Era sábado quando chegamos com nossas famílias em Pinamar. Minha prima Sara e a família dela viajaram junto comigo e meus pais pra ir pra praia e dar um passeio. Nós dois crescemos em Buenos Aires e sempre nos víamos porque nossos pais se dão muito bem e são família.
Com a Sara eu me dava bem, desde as festas de família até a gente sair correndo quando éramos pequenos pra um canto da casa ou do jardim pra nos beijar. A gente fazia isso com uns 7, 8 anos, quando a pessoa tá começando a entender as partes íntimas e a excitação é uma novidade.
Depois de um tempo, eu fui morar na Capital e ela ficou na província, então a gente se via pouco, mas depois de alguns anos, nossos pais decidiram passar férias juntos, era uma boa alternativa pra gente se reencontrar.
Eram 15h do dia seguinte à chegada e a família tava terminando de almoçar, quando surge a conversa:EuO sol tá muito forte, tô com vontade de me jogar no mar.Familiares- Espera um pouco pra terminar a digestão, senão pode te fazer malSara- Eu também quero ir pro mar, mas primeiro quero pegar um sol. Vamos, Martín, pegar as cadeiras de praia?Familiares- Toma um pouco de sol primeiro, depois vocês podem se molhar. A gente vai descansar nos nossos quartos.
Eu- Bom, se a Sara me acompanhar, vou me jogar no mar.
Carregamos uma cesta com água, protetores solares e duas cadeiras de praia. Caminhando, chegamos num lugar onde não tinha ninguém, porque estávamos bem afastados.
Sara- Aqui tá bom pra você, tin?
Eu- Sim, ótimo, onde você se sentir confortável.
Conversamos sobre nossas vidas, nossos romances e até as últimas vezes que ficamos com outras pessoas. Ela tem 20 e eu 23, já estávamos bem mais velhos.
Eu- Tô pensando, lembra quando éramos pequenos e morávamos perto?
Sara- Sim, como esquecer, haha, sempre lembrava das reuniões de família.
Eu- Lembrava que a gente fazia de tudo?
Sara- Se você tá falando de sair pra se pegar igual uns loucos, sim, sempre lembrei. Eu me divertia muito.
Eu- E eu nem te conto! Eram as primeiras tesões.
Sara- Você também ficava com tesão? Eu tinha medo de ser a única.. até me molhava às vezes e não entendia o que tava rolando, haha.
Eu- Em mim começavam a doer os testíbooties, haha! — e a gente ria junto —
Sara- Que tempos aqueles — e ela fica olhando —
Olho nos olhos dela por 3 segundos, e começo a olhar o corpo dela naquele instante.
Ela é uma morena de uns 1,50 de altura, um biquíni branco, os peitos apertados e um fio dental de matar.
Naquele momento, me aproximo um pouco, ela aproxima o rosto e a gente se dá o mesmo beijo que dávamos quando pequenos, cada vez ficando mais intenso porque o calor batia tanto que esquentar não era difícil.
Depois de um beijo de língua e furioso, começo a meter a mão na buceta dela, tava molhadinha de líquido bem babado, aí pego os dedos e começo a acariciar a buceta e a área do clitóris.
Ela meteu a mão dentro da minha sunga e agarrou minha pica com força.
Ficamos assim uns minutos, nos pegando feio, até que ela disse:
Sara- Mano! Vamos mais pra longe, que aqui pode aparecer meu pai ou o seu.
Eu- Vem, pega uma toalha.
Pegamos uma toalha e fomos pra trás de uma duna de areia.
Eu me deitei e ela ficou em cima de mim, começou a me beijar e eu pensava... minha prima tá muito mais puta e gostosa do que quando éramos crianças.
A gente se olhou, sorriu e ficamos nos tocando o corpo..
Num momento ela começa a beijar meu pescoço, desce pelo peito.. eu já tava vendo ela vindo.. e ela coloca a cara na frente da minha pica, me olha e enfia na boca..
Devagar, cada vez mais rápido, ela metia a pica na boca.. eu tava muito tesudo.
Ela me chupa um tempo, pega nas minhas bolas e eu falo: posso fazer uma coisa?
Ela se deixa manipular, então pego o corpo dela e jogo na toalha igual eu tava deitado..
