A despedida da Anita - Parte 1

um relato bem longo e com muitos diálogos, espero que seja do agrado de vocês
OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Chegou o domingo, a gente tinha tudo preparado pra reunião de família, acordamos cedo e tomamos café da manhã.

Você tá ansiosa, né?

Ana, acho que você tem mais, tá com muito cum acumulado e acho que hoje vai descarregar.

Não sei, vamos ver como as coisas rolam, cê sabe, não curto planejar.

Ana — mas faz tempo que você não vê meus velhos.

Eu já sei, é que a gente tinha combinado que isso tinha acabado, lembra?

Ana-mas a gente podia visitar eles de vez em quando

Claro que sim, amor, mas com a Mary é complicado.

Ana já sabe, minha velha é bem piranha, embora meu pai tenha me dito que ela tá mais sossegada.

Isso a gente vai ver.

Ana, tu tá saindo da casinha de tanto querer arrebentar ela, dá pra ver demais, amor.

Para de me dar tesão, ou você quer que eu coma ela mais do que eu, pelo visto.

Ana — claro que sim, adoro ver ela feliz com essa sua pica, você não faz ideia do bem que ela se comporta depois

Eu-ahhh, ela vem aí, né? Eu encho ela e depois tu aproveita, que biscateira tu é.

Ana sempre foi assim, amor. Você vai ver como ela vem, com certeza ela vem bem putinha.

Acho que a Fê não vai deixar ele comer.

Ana-fer deixa ela fazer o que quiser, desde que ela pegue alguma coisa, o viado tá tudo bem.

Bom, seu velho não é um cara ruim.

Ana, de jeito nenhummm, só que me dá vergonha ele ser tão putinho.

Não é viado, não — se ele também come ela.

Ana mudou muito, minha mãe me disse que nem toca mais nela e, se toca, tem que usar o vibrador junto. O velho tá muito viado.

Aí, huuuuum, vou ter que dar pros dois então.

Ana — isso é certeza, amor, mas você vai ter ajuda, isso é certeza.

Tá vendo como você mexe com minha cabeça? Olha como você tá me deixando.

Ana, melhor assim, assim que os calores passarem pra nós dois, a gente passa o domingo sossegados kkkkkkkk

Eu—é o que espero, amor.

Alrato tocaram a campainha, eram Maria e Fernando, os pais da Anita tinham chegado cedo. A gente cumprimentou eles e eles colocaram as coisas na mesa da cozinha. Tinham trazido churrasco e uns vinhos. A Anita tava certa, a Mary tinha vindo bem putinha, uma minissaia que mal cobria a bunda enorme e uma regata cavada bem justa que fazia os peitos dela pularem. Só de olhar já subia a pica. Eu tava na sala com o Fer e a Anita, a Mary tinha ficado na cozinha guardando as coisas.

Ana tá ajudando a minha coroa, véi

Eu—por que eu?

Ana-dale, não se faz de bobinho.

Ela estava junto à bancada abrindo as sacolas, a minissaia dela mal mostrava a bunda, falei pra ela

Eu te ajudo, sogrinha?

Enquanto eu apertava ela contra a bancada e agarrava os peitos dela, ela empurrou a bunda mais pra fora e começou a rebolar com força contra meu pau.

Mary, essa é minha fantasia: me comerem na cozinha. Ai, como você tá, macho gostoso?

Cala a boca, senão teu marido vai perceber.

Em segundos, ela já tava de joelhos chupando meu pau, eu entrei na brincadeira, sabia que tanto o Fer quanto a Anita tavam esperando ouvir ela gemer igual à putinha que ela é, então eu falei pra ela

Vira de costas, não aguento maaais

Ela se virou na hora, ansiosa pra sentir meu pau na buceta dela empapada. Levantei a minissaia, puxei a calcinha fio dental dela e fui penetrando devagar, enquanto ela se contorcia de prazer.

