O jornal caiu das minhas mãos. Corina havia se posicionado na minha frente e, com o vestido que estava completamente abotoado do pescoço até os joelhos, começou a desabotoar os botões lentamente sobre sua pele morena natural, além de bronzeada na praia. Logo apareceram os dois globos que se aproximavam até se colarem. Eu havia me proposto a manter minhas convicções e suportar a tentação, e consegui aguentar até que as duas partes do vestido revelassem as curvas dos peitos, depois de se separarem novamente para formar a redondeza da base. Endireitei-me na cadeira e minhas mãos foram até ela. Peguei-a pela cintura e, com um esforço sobre-humano, a afastei de onde estava. Fechei os olhos, embora em minhas mãos sentisse a pele quente sob o tecido leve do vestido, mas me levantei e procurei a porta da rua. O pior de tudo foi ver a expressão de Corina: um olhar surpreso, mistura de decepção, incompreensão e dúvidas me despediu, mas ainda tive forças para fechar a porta com um pouco mais de energia do que o normal, que ressoou como um portasso.
Saí como um touro do curral para a arena, entre desorientado e furioso. Sabia o que não devia fazer, embora estivesse sendo muito difícil, mas o que tinha muito claro era que estava andando na lâmina de uma navalha. Minha família estava em sério perigo e, ao menor deslize, seria o fim. O casamento do meu filho com Corina, que era uma mulher especial, muito difícil de encontrar, iria por água abaixo, e principalmente estava meu neto, aquele anjinho que não tinha que pagar pelo "cuzão do avô" que tinha a braguilha mais rápida do Cone Sul. Também meu casamento, tantos anos juntos, com tudo que havíamos superado, as "crises" como chamam agora, que havíamos passado por minha culpa e que minha mulher sempre me perdoou, e agora por ciúmes provavelmente injustificados, meu ego ferido só porque minha mulher não me contou... minhas dúvidas e eu achava que tinha todo o direito de saber, não me considerava machista (até agora) mas acreditava que minha mulher não devia e nem podia esconder nada de mim.
Meus pés me levaram ao parque de sempre, meu amigo parecia meu confessor, imagino que ele devia estar de saco cheio de mim, problemas ele já devia ter aos montes pra ainda aguentar minhas bobagens, não precisei dar muitos detalhes, ele logo entendeu, eu tinha descrito sem contar a lista de problemas que carregava nas costas, ele parecia ser um homem de muita experiência, criado numa sociedade bem patriarcal, embora no final reconhecesse que a mulher era a melhor coisa da Criação, mantinha a posição de que a mulher devia sempre contar com o homem, com suas razões se reafirmava mesmo que com suas reticências não deixasse de reconhecer que no final nós homens é que baixávamos a cabeça, mesmo que antes tivéssemos feito as mulheres baixarem, era um jogo bobo mas que mantinha o status quo, aparentemente uma disputa em que desde o início sabíamos que tínhamos a partida perdida, mas concordei em pelo menos me mostrar firme nas minhas "convicções" o cavalheiro compartilhou o diagnóstico como uma gravação da conversa que tinha tido com Malena e eu disse a ele, bom o resto da tarde que ela me dedicou não mas, os conselhos foram parecidos, eu devia reorientar minhas relações e controlar melhor minha família.
Ele achou uma ótima ideia fazer a viagem com meu filho a Mendoza e botar um espaço entre nós por uns dias, dessa vez ele me deixou falar e depois soltou sua opinião, não contei a ele mas pensei que o mito de que os argentinos são bons psicólogos era totalmente real. Num momento de reflexão ele pôs a mão no meu braço e se aproximando disse: Tenho novidades da Magda, Sério? Conta, sou todo ouvidos, pra quando vocês marcaram? (me aliviou mudar de assunto) Hahaha, que impaciente, não nada disso, simplesmente a garota me encontrou aqui, eu Acho que ela queria me encontrar, deu uma amostra de que no primeiro dia não tinha ficado insatisfeita, embora a melhor parte tenha ficado comigo. Antes que a coisa desandasse, avisei que meu problema me limitava muito, mas ela disse que estava ciente e estava se preparando para um encontro com todas as garantias. Enquanto dizia isso, mostrou-me a saia que estava usando, era como aquela típica de colegial, cruzada na frente e fechada com botões grandes. A garota apertou-se contra mim e deixou uma das minhas mãos deslizar por uma coxa até encontrar um botão desabotoado. O calor da virilha logo acelerou minha respiração, e meus brônquios acenderam as luzes amarelas. Ela teve que diminuir o atrito, mas com muita paciência foi deixando as pernas se separarem e eu fui aventurando a mão à vontade.
Fiquei curtindo a maciez da pele, e conforme me aproximava para cima, as pernas se abriam mais e mais. Quando toquei sua calcinha, a primeira coisa que fiz foi seguir a linha dos lábios, separando-os o máximo que pude. Magda parecia estar fazendo uma confidência no meu ouvido, mas tinha uma perna sobre a minha e deixava a outra cair o mais aberta que podia. Quando consegui afastar o elástico da calcinha e tocar o clitóris, a garota estava tão excitada que me abraçou por baixo da jaqueta e, apoiando a cabeça no meu ombro, gozou. Eu estava excitado, mas meus brônquios aguentaram a pressão. Gostei muito de sentir o corpo da mulher vibrando colado em mim no banco do parque. Aquele dia era dela, e preferi dedicá-lo a ela. Ela prometeu voltar e buscar uma boa solução para um encontro sem pressa e sem esforços. Fico feliz que Magda tenha voltado, isso mostra sua qualidade humana e seu interesse pelos meus amigos. Tenha certeza de que ela voltará e você estará nas melhores mãos.
Já mais animado, aceitei um mate que me ofereceu. Ela preparou como para um iniciante, que comparado com o que ela tomou, não tinha... Nada parecido. Depois de uma série de comentários sobre mulheres, deixei-o com uma expressão de felicidade, provavelmente pensando em seu novo encontro com Magda.
Quando, depois do jantar, me deitei, esperava pegar no sono logo. Javier e eu havíamos combinado de acordar cedo para pegar a estrada rumo a Mendoza, que ficava a uns 1.100 km a oeste. Mesmo que o carro do meu filho fosse potente, os limites de velocidade não deixavam a viagem mais rápida. Corina e Javier também se recolheram cedo, e eu já estava nos braços de Morfeu quando uma mão roçou meu peito grisalho. Era o sinal clássico de que Elena queria "conversar". "Oi, grandalhão... Tá com muito sono?"
Naquele momento, já sabia que não iria dormir tão cedo. Deslizei para o lado da cama e me posicionei na postura das "confidências", mas Elena não tinha o mesmo plano. Ela se ajoelhou ao meu lado, minhas cuecas desapareceram e sua boca buscou e encontrou meu pau. Já não me eram tão estranhos os hábitos diretos de Elena. Ela já não era a espanhola recatada; agora, ela pegava meu pau do jeito que queria e, quando conseguia, montava nele e o fazia desaparecer entre seus lábios.
A diferença naquela noite foi que ela se deitou sobre mim. Não era nada desagradável sentir seus peitos no meu peito, seus mamilos roçando nos pelos grisalhos. Ela ditava o ritmo, enfiando e puxando o pau, enquanto deslizava os peitos para cima e para baixo sobre mim. Ela se aproximou do meu pescoço, me beijou e sussurrou no meu ouvido: "Pepe, você vai sentir minha falta esses dias?" "Como pode duvidar? Claro que sim, você sabe que não há ninguém como você." "É isso que me dá medo, que você encontre uma mulher que goste mais do que de mim. Eu não aguentaria." "Isso não pode acontecer. Eu também tenho medo que você encontre algum jovem que te dê o que eu já não posso. Você é uma mulher muito sensual, e há jovens que aprenderam muito em pouco tempo." "Fica tranquilo, eu não gosto de jovens. os jovens. Tem certeza? Tenho a suspeita de que algum jovem te despertou para as delícias da juventude. O que você está insinuando, Pepe? Você sabe bem que desde que você tirou minha virgindade, só você entrou em mim. Era o que eu achava até pouco tempo atrás. Como assim até pouco tempo? E você não foi capaz de me perguntar? Tantas vezes que fiz ouvidos moucos a comentários que fizeram sobre você e você não é capaz de me perguntar algo tão simples. Eu temia o pior. O pior é isso: já não tenho mais vontade de te ter dentro.
Elena se levantou feito uma mola e colocou a calcinha, deitou-se de costas para mim e logo a ouvi soluçar. Me senti muito mal, mas não cedi. Ela também não me contou nada. A partir daí já não conseguia dormir. Na minha cabeça fervilhavam imagens da minha mulher sendo comida por um jovem bem dotado, e ela se derretendo ao receber aquela pica que, embora na imaginação eu não visse, imaginava gigantesca. O "anjo" que tinha do outro lado da cabeça contestava o "demônio" que insistia nos maus pensamentos e me dizia que nada daquilo tinha acontecido, que eram coisas da minha cabeça. De qualquer forma, teria gostado que ela tivesse falado claro, mesmo que depois eu chorasse sozinho, porque a amava.
Quando me levantei, tomei banho e fiz a barba. Na cozinha, encontrei Corina, que tinha se levantado para preparar o café do marido. Ela tinha enrolado o lençol no corpo de qualquer jeito e o segurava com uma mão só; com a outra, manuseava o micro-ondas e os outros preparativos. Ela ficou me olhando com o mesmo olhar do dia anterior, não entendia minha atitude. Deve ter se distraído um momento com o micro-ondas, porque quando foi retirar a xícara, queimou a mão. A reação foi soltar a outra mão e jogar água na mão queimada. O lençol, logicamente, caiu no chão. A garota, agachada na torneira da pia, refrescava a queimadura com a bunda nua. Na minha frente, os peitos caíam para dentro da pia e se encharcavam de água. Eu estava totalmente desorientado, sofrendo pelo dano que ela devia estar sentindo na mão por minha culpa, mas por outro lado estava adorando a vista daquele corpo numa posição perfeita para ser enfiado sem nenhuma dificuldade. O sentimento de culpa falou mais alto e me aproximei dela com calma, mas com firmeza. "Corina, sinto muito, mas não molha com água da torneira, é melhor passar óleo na queimadura ou babosa se tiver algum creme."
Com as mãos dela entre as minhas, ela só queria que a dor sumisse logo. Chorava silenciosamente para não acordar o Javier nem o menino. Juntei as mãos dela e com cuidado fui passando azeite de oliva. Com os peitos apertados entre os dois antebraços, os mamilos ficavam ainda mais salientes. Na hora, meu filho entrou como um furacão. "O que aconteceu, Corina?" "Nada, filho, nada importante. Só que o micro-ondas esquentou demais o leite e ao pegar o copo ela se queimou." "Queimou muito? Deixa eu ver... E o que você está fazendo totalmente pelada na cozinha?" "É porque acordei cedo para ter seu café da manhã pronto quando você levantasse, querido, e não quis acordar você." "Ah! Obrigado, que detalhe. Desculpa, pai, não te cumprimentei. Bom dia. Sinto muito pelo que aconteceu e ainda bem que você estava aqui e sabia o remédio, assim não vai formar bolhas." "Não tem importância, foi sorte. O que sinto é que a roupa caiu e ela ficou sem nada por baixo." "Bah! Não tem importância, né, Corina? O importante é a queimadura. Na sua idade você já deve ter visto muitas mulheres peladas! Todas são mais ou menos iguais."
