Cómo me enteré que mi novia me hizo cornudo (pt5)

A última mensagem é do Marcelo, que dizia: Te vejo às 19h na sua casa, vou cedo pra te comer muito a noite toda.
Não me segurei e comecei a me masturbar no banheiro, obviamente em segundos gozei. De repente, Pilar bate na porta e pergunta: "Você tá bem?" "Sim!", respondo. — Meu celular tava carregando no meu quarto e você pegou — ela exclama me acusando. Saio do banheiro com o telefone na mão e rebato me defendendo: — Por que você mentiu pra mim, Pilar? O cara de ontem à noite não é um amigo, vi como você engoliu a rola dele na caminhonete e agora descubro que ele tava te comendo a semana toda — acrescento, reprovando. Ela faz uma pausa pra respirar e, entrando no banheiro, me responde: — Olha, Gabriel — diz com tom irritado — eu sei que você teve um caso com a Julieta ano passado, eu fiquei calada e deixei pra lá. Ela tinha jogado a única carta que tinha a favor dela. Era verdade, aconteceu no Ano Novo, eu morava com a Julieta e outros amigos numa casa que dividíamos pra baratear os custos. Pilar ia passar as festas com a mãe dela no sul.
Naquela noite, depois do abraço, ficamos só eu e ela bebendo uísque e conversando sobre tudo na sala. O resto dos colegas de casa foram pros quartos com as namoradas. Já tinham passado várias horas e o álcool tava acabando, ela se aproxima de mim (que tava sentado num sofá longe dela) e senta do meu lado. Tinha um baseado bolado que ela acende e me oferece. Aceito e continuamos a conversa. Julieta não é bonita de rosto, mas tem um corpo de dar inveja e naquela noite usava um vestido preto justo e curto que mal cobria a bunda. Me dava graça (e ao mesmo tempo me excitava) porque o vestido subia toda hora e dava pra ver uma microtanginha preta que sumia entre as nádegas dela. Ela, sem graça, vivia puxando o vestido pra baixo, sofreu a noite inteira. Voltando à história: Julieta acende o baseado, dá a primeira tragada e me passa. Passa sem respirar, eu pego e dou minha primeira tragada, falando em seguida: – Pra que você vestiu esse vestido, se passou a noite toda ajeitando ele? Ela ri e responde: – Porque queria estar gostosa hoje. Sem vergonha, eu respondo: – Você veste dois trapos rasgados e fica perfeita com esse corpo que tem. Ela sorri, envergonhada, e o clima quebra com uns gemidos que vêm de um quarto perto. A gente ri junto e continua a conversa: – Tá falando sério pra mim? – ela pergunta com um tom doce, se aproximando ainda mais de mim, apoiando a cabeça no meu ombro. Começo a acariciar a nuca dela, subindo e descendo devagar. Percebo o que tô fazendo e paro. – Continua – ela ordena com voz de criança. Obedeço e sigo, soltando risadinhas ao ouvir os gemidos intensos que vinham de trás da porta. A gente ficou em silêncio, o que a gente fumou tava batendo, e eu continuava acariciando a nuca dela. Ela, com o olhar fixo na minha virilha, quebra o silêncio exclamando: – Tá subindo! Imediatamente vira o rosto pra mim com um risinho safado. Eu respondo sincero: – Os gemidos e acariciar sua nuca tão me excitando um pouco. Ela me olha com ternura, me dá um beijo