Sarita é quem me ajuda em casa, tenho um grande carinho e apego por ela, está comigo há 15 anos já... Por causa de um grande tombo que ela levou, machucou o quadril e não consegue mais subir a escada... Aos 75 anos, tem que cuidar melhor dela... Então, por isso, eu limpo a parte de cima... Certa manhã, já estava saindo, quando abri a porta, a Sarita quase abria, recebi ela com um beijo cheio de carinho... Quando virei, vi uma garota de pele morena clara, dona de um corpão de dar inveja, a Sarita apresentou como a filha mais nova... Aos 28 anos, ela merece um Mega Uauuuu... Ela sorria com uma certa safadeza, os olhos cor de mel mostravam-se maliciosos, deixei elas entrarem e fui trabalhar. Quando voltei, a Sarita estava na sala vendo a novela das seis, passei para cumprimentar e fui preparar uma xícara de café com leite para ela... Fiquei um pouco, depois subi para o meu escritório para continuar um design para uma empresa estrangeira, me envolvi tanto que segurei muito para ir ao banheiro, corri e quando abri a porta, fiquei paralisado... A Jenny estava se vestindo depois de um banho...
Não sei o que tanto pensava, me fiz um caos, tentando não me sentir culpado por ter: a porta sem tranca, este é Meu banheiro, como ela saberia, Sarita, a filha dela não sabe... Uuuh, que delícia... Hahaha. Custava a focar nas minhas coisas... Desci pro outro banheiro, e fiquei batendo papo com a Sarita, a Jenny desceu secando o cabelo, e elas foram embora... No dia seguinte, a situação pareceu se repetir, esqueci de novo da presença da Jenny, e ao chegar na porta, ela estava semiaberta ou meio fechada... fiquei ali, preso pelo tesão de poder ver o corpo nu dela por inteiro...
Fazia uns exercícios, e eu, na real, tava mais vidrado no corpo dela. Empurrei a porta de leve pra ver melhor, tirei minha pica e comecei a bater uma enquanto ela se mexia no ar, desenhando umas silhuetas gostosas cheias de safadeza. Teve uma hora que meu tesão me deu uma ideia errada e eu abri mais a porta pra ver melhor... e ela deu uma leve reagida...
Decidi não fazer isso e continuei me masturbando, apreciando e ao mesmo tempo curtindo tudo o que ela fazia no próprio corpo. Ela começou a massagear os peitos, deslizando as mãos por cada centímetro da pele, esfregou com força os lábios da buceta e assim chegou até a bunda, abrindo ela com pouca delicadeza e enfiando vários dedos tanto na bucetinha quanto no cu...
Enquanto isso... eu continuava me masturbando com o olhar fixo, sem piscar... Me deliciando com a putaria enorme com que ela se masturbava igual... Vi como ela se contorcia com a chegada dos seus orgasmos... de repente ela ficou quieta, e observei o jeito que ela apertava a bunda repetidamente pra deixar sair os sucos que iam escorrendo entre as pernas dela...
Isso acabou transbordando meu grande desejo... E eu também acabei gozando, espalhando meu esperma pelo chão, na entrada do banheiro e numa parte da parede... Ela se levantou e eu entrei apressado no meu estúdio, me limpei lá e desci pra acompanhar a Sarita... Que não fazia a menor ideia do que tinha acontecido lá em cima. Depois de 20 minutos, a Jenny desceu e, durante todo esse tempo, ficou calada. Imaginei que talvez ela tivesse ficado chateada... E na hora de se despedir, sorriu, mostrando a língua, passando ela bem devagar sobre os lábios, de um jeito super safado... Depois, na minha cama, fiquei pensando no que aconteceu. Cheguei ao final da minha lembrança: a Jenny mostrando a língua + passando sobre os lábios = ???? . Foco de ideia, fui ver onde caiu meu esperma e não estava sujo. Na verdade, não tinha sinal de ter passado nenhum pano ou lençol... Uau, não era nada mais que... = Ela lambeu tudo, a safada... Assim, pelos 3 dias seguintes, virou rotina a Jenny tomar banho no mesmo horário, com a porta entreaberta ou meio fechada, sempre no chão... E eu contemplando ela enquanto me masturbava... Isso deu origem ao desejo de ficar com ela. Na manhã do 5º dia, acordei mais tarde e perdi um encontro que já tinha marcado. Depois de tomar um banho, só vesti uma camiseta e um short, e desci pra pegar um café. Quando percebi que estava sozinho, a Sarita não tinha chegado, e pensei em ligar pra ela mais tarde... Quando a campainha tocou, abri e era a Jenny. Deixei ela entrar e ofereci um café. Conversamos sobre coisas aleatórias, até futebol, mas era inevitável deixar de lado o assunto do banho... Ela mostrava um grande interesse, óbvio, eu também... Ela se levantou e subiu. Em pouco tempo, ouvi a água caindo do chuveiro... Subi apressado e entrei no banheiro. A porta não tinha tranca, era muito claro o porquê...
