deixando as coisas claras com raul

continuando com a história anterior
espero não entediar vocês
muito obrigada pelos comentários













Por um tempo não soube nada do Raul, estávamos preocupados, já que a Anita não vinha mais à oficina porque a gravidez a deixava com preguiça e ela ficava com a Maria, a mãe dela, que às vezes vinha à casa para limpar, já que queria cuidar da Anita. Um belo dia ele apareceu com muito trabalho, achei ele estranho, como se estivesse preocupado, e então começamos a conversar.

E aí, mano, que que deu? Sumiu do mapa?

Raul - nada, só muito trabalho mesmo

Ei, fala sério, não vem mentir pra mim, tá tudo bem? A gente tava preocupado com vocês.

Raul - você tem razão, nem tudo tá uma merda, com o Pato a gente tá fudido.

Eu- por quê?

Raul - desde a última vez
ela tá muito estranha, tudo deixa ela irritada e quando ela perde a cabeça me deixa puto da vida


Eu- não entendo porra nenhuma, mas o que aconteceu?

Raul, não gosto que você me chame de corno e muito menos de promíscuo. Toda noite que transamos você faz isso, isso é me humilhar.

Eu- e acha que é o único? A minha Anita faz a mesma coisa comigo

Raul - e aí, o que você faz? Eu mando ela pra puta que pariu e a gente briga, ela me diz que é só uma brincadeira e eu falo que não gosto, ela me promete que não faz mais e na noite seguinte é a mesma coisa

Eu- hahahahaha, eu não fico bravo, pelo contrário, eu curto porque sei que não é real, aí eu falo pra ela: olha o que a putaria faz com você. E aí eu vou com tudo, ela fica na cama, me abraça e diz que me ama. É um jogo mórbido que a gente tem, muitas vezes até eu peço pra ela fazer e ela enfia os dedos no meu cu pra me provocar.

Raul - sim, mas você nunca foi comido, essa é a diferença.

Eu tenho o cu mais aberto que você, já comi vários caras com pauzão na sua frente, mesmo que não tenha sido muitas vezes, e sei que você fica morrendo de tesão quando isso acontece.

Raul - sério?

Chama ela de pato, fala que hoje à tarde eu vou na sua casa com você, que ela se prepare, e me obedece quando eu humilhar ela, você só manda ver, o mais forte que puder, porque é isso que ela tá procurando.

Raul - beleza, te espero. Vem com a Ana?

Eu - se você quiser, eu vou com ela, mas com essa barriga que ela tem

Raul - sempre tive a fantasia de comer uma grávida.

Vai lá, mas com cuidado, não esquece

À tarde fechei a oficina, mesmo tendo trabalho pra semana toda só com o que o Raul deixou, fui pra casa e contei pra Anita o que tava rolando com eles, claro que ela ficou ligada na hora. A Ana se vestiu com um vestido que tava curto na barriga.

E aí, vai sair assim? Tá bem guerreira, melhor nem colocar calcinha.

Ana- não uso calcinha, só fio dental e bem pequenininha, se o Raul se comportar bem eu deixo como troféu da foda

Nossa, que gostosa você está, putinha

Ana, faz tempo que eu tô me comportando direitinho ou não?

Eu- nem tanto assim, não.

Ana- vai lá, se faz de vítima, você

Chegamos na casa do Raul, ele mesmo abriu a porta pra gente. Entramos e sentamos no futon, aquele mesmo futon onde eu tinha comido a Patricia no dia que ele me mandou visitar ela. A Anita já estava esquentando ele, tocando no pau por cima da calça. A Patricia chegou com umas cervejas e cumprimentou a gente, estava mais que puta, toda oferecida, com um vestido vermelho transparente e só uma calcinha fio dental por baixo.

Eu- assim que eu gosto que você me receba, já sabe quem é seu dono

Patricia - você é meu dono na cama, depois tenho ele que me satisfaz e me mima

Eu - Você gosta de me ver sendo submetido?

Patricia - eu adorei, ver como ela estava feliz, como ela gozava, a putinha me fascinou, me fez gozar três vezes, uma loucura

Ana- comigo acontece a mesma coisa

Patricia- o quê? Como assim aconteceu a mesma coisa com você?

Ana- claro, queria que fosse mais frequente, mas ele é um puta fresco, não gosta de dar o bumbum pra qualquer um

Patricia - que você também levou na bunda minúscula? Não acredito!

Ana já tinha na boca o pau do Raul, que se soltou e começou a gemer suavemente enquanto acariciava a bundinha dela.

Patricia - vamos pra caminha, lá a gente fica mais à vontade, né?