Que lindo é te foder assim enquanto o corno manso tá do lado e nem imagina como eu tô comendo a esposa dele, coitadinho, os chifres que ele tem, me dá pena, enquanto eu te pego e te uso do meu jeito ele nem percebe a puta que a mulher dele é, que bundão gostoso você tem, vou arrebentar ele assim, quando o corno quiser fazer vai encontrar bem abertinhooo

Mary, que malvado você é, pela tiny ass agora não, não vou aguentar essa porra linda que você tem e ela vai perceber

Eu quero arrebentar essa buceta jááá

Mary, em mim nãoooo, quebra ele pra ele, quem sabe além de corno manso você ainda vira um puta conivente, depois me quebra toda, meu machoooo, você é meu macho, tá me matando de pirocadaaaa

Não aguentei mais, era a seca que eu tava e enchi ela de porra, pedi a tanga dela e ela disse

Mary—depois te dou, não vou ficar com a bucetinha de fora.

Eu-é exatamente isso que eu quero

Saquei o selo e guardei no bolso, ela meio que se resignou, o leite escorria pelas pernas dela, ela quis se limpar e eu não deixei, falei pra ela

Quero que você fique assim o dia inteiro, com meu gozo no seu corpo, sua puta.

Mary-pero vai me ver pelada.

É melhor ela perceber que eu te peguei aqui na cozinha.

Mary, você é tão bobinho que capaz nem percebe.

Vamos tentar, beleza? Vamos saindo.

No comedor, a Anita e a Fer estavam batendo um papo. Eu me aproximei da Fer e falei:

E aí, como é que tá, sogrão? Vamos preparar a churrasqueira, quer?

Fer-claro master, vamos campeão.

Elas duas ficaram conversando.

Ana, ela te deu uma massagem?

Mary—olha como ela me deixou, toda melada, é um amor, ela quis fazer a bundinha pra mim mas eu falei que depois, ela faz o joguinho de corna e isso me excita pra caralho, me deixa louca, deixei ele na vontade da bucetinha minúscula.

A Ana-gostosa não vai durar muito tempo.

Mary - primeiro que ele coma a sua mãe.

Ana-lo vai deixar ele de cama se pegar ele, faz dias que não fazemos nada de nada.

Mary-melhor assim, depois ele só olha e bate punheta como sempre.

Ana, que chata você é com a mamãe.

Mary-mala não, talvez role algo dos outros, nunca se sabe.

Ana — isso com certeza, o Ricardo vem.

Mary, coitada, hoje vai sair mancando.

Anabueno, e você, não sei como vai embora então.

Mary-si, é que eu vou embora kkkkkkkk

Enquanto a gente no quintal falava de trampo e limpava tudo pra fazer o churrasco, depois de um tempo entramos e meus velhos já estavam lá, minha mãe tava bem decente comparada com as outras duas, umas leggings pretas bem justas que marcavam a calcinha fio dental e uma camisa branca bem desabotoada, cumprimentamos eles e fomos pro quintal de novo, deixando as mulheres sozinhas.

p—como cê tá? Como anda a anita?

Eu tô bem e a Anita também, mas ó, não se iluda não porque hoje ela só tá de olho, hein

Ela cuida bem do moleque, né? Sabe como ela comia a Mary em cada gravidez.

P-siim, claro, é quando as hormonas tão mais ativas, querem pica em todo canto.

Ela não.

Isso é pra você, hein. Se não der comida pra ela, outro vai dar, no estado que ela tá. Elas querem pica toda hora ou não, fera?

Falou, mas acho que a Ana não trai ele, não. Ela vive em casa.

Bem, essa dúvida eu tenho há um tempão, sempre falei pra ela que dava liberdade pra ela dar pra quem quisesse, mas que não aguento mentira nem esconderijo, se eu deixo ela dar pra qualquer um, por que fazer escondido?

P-Exatamente por isso, pela adrenalina que te dá saber que tá fazendo algo que pode te colocar em perigo.

Fiz, mas não em todas. A Mary, por exemplo, me conta tudo.

p-si, mas se pintar algo e você estiver trabalhando, ela te corta o barato como todas, não vai te ligar pra falar nada.

