Minha nova parceira (parte 3)

Passaram uns dias e nem preciso dizer que eu tava gostando da minha colega de quarto, ela era uma gostosa sem precisar se exibir, só o jeito dela olhar e fazer caretas já me desorientava, porra, até o jeito dela me ignorar era sedutor, obviamente ela fazia de propósito porque o sorrisinho safado dela entregava, por isso eu entrava no jogo, aquele clássico vai e vem. Não é que a gente não quisesse confessar que tava afim um do outro, mas era divertido fingir que a gente não sabia. Naquela tarde ela disse que ia numa festa de família e me pediu pra ajudar a escolher um vestido, eu topei, aí ela entrou no banho enquanto eu esperava ela sair pra ajudar. Fiquei vendo uns vídeos na internet pra passar o tempo enquanto ela tomava banho. Quando terminou, ela gritou do quarto dela.

- Alex!!, pode vir me ajudar agora?!
- Já vou - respondi
Fui até o quarto dela e o que encontrei foi algo que não esperava. Ela ainda estava de toalha de banho, igual da outra vez, mas o curioso é que essa era menor e cobria só até a coxa. Se ela se inclinasse um pouquinho, mostraria tudo na minha cara. As pernas dela, macias e ainda fresquinhas do banho... não sei como meu instinto não tomou conta de mim e me jogou nela. Por sorte, eu tava relaxado e consegui segurar.

- Olha, esses são os vestidos que eu queria usar. Qual você acha que combina mais com a ocasião?
- Bom, depende da impressão que você quer causar - falei.
- Só quero ir confortável e ficar gostosa.
- Que tal experimentar pra decidir? - Acho que ela percebeu que eu queria ver ela usando cada um.
- Tá bom - ela disse, dando risadinhas.

Pego um dos vestidos, era preto com uma faixa branca nas laterais, o vestido ia até a metade das pernas e os peitos dela ficavam totalmente cobertos, era um vestido mais formal, mas ainda assim não deixava de ser linda, daquelas garotas educadas e reservadas, o jeito que as faixas destacavam as curvas dela era lindo, desajeitadamente segui as linhas com os olhos sem dizer nada, coisa que ela notou e, sem falar nada, ficou me olhando com um sorriso na boca, percebeu que eu a vi com olhos de ternura, pois ficou com as bochechas meio vermelhas, aí reagi e falei que ela estava muito bonita, mas achei muito formal para a ocasião, ela concordou e decidiu provar o próximo.

O próximo vestido era azul, muito curto nas pernas porque os glúteos dela levantavam o suficiente para o vestido não se ajustar atrás, na parte de cima era sem mangas e com um decote pequeno que revelava só um pouco seus lindos peitos, comentei que achei muito ousado para a família e ela também concordou, então foi provar o próximo vestido, mas antes comentei:
- Esse você deveria usar em casa - falei com um sorrisinho
- Ah é? - respondeu com o mesmo gesto provocante sem virar o corpo, só o rosto na minha direção, inclinando um pouco para o lado
- É que parece confortável - completei.
- Bobinho - disse entre risadinhas.

O terceiro vestido era cinza, que me pareceu muito confortável e casual, mais parecia uma blusa bem comprida e justa que cobria até a metade das pernas, achei algo leve e com o que qualquer garota se sentiria à vontade:
- Esse eu gostei, com seu short preto de lycra ficaria muito bem e seus tênis brancos para você ficar confortável
- Como você sabe que eu tenho essas roupas? - virou para mim com uma cara de estranheza, mas sem tirar o sorriso
- Porque eu reparo nas suas roupas, e sei o que destaca sua linda figura - enquanto falava isso, me levantava da cama para ir até a porta
- Pois obrigada pela ajuda
- Não precisa agradecer, você sabe que foi um prazer
Fui pra sala ver um filme que iam passar na TV (curiosamente, gosto quando têm comerciais), então fiquei sentado no sofá enquanto ela terminava de se arrumar. Em uns instantes, ouvi ela descendo as escadas:

- Pronta, como é que eu tô?

Virei pra ver ela e meu cérebro desligou de novo: cabelo solto até a cintura, batom vermelho, aquele vestido lindo que marcava a cintura e o quadril, um short preto que ficava quase coberto pelo vestido e os tênis brancos dela. Não sei quanto tempo fiquei olhando até que reagi.

- Ei, vou acabar me atrasando - disse ela com um sorriso lindo.

- Desculpa, você tá muito gostosa, que bom que é reunião de família.

- Por quê? - perguntou ela.

- Porque teria caras te olhando - falei com uma cara tão óbvia que era impossível não comunicar que eu tava apaixonado e não queria que outros vissem ela tão linda.

Ela abriu a porta e saiu. Pensei que tinha ficado puta com meu comentário, que idiota fala esse tipo de coisa? A gente nem é namorado e, mesmo que nosso rolo tivesse indo bem, não tinha por que falar assim com ela. Mas não importou, porque depois de um tempo ela abriu a porta de novo só pra me dizer:

- Mas só você já me viu de toalha.

Senti um alívio e preferi não responder nada. Ela fechou a porta e foi embora.