Lá estava Ela debaixo do chuveiro... tirei minha roupa e entrei com Ela debaixo do jato d'água... comecei abraçando Ela, rodeando seu corpo e me ajustando aos seus Peitos. Fui esfregando meu corpo no d'Ela, moldando o desejo que emanava de nós dois... Meu pau entre suas nádegas redondas que, mesmo molhadas, não perdiam aquela grande temperatura ardente que queimava meu pau.
Desci as mãos, apalpando ela toda, segurei firme entre os quadris e o começo das pernas e puxei ela contra meu corpo, enterrando fundo meu pau roçando entre as nádegas. Ela foi se movendo com traços circulares e longos S... aí eu baixei ela um pouco e peguei no pau, levando até o ninho de carne que já pedia pra ser penetrado... E finalmente... A glória se fez presente...
Fui entrando aos poucos, devagar, sem pressa, me deliciando com seus lentos vai e vem e a sensação de ir abrindo a cavidade da bucetinha dela lá no fundo... e quando entrei até o talo, primeiro saboreei com as mãos, que viajavam pelas nádegas redondas... abrindo elas como tinha visto tantas vezes que Ela mesma fazia, contemplei e, fechando os olhos, ela gemia forte de prazer... Não tinha pressa nenhuma de bombar ou encher ela de porra... Pelo contrário, fomos nos deixando levar por uma longa, longa sensação de ricos atritos... fundindo meu púbis entre as nádegas e os lábios da buceta dela, puxava um tanto brusco as nádegas dela, abria elas assim porque vi que ela mesma fazia, comecei a meter do mesmo jeito 2 dedos de uma vez dentro do cu dela... E praticava um vai e vem muito forte e rápido, e pude sentir a deliciosa forma como ela gozava a jatos... tirei meu pau e me preparei para trocar de lugar, entrando pelo cu dela....
Depois de colocar meu pau na entrada do cu dela, ela mesma se jogou pra trás com força, e eu segurei um pouco, mas no fim, entrei daquele jeito porque era o que ela queria... De uma vez, foi quase até a metade, senti o quanto ela se contraiu, pensei em me desculpar, mas ela, além de gemer e ofegar bem alto, começou a se mexer com tanta energia que na hora eu soltei tudo que tinha naquele momento... Passamos o resto do dia transando no meu quarto... E ficamos tão cheios dos nossos líquidos, ela engoliu meu esperma e eu, os orgasmos dela, num delicioso 69.
Não sei o que tanto pensava, me fiz um caos, tentando não me sentir culpado por ter: a porta sem tranca, este é Meu banheiro, como ela saberia, Sarita, a filha dela não sabe... Uuuh, que delícia... Hahaha. Custava a focar nas minhas coisas... Desci pro outro banheiro, e fiquei batendo papo com a Sarita, a Jenny desceu secando o cabelo, e elas foram embora... No dia seguinte, a situação pareceu se repetir, esqueci de novo da presença da Jenny, e ao chegar na porta, ela estava semiaberta ou meio fechada... fiquei ali, preso pelo tesão de poder ver o corpo nu dela por inteiro...
Fazia uns exercícios, e eu, na real, tava mais vidrado no corpo dela. Empurrei a porta de leve pra ver melhor, tirei minha pica e comecei a bater uma enquanto ela se mexia no ar, desenhando umas silhuetas gostosas cheias de safadeza. Teve uma hora que meu tesão me deu uma ideia errada e eu abri mais a porta pra ver melhor... e ela deu uma leve reagida...
Decidi não fazer isso e continuei me masturbando, apreciando e ao mesmo tempo curtindo tudo o que ela fazia no próprio corpo. Ela começou a massagear os peitos, deslizando as mãos por cada centímetro da pele, esfregou com força os lábios da buceta e assim chegou até a bunda, abrindo ela com pouca delicadeza e enfiando vários dedos tanto na bucetinha quanto no cu...
Enquanto isso... eu continuava me masturbando com o olhar fixo, sem piscar... Me deliciando com a putaria enorme com que ela se masturbava igual... Vi como ela se contorcia com a chegada dos seus orgasmos... de repente ela ficou quieta, e observei o jeito que ela apertava a bunda repetidamente pra deixar sair os sucos que iam escorrendo entre as pernas dela...