Claro que não, mas quando chega, me conta tudo com todos os detalhes.

Tá vendo isso? Se não, eu não aguentaria.

P-por isso que ela não te conta, porque ela te conhece kkkkkkk

Você tá dizendo que ele faz por trás de mim?

P-seguramente, filho, isso é inevitável. O importante é que vocês se amem. O sexo, você já sabe como é.

É, se é assim, fica difícil pra caralho de entender.

Fica tranquilo, vamos ver, como ela é com você? Você sente que ela te ama? Ela cuida de você? Fica de olho em você? Isso é o que importa. Ela te conta o que tá rolando? Os problemas dela? Se for assim, é porque ela te ama, ou não?

p-claro que sim, mesmo que tenha brigas é assim, além do mais, do jeito que você come ela, ninguém come, ela vai te preferir mil vezes porque te ama, diferente é quando tem um amante fixo, aí sim perde o love, mas uma transa é uma puta vontade e com outro é algo diferente do que é com você todo dia, senão fosse assim ela ia ficar entediada

Eu, mas pra que fazer escondido?

Fer, deixa esse assunto de lado porque você não vai entender, tá muito fechado.

Eu não sei se entendo essa parada de adrenalina e tudo mais, mas...

P-pero que?

Eu-eu sou incapaz de fazer isso, pra mim é como se eu tivesse traindo ela.

Fer, mas se você fizer e contar pra ele, não tem traição.

Mas ela nunca me disse nada, e agora tô na dúvida mais do que nunca.

p- não te fala nada porque sabe que você vai ficar puta e pode dar merda tudo, mas se der confiança, certeza que ele te conta

E aí, depois vem sua vingança porque você vai meter com tudo, perguntando pra ela quem come melhor.

sei lá, pode ser que vocês tenham razão, mas como é que eu sei se não é sempre o mesmo

Pô, já te falei, pelo jeito que ela te trata, se muda é porque tem outro, senão não. Tô te falando por experiência, no fim das contas elas mudam se tem outro, isso é certeza.

Fera, claro que sim, mas tu trouxe carvão?

P-si, claro, vou pegar ele pra gente começar o fogo.

Meu véio demorou um pouco e depois voltou, começamos o fogo enquanto elas continuavam falando sem parar.

M-eu, e você, tá bem?

Ana, sim, por quê?

Me diz a verdade, é verdade que você comeu o German?

Manos, um açougueiro todo gostoso que atende na esquina de casa.

Ana tá mó tesão, o cara é gostoso pra caralho mas é metido, quem foi que te falou isso?

Não passou pela minha cabeça, não, porque eu topava, sabe. Você já deu pra outros também, não vai me negar.

ana-si claro que sim, mas sempre na frente do dany, ele ficaria puto se eu fizesse sozinha

m-jajajajja, cê tá me zoando, gata? Fala sério, mina, não acredito que você disse isso, com toda a liberdade e abertura que a gente tem.

ana-te, juro que sim, ele fica doido com isso e acho que é capaz de me largar se eu fizer, embora às vezes me dê vontade de fazer, mas o risco é grande demais e não quero perder ele.

m-si, claro, tá bom. Viu, a Mary não quer contar, você acredita nela?

Mary — claro que não, mas ela tem medo que ele descubra e tudo vá pro caralho.

M-mas quem vai contar pra ela?

Ana — e você, que é a mãe ou não?

Acha que eu sou capaz? Nem fodendo, além disso, se ele te largar, eu mato ele, ainda mais agora que meu neto vem aí, penduro ele pelas bolas, arranco fora.

Mary-para, para, não é pra tanto assim.

