Histórias de um verdureiro 5

Como contei pra vocês no relato anterior...http://m.poringa.net/posts/relatos/3277692/Historias-de-un-verdulero-4.htmlCheguei no trampo, meus colegas já estavam na porta esperando eu chegar, me xingaram um pouco, abrimos e fomos trabalhar. Tava realmente muito cansado, meus olhos fechavam até em pé. Mas fazer o quê... Caveira não chora! Fechamos, fui em casa me trocar, passei no barraco pra limpar e arrumar um pouco e fui buscar a neguinha, dia normal, tranquilo, namorando de boa. Falei pra ela que não ia jantar na casa dela naquela noite, deixei ela às 21h. E liguei pra Ludmila, perguntei se ela tinha algum problema em descer um pouco na calçada e ela disse que não, então fui encontrá-la. Quando cheguei, ela já tava lá embaixo, de moletom, blusa de frio e jaqueta... Me disse que só tinha 15 minutos. Nada mais, era a permissão que a mãe tinha dado. Conversamos uns minutos sobre besteiras e num momento perguntei se ela ia falar alguma coisa pra Lucila. Ludmila: Não, nem fodendo... Ela quase não fala comigo, se dá melhor com minha irmã, então não tenho nada pra falar pra ela, além disso você me disse que vocês não são namorados. Eu: Sim, sim... claro! Mesmo assim te pergunto porque não quero que ela vá no trampo fazer barraco. Ludmila: Não, fica tranquilo que não tenho por que contar nada pra ela. Até porque a gente também ainda não é namorado... Eu: Bom... Ainda... Mas quem sabe? Talvez eu tenha sorte, né? Ludmila: Pode ser... Sei lá, vamos ver! Eu: Eu... Tô morrendo de frio, a gente pode entrar e ficar na escada? Ludmila: Sim... Eu também... Vamos! Ela abriu a porta e fomos pra escada, sentamos uns 4 ou 5 degraus do começo, enquanto subimos vi que tinha um patamar mais acima. Em um minuto que estávamos sentados já estávamos nos beijando, num movimento bom coloquei ela em cima de mim e continuamos nos beijando, peguei ela pelas coxas e subi até o patamar, ali encostei ela e comecei a passar a mão em tudo, ela tinha uns peitos muito bonitos sinceramente, em menos de 2 minutos consegui sentir que a calcinha dela tava toda molhada, sempre tocando por cima, quando tentei puxar o elástico pra meter meu Dedo. Me segurei e falei: "chega, por favor, chega!" Percebi que aquele "chega" era mentira, era na verdade "continua e me come toda". Mas parei, principalmente pensando na virgindade dela e que podia deixá-la desconfortável ou fazer merda. Nos beijamos por mais uns minutos e começamos a esquentar de novo. Decidi parar de vez e falei que ia embora, que já era tarde. Ela abriu a porta, nos despedimos com um beijo longo e ela disse: "amanhã me liga depois das 4, que já tô em casa." Fui pra minha casa, vi um pouco de TV e depois fui deitar, pensando de novo em tudo que vinha acontecendo no último mês, em como tudo tinha mudado pra mim e na pessoa que eu estava me tornando, me debatendo se era certo ou errado. Minha moral dizia que era errado. Mas eu gostava, aquele tesão de estar com três mulheres diferentes tinha um gosto especial. Minha mente me levava a pensar em vários cenários, todas as situações possíveis e em tudo que eu precisava fazer pra bomba não explodir na minha mão. Era algo que eu tinha que fazer, pensar e decidir sozinho. Porque sabendo que era errado, não tinha com quem compartilhar pra me aconselhar ou até me ajudar. De tanto pensar, tomei a decisão mais difícil: ia me livrar da Lucila. Por mais que adorasse transar com ela, tinha outros fatores que faziam eu achar que era o melhor. A negra era minha namorada, isso não se negociava, e a Ludmila era uma mulherão, precisava de