Babei a barriga dela toda até chegar na buceta.. comecei a lamber os lábios por fora devagar até dentro.. ela gemia baixinho e se mexia como se tivesse curtindo a chupada.
Num momento enfio um dedinho na buceta dela e com a língua procuro o clitóris.. lambo bem bem devagar e o dedo enfio só um pouco por uns segundos.. Aumentei a força da língua e enfiei os dedos até o fundo.. Ela ficou tão molhada que até inundou minha cara.
Nessa hora ela se levantou, eu levantei. Ela se abaixou pra chupar minha pica e enquanto me olhava. Eu falava pra ela:
Eu — Adoro como você chupa pica, prima.
Sara — tira a pica da boca e fala — Vem, quero ela dentro.
Aceitando o desejo dela, sento na toalha e ela encosta a bunda na minha cara, apoia bem no meio do meu nariz e se arrasta pelo meu peito com a boceta até chegar na pica. Sobe, e aponta pro meio do buraco. Desce e começo a penetrar ela.. nunca senti uma buceta tão quentinha.
A gente transa devagar, e ela insinuava que minha pica tava maior do que antes, fazendo referência a quando éramos pequenos.
Ela fica de quatro, meto nela por trás, enfiava um dedinho no cuzinho e ela não gostava.. mas depois de 20 minutos de foda no chão, ela pedia o dedo no cu. Decidimos parar porque a areia estava incomodando... fomos pra uma árvore, em pé ela se ajeitou e comecei a foder ela como se fôssemos dois animais que não podem sentar.
Sara = e priminho? gosta de me foder? antes eu só deixava você enfiar os dedos
Eu - usa a palavra: buceta é bem apertadinha, deixa eu tirar uma foto.
Sara - Tá bom, mas eu não quero aparecer, tira do cu.
Tirei uma foto dela (anexo)
Continuamos fodendo e eu estava perto de gozar, aí ela falou, goza em cima do meu cu e aí a gente vai pro mar.
Tirei a pica e gozei onde ela tinha mandado... ela disse, quero que esse fim de semana seja de reencontro.
E assim a gente passou 3 dias fodendo. Mais tarde eu posto mais relato daquelas férias..
Os dois terminamos no mar, dois primos fodidos.
Dia 2
Dia 1
Com a Sara eu me dava bem, desde as festas de família até a gente sair correndo quando éramos pequenos pra um canto da casa ou do jardim pra nos beijar. A gente fazia isso com uns 7, 8 anos, quando a pessoa tá começando a entender as partes íntimas e a excitação é uma novidade.
Depois de um tempo, eu fui morar na Capital e ela ficou na província, então a gente se via pouco, mas depois de alguns anos, nossos pais decidiram passar férias juntos, era uma boa alternativa pra gente se reencontrar.
Eram 15h do dia seguinte à chegada e a família tava terminando de almoçar, quando surge a conversa:EuO sol tá muito forte, tô com vontade de me jogar no mar.Familiares- Espera um pouco pra terminar a digestão, senão pode te fazer malSara- Eu também quero ir pro mar, mas primeiro quero pegar um sol. Vamos, Martín, pegar as cadeiras de praia?Familiares- Toma um pouco de sol primeiro, depois vocês podem se molhar. A gente vai descansar nos nossos quartos.
Eu- Bom, se a Sara me acompanhar, vou me jogar no mar.
Carregamos uma cesta com água, protetores solares e duas cadeiras de praia. Caminhando, chegamos num lugar onde não tinha ninguém, porque estávamos bem afastados.
Sara- Aqui tá bom pra você, tin?
Eu- Sim, ótimo, onde você se sentir confortável.
Conversamos sobre nossas vidas, nossos romances e até as últimas vezes que ficamos com outras pessoas. Ela tem 20 e eu 23, já estávamos bem mais velhos.
Eu- Tô pensando, lembra quando éramos pequenos e morávamos perto?
Sara- Sim, como esquecer, haha, sempre lembrava das reuniões de família.
Eu- Lembrava que a gente fazia de tudo?
Sara- Se você tá falando de sair pra se pegar igual uns loucos, sim, sempre lembrei. Eu me divertia muito.
Eu- E eu nem te conto! Eram as primeiras tesões.