Ana, e sim, claro, acaba com uma boa pica pra você com isso, hahahahaha

m-dale, me conta, não seja assim

Ana, vou te botar à prova. Só uma vez com um cara que era muito forte. Ele me levou pra um hotel, mas depois me senti muito mal. Nunca tive coragem de contar pra ninguém e passei uma semana de merda porque, pra piorar, ele vivia me perseguindo. E naquela noite, sei lá por que, o Dany me acabou, nada a ver com o outro cara. Tive um surto e me perguntei: pra quê? Se com ele eu posso fazer sem medo e, além disso, vocês sabem como o Dany é na cama. Por isso, estreia e despedida kkkkk. Espero que ele nunca descubra.

m-por mim nunca, mas pra gente tu não consegue mentir, somos mulheres kkkkkkkkk

Mary — claro que siiiim

Nesse exato momento, chegou o Juan (o irmão da Ana) com a namorada dele (a Vero), que tava muito gostosa com a jeans apertada e a blusinha curta. O Juan passou pelo pátio pra cumprimentar.

juan-oi, pessoal!

Ei, fala aí, Juancitooo

Juan, trouxe um pouco de combustível.

Não precisava, isso tem sempre.

Juan, sim, mas não faz mal, esse fogo já tá quase pronto.

Sim, já ia colocar.

Fer, que raro vocês metendo a buceta, kkkkkkk

É, e já coloquei ela na cozinha.

P—quem foi a sortuda? Coitada da Anita.

Fer-nooo, foi a Mary quando voltou da cozinha já tava sem tanguinha e com as pernas meladas, o Dany não aguentou a tentação de ver ela de minissaia.

As consequências de querer mostrar a bunda, fera.

Juan, espero que você não tenha dado no cu dela.

Fer-não, a buceta dele tá bem apertadinha, faz tempo que ninguém toca nela.

Eu-você diz? Vou ter que verificar.

Faz o seguinte: se quiser, leva ela pra cozinha e confere, você vai ver que é verdade.

Seria uma honra pra mim, arrebentar essa bunda, mas o churrasco vai atrasar.

Pô, se quiser, eu mesmo confirmo.

Nãooo, depois você, a sua é muito grande e quero que ela sinta a minha primeiro

Juan, é por isso que eu vou. Ela é a mais novinha dos quatro.

fer-huyyy acho que hoje a Mary vai se atualizar

Pica dele vai sobrar, pode ter certeza.

Juan—todas vão sobrar pica pra elas, a Anita não escapa.

É, eu já sei, é muito tarado comer uma grávida.

p-y mas quando ela é tão gostosa kkkkkkk

Fui lá dentro buscar a carne, pedi pra Mary me ajudar, mas ela mandou a minha véia. Acho que sacou a intenção.

E aí, ma?

m-bem, sentindo sua falta

É, eu já sei.

M-con Ana, vejo que você tá muito gostosa.

Sim, perfeito! E você, com o velho?

M-maso, quando a gente briga, logo depois transamos e resolvemos.

Ah, bom, como sempre.

M-pero sinto falta dessa aqui um pouquinho, já sabe.

Bom, sim, mas ela tá muito ocupada.

Hoje vou comer ela, foi pra isso que vim kkkkkkk

Não tem problema, gata, não muda mais, hein

Nem você também, cara, e é isso que eu curto.

Você está se comportando mal e vou ter que te castigar.

m-hummm adoro teu castigoooo

Saí no pátio e coloquei a carne na churrasqueira, a gente começou a tomar um gancia e entrou na picadinha, nisso tocou a campainha, eram o Ricardo e o Eduardo, eles não iam perder a putaria de jeito nenhum, aí eu soube que ia ter pau pra todo mundo, em poucos minutos chegaram o Raul e o Pato, não achei que fossem vir, mas fiquei muito feliz, soube que o Raul naquele dia ia se formar de viado e submisso na frente de todo mundo, o tesão tava me consumindo, levei ele até a churrasqueira com a desculpa de mostrar o churrasco e aí falei pra ele

Hoje você não escapa, vai receber pica com as duas mãos.

Raul, não seja ruim, só vim pra comer a Anita.

Claro siiiim, e também ver como destroçam a Patrícia, tu não faz ideia do que espera ela e você também.