Corina me olhou com um olhar diferente dessa vez, uma mistura de decepção pela avaliação do marido e de espera pela minha compensação, que ela tinha certeza que receberia em breve. Ela pegou o lençol do chão e nem se deu ao trabalho de cobrindo-se com ela, dobrou-a no braço são e rebolando a bunda e os peitos foi atrás do marido para o quarto. Já na estrada, depois de muitos km em silêncio, meu filho me perguntou: parece que você não está com boa cara, dormiu pouco ou está de mau humor? Estou pra morder, sua mãe e eu tivemos uma discussão como nunca tivemos. Bah! Isso não é nada, com uma boa trepada tudo se resolve, você vai ver quando voltar, já aconteceu algo parecido comigo. Ah, é? O que aconteceu? Bom, não sei direito, só que a Corina, quando eu estava mais excitado, me disse que esperava que eu me comportasse bem e que ela era minha verdadeira mulher, embora depois tenha suavizado, choramingando que me amava, mas falou muito séria, dava a impressão de que sabia algo dos meus "rolês" durante minhas viagens, você não contou nada pra ela, né? Nem pensar, mesmo não gostando do que você faz, jamais contaria, não quero que seu casamento vá pro buraco. Então não sei mais, não sei se pensar na Viviana, será que ela seria capaz de contar algo pra Corina? Poderia ser, mas acho difícil, você ficaria mal, mas ela... além do mais, a Viviana só tá interessada no seu pau, nada mais. Então não me ocorre mais nada, vamos esperar pra ver. E a mamãe, o que tá acontecendo? Algo parecido também, mas na nossa idade as coisas se tornam um bocado maiores, embora a gente tenha que tomar muito cuidado, estamos arriscando muito. E como é Mendoza? Pesquisei na internet e estou gostando por enquanto. Você vai adorar, fica num vale colado nos Andes, é uma cidade bem avançada, com internet e WiFi muito desenvolvidos, agora tô nessa vibe, e você que gosta de vinho pode ir com uns micro-ônibus que percorrem vinícolas e fazem degustações, ah! e tem outra coisa que vai te chamar muita atenção, lembra daquele carro Citroën 2 cavalos que você teve na Espanha? Pois aqui eles são chamados de "ranitas" e uma empresa aluga eles pra ir de vinícola em vinícola. Uff, quanto tempo, adoraria dirigir um agora. Pois pode alugar e Dar uma volta, vão te dar informações e você vai se divertir muito, eu não sei como vou levar a estadia e se vou dormir no hotel ou não. Já... Hehehe, não pense mal. Javier, eu te conheço. Pai... agora falando sério, você ficou constrangido por ver a Corina pelada? Gostaria de me desculpar por ela, com certeza ela está envergonhada, tudo aconteceu tão rápido. Não se preocupe, filho, eu vou aguentar.
Mendoza me surpreendeu, era muito mais do que eu tinha imaginado, aprendi muitas coisas, estava entre as quatro primeiras cidades da Argentina e era muito foda em vinho e comércio, as avenidas muito bem cuidadas e cheias de árvores que eram regadas por canais, era uma cidade bonita, havia uma oferta de hotéis, bares e restaurantes muito extensa e lojas de categoria, meu filho logo encontrou um hotel e alugou dois quartos individuais. Enquanto eu me distraía arrumando as roupas que levava em uma bolsa de viagem, ele foi para a empresa para preparar tudo. Na recepção havia um rapaz e uma moça, segundo soube depois eles se revezavam, não tinham muito trabalho porque só tinham 12 quartos e não se notava muita movimentação de hóspedes, então a maior parte do tempo ficavam na frente da tela do computador, quando desci para dar uma volta o rapaz estava olhando o computador protegido pelo balcão alto, dava a impressão de que estava fazendo funções de controle do hotel, mas o vidro do armário que tinha atrás dele refletia o monitor com um rosto de mulher em primeiro plano, ela tinha uma rola dentro da boca. Pelo interesse que ele demonstrava, não demorou para conseguir o que queria e ela ficou cheia de porra até nos cílios. O rapaz nem se deu ao trabalho de mudar de página quando perguntei sobre algumas coisas da cidade, no final, com bastante apatia, deixou na minha frente uma série de folhetos para fazer várias rotas de vinícolas e pontos turísticos, o único gesto foi mudar de página na tela, agora aparecia um cara comendo ela. A buceta depilada de uma atriz me deu a impressão de que ela já tinha visto todos os filmes pornô que existiam. Na rua, fui até um escritório que organizava um dos vários passeios. Para mim tanto fazia, mas depois de pegar informações na Booty, decidi por uma rota entre tantas. Passava pelo Vale de Uca e não parecia nada mal. Comprei o bilhete para o dia seguinte e me informei sobre o horário e tudo mais. Aparentemente, nos levariam por diferentes fazendas, fariam degustações e demonstrações, oferecendo produtos da terra. Passei por um bar onde tinha bastante gente jantando, o que me pareceu um bom sinal. Quis me sentar numa mesa livre, mas o garçom me parou porque estava reservada. Vendo que eu estava sozinho e todas as mesas estavam cheias, ele me perguntou se eu me importaria de dividir a mesa com outras pessoas. Para mim tanto fazia, e ele perguntou a um casal se eles permitiriam que eu os acompanhasse. Eles também não acharam ruim.
Eles não eram muito velhos, certamente não chegavam aos cinquenta anos, e ao lado deles havia uma cadeira vazia. Imaginei que logo nos proporiam outro companheiro, mas quando chegou uma garotinha de pouco mais de dezesseis anos, muito maquiada para a idade e, no meu gosto, exagerado. Era a filha do casal, que acabara de retocar os lábios e vinha dando pulinhos. Me levantei para me apresentar, e ela, como única saudação, me dedicou um sorriso delicioso. Conforme o jantar ia passando, fomos entrando em conversa. Eu contei sobre minha visita, e eles, notando meu sotaque, me perguntaram muitas coisas sobre a Espanha. Queriam ir de férias para distrair o pai, que tinha saído de uma depressão por motivos de trabalho, e como tinham uma boa condição financeira, queriam animá-lo de novo.
O homem parecia estar saindo do problema emocional e de vez em quando parecia mais ou menos simpático. Já a mulher era super ativa, não... Deixou de falar e gesticular, costume que sua filha havia herdado. A menina era bem bonita, tinha juntado a doçura da sua idade com a beleza da mãe. Percebi que eram as duas que levavam o pai para onde queriam, o homem mal conseguia acompanhar o ritmo das duas mulheres.
Falando sobre tudo, surgiu o assunto das excursões organizadas pelas vinícolas e, por coincidência, eles tinham contratado a mesma que eu. Procurei terminar o jantar o mais rápido possível e fui para o hotel.
Já tinham trocado o turno na recepção e agora estava a moça. Não era muito bonita, dava pra classificar como fisicamente normal. O cabelo loiro liso, com uma melena desleixada repartida ao meio, e uns óculos redondos com armação bem fina. Os olhos não eram nada extraordinários, embora a boca fosse bem carnuda. Fiquei analisando tudo isso enquanto esperava que ela terminasse de digitar no computador. Parecia que estava fazendo todo o trabalho atrasado do dia que o colega tinha evitado. Gostei da dedicação da garota, não levantava a cabeça do monitor e digitava como uma possessa. Fiquei com pena de distraí-la e, como não tinha pressa, sentei num banco no balcão lendo todos os catálogos que vi.
Finalmente ela percebeu, porque me deu uma tosse. Ela ficou vermelha e me pediu mil desculpas. Eu dei pouca importância e elogiei sua dedicação ao trabalho, ficando com vontade de contar o que o colega dela fazia.
— Boa noite, me chamo Rosário e hoje estou no turno da noite. Tome sua chave. Se precisar de alguma coisa, é só me chamar.
— Obrigado, acho que não vou precisar de nada. Fico feliz em conhecê-la e que se chame Rosário, me lembra da cidade.
— Ahá! É que eu sou de lá, meus pais me colocaram esse nome por causa da cidade. É muito bonita.
— Com certeza menos que você.
— Ooh! Por favor, não tire sarro de mim, sei que não tenho nada de bonita. Imagino que isso alguém com... Muita autoridade estética, né? Todo mundo me fala isso ou pior, ninguém me fala. Então eu te falo, permita-me dizer que você tem traços muito bonitos, só precisa saber aproveitá-los, realçar as linhas mais bonitas e disfarçar se tiver algum defeito. Obrigada, mas não tenho nada para realçar. E os seus lábios, o que me diz? Bom… talvez isso… E seus olhos, com um pouquinho de sombra, os cílios são longuíssimos assim como o cabelo e uma mudança radical nos seus óculos e, mesmo só te vendo sentada, imagino que deve ter um corpo nada desprezível.
A garota se sentiu lisonjeada e se levantou dando uma volta redonda, mesmo que a roupa que usava não fizesse jus, dava para ver que ela tinha um bom potencial. Quando se levantou, deixou à mostra o monitor do computador e, pelo mesmo vidro que o do colega dela, pude ver a tela. Não era em tons de cinza de escritório como eu imaginava, mas em cores vivas. Nela havia uma parte com imagem e outra com texto. Reconheci que era de um chat ao vivo. No texto, as frases estavam mudando e sendo adicionadas, sem dúvida esperando resposta. Na imagem, só se via uma mão percorrendo uma pica monstruosa de cima a baixo. Dava para ver todas as veias possíveis inchadas ao máximo. Parecia que o cara estava com pressa para gozar, porque estava desesperado se masturbando e pedindo para a garota uma mostra de "colaboração". A garota olhava de soslaio para a tela. Ela também estava desesperada para ver os jatos que o colega tinha prometido, mas não se atrevia a me deixar com a palavra na boca. Se quer um conselho de um homem mais velho, atenda o cara da tela. Acho que ele merece e você também.
Rosario não sei se ouviu minhas últimas palavras, mas se sentou aliviada da obrigação comigo. O cara continuava agitando a pica de mais de 23 cm, ameaçando constantemente gozar, mas exigia que ela pelo menos mostrasse os peitos. Rosario se sentia moralmente obrigada e estava com vontade, não só isso, mas também por ter tido aquele tronco entre as pernas. Ela tinha me esquecido completamente do outro lado do balcão. Com curiosidade, fui me posicionando para conseguir ver diretamente o monitor. A garota não percebia minhas mudanças de posição e, em poucos movimentos, me coloquei ao lado dela. Escondidos pelo balcão, o monitor não era visível a não ser pelo reflexo no vidro. Disfarçadamente, coloquei um suéter sobre o vidro, caso alguém entrasse na hora. Ao lado do mouse estavam as calcinhas de Rosario. Ela devia ter tirado fazia tempo, porque estava absorta olhando para o pau do jovem, que agora já se exibia segurando com os dois punhos ao mesmo tempo o pau, e ainda sobrava uma boa parte. O garoto não parava de insistir: "Tira o sutiã, quero ver seus peitos". E assim, sem parar de escrever, a garota já nem notava minha presença. Estava louca para ver a quantidade de porra que ameaçava sair daquele pau enorme. O rosto do garoto não aparecia, mas isso era o de menos; o importante estava da cabeça do pau até as bolas redondas depiladas e coladas no pau.
A resistência da garota chegou ao limite. Ela abriu a camisa e levantou o sutiã sem nem tirá-lo. Os dois peitos meio esmagados ficaram em frente à webcam. O garoto pediu mais: quis que ela aproximasse a câmera dos mamilos, e ela fez. Já estava tudo igual para ela. Focou-os em primeiro plano; na parte do monitor onde se via sua câmera, dava para ver com todos os detalhes as aréolas com pequenos poros, coroadas pelos mamilos rugosos, úmidos por suas lambidas. Ela estava entregue à vontade do falo que resistia a gozar. Os dois peitos separados, com os mamilos oblíquos pela tensão, aguentavam todos os pedidos do garoto: eram cuspidos, beliscados e lambidos. Mas o garoto estava tão empolgado quanto ela e pediu para ver o resto. A garota hesitou; não se atrevia a tanto, isso sim que... não, fui eu quem inclinou a balança a favor do garoto, peguei a calcinha branca que estava ao lado do mouse e deixei em cima do teclado, à vista do rapaz. Rosario me olhou, mas acho que nem me viu, pegou a câmera e, ao se ver descoberta, empurrou para trás a cadeira de rodas do escritório, colocou os pés sobre a mesa e, com um pé de cada lado do teclado, abaixou a luz que iluminou sua buceta. A mão do garoto quase era uma sombra, de tão rápida que estava. A garota também fazia o possível para gozar com um dedo, mas o orgasmo não vinha. Tive que ajudar de novo. Fiquei atrás da cadeira giratória da garota, soltei o sutiã que a apertava quase até não deixá-la respirar, e os dois peitos saltaram livres. A mão de Rosario se movia sem ordem nem controle entre os lábios da buceta, já não sabia se metia dois dedos ou mais. Peguei a cadeira giratória e a virei para mim. Minha cabeça e minha boca mostraram a Rosario onde ela devia focar. Quando estava chupando seu clitóris, ela afastou as mãos e pegou os mamilos, sem parar de se filmar com a câmera. A surpresa do companheiro foi enorme, mas o tesão o enfureceu ainda mais, e com as duas mãos ele não parou até jorrar porra, enquanto Rosario não piscava, olhando para o monitor e ignorando minha boca em sua buceta. O garoto molhou o teclado de sêmen, até mesmo sua câmera, porque saiu um borrão de porra, e Rosario continuou segurando minha cabeça para que eu a fizesse gozar. A pena foi que, logo depois de gozar, o garoto desligou a câmera e ficou tudo escuro. Rosario, de boca aberta, sem acreditar completamente, só disse: Como eu teria adorado ter uma rola como essa dentro de mim. Sem dúvida, era um exemplar e tanto, um pauzão. Quem a encontrasse... acho que ninguém mais tem uma assim. É verdade, uma maravilha, era gigante, mas... era fina e estava do outro lado do monitor. O que quer dizer? Que você poderia terminar de gozar com uma não tão grande, mas mais gordinha e que está aqui e agora. Aqui? Por favor, senhor… Não custaria nada verificar. Não… deixe pra lá, eu gozo outro dia, se eu encontrar você de novo. Bom, achei que você gostaria de sentir um pau de verdade na sua buceta molhada… Como este.