Isso acabou transbordando meu grande desejo... E eu também acabei gozando, espalhando meu esperma pelo chão, na entrada do banheiro e numa parte da parede... Ela se levantou e eu entrei apressado no meu estúdio, me limpei lá e desci pra acompanhar a Sarita... Que não fazia a menor ideia do que tinha acontecido lá em cima. Depois de 20 minutos, a Jenny desceu e, durante todo esse tempo, ficou calada. Imaginei que talvez ela tivesse ficado chateada... E na hora de se despedir, sorriu, mostrando a língua, passando ela bem devagar sobre os lábios, de um jeito super safado... Depois, na minha cama, fiquei pensando no que aconteceu. Cheguei ao final da minha lembrança: a Jenny mostrando a língua + passando sobre os lábios = ???? . Foco de ideia, fui ver onde caiu meu esperma e não estava sujo. Na verdade, não tinha sinal de ter passado nenhum pano ou lençol... Uau, não era nada mais que... = Ela lambeu tudo, a safada... Assim, pelos 3 dias seguintes, virou rotina a Jenny tomar banho no mesmo horário, com a porta entreaberta ou meio fechada, sempre no chão... E eu contemplando ela enquanto me masturbava... Isso deu origem ao desejo de ficar com ela. Na manhã do 5º dia, acordei mais tarde e perdi um encontro que já tinha marcado. Depois de tomar um banho, só vesti uma camiseta e um short, e desci pra pegar um café. Quando percebi que estava sozinho, a Sarita não tinha chegado, e pensei em ligar pra ela mais tarde... Quando a campainha tocou, abri e era a Jenny. Deixei ela entrar e ofereci um café. Conversamos sobre coisas aleatórias, até futebol, mas era inevitável deixar de lado o assunto do banho... Ela mostrava um grande interesse, óbvio, eu também... Ela se levantou e subiu. Em pouco tempo, ouvi a água caindo do chuveiro... Subi apressado e entrei no banheiro. A porta não tinha tranca, era muito claro o porquê...
Lá estava Ela debaixo do chuveiro... tirei minha roupa e entrei com Ela debaixo do jato d'água... comecei abraçando Ela, rodeando seu corpo e me ajustando aos seus Peitos. Fui esfregando meu corpo no d'Ela, moldando o desejo que emanava de nós dois... Meu pau entre suas nádegas redondas que, mesmo molhadas, não perdiam aquela grande temperatura ardente que queimava meu pau.
Desci as mãos, apalpando ela toda, segurei firme entre os quadris e o começo das pernas e puxei ela contra meu corpo, enterrando fundo meu pau roçando entre as nádegas. Ela foi se movendo com traços circulares e longos S... aí eu baixei ela um pouco e peguei no pau, levando até o ninho de carne que já pedia pra ser penetrado... E finalmente... A glória se fez presente...
Fui entrando aos poucos, devagar, sem pressa, me deliciando com seus lentos vai e vem e a sensação de ir abrindo a cavidade da bucetinha dela lá no fundo... e quando entrei até o talo, primeiro saboreei com as mãos, que viajavam pelas nádegas redondas... abrindo elas como tinha visto tantas vezes que Ela mesma fazia, contemplei e, fechando os olhos, ela gemia forte de prazer... Não tinha pressa nenhuma de bombar ou encher ela de porra... Pelo contrário, fomos nos deixando levar por uma longa, longa sensação de ricos atritos... fundindo meu púbis entre as nádegas e os lábios da buceta dela, puxava um tanto brusco as nádegas dela, abria elas assim porque vi que ela mesma fazia, comecei a meter do mesmo jeito 2 dedos de uma vez dentro do cu dela... E praticava um vai e vem muito forte e rápido, e pude sentir a deliciosa forma como ela gozava a jatos... tirei meu pau e me preparei para trocar de lugar, entrando pelo cu dela....
Depois de colocar meu pau na entrada do cu dela, ela mesma se jogou pra trás com força, e eu segurei um pouco, mas no fim, entrei daquele jeito porque era o que ela queria... De uma vez, foi quase até a metade, senti o quanto ela se contraiu, pensei em me desculpar, mas ela, além de gemer e ofegar bem alto, começou a se mexer com tanta energia que na hora eu soltei tudo que tinha naquele momento... Passamos o resto do dia transando no meu quarto... E ficamos tão cheios dos nossos líquidos, ela engoliu meu esperma e eu, os orgasmos dela, num delicioso 69.
2 comentários - A filha gostosa da Sarita