Raul—depois de fazer aquele bum na Anita, tudo vai ficar bem.

Eu—isso eu realmente quero ver.

Raul, você tá muito gostosa hoje.

Faz uma semana que não como ninguém, imagina só.

Quando a gente entrou já era uma putaria generalizada. A Vero tava sendo apalpada pelo Eduardo, a coitada tava fervendo de tesão e o safado continuava encoxando ela. Enquanto isso, o Juan tava em cima da minha mãe, o Ricardo com a Mary, que já quase não tava mais com a minissaia vestida, e meu pai chupando os peitos da Pato. Fiquei olhando pra eles e, num instante, o Raul se jogou em cima da Anita. Eu me aproximei do Fernando e falei.

Pô, que festa se armou, cê acha que vai pegar alguém?

Firme, peguei na minha pica e sem dizer nada começou a bater uma punheta até eu gozar, e se ajoelhando enfiou ela na boca, era um mestre no boquete, engolia tudo, não sei como fazia, dava pra ver que a garganta dela já estava acostumada, depois passou a lamber minhas bolas. Quando virei a cabeça, já vi a Mary toda enfiada pelo Ricardo, que tava metendo com tudo na buceta dela enquanto ela balançava as tetas pra todo lado. Atrás, minha velha mamando pica desesperada, enquanto a Anita recebia pelo cu e a Patrícia também do lado. O que mais me deixou com tesão foi ver a Vero como o Eduardo tava comendo ela, parecia uma boneca de pano, tava putona e já pedia outra pica aos gritos. O Eduardo tinha passado do ponto esquentando ela, coitadinha, ia ser a primeira a terminar toda arrebentada. Meu velho tirou a boca da Patrícia e foi com eles pra enrabar ela, e o Juancito vendo a namoradinha dele ser destruída, não ia poder comer ela por uns dias, mas não se importava muito, ele continuava aproveitando a buceta da minha velha. De repente, ouvi um grito muito forte, era a Mary que tava sendo macetada pelo Ricardo enquanto ela pedia piedade aos berros, e olha que o Ricardo só tava colocando meia pica. Tirei o Fer da minha pica e ele me disse

Fer-damelaaaa, não aguento maisss

Ela tirou a calça e ficou de quatro, me presenteando com a bunda. Aceitei o presente e meti tudo de uma vez, fazendo ela gritar.

Fer, sabia que você ia me arrebentar, seu filho da puta... mais devagar, que eu quero gozar pra caralho!

Eu—pede isso pra outro, já me conhece, tipo "fuck you".

Lacabei com fúria, perdendo o espetáculo de verdade que depois a Anita ia me contar à noite. No pobre Fernando, meti a pica até que as pernas e a bunda dele não aguentaram mais. Ele se deixou cair no chão e eu caí por cima, enfiando até o fundo. Nisso, sinto o Raul me dizendo

Raul, já sei que a parada tá pegando fogo.

Eu saí pra ver ele e, quando voltei, o Raul tava enfiando no Fernando, que agora tava gozando igual um louco, mesmo com o cu doendo. Enquanto isso, a Anita tava chupando a buceta da Pato, e a Maria continuava sendo destruída pelo Ricardo. A Vero era uma montanha de pica entrando por todos os lados, enquanto o Juan, do lado dela, só se masturbava desesperado. Minha velha veio até mim e disse:

M-TAE, o churrasco, porque isso foi pro caralho.

Tá bom, vem comigo.

no pátio, aproveitei a distração dela e comecei a passar a mão naquela bunda linda, meti a língua e, no suspiro dela, falei

Eu te arrebento.

m-nãooo, faz tempo que ele tá sanitinho

É por isso mesmo, primeiro eu, depois com certeza vem o Ricardo.

m-nãooo, pela bucetinha minúscula nãooo

Já tinha arrombado ela, ela sentiu meu pau no cuzinho dela e abriu as pernas. Enquanto continuava dizendo que não, sabia muito bem que eu não ia parar, devagar fui penetrando ela enquanto ela se apoiava na mesa do quintal. Comecei a bombar nela enquanto ela gemia alto, a bunda dela tava bem apertadinha mesmo. Enquanto metia nela com cuidado, eu apalpava os peitos dela e ela não parava de gemer. Fiquei assim um bom tempo até que enchi ela de porra. Ela se virou e, com um beijo gostoso, me disse.

