Cómo me enteré que mi novia me hizo cornudo (pt2)

Quando tirei meu dedo do cu dela e vi que estava cheio de porra, fiquei perplexo. Minha linda namorada tinha deixado outro cara, que mal conhecia, meter no rabo dela. Pilar, ainda de quatro, se vira e fala pra mim:
— Gaby, não te contei toda a verdade, como você já viu. Ela senta do meu lado e continua: “Depois do que rolou no apartamento do Hernán, a gente foi todo mundo pra faculdade fazer a prova. Eu tava nervosa, não tinha estudado naquela manhã pelos bons motivos que já te contei, mas durante a semana eu tinha revisado minhas anotações. Antes de entrar na sala, a Mariela me distrai perguntando se tinha rolado algo com o Marcelo de manhã. Neguei totalmente o acontecido e ela responde — Que estranho, o Hernán me disse que o Marce tava apaixonado por você há um tempo. Fiz cara de indiferença e finalmente entramos na sala. A prova foi bem pros dois ‘casais’, apesar de terem estudado pouco. Fomos comemorar no bar da esquina da faculdade, já eram 19h, tava escuro porque é inverno e anoitece cedo. Entramos, ficamos em pé no balcão e pedimos uma bebida forte. Num momento, Mariela e Hernán desaparecem e a gente começa a trocar umas risadas. O álcool tava me soltando e tive a ideia de perguntar pro Marcelo — Então você tá apaixonado por mim? Ele, com uma mistura de vergonha e raiva, responde — Esse Hernán é um idiota, não posso contar nada pra ele, exclama. De novo excitada, respondi — Você não tem coragem de me falar isso, mas tem coragem de me foder como uma puta e encher minha buceta de porra, não é? Ele só me olha e faz um sorrisinho na boca. Devagar, ele vai se aproximando e tenta me dar um beijo na frente de todo mundo. Desvio e falo no ouvido dele — Aqui não, vamos pro banheiro pelo menos. Os olhos dele se encheram de tesão, a mão dele soltou o copo e ele não se segurou, apertou com força minha bunda enquanto eu ia pro banheiro sem ninguém me ver. Fiquei esperando ele. Dentro de um dos boxes, quando vi ele entrar rápido no banheiro, colidindo em mim com um beijo profundo e me empurrando para dentro do compartimento. Não dava tempo pra muita preliminar, então ele rapidamente me virou, baixou minha calça e calcinha de uma vez, baixou a calça e a cueca dele do mesmo jeito e não demorou pra salivar a ponta da pica dele pra meter bem fundo na minha buceta. Tinham passado só algumas horas desde o que rolou de manhã, mas eu sentia que tava precisando da pica dele dentro de mim, me sentia vazia. A gente tava transando em silêncio, sabendo que tava num lugar público, quando de repente ele começa a diminuir o ritmo da metida e foca em salivar e enfiar um dedo no meu cu, e eu reajo com um gemido alto. Do box do lado, escuto a voz da Mariela (parece que tava trancada com o Hernán transando também) falando – Pili, é você? Tá bem? Eu não respondo, tiro a pica do Marce da minha buceta com toda vergonha, visto a calça e a calcinha rápido e saio correndo do banheiro. Uns segundos depois, encontro o Marce no balcão e ele pergunta – Tava te doendo? – Respondo – Não, adoro tudo que você faz comigo. – Ele sorri e propõe – Vamos pra casa do Hernán e continuamos o que começamos. – Assustada, respondo – Nem louca, imagina se o Hernán aparece com a Marie e veem você me comendo no sofá deles? – Ele dá uma gargalhada e responde – É, isso ia ser constrangedor. – Olho pra ele com os olhos brilhando e falo – Vamos pra minha casa, que é perto. – O rosto dele ilumina e ele balança a cabeça. Tava ficando tarde, era umas 21h e a Gaby tinha que chegar aqui às 23h30 (ela continua me contando). Chegamos no meu apê e, mal cruzamos a porta, começamos a nos beijar desesperadamente, levei ele pra minha cama, onde ele começou a me despir completamente. Eu fiz o mesmo com ele, quando baixei a cueca dele, notei a pica dele mais inchada e a cabeça Tava com o líquido pré-seminal prestes a escorrer. Não me segurei, me abaixei pra absorver o fluxo dizendo – Combinamos que ficava tudo dentro – sorri docemente pra ele, ele também sorriu, mas em poucos segundos a cara mudou porque me empolguei e comecei a chupar ela inteira olhando fixo pra ele. De repente, ele me levantou com muita sutileza e me deitou na cama de pernas abertas, deixando minha buceta encharcada à disposição da língua dele, que atacava sedenta. Me fez gozar mais uma vez e, sem falar nada, levantei ele e coloquei ele por cima de mim. Ele entendeu o recado e, dessa vez sem lubrificante, meteu até o fundo. Apesar do tesão e da força com que me penetrava, não gozava, na verdade continuava bombando com mais força, o que me deixava louca. De repente, ele para, tira o pau, saliva dois dedos e enfia no meu cu, eu reajo com um gemido forte, e ele responde com um beijo e desce pra chupar minha pussy mais uma vez. Nessa altura, minha vagina tava muito sensível, tinha tido ação o dia todo, mas não liguei. Quando me dei conta, ele tinha três dedos dilatando meu cu. Não demorou pra tirar, me colocar de quatro e começar a me penetrar devagar. Não doía quase nada, foi bem suave, quando tava tudo dentro, me abraçou por trás, acariciando meus peitos, e começou a bombar devagar. Tá doendo? Ele pergunta enquanto aumenta a intensidade, eu respondo entre gemidos – não, nada, isso é muito tasty. Ele começa a se mover violentamente de repente e enfia no fundão, descarregando o gozo com muita força. Já tava atrasada, então o momento de tranquilidade depois do sexo praticamente não existiu. Tirei o pau dele da minha booty e entrei no banho rápido. Saio do banho já trocada, e Marcelo já tava pronto pra sair. Entramos no elevador, ele começa a me tocar de novo, eu respondo tocando a cock dele, que já tava pronta pra outra batalha, e começou o jogo de línguas. Parei o elevador num andar intermediário e falei – Ok, mais uma vez, só porque preciso de você dentro de mim de novo. Ela não hesitou um segundo, me encostou no espelho, levantou a saia que eu tava, baixou minha calcinha fio dental e meteu de novo na minha pussy. Por sorte a investida dela durou pouco e ela despejou a última reserva de esperma dentro da minha buceta. Nos despedimos com um beijo e vim pra cá, Gaby.
– Foi isso que aconteceu. Me desculpa, me deixei levar pelo tesão. – Diz Pilar.
– Vira e deita. – Ordeno. Ela fica de bruços na cama. O cu dela, levemente dilatado, me excitou pra caralho. Me aproximei e enfiei a língua o mais fundo que pude, comecei a chupar e abrir ele de novo. Montei nela e meti inteiro. No começo ela fazia careta de dor, mas depois começou a ceder e a gozar até eu gozar dentro dela, embora tenha durado pouco – tava muito quente e não tinha tido a festa que a Pilar teve o dia inteiro.
Minha namorada me chifrou, mas graças a isso, ela se libertou. Valeu, Marce. CONTINUA…

5 comentários - Cómo me enteré que mi novia me hizo cornudo (pt2)

Cuando subirás alguna foto real de tu novia? Seguiremos esperamos otro relato con una Foto 😈
que buen relato loco, me leí los 4 ya. uff me hizo sacar leche 3 veces jajaja.