tempo. Mas valia a pena. Na segunda, quando a Lucila veio comprar, de novo me tratou como se fosse meu namorado, e eu tentei ser o mais distante possível. Ela percebeu e me perguntou se tava acontecendo algo. Falei que não, que tava tudo bem e que depois ligava pra ela. Quando ela foi embora, meu chefe me perguntou o que tava rolando. Então contei o que tava acontecendo e o que tinha decidido. O cara ficou pensando, mas não falou nada. Quando saí do trabalho à tarde, liguei pra Lucila e falei que a gente precisava conversar pessoalmente. Se havia alguma possibilidade de eu sair à noite um pouco pra conversar. Ela disse que ia pedir permissão pra chefe e que eu ligasse mais tarde. Fui pra casa da negra e naquela tarde eu comi ela como nunca, não sei o que tava rolando comigo, mas não conseguia gozar e tava muito tarado. A negra era uma gatinha tranquila, transava normal, não era muito puta na cama, mas compensava com o corpo e nunca me negava nada do que eu quisesse, mas naquela tarde, por eu estar tão tarado, tão ativo, algo despertou nela, e ela disse timidamente... Sim... Papai... quanta pica... me dá pica... não para de me dar pica... Isso me deixou louco, comecei a comer ela com mais força e ainda não conseguia gozar, coloquei ela por cima de mim e falei: se mexe, se mexe forte e tira toda a porra de mim! Nunca tinha visto ela tão excitada, acho que também nunca tinha durado tanto sem gozar e com a pica no talo, foram incontáveis as vezes que a negra gozou até que finalmente consegui gozar, ficamos os dois abraçados e sem conseguir nos mexer, eu não sentia as pernas e o corpo dela tremia, 30-40 minutos depois consegui começar a mexer minhas pernas, levantei, fui no banheiro, olhei a hora e já tinha que voltar a trabalhar, a negra continuava deitada sem conseguir se mexer. Me despedi e fui embora. Liguei pra Ludmila e quem atendeu foi Lucila, ela disse que podia sair às 23h. Falei que esperava ela na esquina de sempre, desliguei e liguei de novo, quem atendeu foi Ludmila, não tinha conseguido atender antes porque tava no banheiro e quando saiu percebeu que era eu. A gente conversou um pouco sobre nada e eu falei que naquela noite ia ver a Lucila pra botar os pontos nos is e não ter mais nada em comum. Ludmila ficou feliz e disse: agora você tá mais perto de ter sorte. Falei que ligava no outro dia no mesmo horário e desliguei. Quando cheguei no meu trabalho, meu chefe me levou pro escritório dele e começou um pequeno interrogatório. Como era a Lucila na cama, o que ela gostava, se era muito puta, como era a bunda dela... E eu pensava que ele queria pegar ela e por isso tava perguntando. Até que ele perguntou se eu sentia algo por ela e minha resposta foi não. Na sequência, ela diz: "E não vai gostar que a gente coma ela todos juntos?" Eu, na minha inocência, pergunto: "Como assim, todos juntos? Um de cada vez?" "Não, idiota! Todos juntos, fazer uma suruba!" A gente era 9 funcionários mais ele, ou seja, 10 caras. A verdade é que achei totalmente loucura e falei: "Acho que não... Além do mais, somos 10! É uma loucura!!!" Meu chefe responde: "Bom, não os 10... Mas você, eu e mais 2 ou 3 dos caras, talvez ela curta..." Falei de novo que não achava. E ele: "Por que você não joga a ideia pra ver o que ela diz?" Não fazia a menor ideia de como falar aquilo pra uma gostosa, de fazer uma suruba, então perguntei como dizer. "Fala pra ela que aqui tem vários que querem comer ela, vê o que ela responde. E se ela perguntar quem, pergunta quem ela curte, e vê o que ela fala." Falei que beleza, que ia tentar. Durante a tarde, fiquei