Pato e eu nos levantamos e fomos para o quarto enquanto eles dois continuavam na deles. No caminho, eu já tinha levantado o vestido dela e meus dedos brincavam com a bunda dela, abrindo enquanto ela a movia para os dois lados. Em segundos, eu estava pelado e ela, como se soubesse o que estava por vir, se ajoelhou e começou a me dar um boquete desesperado. Tinha passado muito tempo desde que meu pau tinha estado na boca dela. Sugeri fazermos um 69 e subimos na cama. Nisso, o Raul entrou, nos viu e piscou o olho para a Anita. Ele foi até o bundinha apertada da Pato e disse:

Raul - olha o safado o que ele faz

Eu estava chupando a buceta dela e, sem avisar, ele enfiou o pau dele, fazendo com que ele esfregasse na minha língua e nos meus lábios. O malandro queria mostrar pra ela que ainda era macho e ia me transformar na mulher dele. O pau dele entrava e saía da buceta enquanto eu lambia as bolas dele, até que ele se animou e meteu na minha boca. Dei uma chupada tão gostosa que ele gozou em minutos, enchendo minha boca de porra. Ana se deitou aos meus pés e disse pro Pato...

Ana - eu também quero

O Pato tinha meu pau na boca e a buceta da Ana que esperava ser chupada, ele hesitou um instante e fez, a Anita se contorcia a cada lambida da Patrícia.

Ana - que delícia, como você faz bem, putinha... continua, continua, não paraaa

Raul estava duro de novo e meteu no cuzinho apertado dela, isso deixou a Patricia maluca, tudo era novo pra ela e dava pra ver que ela estava pirando. Raul se mexeu e eu aproveitei pra sair de baixo do Pato, virando ela e deixando a Ana com a buceta bem na cara dele. Olhei pro Raul e falei:

Ei, olha como você me deixou, faz alguma coisa

Eu mostrei meu pau que já estava duro, e ele logo começou a chupar. Não tinha muita experiência, mas estava uma delícia. Molhei meus dedos e procurei o buraquinho dele, ele se resignou, sabia que ia levar de novo. Quando sentiu meus dois dedos entrando e saindo, abriu mais as pernas e começou a mexer a bundinha pra frente e pra trás, estava desesperado. Ele se agarrava firme nos meus quadris enquanto eu bombava na boca dele sem nojo. Vi ele tão desesperado que tirei ele de cima e me virei, ele mesmo se ajeitou me dando o cuzinho. Enchi ele de saliva, chupando enquanto ele só se contorcia, até que ele me pediu, quase suplicando.

Raul - me faz de mulher, arrebenta meu cu, não aguento maaaais

Foi assim que fiz, quando entrei vi como ela se agarrou nas lençóis com desespero, eu estava destruindo o cu dela e ela sentia, uma mistura de dor e prazer imenso, enfiei bem fundo e tirava quase por completo dizendo pra ela

Eu- toma puta, tomaaa, você queria pau, aqui você tem, agora aguenta, isso acontece com você por ser putinha, tomaaa, tomaaa, sente eleee, você gosta assim putinha, assim bem fundo, rebola puta, e você, pato, vem aqui e chupa bem o pauzinho dele, ela merece essa puta, vai que a qualquer momento eu encho ela todinha.

O Pato chegou e começou a chupar o pau dele, que quase tinha sumido de tanto que estava sendo apertado, enquanto ele só gemia e pedia mais e mais. Ele já tinha adorado levar no cu, enquanto a Anita se masturbava vendo o espetáculo.

Ana - você tá acabando com ele, papi, esse aqui não senta mais, coitado do bum, já é seu, olha como ele mexe, mais devagaaar

Eu segui a sugestão dele e comecei a enfiar de uma vez, depois tirei bem devagar por completo e penetrei de novo. Isso acabava com ele a cada estocada. Foi por isso que, sozinho, ele abriu as próprias nádegas com as mãos pra eu entrar mais fundo. Não adiantou muito – o cuzinho dele estava ardendo e dava pra ver minha rola entrando até o fundo, fazendo ele suspirar e gritar que nem uma putinha. Até que, finalmente, parei e falei pra ele:

Eu - aqui te devolvo a porra que você me fez engolir, assim você aprendeeee

Enfiei até o fundo e ele sentiu minhas bolas pulsando na bunda dele enquanto eu o enchia de porra quente, o que fez ele gozar de novo na boca da Patricia, que estava se contorcendo toda com o boquete da Anita.

Ana - vamos dar uma pausa

Patricia- claro que sim, porque isso não acaba aqui

Vou pegar umas cervejas.

Raul ficou deitado de bruços com a bunda aberta, escorrendo porra, enquanto Patrícia olhava e ia buscar as cervejas, e Anita o beijava apaixonadamente.

Ana, você é foda, Raul, te adoro, macho! Você me deixou louca, agora quero que você me coma sem parar, você é o cara! Tomara que o Dany seja igual.

Patricia chegou com as cervejas, nos sentamos como deu e enquanto tomávamos, batemos um papo.

Patricia - como você deu no meu pau, hein? Que tesão você me deixou, gostosa

Ana - eu também, porra!

