Depois daquela noite em que meu chefe me transformou na putinha submisso dele, eu sabia que as coisas não iam parar por aí. Então me convenci de que o melhor era não me amargurar, talvez eu pudesse tirar algum proveito disso... afinal, quem ia ficar sabendo?
mas naquela segunda-feira quando cheguei, tinha algo diferente.
-Bom dia. Cumprimentei como sempre e ofereci a bochecha para um beijo.
—Bom dia, "Senhora" Samantha — disse entre seco e irônico, e passou para o escritório do chefe.
Alex, que tava ali olhando com cara de interrogação, eu dei de ombros, baixei a cabeça e fui rápido pegar um café, porque eu sabia sim o que tava rolando.
-Bom dia - sussurraram no meu ouvido por trás, senti a respiração do meu chefe no pescoço e uma mão na minha bunda.
—Bom dia, chefe —respondi, lutando pra não soltar a xícara.
- Deixei um presentinho debaixo da sua mesa com instruções, ah, e avisa seu maridinho que amanhã você vai chegar mais tarde!! - me deu um tapinha na bunda e foi embora.
Embaixo da minha mesa tinha uma caixa, abri e me deparei com um conjunto de lingerie sexy e um bilhete:
Coloca amanhã por baixo da sua roupa, quero você de saia ou vestido. A verdade é que meu chefe levou esse jogo muito a sério e, por um lado, me excitava, mas por outro, não queria que meu marido descobrisse.
No dia seguinte cheguei com o presente já vestido, fiquei pensando o dia inteiro no que o velho queria até que bateu a hora de ir embora, um por um todo mundo foi saindo, aí aparece meu chefe
Ela me olhou de cima a baixo, passou a mão na boca e foi embora.
Depois de 5 minutos, meu chefe apareceu e me disse: — Então, sua putinha, bora trabalhar! Me espera no meu escritório, quero te encontrar só com o que te dei de presente, solta o cabelo, quero ver teu cabelo caindo nessas tetas gostosas.
Obedeci, tava nervosa, mas não queria que percebessem, não ia me humilhar de novo, agora eu que ia dominar a situação, mais uma vez tava errada.
-Aqui está você, mas como está gostosa, toda uma mulher bem putinha! Não podia acreditar de quem vinham essas palavras, era meu sogro, que como já sabem, é sócio onde trabalho.
—Peperoo, o que ele tá fazendo aqui?? —falei surpresa enquanto tentava inutilmente me cobrir.
Eu fiquei mais que surpresa.
— Não te incomoda eu ficar olhando pra sua "festinha", meu sogro me disse.
- Não para nada!!
Eu olhava atônita, enquanto eles falavam como se eu não estivesse ali, quando de repente senti umas mãos ásperas percorrendo meus peitos e minhas costelas.
—Mmm, mas que tetas gostosas, olha que rabo enquanto me dava um tapa forte. Ele se afastou de mim pra me olhar de cima a baixo, desabotoou a camisa e a calça enquanto tirava os sapatos. Os braços escuros de sol contrastavam com o branco do torso, de onde saíam uns peitos flácidos de homem mais velho e uma barriga de chopp. Começou a bater uma punheta e meu chefe olhava. Ele sentou numa cadeira, me pegou pelo braço e começou a lamber meus peitos enquanto eu estava de pé. Passava as mãos e a boca por mim com desespero.
— Hummm, que cheiro delicioso, que gostoso o gosto da sua pele... Enquanto ele enfiava a língua na minha boca, a verdade é que estar ali com meu sogro e chefe me fazia sentir muito puta e tesuda.
meu chefe sentado numa poltrona velha com a camisa e a braguilha abertas enquanto se acariciava o pau.
De repente ela se levantou da cadeira e me jogou no colchão feito de sacos e pano, se atirou em mim e abriu minhas pernas, desceu até minha virilha e puxou a tanga pro lado.
me beijou, usou a palavra: buceta e começou a lamber ela. minhas costas se arquearam — "Não que não, sua puta? Já tá pronta" e de repente ele se colocou na minha frente, pegou o pau dele e meteu de uma vez só, senti que tava sendo partida ao meio. Eu parecia morta até sentir uma mão puxando meu cabelo.
Lá estava eu cavalgando com meu sogro, me mexendo como se fosse desmontar minhas cadeiras apesar da ardência que sentia. Ele me agarrava e beliscava os peitos, dava tapas na minha bunda e uivava como o cachorro que era. Tenho que admitir, a resistência dele era impressionante.
De repente ele me puxou pra perto dele e começou a enfiar um dedo no meu cu. Tentei me levantar, mas ele me puxou de novo pelo cabelo, enfiou a língua na minha boca e me segurou pelos cabelos sem tirar o pau de dentro, enquanto enfiava dois dedos nos meus buracos.
meu chefe já pelado e com a pica dura. Ele ficou atrás de mim, abriu minhas nádegas, cuspiu no meu cu e pronto! Já tinha a pica dele dentro de mim. Assim começaram a me foder bestialmente, um pela buceta e outro pelo cu, de vez em quando trocavam de posição. Mas sempre os dois dentro de mim, tava doendo, eu não aguentava mais, sentia meus peitos balançando no ritmo de cada estocada.
De repente, um me pegou por cada braço e me colocaram de joelhos, enquanto um segurava meu cabelo como se fosse fazer um rabo de cavalo, o outro me dava tapas na cara com a vara. Os dois andavam de um lado pro outro quando, de repente, começaram a gemer e gozaram no meu rosto — jorros grossos e grossos de porra escorriam pelo meu queixo até cair nos meus peitos. Pra ser sincera, adorei sentir meu sogro e meu chefe fazendo aquilo comigo. Eu sabia que uma hora isso ia rolar, porque eles não são só sócios, mas também amigos. Beijos.
mas naquela segunda-feira quando cheguei, tinha algo diferente.
