Fala aí, a história começa quando a filha do meu irmão chega na minha casa pra passar uma temporada com a gente. Primeiro de tudo, deixa eu falar que quando isso aconteceu eu tinha 35 anos e minha sobrinha tinha acabado de fazer 18. Vou te dizer que sou moreno claro, não muito alto, cabelo preto e olhos castanhos claros. Minha sobrinha, que vou chamar de Glória, tem 1,56m, cabelo preto, magrinha, então a bunda dela é pequena mas é empinadinha, e uns peitos pequenos também, mas que com a roupa que ela veste ficam bem marcados. Pra você me entender, Glória é filha do meu irmão, mas ele não mora com elas. Eu só vi ela uma vez no aniversário dela quando ainda era uma criança tipo uns 6 anos, mas nunca mais vi até o dia em que ela chegou com a mãe dela na minha casa. A mãe dela disse que tinha se juntado de novo e que o parceiro tratava ela como filha, e como meu irmão também nunca mais viu a filha, ela quase não conhecia ele. Uns meses atrás ela descobriu que tinha avós e tios que não conhecia e queria conhecer. Foi assim que a mãe trouxe ela pra casa e pediu pra minha mãe, a avó dela, se ela podia ficar um tempo com a gente pra se conhecer melhor. No começo a gente não tinha muito contato, porque como eu nunca tinha convivido com ela, não sabia como começar a tratar nem como ela reagiria se eu me aproximasse. Com o passar dos dias, a gente foi se aproximando mais, conversava e brincava. Até aquele momento eu não tinha reparado bem nela, mas com o tempo fui percebendo que ela tinha um corpo muito gostoso. Às vezes ela vestia um short e uma camiseta justa e dava pra ver que tinha umas pernas torneadas e a barriga marcada, mesmo sendo magrinha. Pouco depois ela me contou que gostava de fazer exercício. Eu falei que se precisasse de ajuda era só me falar que eu ajudava. Assim passou quase um mês, ela vinha sentar do meu lado no braço do sofá onde fica o PC e a gente ficava conversando até quase a hora de dormir — eu ia pro meu quarto e ela pra cama da minha mãe no quarto dela. Até que Um dia ela chegou e me pediu se podia usar o PC porque queria ver umas fotos que tinham mandado no e-mail dela, mas não conseguia abrir no celular. Eu disse que sim, minimizei a janela do meu Facebook e abri outra pra ela entrar no e-mail. Quando fui me levantar pra ela sentar na frente do PC, ela me segurou e disse que tava de boa assim, e sentou no meu colo. Naquele dia ela tava usando uma calça vermelha de veludo bem justa e uma regata que deixava a barriga de fora. Eu me recostei no encosto do sofá enquanto ela entrava no e-mail e digitava a senha — não queria que ela pensasse que eu tava tentando ver qual era. Quando entrou, me perguntou como fazia pra baixar as fotos e ver, porque tinham mandado num arquivo. Eu me inclinei pra frente, passei minhas mãos pelos lados dela e ajudei a baixar o arquivo. Depois de descompactar e deixar a pasta das fotos na área de trabalho pra ela ver, ela pegou minhas mãos e fez eu abraçar ela pela cintura, com os braços, deixando minhas mãos nas pernas dela. Quando ela começou a abrir cada foto, se inclinou pra frente pra ver melhor. Ao fazer isso, a calça dela abriu na cintura, na parte de trás, e eu consegui ver parte da calcinha dela — pelo que vi, era uma fio dental. Ao mesmo tempo, com o movimento de se inclinar pra frente, minhas mãos escorregaram e ficaram no meio das pernas dela, quase roçando a buceta dela. Se naquele momento eu tivesse mexido um pouco os dedos, teria acariciado ela, mas não quis arriscar que ela ficasse brava e contasse pra avó dela. Então movi minhas mãos e segurei ela pela cintura. Quando toquei ela, ela puxou minhas mãos e colocou na barriga dela. Deixei elas lá por um momento, sem fazer nada, e de vez em quando eu me inclinava um pouco pra ver a calcinha dela. Nisso, ela se endireitou pra me perguntar como ampliava uma foto, e ao fazer isso, a bunda dela roçou no meu pau. Na hora senti ele ficar meio duro. Com ela abraçada, eu... Ajeitei ela de novo no meu colo e não sei se ela não percebeu ou fingiu que não viu nada. Mostrei como ampliar a foto e, enquanto ela passava a mão pra trás, notei que ela puxava o elástico da calcinha pra cima, deixando ela mais à mostra. Quando ela se inclinou de novo, percebi que, ao puxar a calcinha pra cima, dava pra ver parte da bunda dela e o elástico já tava quase saindo da calça. Parei de abraçar ela com uma mão, peguei o elástico, puxei um pouco e soltei, dando aquele efeito de chicotada nas costas dela. Ao sentir o tapa, ela se endireitou, virou pra mim e falou: — Tio, isso doeu. — Ela começou a esfregar o lugar, eu olhei pra ela e, rindo, falei: — Era essa a ideia. — Engraçadinho. — Ela começou a rir, parou de se esfregar e perguntou: — Vai ficar vermelho? — Tirei a mão dela, abri mais a calça dela, puxei o elástico pra baixo e falei: — Não tem nada, mas vou passar a mão. — Coloquei os dedos e comecei a acariciar enquanto ela voltava a olhar as fotos.