pensando que talvez aquilo fosse um bom motivo pra terminar, que ela talvez se ofendesse e não quisesse me ver mais. Quando fechamos, liguei pra negra e faltava uma hora pra ver a Lucila, então liguei pra Ludmila. Ela não esperava minha ligação, se surpreendeu, e eu falei que tava ligando porque sentia falta da voz dela... A gente conversou um tempão e já tinha três pessoas esperando o telefone. Desliguei prometendo ligar no dia seguinte à tarde e fui esperar a Lucila. Ela veio vestida normal, tipo roupa de casa, e falou que no máximo até uma hora tinha que voltar. Eu: "Beleza, não se preocupa, isso não vai demorar muito. Vamos num bar tomar algo e conversar?" Lucila: "Não, me leva pro apartamento e a gente conversa lá." Peguei um táxi e fomos pro apê. Entramos, tiramos as jaquetas e ela fala: "Fala aí, que eu te escuto", e se ajoelhou pra chupar minha pica. Enquanto me chupava, me olhava e entre uma mamada e outra dizia: "Fala... o que você quer me dizer?" Com uma voz bem de putinha. Criei coragem e, sem hesitar, falei de uma vez: "Queria falar sério porque quero te propor que você transe comigo, Meu chefe e 2 ou 3 colegas meus que você escolher. Ela continuou chupando minha rola sem dizer nada, de repente tira da boca e fala: "Gosto do alto... Aquele que tem uma pinta no lábio." Tava falando do Tucu... O Tucu tinha 1,90 e uma rola de uns 30 centímetros mais ou menos. Continuou chupando minha rola e de novo fala: "Outro que é bonito é o loirinho, o magrinho..." Tava falando do Gonzalo, 1 ano mais novo que eu, virgem, nunca tinha visto uma buceta nem em revista. Continuou chupando minha rola e fala: "Outro que eu gosto é o gordinho de cabelo comprido." Tava falando do Jorge, Jorge não era gordinho, era fortão, ombros bem largos e isso fazia ele parecer gordinho, tinha uma rola normal de comprimento, mas bem grossa. Na hora ela levantou, se despiu e enquanto se despia falava: "Que cara depravado você acabou sendo, hein? E quando vão me comer?" Eu tava pasmo, não saía do meu espanto e não sabia o que dizer nem fazer. Falei que quando ela quisesse. E ela respondeu: "Bom, sábado à noite, te parece bem?" "Sim, sim... Acho que sim." Ela ficou de quatro na beirada da cama e falou: "Bom, agora vem e me come sozinho!" Me excitei muito pensando que íamos comer ela todos juntos, fiquei atrás dela e em menos de 3 minutos gozei. Ela levantou, foi no banheiro, se lavou, voltou e falou: "Sábado, o último a me comer vai ser você. Vamos?" Não falei nada, me vesti e fomos embora. Na porta do prédio dela, me dá um beijo, acaricia minha rola por cima da calça e fala: "Se prepara! Amanhã a gente se vê." Beijo e foi embora. Não entendia nada! Fui pra casa com uma puta confusão na cabeça. No outro dia, conto pro meu chefe o que tinha acontecido, ele sorri, solta um "hehe, eu sabia..." E chama o Tucu, o Gonzalo e o Jorge. Conta a história quase em primeira pessoa, e o Tucu fala: "É, eu como a gostosa, mas como faço pra escapar sábado à noite? A bruxa me mata! Mas fazer o quê...inventar.GonzaFicou calado, éramos poucos que sabíamos que ele era virgem, e o Jorge esfregava as mãos e dizia: "Vai, pai!" Saímos do escritório e levei o Gonzalo pro pátio.
Eu: "Gon, tudo bem?"
Gonzalo: "É... Tá bom, mas o que eu faço?"
Eu: "Nada, mano, o que vai fazer? Só precisa ficar de boa e olhando pra gente, você vai sacar o que fazer."
Gonzalo: "É... Sei lá, não sei se quero estrear assim."
Nisso, o Tucu entrou no pátio, ele era um dos que sabia que o Gonza era virgem: "Fica tranquilo, moleque, a gente vai te ajudar, e se não quiser, não faz e pronto."