Apostei tudo em uma carta, já fazia um tempo que o pau estava duro, desde que ela tinha tirado o sutiã e agora só desejava encher a buceta dela com ele.
O rosto dela fez uma expressão de admiração, lambendo o lábio inferior e timidamente esticou a mão em direção a ele. Poooosso tocar? E chupar também e fazê-lo gozar como o do seu amigo. …Vá para o seu quarto, agora eu coloco a placa de “volto logo” e te sigo.
Quase não encontrava a chave para abrir o quarto, a cama era de 90 cm, mas havia duas, pela janela do primeiro andar onde estava entrava a luz intermitente da placa luminosa que anunciava o hotel, estava bastante descuidada e mais de uma letra falhava, mas dava um tom avermelhado ao quarto. Não foi preciso acender a luz, a janela estava aberta, não fazia frio e as cortinas se moviam levemente, eu estava refletindo sobre todos aqueles detalhes quase sem me lembrar da garota, a verdade é que ela estava demorando mais do que deveria, sentei na beirada da cama e hipnotizado pelo clic-clac da placa luminosa esperei como um idiota, percebi tarde que a garota tinha me feito de trouxa, tinha se livrado de mim da maneira mais infantil, como quem oferece um doce sem a menor intenção de dar.
Já tinha desistido da oportunidade, tirei a roupa e me joguei sobre o lençol, estava puto comigo mesmo e mais do que irritado com minha inocência, estava chateado porque na minha idade eu deveria ter finalizado o serviço ali mesmo, sei lá, ter colocado as mãos dela sobre o com a cara colada no monitor e ter fodido ela até ela gritar que meu pau era muito melhor do que aquela enormidade que, até a mim, tinha me impressionado, mas nada disso tinha me ocorrido, fui para meu quarto com as pernas tremendo de emoção esperando aquela garota feinha vir até mim num hotel já pedindo aos berros para ser derrubada.
Não ouvi a porta, ela não bateu porque tinha uma chave mestra, não percebi que estava atrás de mim até sentir seu peso no meu colchão, me virei mais por cortesia do que por interesse, dei um pulo que fiquei de pé na frente dela. Pelo menos você é sincero… não o tem tão grande mas promete ser mais grosso. Glup… desculpa não tinha te visto, já não estava mais te esperando, mas… É você? O que você acha?, só segui seus conselhos, espero que goste, sinto ter sido tão lenta, não tenho costume, entenda.
Recuei alguns passos para vê-la de longe, ainda com o tom avermelhado da luz percebi a transformação que ela tinha feito, o cabelo antes liso, repartido por uma risca central agora era uma cabeleira loira (natural, claro) os olhos delineados e sombreados e com brilho davam um tom azulado, as maçãs do rosto devidamente maquiadas corrigiam a magreza do seu rosto, mas a boca… fiquei calado olhando para ela, mal separava os lábios vermelho brilhante mostrando uma dentição branca e perfeita.
Estava vestida com um roupão de camareira, aquele que qualquer funcionária teria usado para limpar o quarto mas ao abri-lo, porque não estava abotoado, mostrou o interior, o sutiã mesmo que estivesse usando nem vi, era bem simples mas seus peitos lutavam para sair por todos os lados, definitivamente aquele não era seu tamanho e ela devia ter trocado há tempos, a barriga lisa, os ossos do quadril se marcavam deixando ver sua magreza mas sua pubiana não dava para disfarçar por baixo da calcinha de cor malva, as mãos estavam atrás então o roupão se abriu sozinho ao dar um passo à frente quase na minha altura, eu não sabia por onde começar quando ela mostrou que nas mãos trazia uma garrafa de vinho e duas taças de bom tamanho. Quis tirar a garrafa das mãos dela mas ela mordeu a rolha e cuspiu, bebeu direto da garrafa e me abraçando me beijou passando o líquido para minha boca, saboreei junto com sua língua e engoli. Olá, me chamo Rosário, bem-vindo a Mendoza. Olá, me chamo Pepe e estou encantado com a recepção. Já não me perguntou, escanciou dois dedos de vinho nas taças e me ofereceu uma. Sente? O quê? O vinho, no paladar e em todo o corpo, é magnífico, passou muitos anos esperando uma ocasião especial para sair da garrafa e hoje é a melhor. Tem gosto de glória, não imaginava que você entendesse de vinhos. Meu pai era um grande vinicultor, dos melhores, muito melhor que esses que hoje se anunciam tanto, teve uma das maiores vinícolas de Mendoza, tinha o hotel também, nele se hospedava o melhor de todos os viticultores acompanhados de seus sommeliers particulares de confiança, aqui se faziam transações de muito dinheiro, todo mundo o conhecia e o respeitava mas ele tinha um defeito… era jogador, ainda lembro da mesa que se montava quando fechavam o restaurante, o dinheiro corria a rodo, meu pai não me deixava nem espiar, lá se jogava tudo, mais de duas vezes apostaram as esposas, um deles exigiu comer a mulher em cima da mesa na frente de todos, para o que perdeu estava em jogo toda a fazenda e ele consentiu, meu pai tinha medo que algum se encaprichasse por mim, eu sempre fui um patinho feio mas porque meu pai não me deixava me arrumar para que não reparassem em mim. O final demorou mas chegou, era uma jogada certa, apostou tudo menos o hotel, as cartas são assim, perdeu tudo em uma única mão, me arranjou um marido para que eu pudesse Poder viver com o hotel, ele se casou comigo e seis meses depois deu um tiro na cabeça. … Sinto muito, nunca teria imaginado isso. Então, o rapaz que estava aqui esta manhã não é seu irmão? Não, é meu marido. Ele não faz nada o dia todo, eu pelo menos obrigo ele a ficar um tempinho sentado ali, enquanto cuido da minha casa, digo, do quarto 12. E ele não faz nada? Eu o vi na frente do computador digitando. É, eu sei, vendo pornô o dia todo. Ele bate punheta e goza no teclado, que depois sou eu que tenho que limpar. Ele se masturba tanto que nem olha para mim. Hoje eu estava me aliviando, imaginando que aquele "canhão" seria para mim. Aquele não, mas este aqui vai ser. Não sei se devo, depois de te contar tudo isso… não mereço. Claro que merece. Você ficou lindíssima, e não só para mim, mas para você mesma. Você queria se sentir linda, tanto quanto é por dentro, e conseguiu. Você tem uma boca deliciosa e uns olhos que é só olhar para se apaixonar, e um corpo tão desejável… olha como você me deixou… Só te peço uma coisa… Diga… o que quiser. Que você esqueça por um momento seu passado, seu marido e… o pau gigante daquele filho da puta da tela. Hahaha, não sei como consigo rir, mas obrigada. Está feito, vamos brindar por nós. Por nós.
Bebemos de um só gole os dois dedos de vinho da taça, ele encheu de novo e cheirou. Que cheiro!… é uma maravilha, desse vinho não existe mais. Percebe o aroma, o cheiro de carvalho do barril, o sabor frutado e de tantas outras coisas? Sim, sinto tudo isso e o sabor dos seus lábios, e me embriaga…
Nos fundimos em um beijo desesperado. A garota não devia ter beijado há muito tempo, porque se entregou a mim com aquele beijo. Depois me abraçou e se deixou cair no colchão. A cama era estreita, mas ela dobrou as pernas e tirou a calcinha, depois as esticou e as separou, colocando os pés de cada lado, me convidando a entrar. Não tivemos preliminares como eu teria gostado, nem chupadas, nem lambidas da buceta, simplesmente transamos, ela me recebeu como quem recebe os reis magos, com toda a esperança e ternura, dava pra sentir sua vagina agradecendo enquanto minha rola roçava todas as suas dobras, fazendo-a se sentir uma mulher desejada. Ficamos fodendo sem parar, alguns momentos furiosos e outros mais calmos, fiz ela mudar de posição, algumas super básicas que ela nem conhecia, eu teria feito dela minha até pelo cu se propusesse, mas não quis quebrar o encanto da primeira vez, era tudo candura, o primeiro orgasmo veio por surpresa, ela nem sabia o que era gozar de verdade, achou que estava tendo um ataque, quando expliquei que aquilo era simplesmente ela tendo um orgasmo, ela só disse: "Me faz gozar de novo".
Me empenhei em ensinar novas posições pra ela, beijei seus mamilos fazendo-os ficarem duros como nunca, ela mesma se surpreendeu, quando lambi seu clitóris ela achou que ia morrer, o marido dela só a comia com o pau meio mole e não esperava ela acompanhar, ensinei ela a chupar meu pau, ela só tinha visto na internet e achava nojento, mas quando sentiu minha glande entre seus lábios, ela o aspirou até quase engolir o pau todo, quando disse que ia gozar, que não aguentava tanto prazer, ela insistiu que eu gozasse dentro dela, o marido dela sempre fazia isso e ela queria me sentir tremer dentro de sua vagina, quase me convenceu, mas disse que tinha que ser na sua boca, por curiosidade ou pra me agradar, ela aceitou e quase engoliu toda a porra, o resto escorreu pelos seus peitos e ela mesma os lambeu até deixá-los brilhantes, juntos na cama estreita ficamos conversando sobre muitas coisas, até sobre vinhos, ela ficou me dizendo as qualidades que um bom vinho deveria ter, ela realmente amava vinho, intimamente ela teria ficado a noite toda comigo, mas convenci ela a ir para seu quarto 12, problemas ela já tinha bastante pra aumentar por minha causa. Quando ela saiu com o avental de faxineira não parecia a mesma, subiu para seu quarto com passo firme, eu ia tomar banho mas preferi não tomar, gostava do cheiro de vinho e sexo da Rosário, adormeci com os flashes do neon, ainda lembrava dos peitos da garota e sua buceta toda vermelha, eu adorava.
De manhã me levantei cedo, tinha colocado o despertador do celular por precaução, de qualquer forma tinha deixado recado na Recepção para me chamarem às 7, não devia ter feito isso, a voz desagradável e seca do marido da Rosário só disse: São sete horas.
Tomei um banho rápido e me preparei para passar o dia de adega em adega, não tinha muita esperança mas na Espanha já tinha feito isso e tinha me divertido muito, por curiosidade me inscrevi, fiz a barba e ia me vestir quando senti um ruído na porta, abri com cuidado e vi a Rosário com uma bandeja com o que podia ser seu café da manhã, ela me disse para ficar quieto e me deu, com as mãos ocupadas não pude evitar que Rosário passasse a mão por baixo da bandeja e pegasse meu pau apertando um momento, depois fechou suavemente a porta e subiu sem fazer barulho para seu quarto.
O café da manhã simples me pareceu divino, cada mordida me lembrava os lábios da garota, o calor da xícara de café a temperatura dos seus peitos e tomei até a última gota de café, lembrando dos fluidos de sua vagina ardente.