Abracei ela de novo e uma das fotos me chamou a atenção. Quando ela percebeu que eu tava olhando, passou pra outra. Tirei o mouse da mão dela e voltei pra imagem que tinha visto. — Não, tio, essa não, não olha — ela falava, tentando pegar o mouse de volta e mudar a foto. — Por que não? O que tem de mais? — Ampliei a imagem e era ela de biquíni azul céu. O detalhe é que, ao ampliar, percebi que o biquíni tinha ficado pequeno, porque os peitos dela pareciam maiores por causa da pressão do top, e a parte da tanga mal cobria. Se não dava pra ver a buceta, pelo menos deixava uma linha de pelo à mostra. Do jeito que conseguiu, ela tirou o mouse da minha mão e mudou a foto. Quando olhei pra ela, as bochechas estavam vermelhas e ela parecia nervosa. — Qual é, tá bom, o biquíni fica bem em você, é bonito — ela virou pra mim, sorriu e falou: — Ficou pequeno e eu nem percebi quando comprei, só fui ver quando vesti. — Ela se abaixou e não falou mais nada.
Abracei ela de novo e, apoiando o queixo no ombro dela, falei no ouvido: — Não fica feio não, e você tem um corpo gostoso. — Ela virou pra mim e me deu um beijo na bochecha, depois voltou. olho pra tela do PC e ela me diz:
—Sim, mas você não viu direito?
—Não — respondi, como se não tivesse percebido. — O que tem?
Ela procura a imagem e vai ampliando devagar, focando na parte de baixo do biquíni. Quando já dava pra ver bem, ela se afasta pra eu olhar e, com o cursor, aponta pros pelinhos:
—Olha, dá pra ver esses pelos.
Me inclino pra frente, olho de novo, e ela fecha a imagem na hora. Abraço ela mais forte e falo brincando:
—Bom, mas ali parece que o biquíni tem pelúcia.
Começo a rir. Ela vira, como se fosse me bater, e diz:
—Tioooo!!! Como você é, vai ver...
E por dentro eu pensei: “É, eu bem que queria ver”, mas não falei nada.
A partir daquele dia, sempre que tava comigo — eu no PC e ela no celular — ela sentava no meu colo e fazia questão de eu abraçar ela pela cintura, colocando minha mão na perna dela, bem pertinho da buceta.
Esse é o fim da primeira parte dessa história.
Abracei ela de novo e uma das fotos me chamou a atenção. Quando ela percebeu que eu tava olhando, passou pra outra. Tirei o mouse da mão dela e voltei pra imagem que tinha visto. — Não, tio, essa não, não olha — ela falava, tentando pegar o mouse de volta e mudar a foto. — Por que não? O que tem de mais? — Ampliei a imagem e era ela de biquíni azul céu. O detalhe é que, ao ampliar, percebi que o biquíni tinha ficado pequeno, porque os peitos dela pareciam maiores por causa da pressão do top, e a parte da tanga mal cobria. Se não dava pra ver a buceta, pelo menos deixava uma linha de pelo à mostra. Do jeito que conseguiu, ela tirou o mouse da minha mão e mudou a foto. Quando olhei pra ela, as bochechas estavam vermelhas e ela parecia nervosa. — Qual é, tá bom, o biquíni fica bem em você, é bonito — ela virou pra mim, sorriu e falou: — Ficou pequeno e eu nem percebi quando comprei, só fui ver quando vesti. — Ela se abaixou e não falou mais nada.
Abracei ela de novo e, apoiando o queixo no ombro dela, falei no ouvido: — Não fica feio não, e você tem um corpo gostoso. — Ela virou pra mim e me deu um beijo na bochecha, depois voltou. olho pra tela do PC e ela me diz:
—Sim, mas você não viu direito?
—Não — respondi, como se não tivesse percebido. — O que tem?
Ela procura a imagem e vai ampliando devagar, focando na parte de baixo do biquíni. Quando já dava pra ver bem, ela se afasta pra eu olhar e, com o cursor, aponta pros pelinhos:
—Olha, dá pra ver esses pelos.
Me inclino pra frente, olho de novo, e ela fecha a imagem na hora. Abraço ela mais forte e falo brincando:
—Bom, mas ali parece que o biquíni tem pelúcia.
Começo a rir. Ela vira, como se fosse me bater, e diz:
—Tioooo!!! Como você é, vai ver...
E por dentro eu pensei: “É, eu bem que queria ver”, mas não falei nada.
A partir daquele dia, sempre que tava comigo — eu no PC e ela no celular — ela sentava no meu colo e fazia questão de eu abraçar ela pela cintura, colocando minha mão na perna dela, bem pertinho da buceta.
Esse é o fim da primeira parte dessa história.
1 comentários - Férias com minha sobrinha