Raul- mas esse filho da puta me arrebentou o cu

Foi incrível, Raul, você me deixou seco.

Raul - e eu aqui com o cu ardendo

Patricia - eu vou acalmar ele, você vai ver.

Ana - se você quiser, eu te ajudo, pato.

Patricia - seria muito gostoso, vai

En mintos, o pato lambia o cuzinho dele, fazendo-o tremer, enquanto a Ana chupava o pau que estava ficando duro de novo. O Raul não parava de gozar e eu aproveitei o momento para penetrar a Patrícia por trás.

Patricia - aiii nãooo paraaaa

Já era tarde, eu estava enfiado até as bolas, segurando ela pelos quadris, enquanto a Pato já tinha largado o cu do Raul para se jogar na cama, agarrando-se aos lençóis encharcados e mordendo-os para aliviar a sensação de estar sendo subjugada daquela maneira.

Eu- achava que era só o Raul, né? Nada disso, pra você também tem putinhaaaassim assim assim fecha bem assim você sofre maisss, queria pirocaaa, aguentasss, eu vou te ensinarrrr, isso te acontece por ser puta barataaaa, pedia aos gritos pra eu te comer, primeiro vou destruir essa bunda que você gosta tanto de mostrarrrrr toma puta tomaaaaa

Raul se virou e olhou o que estava acontecendo, já tinha enchido a boca da Anita com o pouco porra que lhe restava, aproximou o pau da boca da Patricia e me disse

Raul - posso?

Eu - claro corno, enfia esse pauzinho nela pra ela calar a boca

Eu estava humilhando ele e ele estava adorando, eu tinha me tornado seu macho e ele tinha gostado, o pato se agarrou no Raul e a cada investida minha ele engolia o pau do marido até a garganta

Raul - você está arrasando!

Anita voltou do refeitório trazendo nas mãos um consolo, se aproximou de Raul sem que ele percebesse e começou a enfiar e puxar com força enquanto Raul gritava que não. Pato já parecia uma boneca de borracha, seu corpo não respondia e as pernas menos ainda, se deixou cair na cama enterrando ainda mais meu pau. Começou a bater no colchão com força ao mesmo tempo que gritava CHEGAAAAA POR FAVORRRRRR CHEGAAAAA NÃO AGUENTO MAISSS enquanto Ana fodia o Raul com seu consolo e eu continuava com Pato que suplicava

Eu- eu digo quando acaba, putaaaaa, queria pau? Aqui tem uma boa pirocaaaa agora aguenta ela, porraaaaaa

Aguente mais alguns minutos, o pato quase não se mexia mais, suas pernas abertas no máximo denunciavam que tinha sido mais que suficiente para ela. Fui até onde o Raúl estava e entreguei meu pau mole para que ele limpasse um pouco, o que ele fez na hora, me pedindo para tirar a Ana do seu cu porque estava doendo demais. Peguei a nuca dele e marquei o ritmo do boquete, fazendo ele engolir meu pau até as bolas para depois puxar e voltar com a mesma força, dando tempo para ele tossir.

Ana, você gosta do Raulito?

Eu perguntava enquanto torcia o consolo no cuzinho dela, a Patrícia viu o que estava acontecendo e disse pra Ana

Patricia - vem, dá pra mim, gata

Para minha surpresa, Ana tirou o consolador do Raul e foi com a Patoa fazer um 69, enquanto Pato lambia sua buceta, ela metia suavemente o consolador, fazendo-a gozar como uma puta. Nós, em choque, fomos buscar mais cervejas e voltamos para ver o espetáculo que essas duas vadias estavam nos dando. As duas se contorciam de prazer e só se ouviam os gemidos. Terminamos a cerveja e elas pareciam não ter fim. Fomos tomar um banho e, ao sair mais refrescados, voltamos a vê-las. O consolador tinha mudado de mãos, agora era a Pato quem penetrava a Anita, mas pelo bumbum e com bastante força, enquanto os gemidos continuavam. Assim foram passando as cervejas e os minutos, até que as duas ficaram completamente exaustas. Levei a Ana para o chuveiro, ao sair ela se trocou e eu disse a elas...

Eu- bom, a gente vai indo, por hoje já foi demais.

Já estava tarde pra caralho, chegamos em casa e jantamos.

Ana- não dá mais amor?

Eu- tô fudido, gata

Ana - bom, se recupera que no domingo tem reunião de família, seus pais e os meus querem fazer um churrasco pra comemorar a chegada do neto

Nossa- uffff, vai ser uma festa daquelas

Ana - eu não, amor, não me arrisco, a festa vai ser sua. Se quiser, chama o Raul e o Pato pra virem.

Eu chamo vocês de bebê, mas acho que não têm corpo pra isso.

 

 

1 comentários - deixando as coisas claras com raul

Te caliente como siempre,Anita una putita divina y con pancita mas,Pato putaza y Raul regalado y vos el mas capoooo