na bochecha bem doce e desce a mão pra acariciar meu pau por cima da calça. – A gente tem que fazer algo com isso – ela fala decidida, abaixando o zíper do jeans que eu tava usando. Desabotoa o botão de cima e enfia a mão dentro da minha cueca, puxando meu pau completamente duro e começa a bater uma devagar. Enquanto isso, eu passava a mão nas pernas dela, que começavam a se abrir devagar e automaticamente levantavam o vestido curto pra cima. Com muita facilidade, a calcinha minúscula que ela usava ficou à mostra, mas minhas mãos ainda não tinham chegado lá. A gente começou a se beijar intensamente, ela abria mais e mais as pernas, que acompanhavam o caminho das minhas carícias. Finalmente, chego naquele pouquinho de pano. que cobria sua buceta e com um dedo, enganchei uma borda para puxar e tirar a calcinha fio-dental. Ela levantou um pouco a bunda para me ajudar a tirar completamente. Observo o quão insignificante era e noto que estava molhada. Olhando fixamente para Julieta, com minha língua percorro sua calcinha, tentando limpá-la e jogo para o lado. Deito ela no sofá, me atiro sobre sua vulva com desespero e começo a chupá-la. Tentávamos fazer o menor barulho possível. Ela me para e diz com voz sussurrada – você vai me fazer gozar se continuar assim -. Ela se recupera, sentando no sofá, e me pede para ficar de pé. Eu obedeço. Ela começa a chupar meu pau desesperadamente, passando a língua por todo o tronco e enfiando tudo de novo na boca. Dessa vez eu a paro, levanto ela e a coloco de quatro, olhando para o encosto do sofá. Sem esperar nem um segundo, enfio tudo nela, abraço por trás agarrando seus peitos enormes e começo a bombar com força. Ela arqueava as costas e se inclinava para trás para enfiar ainda mais. Minhas bolas batiam na buceta dela e faziam muito barulho. Isso me deixava louco e em poucos segundos descarreguei todo meu sêmen dentro dela. Fico observando a maravilha daquela bunda empinada enquanto vou tirando o pau lentamente. De repente, olho para o lado e Javier, um dos nossos colegas, estava nos olhando parado, em silêncio ele volta para o quarto dele. Essa foi minha única vez com a Juli. Depois desse episódio, a relação com ela ficou tensa, principalmente porque ela estava atrasada, mas foi só um susto, felizmente. O problema é que todos os meus colegas conheciam a Pilar e alguém deve ter contado o que aconteceu em algum momento. Voltando à discussão com a Pilar, eu respondo – o meu foi só uma vez e com uma única mulher – já você está abrindo as pernas para o hospital inteiro – grito exagerando. Ela fecha a porta do banheiro e de dentro me diz – não foi uma boa ideia que Você viesse hoje, no final. Ok, já vou e não te incomodo mais – falo bravo, indo em direção à entrada do apartamento dela. Mas antes de ir, roubo da cozinha uma chave extra da casa dela (ela nem ia perceber, vive perdendo as chaves) e finalmente vou embora. No dia seguinte, tava ansioso, sabia que ela ia se encontrar com o Marcelo, o encontro era às 19h e eu tinha o ingresso comprado pra aquela sessão. Calculei o tempo que iam levar pra chegar na cama.