Me matou, filho. Te falei que não, pô.

você sabe muito bem que eu nunca ligo

M-fíjate no churrasco, por favor.

Acabei de virar ele, ainda falta um tempão.

Entramos e lá estava a Vero no chão, em posição fetal, toda melada. Do lado dela, o Juan beijando ela e dizendo como ela tinha se comportado bem, dava pra ver que ele adorava ver a namorada dele toda louca. A Anita tava chupando os peitos da Patrícia e metendo os dedos nela, enquanto a Mary lambia a buceta dela com muita suavidade e acariciava a bundinha dela. Os caras, com certeza exaustos, estavam sentados vendo a Anita aproveitar o momento.

Pô, já deu comida pra ele?

Pô, é que tava com muita fome, daqui a pouco a gente almoça.

Fer-veni, senta e come alguma coisa, aqui tem Gancia, descansa um pouco.

De repente eu falei pro Raul.

Com licença, Raul, a buceta tá pegando fogo e eu vou acalmar ela.

Raul — se ainda tiver corda, vai fundo.

Me aproximei da Patrícia e da Anita, mas me dediquei à Maria. Coloquei a pica na boca dela e, sem dizer nada, ela começou a chupar como uma deusa. Quando recuperou as forças, ela mesma se colocou de quatro. Primeiro, penetrei a buceta dela, que estava encharcada, segurando os peitos enquanto ela só gemia.

Ricardo — você não pode reclamar, Raul. Olha como o cara tá enfiando nela, hoje ela vai ficar amaciada por um bom tempo.

Raul — por uma semana não vai querer mais pica de pato, huuu, olha como ele vai arrebentar o cu dele

Fer- pra isso ele é muito bom, vai fazer ela gozar gostoso.

Eduardo—cê sabe, né?

Fer, ela já me arrebentou todinho faz um tempão.

Eu tava montando na buceta dela com muita força enquanto o Pato só gemia e pedia mais devagar, aí vejo o Eduardo chegando e ele me fala

Eduardo—me arruma um lugar aí.

Mela subiu em cima e o Edu meteu na buceta dela, enquanto meu velho deu pra ela mamar. Os gemidos dela eram abafados. Eduardo depois de um tempo tirou e deu o leite dele na boquinha dela, meu velho já tinha gozado nela também. Quando não aguentei mais, fiz o mesmo e nós três ficamos olhando pra ela. Meu velho deu uma ordem pra ela.

p-engole todinha, puta, que com certeza você adora e tá bem quentinha

Patole obedeceu e engoliu tudo, depois foi sentar do lado do Raul, deu um beijo nele e disse:

Patrícia, você é a melhor do mundo, amorrrr

Como pude, lavei as mãos e fui pegar a carne, tirei e cortei. Quando entrei com a travessa, todo mundo já estava sentado. Servi e almoçamos no meio de risadas e brincadeiras sobre o que tinha acontecido. Terminamos e, enquanto Fernando e meu velho tiravam a mesa, Ricardo e Raul trouxeram os colchões dos quartos.

véééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééééé

Juan - agora é minha vez, amor

Vero, mas ainda tô toda ardendo, céu.

Juan, é por isso que a gente não transa mais.

Chupo a buceta dela, aquela buceta que com certeza ainda tinha restos de porra, e a Vero se arqueava de prazer como uma cadela.

p-acho que essa mina ficou com muita vontade

Eduardo, essa puta é muito gostosa e tarada.

Ricardo, vamos tirar toda a tesão dela por completo.

