minha namorada marian, tomou mais que só pulque

Tudo estava saindo como a gente tinha planejado, eu e meu amigo Roque. De manhã, eu tinha levado a Marian pra almoçar num restaurante onde, além de comer, a gente tinha bebido cerveja. Já de tarde, combinamos de nos encontrar com o Roque lá em casa pra ver o jogo de futebol, e claro, ele trouxe uns litros de pulque. Então, nós três já estávamos prontos e o jogo prestes a começar. Como já tínhamos bebido desde cedo, a Marian já tava meio altinha.

- Vamo, Roque, serve o pulque logo, senão vai azedar.

Roque foi pra cozinha, serviu três canecos de pulque e voltou pra sala.

- Aqui, galera, esse é natural, não é igual ao de outros lugares.

Peguei um caneco, Marian outro e Roque outro. Depois de dizer "saúde", começamos a beber. O jogo ainda não tinha começado, então a gente batia papo sobre coisas bestas, e a Marian já tava bem à vontade com o Roque. Mas ele, claro, só tava entrando na onda. Em poucos minutos, o jogo começou, e a segunda rodada de pulque foi servida. Mas, claro, a parada não era só ver o jogo ou acabar com o pulque. O negócio era deixar a Marian bêbada o suficiente pra que eu e o Roque pudéssemos realizar nossa fantasia com ela. E essa fantasia era que minha namoradinha Marian bebesse nosso esperma. Sabe, se ela transava com qualquer filho da puta que aparecia, achei que eu podia saciar minhas perversões com ela. Escolhi o Roque porque ele era meu amigo de anos, parceiro de várias bebedeiras, e conhecia bem meus gostos, assim como eu conhecia os dele. Inclusive, em outras bebedeiras, ele tinha confessado que a Marian era uma gostosa, que adorava os peitões dela e que as pernas dela eram um poema. E isso não me incomodava nem um pouco. Então, hoje era o dia de nós dois saciarmos nossas perversões com ela.

- Tá gostando do pulque, Marian?

- Bastante, Roque, tá muito bom.

- Também trouxe curado de aveia, esse é mais tasty.

A Marian ficava mais e mais bêbada a cada momento. Ela dizia sim pra tudo e não era à toa, eu tinha feito ela beber desde meio-dia. Os minutos passavam e, numa dessas, aproveitando que a Marian levantou pra ir ao banheiro, falei baixinho pro Roque:

— Cê acha que já tá pronta?

— Sim, já tá bem alterada. Acaba esse copo aqui e eu levo os copos pra cozinha, já deixo tudo pronto.

— Finalmente vai rolar da Marian tomar seu leite.

— Sabe que sempre gostei da sua namoradinha e bem sabe que direto eu bato duas boas punhetas pensando nela, hahahaha.

— Cê é um filho da puta tarado. E se ela ficar mais bêbada e dormir, talvez eu deixe você pegar na bunda dela.

— Valeu, meu irmão.

A Marian saiu do banheiro e sentou de novo. Nessa hora, o jogo começou e a gente, claro, se fez de desentendido. A Marian pegou o copo dela e, depois de uns goles, terminou. Ela mesma pediu pro Roque se não ia servir mais:

— Ó Roque, me dá um pouco desse curau que você tanto fala.

— Claro, Marian.

Ela entregou o copo pra ele, que foi pra cozinha, e eu continuei me fazendo de desentendido. Na real, naquele momento meu coração começou a bater mais rápido. Era a hora. Poucos minutos depois, o Roque voltou com o copo cheio até a borda.

— Aqui, Marian.

Ela pegou e esperou uns segundos. A verdade é que a gente tava abusando um pouco da bebedeira dela, mas se ela se divertia pelas minhas costas, por que eu não podia? Os segundos passavam, e eu e o Roque tentávamos disfarçar, até que finalmente a Marian virou o copo e deu um longo gole. Naquela hora, meu coração acelerou ao máximo. A Marian tinha acabado de engolir o leite do Roque.

— Mmhh... é muito bom, bem encorpado.

— Isso aí, Marian, como eu falei, esse curau é excelente. Vai, dá mais um gole.

A Marian, motivada pelas palavras do Roque, levou o copo de novo à boca e deu outro longo gole. Quando tirou, uns fiozinhos do líquido grosso começaram a escorrer pelo queixo dela, e eu podia jurar que vi... notar que um desses fiapos era amarelo e caía bem no decote dela, escorregando pelos peitos dela, e naquela hora minha pika quase furou a calça,

- sem dúvida, essa é foda, Roque,
- verdade, né, Marian,

nós três falamos "saúde" de novo e continuamos vendo o jogo, claro, olhando de canto pra Marian, que dava pequenos goles no copo dela, não acreditava, ela tava bebendo o porra do Roque e nem desconfiava, finalmente depois de alguns minutos o copo dela acabou e claro, ele aceitou na boa e foi de novo pra cozinha, eu fingi que não tava vendo e nem virei pra olhar ela, Roque demorou uns minutos e trouxe o copo de novo pra Marian, e naquela hora nosso time favorito fez um gol, nós três pulamos e começamos a comemorar, e Marian deu mais um gole longo no copo dela e engoliu de novo o porra do Roque, ele virou pra me olhar e começou a falar

- até o fundo,

era óbvio que não tava falando do gol marcado, e sim do golezão que Marian tinha dado no copo dela, passada a euforia continuamos vendo o jogo, Marian dava pequenos goles no copo dela e eu olhava ela de vez em quando de canto e via como no canto da boca dela ficava uma mistura amarelada, mas ela só limpava com um guardanapo, espalhando ainda mais, minutos passaram e o jogo chegou ao intervalo, e Marian pediu licença pra ir ao banheiro, momento que aproveitamos pra ir pra cozinha

- caramba, Roque, ela tá bebendo tudo e nem percebe,
- é, meu irmão, deixa eu encher outro copo pra ela,

Roque pegou o copo de Marian, puxou o pau dele e começou a bater uma rapidinho até que depois de uns segundos soltou uns jatos de porra que foram parar no fundo do copo, depois serviu o curau e antes de sair me falou

- sua namoradinha tá tirando toda a minha porra de mim, hahaha

saímos da cozinha e depois de alguns minutos Marian saiu do banheiro, sentou, pegou o copo dela e começou a beber, era tão tesudo ver ela saboreando tudo alegremente aquela mistura branca com manchas amareladas e ela nem aí, pelo contrário, até pedia mais e claro, a gente olhando besta como escorria pela boca e pelo queixo dela, no resto do jogo a Marian tomou mais um pote e quando acabou, tava tão bêbada que me pediu pra levar ela pra casa, o Roque tentou convencer ela a ficar mais um pouco, mas ela insistiu e a gente teve que levar, quando voltamos continuamos comemorando e batendo papo sobre tudo que tinha rolado, continua...


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