Na recepção estava o marido como sempre, só se via a coroa da cabeça absorto em um filme pornô já visto e revisto, me confirmou o espelho atrás dele, (teria que avisar a Rosário sobre o reflexo do vidro), nem ele me disse nada nem eu me despedi mas já estava na porta quando voltei, só por curiosidade perguntei: Com licença moço... a senhora mais velha que estava aqui ontem, já não está? Não é uma Senhora idosa, é minha mulher e ela tem vinte e cinco anos, queria alguma coisa? Não, nada, só perguntar se aceitavam cachorros no hotel. Não aceitamos cachorros, adeus. Quando saí na rua, eu ri com vontade, a senhora idosa "só" tinha 25 anos e não aceitava cachorros, com um já tinha o bastante. Cheguei ao ponto de encontro do micro-ônibus entre os primeiros, os assentos não eram numerados e me sentei no que achei quase no final, estranhei que conforme os outros foram chegando, foram se sentando nos outros assentos do outro lado, eu fiz isso pra ficar encostado na janela e ver mais coisas, mas não foi uma boa ideia. Dos últimos que apareceram foram o casal e a filha do restaurante, como já estava tudo ocupado, tiveram que se contentar com o que havia, ao meu lado sentou-se o marido, a mulher dele no outro assento ao lado, mas depois do corredor, e a filha ao lado dela na outra janela. Não demorou muito para o ônibus arrancar e uma aeromoça que eu não tinha visto até agora porque subiu quase com o veículo em movimento nos cumprimentou (em espanhol… que prazer) e nos explicou o plano para a excursão, visitaríamos várias vinícolas além de admirar a paisagem cheia de vinhedos e fariam degustações de diferentes vinhos, além disso, em alguma vinícola nos ofereceriam algum lanche e depois "sugeriu" que o cortês seria comprar algumas caixas de vinho para degustar cada "caldo". Todos íamos contentes, no início admirei a cidade, linda, bem cuidada e com bom clima, quando entramos na rota nacional 40, entramos no que ela disse que era o Portal do Sul, a aeromoça, muito simpática, nos explicava cada coisa curiosa, mas chegou um momento em que tudo o que se via era uma planície de vinhedos que, com a velocidade, parecia um campo de grama. Ao meu vizinho, seja por causa dos remédios ou por algo que tomou ou pelo sol que entrava a jorros pela janela (por isso todo mundo passou pro outro lado) logo começou a cabecear e a fazer olhos de carneiro degolado, a cabeça dele ia no ritmo das curvas da estrada e, embora fossem poucas, de vez em quando batia na minha cabeça. Eu tentava fugir dele me colando no vidro da janela, mas ele cada vez achava meu ombro mais confortável até que se apoderou dele e começou a roncar. Tive sorte que entramos numa cidadezinha e, ao fazer curvas, ele se inclinou pro corredor e a mulher percebeu o problema. Aproveitando um semáforo vermelho, ela o acordou e fez ele trocar de lado, colocando-o encostado no vidro e a filha no corredor. Acho que o homem nem percebeu a mudança, porque esmagou a cara no vidro numa careta grotesca. Até então tinha muito sol, incômodos do cavalheiro e calor; agora tinha muito sol, a senhora tagarela e mais calor. A mulher se desfazia em lamentações pelo comportamento do marido, me contou toda a história de cabo a rabo, fiquei bem informado do motivo da depressão dela e em parte compartilhava e entendia. A excursão, que eu pensei que teria muitas etapas, se alongou bastante. A primeira adega me impressionou muito, estava claro que a indústria do vinho era muito forte e sabiam tirar proveito. Fizeram uma degustação de vários vinhos, a maioria brancos bem frescos, bebemos com mais sede que paladar, embora tivessem nos dito para ter paciência. O cavalheiro foi feito descer, não sei realmente pra quê, pois com o que ele tinha tomado não podia beber álcool, mas desceu e subiu meio grogue. Se até então a senhora se mostrou tagarela, agora com o vinho fresco se soltou ainda mais. Realmente não sei pra que a gente veio, às vezes acho que pra acalmar as consciências porque meu marido nem percebe. mas a família… estamos assim há muito tempo, demais pra mim, se não fosse pela minha filha… e claro, também porque a família do meu marido ficaria com tudo, com certeza. Vou pensar no que faço com meu marido, isso não é vida, nem ele vive nem eu vivo e ainda sou jovem pra me dedicar a cuidar de doentes, ainda gostaria de viver a vida, o que você acha, ainda sou jovem pra viver a vida? Sinceramente sim, senhora, você é muito jovem e simpática, tem uma conversa arrebatadora, dá gosto ouvi-la e… vê-la. Mmm obrigada, faz muito tempo que ninguém me diz isso. Você acha que ainda estou bem de aparência? Desculpe a expressão, como sou espanhol não conheço a forma de falar argentina, mas no meu país eu diria que você está muito gostosa. Oh! Não sei o que quis dizer, como diz em espanhol… repita! Bom, que você tem um corpo que deixaria qualquer homem feliz, principalmente na cama ou em qualquer outro lugar. Uff, deve ser o vinho, tô ficando quente e você me diz umas coisas… Sinto muito se a ofendi, deve ser o vinho também, mas sou sincero de verdade. Não me ofendeu, me elogiou, gosto que me digam coisas bonitas, em casa ninguém me diz nada e eu gosto de me exibir, me vestir bem, me sentir linda por dentro e por fora. Por fora juro que você está linda, por dentro… eu poderia imaginar, embora não seja muito de imaginar… Bom, por dentro estou com uma lingerie de marca, adoro marcas, me vestir como aquelas modelos… me sinto como elas. Pra mim sempre pareceram deusas inalcançáveis, parecem irreais, é impossível alguém usar aqueles modelos. Uai, se eu te contasse, eu só uso o que anunciam nas revistas de moda, quer ver a alça do que tô usando por baixo? Não será tanto assim, a publicidade engana. Não, o rosto não, olha aqui.
Ela levantou um pouco a lapela da blusa, mal dava pra ver a rendinha da alça do sutiã, dava pra notar que era de muito valor, mas preferi fazer de cético. Parece bonito e na moda, mas é como os bolos, parecem apetitosos por fora, mas depois... Não, não acredite, o sutiã é lindo, custou uma fortuna, se meu marido descobrir me mata, embora ele nem ligue, olhe com atenção. Depois de andar e devolver os peitos para a dona, ela me olhou com olhos lânguidos e ajeitou a lingerie como antes. Dessa vez a filha olhou para o pai, que estava tão dormindo que até babava no vidro, com bom senso o deixou onde estava, o veículo estava estacionado numa boa sombra e não ia passar calor, os outros descemos em tropel como uma sala de crianças em excursão, a guia teve dificuldade para colocar ordem, em muitos dava pra ver a impaciência para experimentar os "caldos" daquela adega, dava pra ver que era de mais categoria porque cuidavam até o mínimo detalhe, além de uma mesa extensa com todo tipo dos vinhos que produziam, umas taças arrumadas estavam preparadas para que degustássemos com mais ou menos conhecimento os vinhos, um pouco mais adiante outra mesa estava cheia de aperitivos, lanches doces e salgados, a visita foi um sucesso, as taças se esvaziaram rapidamente, o enólogo que explicava as excelências de cada taça ficou mais de uma vez com a palavra na boca porque uns enchiam suas taças de qualquer garrafa e passavam pra outra mesa para pegar os melhores aperitivos, no final a visita foi um sucesso pois atrás da mesa de aperitivos tinham uns montes de caixas de papelão com garrafas que foram pegando e pagando sem reclamar nem perguntar que tipo de vinho continham. A volta pro ônibus foi das mais alegres, alguns já entoavam alguma canção da escola, outros mais sérios olhavam com indignação os excessos e outros éramos os intermediários, a mulher do "depre" me pediu que a deixasse ir na janela, pra mim não pareceu mal pois me daria menos sol e me colocaria de tela na vista do marido e da filha. O marido não deu sinais de ter acordado, teria reclinado o assento num momento de lucidez e estava como no sofá de casa, a filha tinha descoberto que o micro-ônibus tinha wi-fi e isso encheu suas expectativas. Depois da explicação resumida sobre a estadia, com alguma provocaçãozinha para os mais sem-vergonha, a aeromoça sentou e calou a boca. A esposa do belo adormecido logo voltou à carga com sua verborragia. Eu olhava para o infinito, dava para ver as estribações dos Andes (já tinham me explicado isso) e, como estava à esquerda da dama, olhava de soslaio para a camisa mal fechada pela pressa. Ela não dava a mínima, parecia que a apalpada mamária de antes era capítulo passado e agora ela voltava à carga com histórias familiares das mais irrelevantes. As pontas dos meus dedos formigavam, esperando a qualquer momento voltar a sondar aquele par de tetas mal aproveitadas.
A desculpa foi o calor. Segundo ela, fazia muito mais calor perto da janelinha do que quinze centímetros mais para dentro (…?). Além disso, ela reclamou que tinha comido (não bebido) demais na última parada e estava se sentindo inchada, então talvez se soltasse a saia se sentiria melhor. Ela argumentava tudo isso e eu assentia. Ela me pediu que, por causa da estreiteza dos assentos, a ajudasse a soltar o botão que tinha no lado esquerdo da cintura — na verdade eram dois e um zíper. Ela não tinha me pedido para mexer no zíper, mas eu incluí na mesma operação. Ela suspirou satisfeita ao se sentir solta. Alguns quilômetros adiante, era o calor de novo: ela tirou a camisa da saia e desabotoou os botões de baixo. Mostrou-me o umbigo, que segundo ela a mãe tinha caprichado muito quando ela nasceu para ficar perfeito — e certamente era perfeito, redondo e sugestivo. Ela até aproveitou para me mostrar o desenho do sutiã por baixo. Mal deu para ver as copas, mas deu para notar que não ficavam soltas no peito: estavam bem altas e, com a firmeza que eu já tinha confirmado antes, tive uma ideia exata da qualidade mamária da mulher.
A saia se... ela foi ficando cada vez mais solta, ela tentava manter um limite, mas se movia as mãos ao falar não conseguia segurar a saia ao mesmo tempo e às vezes ficava roçando a borda da renda da calcinha. Que curioso, a renda que aparece é igual a do sutiã! Por favoooor! Eu sempre visto conjunto, nunca me passaria pela cabeça misturar tecidos ou cores. Então você deve ter uma coleção bem completa! Reconheço que sim, veja, até com o mesmo sutiã posso usar várias calcinhas, tenhas tipo bikini, fio-dental, culotte, até tenhas umas que não posso te contar. Hahaha, não acredito, você quer ficar comigo. Que sim! Veja, hoje coloquei as de bikini, são mais curtas e estreitas nos quadris, as normais são mais largas e as tangas são o mínimo, ficam as nádegas descobertas e parece que você não está usando nada, com calças de lycra são ideais. Vejo que você entende muito desse assunto, eu nunca tinha reparado… Ai, isso não é nada, confesso que às vezes até fico sem nada. Como assim nada? Nada mesmo? Nada, sem calcinha, é uma sensação de liberdade especial e se uso leggings dá pra notar os lábios da… você me entende. Não! Não pode ser. Sim e vou te contar um segredo que ninguém sabe e muito menos meu marido, tenho umas vermelhas que têm uma abertura de frente pra trás enfeitada com uma renda branca. Sério? E isso pra quê? Vai roçar em tudo… Que inocente você é! Dá pra ver que não entende disso, com essas calcinhas quando saio pra festa se encontro algum cara que me agrada sempre posso dar uma volta em algum lugar escuro e só tenho que levantar minha saia. Pra mostrar? Aff, que ingênuo você é sendo tão mais velho… bem, eu levanto a saia, me agacho e o cara mete o pau sem baixar minha calcinha e quando acaba só desço a saia e como se nada tivesse acontecido. Oh! Que bobo eu sou, na minha juventude não tinha nada disso, aí você tinha que desembaraçar a mata de pelos crespos e quando conseguia aparecia alguém e já não dava mais… Kkkk… Que engraçado! Agora não rola isso, olha mas não toca, hein? A mulher afastou a cintura da saia e a elástico da calcinha curtinha, um púbis recém-depilado ela me mostrou, a pele morena marcava o contorno do pelo aparado, até como uma leve trilha de formigas que chegava até o umbigo. Que maravilha! Se na minha época eu tivesse visto isso alguma vez… Mas você não é tão velho assim e hoje tem muitos filmes na internet que mostram bucetas depiladas. É verdade… mas o toque, o calor, a maciez, isso não dá pra descrever sem sentir. Não pense que é diferente, é como qualquer parte do corpo, só é pele, imagine que você dobra o braço, na dobra do cotovelo faz uma ruga igual aos lábios da vagina. Viu? Ah! É, mas o toque do pelo recém-depilado… Tá bom, tem coisas que custa menos demonstrar do que explicar, me dá sua mão mas deixa ela morta, hein? Eu vou colocar sua mão sobre meu Monte de Vênus e você vai “sentir” tudinho.
