eu— De quem você é a puta de agora em diante?
Ela— Sua aaaaa aaaaa mais forte, gostoso.
Eu— De quem são essas bundonas?
Ela— Suas aaaaa aaaaaa aaaaaaa.
Eu— Sempre serão minhas! Ficou claro, mãe!
Ela— Sim, sim, sim, gostoso!
Eu meti com tudo! Gozei dentro, beijei ela e falei: "Dessa vez sem arrependimentos!" Beijei de novo, só descansei 20 minutos e já queria sexo de novo. Comecei a lubrificar o ânus.
Ela— Por aí não, gostoso, dói e nem seu pai eu deixo.
Eu— Essas nalgas são minhas de agora em diante e comecei a meter devagar, bem devagar meu pau. Ela forçava de dor, vi na cara dela e isso me excitou mais, e parei de ser suave.
Ela— Para, para, gostoso! Dói, dói!
Eu— Você adora e sabe disso, transar com seu próprio filho e dizia que nunca ia rolar.
Ela— aaaa aaaa aaa já não fala essas coisas.
Eu— Você tem as melhores nalgas que já vi e são minhas de agora em diante, quando eu quiser, tá claro!
Ela— Sim, sim aaaa aaaaa sim aaaaaaa.
Gozei dentro dela a noite toda, fiz toda putaria que me veio à cabeça. De manhã, papai ligou pra saber onde a gente tinha ficado. Ela atendeu o celular no quarto e a gente ainda tava pelado. Enquanto eles falavam, ela me excitou, ela tava em pé na frente do espelho e comecei a lamber aquela buceta enquanto eles conversavam. Minha mãe queria desligar logo! Meu pai tava reclamando até que eu penetrei ela de novo com papai no telefone e ela desligou!
Ela— Que filho da puta você é! Lembro que a gente fazia tudo. Devagar, estávamos na casa da minha tia. Finalmente, minha mãe admitia um relacionamento comigo. Ela se deitou de barriga pra cima e montou em mim com aquela bunda enorme de um jeito suave. Ela só dizia: "Eu amo seu pau, docinho, mas amo mais ainda sua energia. Sei que estamos pecando, mas é com alguém que eu amo." Eu respondi: "Eu também te amo, mãe, e principalmente essa bunda enorme que vai ser minha pra sempre."
Saímos da casa da minha tia, e minha mãe disse que não conseguia nem sentar por causa do meu pau no cu dela. Hoje vou possuí-la de várias maneiras. Vou contar novas histórias pra vocês. (E sabem aquela linguagem suja que usei com ela dessa última vez? Fiz isso porque me excitava falar assim com ela, me excitava ouvir isso dela. E acho que o mesmo vale pra ela. Nem tudo foi tão fácil em muitos aspectos. Tem altos e baixos, porque muitas vezes ela entra em depressão pelo que fazemos, e honestamente eu também, com uma sensação de culpa. Mas no final, o desejo e o tesão sempre são maiores. Nem nos meus melhores sonhos imaginei falar com ela do jeito que falei naquele dia e receber essas respostas. Acho que falei daquele jeito porque me excitava a sujeira da situação, e ela não estava fazendo nada. A barreira do respeito entre mãe e filho foi quebrada desde aquele momento.)
Ela— aaaa aaaaa aaaaa aaaa tira logo.
Eu— Tiro se é isso que você quer, só precisa se mexer (comecei com tudo, rápido, as nalgas dela batiam palmas de tanta força).
Eu— O que foi, não queria que eu tirasse? Por que não se mexe? Admita que você ama meu pau ou eu paro.
Ela— ayyyyyyyy! Aaaaaa! Por que me faz dizer isso? Já não basta o que você tem?
Eu— Quero que admita que você quer isso mais do que eu!
Ela— Sim!! Ayyyy aaaaa ayyyyy sim! Eu amo a pica do meu filho.
Eu— De quem você é a puta de agora em diante?
Ela— Sua aaaaa aaaaa mais forte, gostoso.
Eu— De quem são essas bundonas?
Ela— Suas aaaaa aaaaaa aaaaaaa.
Eu— Sempre serão minhas! Ficou claro, mãe!
Ela— Sim, sim, sim, gostoso!
Eu meti com tudo! Gozei dentro, beijei ela e falei: "Dessa vez sem arrependimentos!" Beijei de novo, só descansei 20 minutos e já queria sexo de novo. Comecei a lubrificar o ânus.
Ela— Por aí não, gostoso, dói e nem seu pai eu deixo.
Eu— Essas nalgas são minhas de agora em diante e comecei a meter devagar, bem devagar meu pau. Ela forçava de dor, vi na cara dela e isso me excitou mais, e parei de ser suave.
Ela— Para, para, gostoso! Dói, dói!
Eu— Você adora e sabe disso, transar com seu próprio filho e dizia que nunca ia rolar.
Ela— aaaa aaaa aaa já não fala essas coisas.
Eu— Você tem as melhores nalgas que já vi e são minhas de agora em diante, quando eu quiser, tá claro!
Ela— Sim, sim aaaa aaaaa sim aaaaaaa.
Gozei dentro dela a noite toda, fiz toda putaria que me veio à cabeça. De manhã, papai ligou pra saber onde a gente tinha ficado. Ela atendeu o celular no quarto e a gente ainda tava pelado. Enquanto eles falavam, ela me excitou, ela tava em pé na frente do espelho e comecei a lamber aquela buceta enquanto eles conversavam. Minha mãe queria desligar logo! Meu pai tava reclamando até que eu penetrei ela de novo com papai no telefone e ela desligou!
Ela— Que filho da puta você é! Lembro que a gente fazia tudo. Devagar, estávamos na casa da minha tia. Finalmente, minha mãe admitia um relacionamento comigo. Ela se deitou de barriga pra cima e montou em mim com aquela bunda enorme de um jeito suave. Ela só dizia: "Eu amo seu pau, docinho, mas amo mais ainda sua energia. Sei que estamos pecando, mas é com alguém que eu amo." Eu respondi: "Eu também te amo, mãe, e principalmente essa bunda enorme que vai ser minha pra sempre."
Saímos da casa da minha tia, e minha mãe disse que não conseguia nem sentar por causa do meu pau no cu dela. Hoje vou possuí-la de várias maneiras. Vou contar novas histórias pra vocês. (E sabem aquela linguagem suja que usei com ela dessa última vez? Fiz isso porque me excitava falar assim com ela, me excitava ouvir isso dela. E acho que o mesmo vale pra ela. Nem tudo foi tão fácil em muitos aspectos. Tem altos e baixos, porque muitas vezes ela entra em depressão pelo que fazemos, e honestamente eu também, com uma sensação de culpa. Mas no final, o desejo e o tesão sempre são maiores. Nem nos meus melhores sonhos imaginei falar com ela do jeito que falei naquele dia e receber essas respostas. Acho que falei daquele jeito porque me excitava a sujeira da situação, e ela não estava fazendo nada. A barreira do respeito entre mãe e filho foi quebrada desde aquele momento.)
7 comentários - Como deixei essa rabuda minha 2
Ojalá y cumplas todas tus fantasías con ese gran culo