Sara- Você também ficava com tesão? Eu tinha medo de ser a única.. até me molhava às vezes e não entendia o que tava rolando, haha.
Eu- Em mim começavam a doer os testíbooties, haha! — e a gente ria junto —
Sara- Que tempos aqueles — e ela fica olhando —
Olho nos olhos dela por 3 segundos, e começo a olhar o corpo dela naquele instante.
Ela é uma morena de uns 1,50 de altura, um biquíni branco, os peitos apertados e um fio dental de matar.
Naquele momento, me aproximo um pouco, ela aproxima o rosto e a gente se dá o mesmo beijo que dávamos quando pequenos, cada vez ficando mais intenso porque o calor batia tanto que esquentar não era difícil.
Depois de um beijo de língua e furioso, começo a meter a mão na buceta dela, tava molhadinha de líquido bem babado, aí pego os dedos e começo a acariciar a buceta e a área do clitóris.
Ela meteu a mão dentro da minha sunga e agarrou minha pica com força.
Ficamos assim uns minutos, nos pegando feio, até que ela disse:
Sara- Mano! Vamos mais pra longe, que aqui pode aparecer meu pai ou o seu.
Eu- Vem, pega uma toalha.
Pegamos uma toalha e fomos pra trás de uma duna de areia.
Eu me deitei e ela ficou em cima de mim, começou a me beijar e eu pensava... minha prima tá muito mais puta e gostosa do que quando éramos crianças.
A gente se olhou, sorriu e ficamos nos tocando o corpo..
Num momento ela começa a beijar meu pescoço, desce pelo peito.. eu já tava vendo ela vindo.. e ela coloca a cara na frente da minha pica, me olha e enfia na boca..
Devagar, cada vez mais rápido, ela metia a pica na boca.. eu tava muito tesudo.
Ela me chupa um tempo, pega nas minhas bolas e eu falo: posso fazer uma coisa?
Ela se deixa manipular, então pego o corpo dela e jogo na toalha igual eu tava deitado..
Babei a barriga dela toda até chegar na buceta.. comecei a lamber os lábios por fora devagar até dentro.. ela gemia baixinho e se mexia como se tivesse curtindo a chupada.
Num momento enfio um dedinho na buceta dela e com a língua procuro o clitóris.. lambo bem bem devagar e o dedo enfio só um pouco por uns segundos.. Aumentei a força da língua e enfiei os dedos até o fundo.. Ela ficou tão molhada que até inundou minha cara.
Nessa hora ela se levantou, eu levantei. Ela se abaixou pra chupar minha pica e enquanto me olhava. Eu falava pra ela:
Eu — Adoro como você chupa pica, prima.
Sara — tira a pica da boca e fala — Vem, quero ela dentro.
Aceitando o desejo dela, sento na toalha e ela encosta a bunda na minha cara, apoia bem no meio do meu nariz e se arrasta pelo meu peito com a boceta até chegar na pica. Sobe, e aponta pro meio do buraco. Desce e começo a penetrar ela.. nunca senti uma buceta tão quentinha.
A gente transa devagar, e ela insinuava que minha pica tava maior do que antes, fazendo referência a quando éramos pequenos.
Ela fica de quatro, meto nela por trás, enfiava um dedinho no cuzinho e ela não gostava.. mas depois de 20 minutos de foda no chão, ela pedia o dedo no cu. Decidimos parar porque a areia estava incomodando... fomos pra uma árvore, em pé ela se ajeitou e comecei a foder ela como se fôssemos dois animais que não podem sentar.
Sara = e priminho? gosta de me foder? antes eu só deixava você enfiar os dedos
Eu - usa a palavra: buceta é bem apertadinha, deixa eu tirar uma foto.
Sara - Tá bom, mas eu não quero aparecer, tira do cu.
Tirei uma foto dela (anexo)
Continuamos fodendo e eu estava perto de gozar, aí ela falou, goza em cima do meu cu e aí a gente vai pro mar.
Tirei a pica e gozei onde ela tinha mandado... ela disse, quero que esse fim de semana seja de reencontro.
E assim a gente passou 3 dias fodendo. Mais tarde eu posto mais relato daquelas férias..
Os dois terminamos no mar, dois primos fodidos.
Dia 2
Dia 1
9 comentários - Praia com minha prima gostosa