Voltamos a trabalhar, a Lucila chegou, me cumprimentou como sempre, atendi ela e ela foi pro caixa pagar. Eu continuei atendendo outra cliente, e nisso meu chefe me manda cobrar, que ele tinha que mostrar algo pra Lucila, e chama o Tucu. Eles foram pro escritório, e eu pensei: "Esse filho da puta não vai se segurar até sábado." Terminei de atender, cobrei e falei pro Ruben (outro colega) ficar no caixa. Chamei o Gonza, o Jorge já tinha ido entregar um pedido. Entramos no escritório, a Lucila tava ajoelhada com metade da pica do Tucu na boca, meu chefe tirando a roupa, e a Lucila, ao me ver, disse: "Você não me falou que seu amigo tinha essa besta!" Tava desesperada, respirava fundo e enfiava a pica do Tucu até onde dava, não passava da metade mesmo, babava tudo e enfiava de novo. Meu chefe pegou ela pelo cabelo e meteu a pica dele na boca dela, ela continuou segurando a pica do Tucu com a mão e não soltava, chupou um pouco a do meu chefe e voltou pra pica do Tucu. Meu chefe falou: "Olha que puta que ela é! Ficou maluca com a sua pica, Tucu!" Ela continuava chupando como podia. O Tucu dizia: "Você vai aguentar? Vou te arrebentar o cu no meio, hein?" E ela, com a pica do Tucu na boca, balançava a cabeça que sim. Meu chefe mandou eu e o Gonza tirarmos a roupa, começamos a nos despir, e nisso, de relance, vi a pica do Gonza — o Tucu não tinha nada perto daquele cara, aquilo sim era uma Bestialidade de verdade, me sentia totalmente humilhado. O Tucu, meu chefe e a Lucila não tinham visto o pau do Gonza porque ele estava de costas. Olhei pra ele e falei: "Gonza!" Ele olhou com um certo receio e eu disse: "Vem, fica aqui (do lado do Tucu)". O Gonza me obedeceu. A Lucila estava de olhos fechados, eu falei: "Lu... Olha isso..." Ela abriu os olhos e viu o pau do Gonza, tirou a rola do Tucu da boca, pegou o pau do Gonza com as duas mãos e disse: "Neneee, como você vai me deixar a buceta desse jeito?!" O Gonza tava durasso. O Tucu olhou pro pau dele e falou: "Filho da puta! Olha o tamanho disso!!!" Meu chefe ficou surpreso, acho que mais do que eu. A Lucila se levantou, pegou uma cadeira, sentou o Gonza e começou a se despir. Me olhou e disse: "Você nunca vai se esquecer de mim, nem eu de você..." Tirou toda a roupa e bem devagar começou a sentar no pau do Gonza... Demorou, não conseguia enfiar tudo. Entre meu chefe e o Tucu, eles tocavam os peitos e a bunda dela, eu era só um espectador. Nisso, o Tucu falou pro Gonza: "Gonza, bate uma." O cara começou a se masturbar e, quanto mais batia, mais entrava na Lu. A Lucila não parava de gemer, respirava fundo e tentava enfiar tudo de novo. O Tucu tinha uma mão enorme, os dedos pareciam cinco paus a mais. Ele cuspiu na mão, passou na bunda toda da Lu e começou a enfiar um dedo. Entre o pau do Gonza e o dedo do Tucu, a Lu soltou o primeiro gemido de gozo. O Tucu tirou o dedo e falou pro meu chefe: "Come o cu dela." O gordo ficou atrás e a rola entrou como se nada. Três quartos do pau do Gonza já estavam dentro. Meu chefe se mexeu um pouco e gozou na hora, caindo no chão. O Tucu ficou atrás dela e disse: "Agora sim, você vai sair toda arrebentada!" A Lu exclamou: "Siiim, filhos da puta! Me arrebentem todaaaa!" O Tucu enfiou um quarto do pau no cu dela e a Lu gozou de novo. Quando ela recuperou o fôlego de ter gozado, o Tucu enfiou mais um quarto pra dentro. Ela