Saí como um touro do curral para a arena, entre desorientado e furioso. Sabia o que não devia fazer, embora estivesse sendo muito difícil, mas o que tinha muito claro era que estava andando na lâmina de uma navalha. Minha família estava em sério perigo e, ao menor deslize, seria o fim. O casamento do meu filho com Corina, que era uma mulher especial, muito difícil de encontrar, iria por água abaixo, e principalmente estava meu neto, aquele anjinho que não tinha que pagar pelo "cuzão do avô" que tinha a braguilha mais rápida do Cone Sul. Também meu casamento, tantos anos juntos, com tudo que havíamos superado, as "crises" como chamam agora, que havíamos passado por minha culpa e que minha mulher sempre me perdoou, e agora por ciúmes provavelmente injustificados, meu ego ferido só porque minha mulher não me contou... minhas dúvidas e eu achava que tinha todo o direito de saber, não me considerava machista (até agora) mas acreditava que minha mulher não devia e nem podia esconder nada de mim.
Meus pés me levaram ao parque de sempre, meu amigo parecia meu confessor, imagino que ele devia estar de saco cheio de mim, problemas ele já devia ter aos montes pra ainda aguentar minhas bobagens, não precisei dar muitos detalhes, ele logo entendeu, eu tinha descrito sem contar a lista de problemas que carregava nas costas, ele parecia ser um homem de muita experiência, criado numa sociedade bem patriarcal, embora no final reconhecesse que a mulher era a melhor coisa da Criação, mantinha a posição de que a mulher devia sempre contar com o homem, com suas razões se reafirmava mesmo que com suas reticências não deixasse de reconhecer que no final nós homens é que baixávamos a cabeça, mesmo que antes tivéssemos feito as mulheres baixarem, era um jogo bobo mas que mantinha o status quo, aparentemente uma disputa em que desde o início sabíamos que tínhamos a partida perdida, mas concordei em pelo menos me mostrar firme nas minhas "convicções" o cavalheiro compartilhou o diagnóstico como uma gravação da conversa que tinha tido com Malena e eu disse a ele, bom o resto da tarde que ela me dedicou não mas, os conselhos foram parecidos, eu devia reorientar minhas relações e controlar melhor minha família.
Ele achou uma ótima ideia fazer a viagem com meu filho a Mendoza e botar um espaço entre nós por uns dias, dessa vez ele me deixou falar e depois soltou sua opinião, não contei a ele mas pensei que o mito de que os argentinos são bons psicólogos era totalmente real. Num momento de reflexão ele pôs a mão no meu braço e se aproximando disse: Tenho novidades da Magda, Sério? Conta, sou todo ouvidos, pra quando vocês marcaram? (me aliviou mudar de assunto) Hahaha, que impaciente, não nada disso, simplesmente a garota me encontrou aqui, eu Acho que ela queria me encontrar, deu uma amostra de que no primeiro dia não tinha ficado insatisfeita, embora a melhor parte tenha ficado comigo. Antes que a coisa desandasse, avisei que meu problema me limitava muito, mas ela disse que estava ciente e estava se preparando para um encontro com todas as garantias. Enquanto dizia isso, mostrou-me a saia que estava usando, era como aquela típica de colegial, cruzada na frente e fechada com botões grandes. A garota apertou-se contra mim e deixou uma das minhas mãos deslizar por uma coxa até encontrar um botão desabotoado. O calor da virilha logo acelerou minha respiração, e meus brônquios acenderam as luzes amarelas. Ela teve que diminuir o atrito, mas com muita paciência foi deixando as pernas se separarem e eu fui aventurando a mão à vontade.
Fiquei curtindo a maciez da pele, e conforme me aproximava para cima, as pernas se abriam mais e mais. Quando toquei sua calcinha, a primeira coisa que fiz foi seguir a linha dos lábios, separando-os o máximo que pude. Magda parecia estar fazendo uma confidência no meu ouvido, mas tinha uma perna sobre a minha e deixava a outra cair o mais aberta que podia. Quando consegui afastar o elástico da calcinha e tocar o clitóris, a garota estava tão excitada que me abraçou por baixo da jaqueta e, apoiando a cabeça no meu ombro, gozou. Eu estava excitado, mas meus brônquios aguentaram a pressão. Gostei muito de sentir o corpo da mulher vibrando colado em mim no banco do parque. Aquele dia era dela, e preferi dedicá-lo a ela. Ela prometeu voltar e buscar uma boa solução para um encontro sem pressa e sem esforços. Fico feliz que Magda tenha voltado, isso mostra sua qualidade humana e seu interesse pelos meus amigos. Tenha certeza de que ela voltará e você estará nas melhores mãos.
Já mais animado, aceitei um mate que me ofereceu. Ela preparou como para um iniciante, que comparado com o que ela tomou, não tinha... Nada parecido. Depois de uma série de comentários sobre mulheres, deixei-o com uma expressão de felicidade, provavelmente pensando em seu novo encontro com Magda.
Quando, depois do jantar, me deitei, esperava pegar no sono logo. Javier e eu havíamos combinado de acordar cedo para pegar a estrada rumo a Mendoza, que ficava a uns 1.100 km a oeste. Mesmo que o carro do meu filho fosse potente, os limites de velocidade não deixavam a viagem mais rápida. Corina e Javier também se recolheram cedo, e eu já estava nos braços de Morfeu quando uma mão roçou meu peito grisalho. Era o sinal clássico de que Elena queria "conversar". "Oi, grandalhão... Tá com muito sono?"
Naquele momento, já sabia que não iria dormir tão cedo. Deslizei para o lado da cama e me posicionei na postura das "confidências", mas Elena não tinha o mesmo plano. Ela se ajoelhou ao meu lado, minhas cuecas desapareceram e sua boca buscou e encontrou meu pau. Já não me eram tão estranhos os hábitos diretos de Elena. Ela já não era a espanhola recatada; agora, ela pegava meu pau do jeito que queria e, quando conseguia, montava nele e o fazia desaparecer entre seus lábios.
A diferença naquela noite foi que ela se deitou sobre mim. Não era nada desagradável sentir seus peitos no meu peito, seus mamilos roçando nos pelos grisalhos. Ela ditava o ritmo, enfiando e puxando o pau, enquanto deslizava os peitos para cima e para baixo sobre mim. Ela se aproximou do meu pescoço, me beijou e sussurrou no meu ouvido: "Pepe, você vai sentir minha falta esses dias?" "Como pode duvidar? Claro que sim, você sabe que não há ninguém como você." "É isso que me dá medo, que você encontre uma mulher que goste mais do que de mim. Eu não aguentaria." "Isso não pode acontecer. Eu também tenho medo que você encontre algum jovem que te dê o que eu já não posso. Você é uma mulher muito sensual, e há jovens que aprenderam muito em pouco tempo." "Fica tranquilo, eu não gosto de jovens. os jovens. Tem certeza? Tenho a suspeita de que algum jovem te despertou para as delícias da juventude. O que você está insinuando, Pepe? Você sabe bem que desde que você tirou minha virgindade, só você entrou em mim. Era o que eu achava até pouco tempo atrás. Como assim até pouco tempo? E você não foi capaz de me perguntar? Tantas vezes que fiz ouvidos moucos a comentários que fizeram sobre você e você não é capaz de me perguntar algo tão simples. Eu temia o pior. O pior é isso: já não tenho mais vontade de te ter dentro.
Elena se levantou feito uma mola e colocou a calcinha, deitou-se de costas para mim e logo a ouvi soluçar. Me senti muito mal, mas não cedi. Ela também não me contou nada. A partir daí já não conseguia dormir. Na minha cabeça fervilhavam imagens da minha mulher sendo comida por um jovem bem dotado, e ela se derretendo ao receber aquela pica que, embora na imaginação eu não visse, imaginava gigantesca. O "anjo" que tinha do outro lado da cabeça contestava o "demônio" que insistia nos maus pensamentos e me dizia que nada daquilo tinha acontecido, que eram coisas da minha cabeça. De qualquer forma, teria gostado que ela tivesse falado claro, mesmo que depois eu chorasse sozinho, porque a amava.
Quando me levantei, tomei banho e fiz a barba. Na cozinha, encontrei Corina, que tinha se levantado para preparar o café do marido. Ela tinha enrolado o lençol no corpo de qualquer jeito e o segurava com uma mão só; com a outra, manuseava o micro-ondas e os outros preparativos. Ela ficou me olhando com o mesmo olhar do dia anterior, não entendia minha atitude. Deve ter se distraído um momento com o micro-ondas, porque quando foi retirar a xícara, queimou a mão. A reação foi soltar a outra mão e jogar água na mão queimada. O lençol, logicamente, caiu no chão. A garota, agachada na torneira da pia, refrescava a queimadura com a bunda nua. Na minha frente, os peitos caíam para dentro da pia e se encharcavam de água. Eu estava totalmente desorientado, sofrendo pelo dano que ela devia estar sentindo na mão por minha culpa, mas por outro lado estava adorando a vista daquele corpo numa posição perfeita para ser enfiado sem nenhuma dificuldade. O sentimento de culpa falou mais alto e me aproximei dela com calma, mas com firmeza. "Corina, sinto muito, mas não molha com água da torneira, é melhor passar óleo na queimadura ou babosa se tiver algum creme."
Com as mãos dela entre as minhas, ela só queria que a dor sumisse logo. Chorava silenciosamente para não acordar o Javier nem o menino. Juntei as mãos dela e com cuidado fui passando azeite de oliva. Com os peitos apertados entre os dois antebraços, os mamilos ficavam ainda mais salientes. Na hora, meu filho entrou como um furacão. "O que aconteceu, Corina?" "Nada, filho, nada importante. Só que o micro-ondas esquentou demais o leite e ao pegar o copo ela se queimou." "Queimou muito? Deixa eu ver... E o que você está fazendo totalmente pelada na cozinha?" "É porque acordei cedo para ter seu café da manhã pronto quando você levantasse, querido, e não quis acordar você." "Ah! Obrigado, que detalhe. Desculpa, pai, não te cumprimentei. Bom dia. Sinto muito pelo que aconteceu e ainda bem que você estava aqui e sabia o remédio, assim não vai formar bolhas." "Não tem importância, foi sorte. O que sinto é que a roupa caiu e ela ficou sem nada por baixo." "Bah! Não tem importância, né, Corina? O importante é a queimadura. Na sua idade você já deve ter visto muitas mulheres peladas! Todas são mais ou menos iguais."