Esperei ansiosamente até aquele horário chegar e, sorrateiramente, entrei no apartamento dela com a chave que tinha roubado. Na sala, não tinha ninguém e, de repente, escuto um gemido da Pilar vindo do quarto (tinha chegado tarde), a porta tava entreaberta e dava pra ver tudo perfeitamente. Quando espiei, vi ele de pé, metendo na minha mina na beira da cama, ela com as pernas no ombro dele e os olhos fechados, aproveitando cada penetração ao máximo. Pelo que deu pra sacar, ela tinha passado o domingo inteiro esperando por ele e já tava molhada, então nem precisou lubrificar nada, com certeza ele chegou, se beijaram com paixão e foram pra cama, onde só tiraram a roupa das partes íntimas, já que ela ainda tava de blusa e ele também. Era a primeira vez que via ela trepando com outro, adorava ver ela gozar, principalmente quando o Marcelo enfiava devagar até o fundo, ela jogava a cabeça pra trás de olhos fechados e mordia metade do lábio inferior. Eu tava com a pica saindo da calça, mas consegui me segurar. O Marcelo para e tira a pica de dentro, ela vira e fica de quatro automaticamente. Ninguém falou uma palavra nem fez um gesto, se entendiam muito bem. Ele sobe na cama e mete com força de novo, mas deixa enfiada sem se mexer. Ela se levanta com as costas arqueadas, sem deixar escapar um centímetro da pica, e fica na altura do peito do Marcelo. Ele tira a blusa e o sutiã dela. Rapidamente, começa a amassar os peitos dela enquanto beija o pescoço, sem nenhum movimento dos genitais ainda. Pilar acaricia a cabeça dele por trás e diz – como eu senti sua falta, meu amor – começando a mover a pélvis pra frente e pra trás, aumentando a intensidade e gemendo alto. Era tudo coreografado e harmonioso, juro que me fazia feliz ver ela gozar tanto (também me deixava com muito tesão). O cara era muito resistente, já estavam quase uma hora transando e ele não gozava. Pilar continuava aproveitando cada estocada, mas de vez em quando pedia pra ele parar um pouco porque ela já tinha gozado. Num momento, ela tira a rola dele, se vira com as pernas tremendo e diz – você tá cumprindo o que prometeu, vai me deixar cheia de feridas de tanto usar essa buceta, amor –. Com um sorriso de orelha a orelha, se inclina pro pênis dele e começa a chupar com um amor único. Ela saboreava de ponta a ponta, a língua dela ia até as bolas, chupava elas também, voltava pelo tronco até a glande, abria bem a boca e engolia o pau inteiro. Enfiava e tirava várias vezes, mas ele a interrompe e diz – quero continuar te comendo, gostosa –. Ela faz uma voz meiga e responde – tô com a buceta meio sensível, meu amor, melhor meter por trás assim eu aguento a noite toda – e se colocou de quatro sem esperar resposta. Marcelo pega lubrificante e começa a passar no cu dela, que já tava na posição pra ser penetrado. Enfia e tira um dedo várias vezes, depois faz com dois dedos, repetindo o mesmo processo, e quando vai enfiar o terceiro dedo, ela diz – quero você dentro de mim agora –. Ele obedece a ordem, termina de lubrificar o pênis e começa a enfiar devagar no cu dela. Pilar, ansiosa, abre as nádegas e se inclina pra trás pra acelerar a penetração. Uma vez tudo dentro, dá uma pequena contraída de dor e diz com voz de manha – ai, isso me dá por ser uma putinha, mas se eu sou sua putinha, sou feliz – completa sorrindo. Ele Acendeu e começou a se mover rápido, arrebentando o cu da minha namorada. Ela falava no começo: – Devagar, love, que você tá me partindo – mas ele não parava.
Parece que o ânus dela começou a ceder, porque ela parou de reclamar e, pelo contrário, acompanhava as investidas com muita força. Ele já não aguentava mais, e ela percebeu. Tirou a cock da booty rapidamente e enfiou na pussy, pedindo pra ele gozar ali. Marcelo empurrou mais duas vezes e começou a encher a pussy de cum quente, gritando. Pilar, com a cock ainda dentro e de quatro, se joga pra trás e apoia as costas no peito dele de novo, dizendo com um suspiro: – E isso é só o começo, minha vida – dando dois beijos bem carinhosos sem perder a posição. Ficam abraçados em silêncio naquela posição, esperando o pau perder toda a ereção e, finalmente, ele tirou (isso durou uns 10 minutos, mais ou menos). Ela se deita na cama de pernas abertas e percebe que um pouco de sêmen está saindo da buceta. Pega o fiozinho e leva à boca, olhando pro Marcelo, e diz rindo: – Tem que ficar tudo dentro, né, love?

Quando me toquei, já eram quase 22h. Saí rápido e na surdina do apartamento, porque com certeza eles estavam famintos e iam sair do quarto. Ou não.

CONTINUA

3 comentários - Cómo me enteré que mi novia me hizo cornudo (pt5)

capo, que bueno va esto y se me hizo muy corto este. +10