já tinha três quartos do pauzão do Gonza na buceta. e 1/2 enguia do tucu no cu. Ela não parava de gemer e gritar, dizia que lindo que tava sendo comida, como tavam abrindo ela toda, quando entram tudo me arrebentam! Eu olhava e cada vez ficava mais excitado, meu chefe começou a se vestir (acho que já tinha aceitado que não tinha mais o que fazer). Lu me olha e fala, obrigada, papi, obrigada... Por esse presente, que picas lindas você me trouxe. Eu não entendia nada, mas continuava tarado. O tucu enfia 2 dedões na boca dela, um de cada lado, faz força e mete mais 1/4 de pica. Aquela mulher tinha 3/4 de 2 picas enormes dentro e eu ainda queria comer ela. Nisso, gonza goza e Lu falava, nãoooo nãoooo não pode ser tanta porra, que quentinha que tá! E de novo, ahhhhhhh siiiiiii deus! Quanta porra só pra mim! O tucu encheu o cu dela de porra no segundo que gonza gozou, o tucu saiu de trás dela, ela saiu de cima do gonza e veio direto pra mim, se ajoelhou e falou. Agora falta na boquinha e essa é sua, papi, e começou a chupar minha pica com muita vontade, gonza e o tucu estavam em pé atrás dela com as picas penduradas pingando porra, o tucu fala pro gonza, vamos ajudar ela e começa a bater na cara dela com a pica, gonza faz o mesmo do outro lado. Lu chupava minha pica e ao mesmo tempo levava tapas de pica na cara. Isso me excitou mais e eu terminei enchendo a boca dela de porra, ela engoliu tudo. E falava só engulo a do meu papi.... Não é, papi? Com voz de menininha, isso fez o tucu e o gonza ficarem tarados e de novo subiu, dessa vez ao contrário, o tucu sentado e gonza atrás. Eu me vesti e saí, meu chefe que tinha ficado olhando saiu comigo, fui no banheiro, lavei um pouco a pica e quando saí meus outros colegas estavam com meu chefe, ele tava contando o que tinha acontecido, eu saí e fiquei na calçada sozinho. Vieram umas pessoas comprar, atendi. Meu chefe no caixa e daí a pouco aparece gonza, me fala, eu.... vai lá que ela tá te chamando. Fui pro escritório e quando entrei ela tava sozinha sentada na cadeira, quase deitada. Com as pernas abertas, nunca tinha visto uma buceta tão aberta, ela tinha as mãos na barriga, tava com dor no ventre. Perguntei como ela se sentia, ela disse toda dolorida... e com muita sede. Falei pra ela ficar ali que já voltava, fui comprar um refrigerante pra ela, quando voltei ela continuava no mesmo lugar e ofegante, tomou o refrigerante de golinhos. Eu me senti muito mal por como ela tava e deixei isso claro, ela me disse: não, papai... Você me deu o melhor presente da minha vida. Fiquei surpreso com a resposta dela, ajudei ela a se vestir, acompanhei até o banheiro e ela pediu pra eu ir com ela até em casa com as sacolas, fomos andando bem devagar, subimos, entramos pela cozinha e não tinha ninguém, ela diz: neguinho lindo, meu. (Enquanto passava a mão no meu rosto) Vamos continuar sendo amigos, mas não podemos mais ficar juntos, agora quero que o loirinho (gonza) me coma. Falei que tava tudo bem, que ela descansasse e que descesse pra me abrir a porta, lá embaixo ela me deu um beijo na bochecha e agradeceu. Até a próxima. Abraços e OBRIGADO!!!

3 comentários - Histórias de um verdureiro 5

Salio mucho mejor de lo que esperabas muy buen relato
kramalo +1
jaaaa..!!! zafastes.... y que hdp... si fuera la unica mina que tenias, te iba a cagar de todas maneras...