Corina me olhou com um olhar diferente dessa vez, uma mistura de decepção pela avaliação do marido e de espera pela minha compensação, que ela tinha certeza que receberia em breve. Ela pegou o lençol do chão e nem se deu ao trabalho de cobrindo-se com ela, dobrou-a no braço são e rebolando a bunda e os peitos foi atrás do marido para o quarto. Já na estrada, depois de muitos km em silêncio, meu filho me perguntou: parece que você não está com boa cara, dormiu pouco ou está de mau humor? Estou pra morder, sua mãe e eu tivemos uma discussão como nunca tivemos. Bah! Isso não é nada, com uma boa trepada tudo se resolve, você vai ver quando voltar, já aconteceu algo parecido comigo. Ah, é? O que aconteceu? Bom, não sei direito, só que a Corina, quando eu estava mais excitado, me disse que esperava que eu me comportasse bem e que ela era minha verdadeira mulher, embora depois tenha suavizado, choramingando que me amava, mas falou muito séria, dava a impressão de que sabia algo dos meus "rolês" durante minhas viagens, você não contou nada pra ela, né? Nem pensar, mesmo não gostando do que você faz, jamais contaria, não quero que seu casamento vá pro buraco. Então não sei mais, não sei se pensar na Viviana, será que ela seria capaz de contar algo pra Corina? Poderia ser, mas acho difícil, você ficaria mal, mas ela... além do mais, a Viviana só tá interessada no seu pau, nada mais. Então não me ocorre mais nada, vamos esperar pra ver. E a mamãe, o que tá acontecendo? Algo parecido também, mas na nossa idade as coisas se tornam um bocado maiores, embora a gente tenha que tomar muito cuidado, estamos arriscando muito. E como é Mendoza? Pesquisei na internet e estou gostando por enquanto. Você vai adorar, fica num vale colado nos Andes, é uma cidade bem avançada, com internet e WiFi muito desenvolvidos, agora tô nessa vibe, e você que gosta de vinho pode ir com uns micro-ônibus que percorrem vinícolas e fazem degustações, ah! e tem outra coisa que vai te chamar muita atenção, lembra daquele carro Citroën 2 cavalos que você teve na Espanha? Pois aqui eles são chamados de "ranitas" e uma empresa aluga eles pra ir de vinícola em vinícola. Uff, quanto tempo, adoraria dirigir um agora. Pois pode alugar e Dar uma volta, vão te dar informações e você vai se divertir muito, eu não sei como vou levar a estadia e se vou dormir no hotel ou não. Já... Hehehe, não pense mal. Javier, eu te conheço. Pai... agora falando sério, você ficou constrangido por ver a Corina pelada? Gostaria de me desculpar por ela, com certeza ela está envergonhada, tudo aconteceu tão rápido. Não se preocupe, filho, eu vou aguentar.
Mendoza me surpreendeu, era muito mais do que eu tinha imaginado, aprendi muitas coisas, estava entre as quatro primeiras cidades da Argentina e era muito foda em vinho e comércio, as avenidas muito bem cuidadas e cheias de árvores que eram regadas por canais, era uma cidade bonita, havia uma oferta de hotéis, bares e restaurantes muito extensa e lojas de categoria, meu filho logo encontrou um hotel e alugou dois quartos individuais. Enquanto eu me distraía arrumando as roupas que levava em uma bolsa de viagem, ele foi para a empresa para preparar tudo. Na recepção havia um rapaz e uma moça, segundo soube depois eles se revezavam, não tinham muito trabalho porque só tinham 12 quartos e não se notava muita movimentação de hóspedes, então a maior parte do tempo ficavam na frente da tela do computador, quando desci para dar uma volta o rapaz estava olhando o computador protegido pelo balcão alto, dava a impressão de que estava fazendo funções de controle do hotel, mas o vidro do armário que tinha atrás dele refletia o monitor com um rosto de mulher em primeiro plano, ela tinha uma rola dentro da boca. Pelo interesse que ele demonstrava, não demorou para conseguir o que queria e ela ficou cheia de porra até nos cílios. O rapaz nem se deu ao trabalho de mudar de página quando perguntei sobre algumas coisas da cidade, no final, com bastante apatia, deixou na minha frente uma série de folhetos para fazer várias rotas de vinícolas e pontos turísticos, o único gesto foi mudar de página na tela, agora aparecia um cara comendo ela. A buceta depilada de uma atriz me deu a impressão de que ela já tinha visto todos os filmes pornô que existiam. Na rua, fui até um escritório que organizava um dos vários passeios. Para mim tanto fazia, mas depois de pegar informações na Booty, decidi por uma rota entre tantas. Passava pelo Vale de Uca e não parecia nada mal. Comprei o bilhete para o dia seguinte e me informei sobre o horário e tudo mais. Aparentemente, nos levariam por diferentes fazendas, fariam degustações e demonstrações, oferecendo produtos da terra. Passei por um bar onde tinha bastante gente jantando, o que me pareceu um bom sinal. Quis me sentar numa mesa livre, mas o garçom me parou porque estava reservada. Vendo que eu estava sozinho e todas as mesas estavam cheias, ele me perguntou se eu me importaria de dividir a mesa com outras pessoas. Para mim tanto fazia, e ele perguntou a um casal se eles permitiriam que eu os acompanhasse. Eles também não acharam ruim.
Eles não eram muito velhos, certamente não chegavam aos cinquenta anos, e ao lado deles havia uma cadeira vazia. Imaginei que logo nos proporiam outro companheiro, mas quando chegou uma garotinha de pouco mais de dezesseis anos, muito maquiada para a idade e, no meu gosto, exagerado. Era a filha do casal, que acabara de retocar os lábios e vinha dando pulinhos. Me levantei para me apresentar, e ela, como única saudação, me dedicou um sorriso delicioso. Conforme o jantar ia passando, fomos entrando em conversa. Eu contei sobre minha visita, e eles, notando meu sotaque, me perguntaram muitas coisas sobre a Espanha. Queriam ir de férias para distrair o pai, que tinha saído de uma depressão por motivos de trabalho, e como tinham uma boa condição financeira, queriam animá-lo de novo.
O homem parecia estar saindo do problema emocional e de vez em quando parecia mais ou menos simpático. Já a mulher era super ativa, não... Deixou de falar e gesticular, costume que sua filha havia herdado. A menina era bem bonita, tinha juntado a doçura da sua idade com a beleza da mãe. Percebi que eram as duas que levavam o pai para onde queriam, o homem mal conseguia acompanhar o ritmo das duas mulheres.
Falando sobre tudo, surgiu o assunto das excursões organizadas pelas vinícolas e, por coincidência, eles tinham contratado a mesma que eu. Procurei terminar o jantar o mais rápido possível e fui para o hotel.
Já tinham trocado o turno na recepção e agora estava a moça. Não era muito bonita, dava pra classificar como fisicamente normal. O cabelo loiro liso, com uma melena desleixada repartida ao meio, e uns óculos redondos com armação bem fina. Os olhos não eram nada extraordinários, embora a boca fosse bem carnuda. Fiquei analisando tudo isso enquanto esperava que ela terminasse de digitar no computador. Parecia que estava fazendo todo o trabalho atrasado do dia que o colega tinha evitado. Gostei da dedicação da garota, não levantava a cabeça do monitor e digitava como uma possessa. Fiquei com pena de distraí-la e, como não tinha pressa, sentei num banco no balcão lendo todos os catálogos que vi.
Finalmente ela percebeu, porque me deu uma tosse. Ela ficou vermelha e me pediu mil desculpas. Eu dei pouca importância e elogiei sua dedicação ao trabalho, ficando com vontade de contar o que o colega dela fazia.
— Boa noite, me chamo Rosário e hoje estou no turno da noite. Tome sua chave. Se precisar de alguma coisa, é só me chamar.
— Obrigado, acho que não vou precisar de nada. Fico feliz em conhecê-la e que se chame Rosário, me lembra da cidade.
— Ahá! É que eu sou de lá, meus pais me colocaram esse nome por causa da cidade. É muito bonita.
— Com certeza menos que você.
— Ooh! Por favor, não tire sarro de mim, sei que não tenho nada de bonita. Imagino que isso alguém com... Muita autoridade estética, né? Todo mundo me fala isso ou pior, ninguém me fala. Então eu te falo, permita-me dizer que você tem traços muito bonitos, só precisa saber aproveitá-los, realçar as linhas mais bonitas e disfarçar se tiver algum defeito. Obrigada, mas não tenho nada para realçar. E os seus lábios, o que me diz? Bom… talvez isso… E seus olhos, com um pouquinho de sombra, os cílios são longuíssimos assim como o cabelo e uma mudança radical nos seus óculos e, mesmo só te vendo sentada, imagino que deve ter um corpo nada desprezível.
A garota se sentiu lisonjeada e se levantou dando uma volta redonda, mesmo que a roupa que usava não fizesse jus, dava para ver que ela tinha um bom potencial. Quando se levantou, deixou à mostra o monitor do computador e, pelo mesmo vidro que o do colega dela, pude ver a tela. Não era em tons de cinza de escritório como eu imaginava, mas em cores vivas. Nela havia uma parte com imagem e outra com texto. Reconheci que era de um chat ao vivo. No texto, as frases estavam mudando e sendo adicionadas, sem dúvida esperando resposta. Na imagem, só se via uma mão percorrendo uma pica monstruosa de cima a baixo. Dava para ver todas as veias possíveis inchadas ao máximo. Parecia que o cara estava com pressa para gozar, porque estava desesperado se masturbando e pedindo para a garota uma mostra de "colaboração". A garota olhava de soslaio para a tela. Ela também estava desesperada para ver os jatos que o colega tinha prometido, mas não se atrevia a me deixar com a palavra na boca. Se quer um conselho de um homem mais velho, atenda o cara da tela. Acho que ele merece e você também.
Rosario não sei se ouviu minhas últimas palavras, mas se sentou aliviada da obrigação comigo. O cara continuava agitando a pica de mais de 23 cm, ameaçando constantemente gozar, mas exigia que ela pelo menos mostrasse os peitos. Rosario se sentia moralmente obrigada e estava com vontade, não só isso, mas também por ter tido aquele tronco entre as pernas. Ela tinha me esquecido completamente do outro lado do balcão. Com curiosidade, fui me posicionando para conseguir ver diretamente o monitor. A garota não percebia minhas mudanças de posição e, em poucos movimentos, me coloquei ao lado dela. Escondidos pelo balcão, o monitor não era visível a não ser pelo reflexo no vidro. Disfarçadamente, coloquei um suéter sobre o vidro, caso alguém entrasse na hora. Ao lado do mouse estavam as calcinhas de Rosario. Ela devia ter tirado fazia tempo, porque estava absorta olhando para o pau do jovem, que agora já se exibia segurando com os dois punhos ao mesmo tempo o pau, e ainda sobrava uma boa parte. O garoto não parava de insistir: "Tira o sutiã, quero ver seus peitos". E assim, sem parar de escrever, a garota já nem notava minha presença. Estava louca para ver a quantidade de porra que ameaçava sair daquele pau enorme. O rosto do garoto não aparecia, mas isso era o de menos; o importante estava da cabeça do pau até as bolas redondas depiladas e coladas no pau.
A resistência da garota chegou ao limite. Ela abriu a camisa e levantou o sutiã sem nem tirá-lo. Os dois peitos meio esmagados ficaram em frente à webcam. O garoto pediu mais: quis que ela aproximasse a câmera dos mamilos, e ela fez. Já estava tudo igual para ela. Focou-os em primeiro plano; na parte do monitor onde se via sua câmera, dava para ver com todos os detalhes as aréolas com pequenos poros, coroadas pelos mamilos rugosos, úmidos por suas lambidas. Ela estava entregue à vontade do falo que resistia a gozar. Os dois peitos separados, com os mamilos oblíquos pela tensão, aguentavam todos os pedidos do garoto: eram cuspidos, beliscados e lambidos. Mas o garoto estava tão empolgado quanto ela e pediu para ver o resto. A garota hesitou; não se atrevia a tanto, isso sim que... não, fui eu quem inclinou a balança a favor do garoto, peguei a calcinha branca que estava ao lado do mouse e deixei em cima do teclado, à vista do rapaz. Rosario me olhou, mas acho que nem me viu, pegou a câmera e, ao se ver descoberta, empurrou para trás a cadeira de rodas do escritório, colocou os pés sobre a mesa e, com um pé de cada lado do teclado, abaixou a luz que iluminou sua buceta. A mão do garoto quase era uma sombra, de tão rápida que estava. A garota também fazia o possível para gozar com um dedo, mas o orgasmo não vinha. Tive que ajudar de novo. Fiquei atrás da cadeira giratória da garota, soltei o sutiã que a apertava quase até não deixá-la respirar, e os dois peitos saltaram livres. A mão de Rosario se movia sem ordem nem controle entre os lábios da buceta, já não sabia se metia dois dedos ou mais. Peguei a cadeira giratória e a virei para mim. Minha cabeça e minha boca mostraram a Rosario onde ela devia focar. Quando estava chupando seu clitóris, ela afastou as mãos e pegou os mamilos, sem parar de se filmar com a câmera. A surpresa do companheiro foi enorme, mas o tesão o enfureceu ainda mais, e com as duas mãos ele não parou até jorrar porra, enquanto Rosario não piscava, olhando para o monitor e ignorando minha boca em sua buceta. O garoto molhou o teclado de sêmen, até mesmo sua câmera, porque saiu um borrão de porra, e Rosario continuou segurando minha cabeça para que eu a fizesse gozar. A pena foi que, logo depois de gozar, o garoto desligou a câmera e ficou tudo escuro. Rosario, de boca aberta, sem acreditar completamente, só disse: Como eu teria adorado ter uma rola como essa dentro de mim. Sem dúvida, era um exemplar e tanto, um pauzão. Quem a encontrasse... acho que ninguém mais tem uma assim. É verdade, uma maravilha, era gigante, mas... era fina e estava do outro lado do monitor. O que quer dizer? Que você poderia terminar de gozar com uma não tão grande, mas mais gordinha e que está aqui e agora. Aqui? Por favor, senhor… Não custaria nada verificar. Não… deixe pra lá, eu gozo outro dia, se eu encontrar você de novo. Bom, achei que você gostaria de sentir um pau de verdade na sua buceta molhada… Como este.