Naquele dia, depois de terminar de ver TV, meus planos eram fazer um pouco de exercício, jogar alguma coisa e dormir, já que nenhum dos meus amigos tava disponível na hora. Quando terminei de me exercitar (faço só pra ficar em forma, porque não sou definido), decidi tomar um banho pra jogar videogame e, quando o sono chegasse, dormir. Tava tudo certo: guardei a corda de pular, os pesos, peguei minha roupa e fui pro banheiro. Minha surpresa ao entrar foi encontrar no chão uma peça que obviamente não era minha, porque eu não tinha entrado naquele lugar até aquele momento, ou pelo menos não lembrava que fosse. Levantei e só consegui engolir seco ao perceber que era a calcinha da Luna. umas lindas calcinhas pretas com um desenho de um beijo que cairia bem bem no lugar de uma das bundas dela, minha vontade de cheirar aquilo não demorou a aparecer, mas consegui deixar essa ideia de lado a tempo e colocar a peça de lado pra continuar o que tava fazendo. Tirei minha camiseta suada, me olhei no espelho como todo homem depois de um treino fazendo poses de fisiculturista, e finalmente abaixei a calça seguida da cueca. Como tava solto, não tinha percebido que comecei a ter uma ereção por causa do que aconteceu antes, meu pau, mesmo não estando duro, tava crescendo, mas sem chegar à firmeza total.

Entrei no chuveiro e tentei relaxar, mas quando fechei os olhos não consegui evitar pensar que aquela peça esteve naquele corpo gostoso com quem dividia o apartamento. Quando abri os olhos, percebi que tava muito excitado, vendo como a espuma que caía do meu cabelo descia pelo tronco do meu pau, acariciando ele e caindo no chão. Tentei ignorar enquanto continuava ensaboando meu corpo, mas o roçar da água, por algum motivo, tava muito gostoso naquela tarde. No final, limpei meu querido amigo, tentando não provocar ele ainda mais, coisa que era quase impossível porque as ideias não saíam da minha cabeça. Peguei ele com uma mão e puxei um pouco pra trás pra contrair a pele que ainda cobria a cabeça, que naquele momento tava no maior tamanho, grande e vermelha. Puxei a pele pra trás pra descobrir ele totalmente e limpar, enquanto fazia isso, notava que as veias se marcavam por todo o tronco, sentia o sangue correndo que mantinha ele naquele estado duro e firme, apontando pra cima. Enquanto limpava, me afastei um pouco da água e com o sabão comecei a esfregar ele primeiro pelo tronco, fui subindo até terminar na ponta. Naquele momento, uma gotinha saiu dele, aquela gota brilhosa caiu no chão deixando um fio da ponta pra baixo. Procedi a enxaguar pra sair e me secar, fechei o registro e quando saí, lá estava aquela peça. Naquele momento, meu pau pulsou, peguei a toalha e comecei a me secar. Coloquei a toalha de lado, vi a roupa dela e peguei, acariciei um pouco entre minhas mãos e coloquei em volta do meu pau ainda duro, comecei a mexer pra cima e pra baixo, quando percebi que a parte que tocava na minha cabeça tava úmida, tinha deixado um pouco de líquido ali, resolvi deixar ela ali e secar quando terminasse de me trocar, com meu pijama e uma ereção desconfortável fui pro quarto esquecendo aquela peça.

Não passaram nem 5 minutos quando ela chegou, perguntou se tava tudo bem e foi pro quarto dela, depois de um tempo saiu com a roupa de dormir e vi que ia pro banheiro, aí lembrei que não tinha secado a calcinha dela, mesmo não tendo batido uma até gozar, deixei um pouco de evidência nela, pouca mas visível, fingi que ia descer as escadas e virando um pouco vi ela tocar com um dos dedos onde tinha deixado um pouco de mim pra depois levar devagar até a boca, vi de longe como ela respirava pesado, desci antes que percebesse que eu vi, peguei uma garrafa d'água e subi de novo, pra minha surpresa ela não tava mais no banheiro e o quarto dela tava fechado, achei estranho mas ao mesmo tempo sabia porque tinha feito aquilo, fui pro meu quarto e liguei o computador, enquanto carregava resolvi ir até a porta dela e tentar escutar o que desse, consegui ouvir suspiros, aí me atrevi a bater.
- ei, quer jantar alguma coisa?
- nn nn não... disse como se tivesse sem ar
- tem certeza?
- sssss sim, não se preo..cupe. dessa vez ouvi uma voz chorosa.

Era óbvio o que ela tava fazendo, minha colega de quarto tava com tesão por ter encontrado aquilo na calcinha dela, acho que aquela conversa e minhas olhadas no corpo dela experimentando vestidos deixaram ela excitada, e saber que coloquei a roupa dela no meu pau foi o auge. Deixei ela com o dela, fui pro meu computador e fiquei lá umas duas horas até o sono vencer e eu cair no sono.



Valeu pra todas essas pessoas que comentam e me mandam mensagem no meu e-mail, é sempre um prazer receber as fotos de vocês lendo o conto e mandando boas energias. Deixo aqui pra quem ainda não tem.alexcaballerorm@gmail.comespero seus comentários e valeu!

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