-Bom dia. Cumprimentei como sempre e ofereci a bochecha para um beijo.
—Bom dia, "Senhora" Samantha — disse entre seco e irônico, e passou para o escritório do chefe.
Alex, que tava ali olhando com cara de interrogação, eu dei de ombros, baixei a cabeça e fui rápido pegar um café, porque eu sabia sim o que tava rolando.
-Bom dia - sussurraram no meu ouvido por trás, senti a respiração do meu chefe no pescoço e uma mão na minha bunda.
—Bom dia, chefe —respondi, lutando pra não soltar a xícara.
- Deixei um presentinho debaixo da sua mesa com instruções, ah, e avisa seu maridinho que amanhã você vai chegar mais tarde!! - me deu um tapinha na bunda e foi embora.
Embaixo da minha mesa tinha uma caixa, abri e me deparei com um conjunto de lingerie sexy e um bilhete:
Coloca amanhã por baixo da sua roupa, quero você de saia ou vestido. A verdade é que meu chefe levou esse jogo muito a sério e, por um lado, me excitava, mas por outro, não queria que meu marido descobrisse.
No dia seguinte cheguei com o presente já vestido, fiquei pensando o dia inteiro no que o velho queria até que bateu a hora de ir embora, um por um todo mundo foi saindo, aí aparece meu chefe
Ela me olhou de cima a baixo, passou a mão na boca e foi embora.
Depois de 5 minutos, meu chefe apareceu e me disse: — Então, sua putinha, bora trabalhar! Me espera no meu escritório, quero te encontrar só com o que te dei de presente, solta o cabelo, quero ver teu cabelo caindo nessas tetas gostosas.
Obedeci, tava nervosa, mas não queria que percebessem, não ia me humilhar de novo, agora eu que ia dominar a situação, mais uma vez tava errada.
-Aqui está você, mas como está gostosa, toda uma mulher bem putinha! Não podia acreditar de quem vinham essas palavras, era meu sogro, que como já sabem, é sócio onde trabalho.
—Peperoo, o que ele tá fazendo aqui?? —falei surpresa enquanto tentava inutilmente me cobrir.
Eu fiquei mais que surpresa.
— Não te incomoda eu ficar olhando pra sua "festinha", meu sogro me disse.
- Não para nada!!
Eu olhava atônita, enquanto eles falavam como se eu não estivesse ali, quando de repente senti umas mãos ásperas percorrendo meus peitos e minhas costelas.
—Mmm, mas que tetas gostosas, olha que rabo enquanto me dava um tapa forte. Ele se afastou de mim pra me olhar de cima a baixo, desabotoou a camisa e a calça enquanto tirava os sapatos. Os braços escuros de sol contrastavam com o branco do torso, de onde saíam uns peitos flácidos de homem mais velho e uma barriga de chopp. Começou a bater uma punheta e meu chefe olhava. Ele sentou numa cadeira, me pegou pelo braço e começou a lamber meus peitos enquanto eu estava de pé. Passava as mãos e a boca por mim com desespero.
— Hummm, que cheiro delicioso, que gostoso o gosto da sua pele... Enquanto ele enfiava a língua na minha boca, a verdade é que estar ali com meu sogro e chefe me fazia sentir muito puta e tesuda.
meu chefe sentado numa poltrona velha com a camisa e a braguilha abertas enquanto se acariciava o pau.
De repente ela se levantou da cadeira e me jogou no colchão feito de sacos e pano, se atirou em mim e abriu minhas pernas, desceu até minha virilha e puxou a tanga pro lado.
me beijou, usou a palavra: buceta e começou a lamber ela. minhas costas se arquearam — "Não que não, sua puta? Já tá pronta" e de repente ele se colocou na minha frente, pegou o pau dele e meteu de uma vez só, senti que tava sendo partida ao meio. Eu parecia morta até sentir uma mão puxando meu cabelo.
Lá estava eu cavalgando com meu sogro, me mexendo como se fosse desmontar minhas cadeiras apesar da ardência que sentia. Ele me agarrava e beliscava os peitos, dava tapas na minha bunda e uivava como o cachorro que era. Tenho que admitir, a resistência dele era impressionante.
De repente ele me puxou pra perto dele e começou a enfiar um dedo no meu cu. Tentei me levantar, mas ele me puxou de novo pelo cabelo, enfiou a língua na minha boca e me segurou pelos cabelos sem tirar o pau de dentro, enquanto enfiava dois dedos nos meus buracos.
meu chefe já pelado e com a pica dura. Ele ficou atrás de mim, abriu minhas nádegas, cuspiu no meu cu e pronto! Já tinha a pica dele dentro de mim. Assim começaram a me foder bestialmente, um pela buceta e outro pelo cu, de vez em quando trocavam de posição. Mas sempre os dois dentro de mim, tava doendo, eu não aguentava mais, sentia meus peitos balançando no ritmo de cada estocada.
De repente, um me pegou por cada braço e me colocaram de joelhos, enquanto um segurava meu cabelo como se fosse fazer um rabo de cavalo, o outro me dava tapas na cara com a vara. Os dois andavam de um lado pro outro quando, de repente, começaram a gemer e gozaram no meu rosto — jorros grossos e grossos de porra escorriam pelo meu queixo até cair nos meus peitos. Pra ser sincera, adorei sentir meu sogro e meu chefe fazendo aquilo comigo. Eu sabia que uma hora isso ia rolar, porque eles não são só sócios, mas também amigos. Beijos.
8 comentários - Fui pego no trabalho