Apostei tudo em uma carta, já fazia um tempo que o pau estava duro, desde que ela tinha tirado o sutiã e agora só desejava encher a buceta dela com ele.
O rosto dela fez uma expressão de admiração, lambendo o lábio inferior e timidamente esticou a mão em direção a ele. Poooosso tocar? E chupar também e fazê-lo gozar como o do seu amigo. …Vá para o seu quarto, agora eu coloco a placa de “volto logo” e te sigo.
Quase não encontrava a chave para abrir o quarto, a cama era de 90 cm, mas havia duas, pela janela do primeiro andar onde estava entrava a luz intermitente da placa luminosa que anunciava o hotel, estava bastante descuidada e mais de uma letra falhava, mas dava um tom avermelhado ao quarto. Não foi preciso acender a luz, a janela estava aberta, não fazia frio e as cortinas se moviam levemente, eu estava refletindo sobre todos aqueles detalhes quase sem me lembrar da garota, a verdade é que ela estava demorando mais do que deveria, sentei na beirada da cama e hipnotizado pelo clic-clac da placa luminosa esperei como um idiota, percebi tarde que a garota tinha me feito de trouxa, tinha se livrado de mim da maneira mais infantil, como quem oferece um doce sem a menor intenção de dar.
Já tinha desistido da oportunidade, tirei a roupa e me joguei sobre o lençol, estava puto comigo mesmo e mais do que irritado com minha inocência, estava chateado porque na minha idade eu deveria ter finalizado o serviço ali mesmo, sei lá, ter colocado as mãos dela sobre o com a cara colada no monitor e ter fodido ela até ela gritar que meu pau era muito melhor do que aquela enormidade que, até a mim, tinha me impressionado, mas nada disso tinha me ocorrido, fui para meu quarto com as pernas tremendo de emoção esperando aquela garota feinha vir até mim num hotel já pedindo aos berros para ser derrubada.
Não ouvi a porta, ela não bateu porque tinha uma chave mestra, não percebi que estava atrás de mim até sentir seu peso no meu colchão, me virei mais por cortesia do que por interesse, dei um pulo que fiquei de pé na frente dela. Pelo menos você é sincero… não o tem tão grande mas promete ser mais grosso. Glup… desculpa não tinha te visto, já não estava mais te esperando, mas… É você? O que você acha?, só segui seus conselhos, espero que goste, sinto ter sido tão lenta, não tenho costume, entenda.
Recuei alguns passos para vê-la de longe, ainda com o tom avermelhado da luz percebi a transformação que ela tinha feito, o cabelo antes liso, repartido por uma risca central agora era uma cabeleira loira (natural, claro) os olhos delineados e sombreados e com brilho davam um tom azulado, as maçãs do rosto devidamente maquiadas corrigiam a magreza do seu rosto, mas a boca… fiquei calado olhando para ela, mal separava os lábios vermelho brilhante mostrando uma dentição branca e perfeita.
Estava vestida com um roupão de camareira, aquele que qualquer funcionária teria usado para limpar o quarto mas ao abri-lo, porque não estava abotoado, mostrou o interior, o sutiã mesmo que estivesse usando nem vi, era bem simples mas seus peitos lutavam para sair por todos os lados, definitivamente aquele não era seu tamanho e ela devia ter trocado há tempos, a barriga lisa, os ossos do quadril se marcavam deixando ver sua magreza mas sua pubiana não dava para disfarçar por baixo da calcinha de cor malva, as mãos estavam atrás então o roupão se abriu sozinho ao dar um passo à frente quase na minha altura, eu não sabia por onde começar quando ela mostrou que nas mãos trazia uma garrafa de vinho e duas taças de bom tamanho. Quis tirar a garrafa das mãos dela mas ela mordeu a rolha e cuspiu, bebeu direto da garrafa e me abraçando me beijou passando o líquido para minha boca, saboreei junto com sua língua e engoli. Olá, me chamo Rosário, bem-vindo a Mendoza. Olá, me chamo Pepe e estou encantado com a recepção. Já não me perguntou, escanciou dois dedos de vinho nas taças e me ofereceu uma. Sente? O quê? O vinho, no paladar e em todo o corpo, é magnífico, passou muitos anos esperando uma ocasião especial para sair da garrafa e hoje é a melhor. Tem gosto de glória, não imaginava que você entendesse de vinhos. Meu pai era um grande vinicultor, dos melhores, muito melhor que esses que hoje se anunciam tanto, teve uma das maiores vinícolas de Mendoza, tinha o hotel também, nele se hospedava o melhor de todos os viticultores acompanhados de seus sommeliers particulares de confiança, aqui se faziam transações de muito dinheiro, todo mundo o conhecia e o respeitava mas ele tinha um defeito… era jogador, ainda lembro da mesa que se montava quando fechavam o restaurante, o dinheiro corria a rodo, meu pai não me deixava nem espiar, lá se jogava tudo, mais de duas vezes apostaram as esposas, um deles exigiu comer a mulher em cima da mesa na frente de todos, para o que perdeu estava em jogo toda a fazenda e ele consentiu, meu pai tinha medo que algum se encaprichasse por mim, eu sempre fui um patinho feio mas porque meu pai não me deixava me arrumar para que não reparassem em mim. O final demorou mas chegou, era uma jogada certa, apostou tudo menos o hotel, as cartas são assim, perdeu tudo em uma única mão, me arranjou um marido para que eu pudesse Poder viver com o hotel, ele se casou comigo e seis meses depois deu um tiro na cabeça. … Sinto muito, nunca teria imaginado isso. Então, o rapaz que estava aqui esta manhã não é seu irmão? Não, é meu marido. Ele não faz nada o dia todo, eu pelo menos obrigo ele a ficar um tempinho sentado ali, enquanto cuido da minha casa, digo, do quarto 12. E ele não faz nada? Eu o vi na frente do computador digitando. É, eu sei, vendo pornô o dia todo. Ele bate punheta e goza no teclado, que depois sou eu que tenho que limpar. Ele se masturba tanto que nem olha para mim. Hoje eu estava me aliviando, imaginando que aquele "canhão" seria para mim. Aquele não, mas este aqui vai ser. Não sei se devo, depois de te contar tudo isso… não mereço. Claro que merece. Você ficou lindíssima, e não só para mim, mas para você mesma. Você queria se sentir linda, tanto quanto é por dentro, e conseguiu. Você tem uma boca deliciosa e uns olhos que é só olhar para se apaixonar, e um corpo tão desejável… olha como você me deixou… Só te peço uma coisa… Diga… o que quiser. Que você esqueça por um momento seu passado, seu marido e… o pau gigante daquele filho da puta da tela. Hahaha, não sei como consigo rir, mas obrigada. Está feito, vamos brindar por nós. Por nós.
Bebemos de um só gole os dois dedos de vinho da taça, ele encheu de novo e cheirou. Que cheiro!… é uma maravilha, desse vinho não existe mais. Percebe o aroma, o cheiro de carvalho do barril, o sabor frutado e de tantas outras coisas? Sim, sinto tudo isso e o sabor dos seus lábios, e me embriaga…
Nos fundimos em um beijo desesperado. A garota não devia ter beijado há muito tempo, porque se entregou a mim com aquele beijo. Depois me abraçou e se deixou cair no colchão. A cama era estreita, mas ela dobrou as pernas e tirou a calcinha, depois as esticou e as separou, colocando os pés de cada lado, me convidando a entrar. Não tivemos preliminares como eu teria gostado, nem chupadas, nem lambidas da buceta, simplesmente transamos, ela me recebeu como quem recebe os reis magos, com toda a esperança e ternura, dava pra sentir sua vagina agradecendo enquanto minha rola roçava todas as suas dobras, fazendo-a se sentir uma mulher desejada. Ficamos fodendo sem parar, alguns momentos furiosos e outros mais calmos, fiz ela mudar de posição, algumas super básicas que ela nem conhecia, eu teria feito dela minha até pelo cu se propusesse, mas não quis quebrar o encanto da primeira vez, era tudo candura, o primeiro orgasmo veio por surpresa, ela nem sabia o que era gozar de verdade, achou que estava tendo um ataque, quando expliquei que aquilo era simplesmente ela tendo um orgasmo, ela só disse: "Me faz gozar de novo".
Me empenhei em ensinar novas posições pra ela, beijei seus mamilos fazendo-os ficarem duros como nunca, ela mesma se surpreendeu, quando lambi seu clitóris ela achou que ia morrer, o marido dela só a comia com o pau meio mole e não esperava ela acompanhar, ensinei ela a chupar meu pau, ela só tinha visto na internet e achava nojento, mas quando sentiu minha glande entre seus lábios, ela o aspirou até quase engolir o pau todo, quando disse que ia gozar, que não aguentava tanto prazer, ela insistiu que eu gozasse dentro dela, o marido dela sempre fazia isso e ela queria me sentir tremer dentro de sua vagina, quase me convenceu, mas disse que tinha que ser na sua boca, por curiosidade ou pra me agradar, ela aceitou e quase engoliu toda a porra, o resto escorreu pelos seus peitos e ela mesma os lambeu até deixá-los brilhantes, juntos na cama estreita ficamos conversando sobre muitas coisas, até sobre vinhos, ela ficou me dizendo as qualidades que um bom vinho deveria ter, ela realmente amava vinho, intimamente ela teria ficado a noite toda comigo, mas convenci ela a ir para seu quarto 12, problemas ela já tinha bastante pra aumentar por minha causa. Quando ela saiu com o avental de faxineira não parecia a mesma, subiu para seu quarto com passo firme, eu ia tomar banho mas preferi não tomar, gostava do cheiro de vinho e sexo da Rosário, adormeci com os flashes do neon, ainda lembrava dos peitos da garota e sua buceta toda vermelha, eu adorava.
De manhã me levantei cedo, tinha colocado o despertador do celular por precaução, de qualquer forma tinha deixado recado na Recepção para me chamarem às 7, não devia ter feito isso, a voz desagradável e seca do marido da Rosário só disse: São sete horas.
Tomei um banho rápido e me preparei para passar o dia de adega em adega, não tinha muita esperança mas na Espanha já tinha feito isso e tinha me divertido muito, por curiosidade me inscrevi, fiz a barba e ia me vestir quando senti um ruído na porta, abri com cuidado e vi a Rosário com uma bandeja com o que podia ser seu café da manhã, ela me disse para ficar quieto e me deu, com as mãos ocupadas não pude evitar que Rosário passasse a mão por baixo da bandeja e pegasse meu pau apertando um momento, depois fechou suavemente a porta e subiu sem fazer barulho para seu quarto.
O café da manhã simples me pareceu divino, cada mordida me lembrava os lábios da garota, o calor da xícara de café a temperatura dos seus peitos e tomei até a última gota de café, lembrando dos fluidos de sua vagina ardente.
