O que você vai fazer hoje?"
Essa mensagem chegou uns dias depois daquela noite no carro com minha ex-cunhada. Era janeiro, calor, a cidade tranquila e sem muito o que fazer.
- Nada, tava ouvindo um som aqui no meu apê. Vou ficar por aqui.
Não teve resposta. Segui na minha e, depois de um tempo, a campainha toca. "Sou a July, me abre". Ela sobe, bate na porta e lá estava a mina, de legging, uma camiseta meio solta que dava pra ver os peitos bem empinados. A mesma coisa com a raba e a legging.
"Vim na hora porque precisava conversar." Pensei que ia rolar treta por causa do outro dia, mas não. "Aquele cara que eu tô te falando, sei lá... ainda não tô legal."
Abri umas cervejas, coloquei música e começamos a conversar. Não vou encher o saco de vocês, mas óbvio que fui levando pro lado íntimo e, com o calor, as cervejas foram descendo. Passou uma hora, já estávamos os dois meio bêbados, rindo e bem juntinhos no sofá. Ela pediu pra ir ao banheiro. Aproveitei e deixei poucas luzes acesas, esperei. Ela voltou e se sentou no sofá, deitada, e disse: "Tô tonta."
Comecei a massagear ela "pra você relaxar". Ela fechou os olhos e se deixou levar. Fui devagar, passando dos ombros pros peitos. A expressão dela mudou e ela soltava uns gemidinhos. Virei e sentei do lado dela. Comecei a beijar ela e a apalpar os peitos, descendo até a legging. Ela tava molhada e se deixava tocar...
"Ahhh... como você me toca bem... me excita muito, continua..."
Puxei a legging dela pra baixo e desci pra chupar a buceta dela. Depiladinha, perfumada. Ela segurava minha cabeça e me enfiava pra dentro enquanto começava a gritar. Saí, pra deixar ela com vontade, parei e começamos a nos beijar de pé. Eu encostava a pica bem dura na buceta dela. Virei ela e puxei a calcinha fio dental. Ela me olhou por trás e disse que sim, balançando a cabeça.
Enfiei por trás e ela soltou um suspiro seguido de um "aahhhhhhhh, como você tá dura". Segurei a cintura dela e comecei a foder. Foi muito intenso. Ela não aguentava mais e se abaixou porque Eu estava gozando. Ela gemeu, tremeu um pouco e gozou. Eu continuei mais um pouco, tirei a pica e gozei nas costas dela.
Ficamos excitados e ela disse que tinha adorado. Depois de um tempo, voltamos a nos beijar e eu a levei para o quarto. Já estávamos mais à vontade e pelados. Coloquei uma camisinha porque queria gozar dentro. Coloquei ela de frente e fiz ela montar em mim. A mina se mexia bem, e eu corrigia alguns movimentos segurando a rabeta dela, subindo e descendo.
Virei ela para que montasse de costas. "July, como você me come bem... que vontade eu tava de te ter assim." A mina me olhava, gemia e se mexia mais rápido.
"É? Te como bem? ahhhh, sim, sim... Foi você que me ensinou... ahhhh." E acelerava. Naquele momento, a imagem era muito quente. Minha ex-cunhada, com uma rabeta bem dura, montando em mim, se jogando pra frente enquanto gozava e me fez gozar também.
Essa mensagem chegou uns dias depois daquela noite no carro com minha ex-cunhada. Era janeiro, calor, a cidade tranquila e sem muito o que fazer.
- Nada, tava ouvindo um som aqui no meu apê. Vou ficar por aqui.
Não teve resposta. Segui na minha e, depois de um tempo, a campainha toca. "Sou a July, me abre". Ela sobe, bate na porta e lá estava a mina, de legging, uma camiseta meio solta que dava pra ver os peitos bem empinados. A mesma coisa com a raba e a legging.
"Vim na hora porque precisava conversar." Pensei que ia rolar treta por causa do outro dia, mas não. "Aquele cara que eu tô te falando, sei lá... ainda não tô legal."
Abri umas cervejas, coloquei música e começamos a conversar. Não vou encher o saco de vocês, mas óbvio que fui levando pro lado íntimo e, com o calor, as cervejas foram descendo. Passou uma hora, já estávamos os dois meio bêbados, rindo e bem juntinhos no sofá. Ela pediu pra ir ao banheiro. Aproveitei e deixei poucas luzes acesas, esperei. Ela voltou e se sentou no sofá, deitada, e disse: "Tô tonta."
Comecei a massagear ela "pra você relaxar". Ela fechou os olhos e se deixou levar. Fui devagar, passando dos ombros pros peitos. A expressão dela mudou e ela soltava uns gemidinhos. Virei e sentei do lado dela. Comecei a beijar ela e a apalpar os peitos, descendo até a legging. Ela tava molhada e se deixava tocar...
"Ahhh... como você me toca bem... me excita muito, continua..."
Puxei a legging dela pra baixo e desci pra chupar a buceta dela. Depiladinha, perfumada. Ela segurava minha cabeça e me enfiava pra dentro enquanto começava a gritar. Saí, pra deixar ela com vontade, parei e começamos a nos beijar de pé. Eu encostava a pica bem dura na buceta dela. Virei ela e puxei a calcinha fio dental. Ela me olhou por trás e disse que sim, balançando a cabeça.
Enfiei por trás e ela soltou um suspiro seguido de um "aahhhhhhhh, como você tá dura". Segurei a cintura dela e comecei a foder. Foi muito intenso. Ela não aguentava mais e se abaixou porque Eu estava gozando. Ela gemeu, tremeu um pouco e gozou. Eu continuei mais um pouco, tirei a pica e gozei nas costas dela.
Ficamos excitados e ela disse que tinha adorado. Depois de um tempo, voltamos a nos beijar e eu a levei para o quarto. Já estávamos mais à vontade e pelados. Coloquei uma camisinha porque queria gozar dentro. Coloquei ela de frente e fiz ela montar em mim. A mina se mexia bem, e eu corrigia alguns movimentos segurando a rabeta dela, subindo e descendo.
Virei ela para que montasse de costas. "July, como você me come bem... que vontade eu tava de te ter assim." A mina me olhava, gemia e se mexia mais rápido.
"É? Te como bem? ahhhh, sim, sim... Foi você que me ensinou... ahhhh." E acelerava. Naquele momento, a imagem era muito quente. Minha ex-cunhada, com uma rabeta bem dura, montando em mim, se jogando pra frente enquanto gozava e me fez gozar também.
6 comentários - Ex-cunhada gostosa (2)