Leitores, muitos queriam conhecer a magrinha ultra putinha, que faz de mim o que quer. Convenci ela e tirei uma foto pra vocês. Obviamente, isso me custou algumas concessões. Depois da tal foto, tive que deixar ela raspar toda a minha pica e as bolas no zero (depois eu pensaria numa desculpa pra minha esposa). Enquanto ela me barbeava — e às vezes quando eu mesmo faço isso —, fico excitadíssimo. Então, antes de terminar de raspar, ela agarrou minha pica e fez uma punheta do caralho. Depois, continuou com a tarefa dela. Me perguntou se eu queria comer ela, eu disse siiiim! E ela, vendo que eu tava duro de novo, pegou minha pica com as mãos e levou pra boceta dela, meio peluda. E montou em mim sem eu nem pedir pra colocar camisinha. Enchi a boceta dela de leite de novo, e ela sorria pra caralho. Perguntando se eu tinha gostado. Claro que adoro te comer, falei. "Então continua", respondeu a safada, e ofereceu a bunda linda, toda magrinha. Comecei a bater punheta pra ficar duro de novo, mas não conseguia. Pedi pra ela chupar, e ela riu. "Não, agora sozinho. Se não subir, não tem bundinha... Você tem 5 minutos..." Aí ativei meu segredo, nem tão secreto. Um, depois dois dedos no cool, e começou a endurecer. Ela me olhou com malícia. Foi pra cozinha e trouxe as mãos besuntadas de óleo, tirou meus dedos e começou a enfiar até quatro. Minha pica já tava durona. Ela sussurrou: "Agora você vai gozar enquanto eu te fodo com a mão... promíscua." E foi assim, chegou a enfiar o punho inteiro, e eu gozava igual uma putinha sendo comida... agarrei minha pica e joguei leite pra todo lado. Ela tirou a mão devagar, andou na minha frente e colocou na minha boca. Depois, desceu e chupou minha pica morta, toda leitosa. Se levantou e disse: "Você é meu escravo, come quando eu quiser, ok?" Assenti com a cabeça e chupei um pouco daqueles peitinhos doces, com os bicos durinhos. Enfim, como vocês podem ver, é uma mina gostosa, e já sabe que faz de mim o que quer, e infelizmente eu gosto...
4 comentários - Confissões do cinéfilo 25. Tá aí pra vocês.