Na recepção estava o marido como sempre, só se via a coroa da cabeça absorto em um filme pornô já visto e revisto, me confirmou o espelho atrás dele, (teria que avisar a Rosário sobre o reflexo do vidro), nem ele me disse nada nem eu me despedi mas já estava na porta quando voltei, só por curiosidade perguntei: Com licença moço... a senhora mais velha que estava aqui ontem, já não está? Não é uma Senhora idosa, é minha mulher e ela tem vinte e cinco anos, queria alguma coisa? Não, nada, só perguntar se aceitavam cachorros no hotel. Não aceitamos cachorros, adeus. Quando saí na rua, eu ri com vontade, a senhora idosa "só" tinha 25 anos e não aceitava cachorros, com um já tinha o bastante. Cheguei ao ponto de encontro do micro-ônibus entre os primeiros, os assentos não eram numerados e me sentei no que achei quase no final, estranhei que conforme os outros foram chegando, foram se sentando nos outros assentos do outro lado, eu fiz isso pra ficar encostado na janela e ver mais coisas, mas não foi uma boa ideia. Dos últimos que apareceram foram o casal e a filha do restaurante, como já estava tudo ocupado, tiveram que se contentar com o que havia, ao meu lado sentou-se o marido, a mulher dele no outro assento ao lado, mas depois do corredor, e a filha ao lado dela na outra janela. Não demorou muito para o ônibus arrancar e uma aeromoça que eu não tinha visto até agora porque subiu quase com o veículo em movimento nos cumprimentou (em espanhol… que prazer) e nos explicou o plano para a excursão, visitaríamos várias vinícolas além de admirar a paisagem cheia de vinhedos e fariam degustações de diferentes vinhos, além disso, em alguma vinícola nos ofereceriam algum lanche e depois "sugeriu" que o cortês seria comprar algumas caixas de vinho para degustar cada "caldo". Todos íamos contentes, no início admirei a cidade, linda, bem cuidada e com bom clima, quando entramos na rota nacional 40, entramos no que ela disse que era o Portal do Sul, a aeromoça, muito simpática, nos explicava cada coisa curiosa, mas chegou um momento em que tudo o que se via era uma planície de vinhedos que, com a velocidade, parecia um campo de grama. Ao meu vizinho, seja por causa dos remédios ou por algo que tomou ou pelo sol que entrava a jorros pela janela (por isso todo mundo passou pro outro lado) logo começou a cabecear e a fazer olhos de carneiro degolado, a cabeça dele ia no ritmo das curvas da estrada e, embora fossem poucas, de vez em quando batia na minha cabeça. Eu tentava fugir dele me colando no vidro da janela, mas ele cada vez achava meu ombro mais confortável até que se apoderou dele e começou a roncar. Tive sorte que entramos numa cidadezinha e, ao fazer curvas, ele se inclinou pro corredor e a mulher percebeu o problema. Aproveitando um semáforo vermelho, ela o acordou e fez ele trocar de lado, colocando-o encostado no vidro e a filha no corredor. Acho que o homem nem percebeu a mudança, porque esmagou a cara no vidro numa careta grotesca. Até então tinha muito sol, incômodos do cavalheiro e calor; agora tinha muito sol, a senhora tagarela e mais calor. A mulher se desfazia em lamentações pelo comportamento do marido, me contou toda a história de cabo a rabo, fiquei bem informado do motivo da depressão dela e em parte compartilhava e entendia. A excursão, que eu pensei que teria muitas etapas, se alongou bastante. A primeira adega me impressionou muito, estava claro que a indústria do vinho era muito forte e sabiam tirar proveito. Fizeram uma degustação de vários vinhos, a maioria brancos bem frescos, bebemos com mais sede que paladar, embora tivessem nos dito para ter paciência. O cavalheiro foi feito descer, não sei realmente pra quê, pois com o que ele tinha tomado não podia beber álcool, mas desceu e subiu meio grogue. Se até então a senhora se mostrou tagarela, agora com o vinho fresco se soltou ainda mais. Realmente não sei pra que a gente veio, às vezes acho que pra acalmar as consciências porque meu marido nem percebe. mas a família… estamos assim há muito tempo, demais pra mim, se não fosse pela minha filha… e claro, também porque a família do meu marido ficaria com tudo, com certeza. Vou pensar no que faço com meu marido, isso não é vida, nem ele vive nem eu vivo e ainda sou jovem pra me dedicar a cuidar de doentes, ainda gostaria de viver a vida, o que você acha, ainda sou jovem pra viver a vida? Sinceramente sim, senhora, você é muito jovem e simpática, tem uma conversa arrebatadora, dá gosto ouvi-la e… vê-la. Mmm obrigada, faz muito tempo que ninguém me diz isso. Você acha que ainda estou bem de aparência? Desculpe a expressão, como sou espanhol não conheço a forma de falar argentina, mas no meu país eu diria que você está muito gostosa. Oh! Não sei o que quis dizer, como diz em espanhol… repita! Bom, que você tem um corpo que deixaria qualquer homem feliz, principalmente na cama ou em qualquer outro lugar. Uff, deve ser o vinho, tô ficando quente e você me diz umas coisas… Sinto muito se a ofendi, deve ser o vinho também, mas sou sincero de verdade. Não me ofendeu, me elogiou, gosto que me digam coisas bonitas, em casa ninguém me diz nada e eu gosto de me exibir, me vestir bem, me sentir linda por dentro e por fora. Por fora juro que você está linda, por dentro… eu poderia imaginar, embora não seja muito de imaginar… Bom, por dentro estou com uma lingerie de marca, adoro marcas, me vestir como aquelas modelos… me sinto como elas. Pra mim sempre pareceram deusas inalcançáveis, parecem irreais, é impossível alguém usar aqueles modelos. Uai, se eu te contasse, eu só uso o que anunciam nas revistas de moda, quer ver a alça do que tô usando por baixo? Não será tanto assim, a publicidade engana. Não, o rosto não, olha aqui.
Ela levantou um pouco a lapela da blusa, mal dava pra ver a rendinha da alça do sutiã, dava pra notar que era de muito valor, mas preferi fazer de cético. Parece bonito e na moda, mas é como os bolos, parecem apetitosos por fora, mas depois... Não, não acredite, o sutiã é lindo, custou uma fortuna, se meu marido descobrir me mata, embora ele nem ligue, olhe com atenção. Depois de andar e devolver os peitos para a dona, ela me olhou com olhos lânguidos e ajeitou a lingerie como antes. Dessa vez a filha olhou para o pai, que estava tão dormindo que até babava no vidro, com bom senso o deixou onde estava, o veículo estava estacionado numa boa sombra e não ia passar calor, os outros descemos em tropel como uma sala de crianças em excursão, a guia teve dificuldade para colocar ordem, em muitos dava pra ver a impaciência para experimentar os "caldos" daquela adega, dava pra ver que era de mais categoria porque cuidavam até o mínimo detalhe, além de uma mesa extensa com todo tipo dos vinhos que produziam, umas taças arrumadas estavam preparadas para que degustássemos com mais ou menos conhecimento os vinhos, um pouco mais adiante outra mesa estava cheia de aperitivos, lanches doces e salgados, a visita foi um sucesso, as taças se esvaziaram rapidamente, o enólogo que explicava as excelências de cada taça ficou mais de uma vez com a palavra na boca porque uns enchiam suas taças de qualquer garrafa e passavam pra outra mesa para pegar os melhores aperitivos, no final a visita foi um sucesso pois atrás da mesa de aperitivos tinham uns montes de caixas de papelão com garrafas que foram pegando e pagando sem reclamar nem perguntar que tipo de vinho continham. A volta pro ônibus foi das mais alegres, alguns já entoavam alguma canção da escola, outros mais sérios olhavam com indignação os excessos e outros éramos os intermediários, a mulher do "depre" me pediu que a deixasse ir na janela, pra mim não pareceu mal pois me daria menos sol e me colocaria de tela na vista do marido e da filha. O marido não deu sinais de ter acordado, teria reclinado o assento num momento de lucidez e estava como no sofá de casa, a filha tinha descoberto que o micro-ônibus tinha wi-fi e isso encheu suas expectativas. Depois da explicação resumida sobre a estadia, com alguma provocaçãozinha para os mais sem-vergonha, a aeromoça sentou e calou a boca. A esposa do belo adormecido logo voltou à carga com sua verborragia. Eu olhava para o infinito, dava para ver as estribações dos Andes (já tinham me explicado isso) e, como estava à esquerda da dama, olhava de soslaio para a camisa mal fechada pela pressa. Ela não dava a mínima, parecia que a apalpada mamária de antes era capítulo passado e agora ela voltava à carga com histórias familiares das mais irrelevantes. As pontas dos meus dedos formigavam, esperando a qualquer momento voltar a sondar aquele par de tetas mal aproveitadas.
A desculpa foi o calor. Segundo ela, fazia muito mais calor perto da janelinha do que quinze centímetros mais para dentro (…?). Além disso, ela reclamou que tinha comido (não bebido) demais na última parada e estava se sentindo inchada, então talvez se soltasse a saia se sentiria melhor. Ela argumentava tudo isso e eu assentia. Ela me pediu que, por causa da estreiteza dos assentos, a ajudasse a soltar o botão que tinha no lado esquerdo da cintura — na verdade eram dois e um zíper. Ela não tinha me pedido para mexer no zíper, mas eu incluí na mesma operação. Ela suspirou satisfeita ao se sentir solta. Alguns quilômetros adiante, era o calor de novo: ela tirou a camisa da saia e desabotoou os botões de baixo. Mostrou-me o umbigo, que segundo ela a mãe tinha caprichado muito quando ela nasceu para ficar perfeito — e certamente era perfeito, redondo e sugestivo. Ela até aproveitou para me mostrar o desenho do sutiã por baixo. Mal deu para ver as copas, mas deu para notar que não ficavam soltas no peito: estavam bem altas e, com a firmeza que eu já tinha confirmado antes, tive uma ideia exata da qualidade mamária da mulher.
A saia se... ela foi ficando cada vez mais solta, ela tentava manter um limite, mas se movia as mãos ao falar não conseguia segurar a saia ao mesmo tempo e às vezes ficava roçando a borda da renda da calcinha. Que curioso, a renda que aparece é igual a do sutiã! Por favoooor! Eu sempre visto conjunto, nunca me passaria pela cabeça misturar tecidos ou cores. Então você deve ter uma coleção bem completa! Reconheço que sim, veja, até com o mesmo sutiã posso usar várias calcinhas, tenhas tipo bikini, fio-dental, culotte, até tenhas umas que não posso te contar. Hahaha, não acredito, você quer ficar comigo. Que sim! Veja, hoje coloquei as de bikini, são mais curtas e estreitas nos quadris, as normais são mais largas e as tangas são o mínimo, ficam as nádegas descobertas e parece que você não está usando nada, com calças de lycra são ideais. Vejo que você entende muito desse assunto, eu nunca tinha reparado… Ai, isso não é nada, confesso que às vezes até fico sem nada. Como assim nada? Nada mesmo? Nada, sem calcinha, é uma sensação de liberdade especial e se uso leggings dá pra notar os lábios da… você me entende. Não! Não pode ser. Sim e vou te contar um segredo que ninguém sabe e muito menos meu marido, tenho umas vermelhas que têm uma abertura de frente pra trás enfeitada com uma renda branca. Sério? E isso pra quê? Vai roçar em tudo… Que inocente você é! Dá pra ver que não entende disso, com essas calcinhas quando saio pra festa se encontro algum cara que me agrada sempre posso dar uma volta em algum lugar escuro e só tenho que levantar minha saia. Pra mostrar? Aff, que ingênuo você é sendo tão mais velho… bem, eu levanto a saia, me agacho e o cara mete o pau sem baixar minha calcinha e quando acaba só desço a saia e como se nada tivesse acontecido. Oh! Que bobo eu sou, na minha juventude não tinha nada disso, aí você tinha que desembaraçar a mata de pelos crespos e quando conseguia aparecia alguém e já não dava mais… Kkkk… Que engraçado! Agora não rola isso, olha mas não toca, hein? A mulher afastou a cintura da saia e a elástico da calcinha curtinha, um púbis recém-depilado ela me mostrou, a pele morena marcava o contorno do pelo aparado, até como uma leve trilha de formigas que chegava até o umbigo. Que maravilha! Se na minha época eu tivesse visto isso alguma vez… Mas você não é tão velho assim e hoje tem muitos filmes na internet que mostram bucetas depiladas. É verdade… mas o toque, o calor, a maciez, isso não dá pra descrever sem sentir. Não pense que é diferente, é como qualquer parte do corpo, só é pele, imagine que você dobra o braço, na dobra do cotovelo faz uma ruga igual aos lábios da vagina. Viu? Ah! É, mas o toque do pelo recém-depilado… Tá bom, tem coisas que custa menos demonstrar do que explicar, me dá sua mão mas deixa ela morta, hein? Eu vou colocar sua mão sobre meu Monte de Vênus e você vai “sentir” tudinho.
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