Ele se separou e foi até eles. Eles se viraram, deixando a bundinha da Vero bem exposta. Juan, já resignado, só lambia e olhava como o pauzão do Ricardo destruía completamente o cuzinho da namorada dele. Num momento, todos vimos como Juan lambia as bolas do Ricardo. A excitação do Juan devia estar extrema, e também a do Eduardo, que ao ver isso se aproximou, abriu as pernas do Juancito e lentamente o penetrou, enquanto ele gritava e pedia para não, até que começou a rebolar a bunda e se dedicou de novo a lamber as bolas do Ricardo e a bucetinha da sua amada. Isso deixou o Eduardo ainda mais excitado, que começou a cavalgá-lo com tudo até enchê-lo por completo. Ao tirar a pica do cu do Juancito, ele ficou bem aberto. Fernando foi na hora até ele e começou a lamber, engolindo toda a porra que saía dele.

Raul tem com quem sair, Juancito.

Ela foi direto pro cu do Fernando, que sem falar nada, arrombou ele. Isso deixou a Mary a mil, que tava vendo com um tesão do caralho como Juan, Fernando e Vero estavam sendo submetidos. Percebi na hora e fui pra cima dela, levei ela pro colchão e ela veio toda ansiosa, pegou na minha pica e começou a chupar.

Ei, como perdeu, sogrinha?

Mary-yo nunca perco, seu merda.

Ela se colocou de quatro, do jeito que sabe que eu gosto, e eu chupei a buceta e o cuzinho dela pra depois meter com tudo no rabo dela, enquanto ela gritava de dor e prazer, e os gritos dela se misturavam com os da Vero e de outra que eu não conseguia identificar. Depois, percebi que era a minha velha que estava sendo comida pelo meu pai e pelo Eduardo ao mesmo tempo. A coitada da Mary ficou com a minissaia dela parecendo um cinto, o cu bem aberto e escorrendo porra. Quando eu saí de dentro dela, vi que o Fernando estava fazendo a mesma coisa que o Juancito: chupava o cu dela e engolia toda a porra que saía de lá.

Raul—parece que ficou com sede.

Ricardo — isso parece

Sentei do lado da Ana vendo a Vero levar pica do Juan e a minha velha dos outros dois ao mesmo tempo.

Ana, você não aguenta mais, hein? Olha que hoje à noite você vai ter que me responder, viu?

Fica tranquila que hoje à noite tem pra você também.

Ana - vamos ver, senão você já sabe.

Sei lá.

O primeiro que passar pela porta, eu meto ele pra dentro e fodo ele a noite inteira sem parar na sua frente.

Eu—isso você já fez sem a minha presença, então não tem problema.

Ana, tanto fala isso que um dia desses vou fazer mesmo, já vai ver.

Vinopatricia e deu um chupão daqueles nela.

Patrícia, não fica brava, hoje curte, gostosa, hoje goza e só.

Diante disso, dei um tapa na bunda dela que a fez pular, mostrei minha pica e ela veio sozinha me chupar, ficou assim um bom tempo até que voltou a ganhar vida, aí fui nela.
Mosal colchão, coloquei ela de barriga pra cima e primeiro meti na buceta dela enquanto ela gemia e gemia, depois de um tempo fui pro cuzinho dela. De tanta tesão que tava, nem percebi que só dava pra ouvir o Pato gemendo igual uma putinha. Quando virei ela e coloquei por cima pra enterrar até as bolas no cu dela, parecia que não tinha mais gozo pra dar. Aí, de cansado, tirei e vi que só estavam o Fer, o Juan, a Mary, minha mãe e a Vero. Perguntei.

Eu e os outros.

Levaram a menina pra dentro.

Vero—acho que vai dar certo, mas eu kkkkkkkk

Meu bom filho, ela também tem direito de gozar.

É... sim, mas vão destruir ela.

Juan, vão te deixar bem cheinha, igual deixaram a Vero.

Não consegui, mas fui ver como estavam dando nela, mesmo sabendo que já estavam metendo gostoso pelos gemidos e gritos dela.

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