Desculpa a demora, tô com um trampo danado e queria contar tudo pra vocês. De novo, lembro que essas histórias são reais, vivi na minha adolescência e agora resolvi contar porque me excita pra caralho saber que vocês tão se excitando com elas.
Depois da tarde que passei com a Anabella, cheguei em casa e liguei pra Nora pra contar (ela tinha me pedido que depois de cada encontro eu contasse tudo porque isso a excitava, e enquanto eu contava ela se tocava e, se tivesse comigo, me chupava e se tocava enquanto eu contava). Mas já tinham contado pra ela. Ela me encheu o saco por causa do carro, falou que não podia a assistente dela andar de ônibus e que era algo que a gente tinha que resolver. Me perguntou como eu tinha me sentido, se tava confortável com a situação e se tava disposto a continuar. E a real é que sim, até enquanto eu falava com ela, meu pau já tinha ficado durasso, e eu falei pra ela. Ela mandou eu ir na casa dela pra transar e falar sobre o carro.
Demorei o mínimo possível pra chegar na casa dela e fomos direto pro quarto transar, sem trocar uma palavra nem nada. Foi o que se diz tirar a quentura. Acho que foi uma das poucas vezes que ela nem me chupou a pica. Depois de transar, ela falou que ia me dar um dos carros da empresa pra eu usar como motorista, mas também pra visitar as "clientes".
Tomei um banho e saí. Nessa hora, encontrei a Marcela, a vizinha dela. Ela vinha com um vestido longo florido e com sacolas.
M: Que sorte a minha encontrar um bombom desses.
Y: Oi, Marcelita, como cê tá?
M: Agora, muito melhor. Cê tá com pressa?
Y: Depende.
M: Tô sozinha. Meu marido tá viajando de novo e minha filha foi dormir na casa de uma amiga. Se você aceitar, quero você a noite toda pra mim. O que cê acha?
Y: Adoro, mas agora tenho chefa e você teria que acertar com ela.
M: Fica tranquilo, vem pra casa que eu cuido da sua chefiazinha.
Acompanhei ela até a casa e, mal entrou, ela se virou e me deu um beijo de lascar. Largou as sacolas num sofá e se... Soltou os ganchos do vestido, deixando ele cair no chão. Na minha frente apareceram aqueles peitos lindos e o corpo dela bem cheinho. Ela tava de conjunto de renda, não sensual, mas de mulher mais velha.
M: Tira a roupa, estranho. Quero ver essa rola.
Y: Me tira você, não gosta mais?
M: Mmmm, cê tem razão.
A Marce chegou perto de mim e começou a me beijar enquanto as mãos dela percorriam meu corpo, e as minhas já tinham começado a agarrar a bunda dela. Devagarzinho, foi tirando todas as roupas que tava usando, só deixou a cueca e aí se ajoelhou e começou a passar a língua por cima do volume, dando umas mordidinhas. Finalmente, levou as mãos na minha bunda e apertou forte, e depois, segurando pelas laterais, foi descendo devagar. Minha rola pulou direto na boca dela, que agarrou como se fosse uma presa, e começou a passar a língua por toda a extensão. A imagem daquela senhora de peitão ajoelhada me chupando, e ainda por cima sendo a mãe da novinha que sempre gostei, me deixava com muito tesão.
Depois de um tempo, a Marcela se levantou e foi até um sofá.
M: Senta, é minha vez de aproveitar.
Ela ficou na minha frente e começou a rebolar. Primeiro, soltou o sutiã e aqueles peitos lindos apareceram na minha frente. Ela se inclinou um pouquinho e eu comecei a chupar eles. Com um dos meus dedos, rocei a virilha dela. Tava encharcada, e aquele contato fez ela soltar um suspiro. Ela se endireitou de novo, virou o corpo, se inclinou pra frente me dando uma visão privilegiada da bunda dela e começou a descer a calcinha, até que na minha frente apareceu aquela bundona e a buceta dela, sem nada no meio. Ela andou uns passos pra trás e com as duas mãos abriu as nádegas. Entendi na hora o que ela queria e fui chupar a boceta dela. Não foram nem duas lambidas quando o corpo dela ficou todo tenso e começou a tremer, e logo em seguida ela empurrou meu corpo com as mãos, subiu em cima de mim e começou a me montar.
M: Ai, meu Deus, gato, como sua rola me dá tesão. Quero que você encha minha buceta de leite. Me dá o leite que a camisinha do meu marido otário não dá conta. Deus, Marce, vou gozar se você não parar
M: É isso que eu quero, goza logo em mim!
Não aguentei mais e comecei a gozar dentro da Marce ao mesmo tempo que ela gozava, e naquele momento aconteceu algo que me deixou gelado
“MÃE, NÃO ACREDITO EM VOCÊ, SUA VAGABUNDA! COITADO DO PAPAI!”
Em seguida, ouvi uma batida de porta. Marcela estava pálida, meu pau tinha murchado completamente, todas as minhas chances com a Jimena tinham ido embora, e pela primeira vez me arrependi de tudo que estava fazendo
M: Não acredito nessa garota! Se ela não ia voltar!
Y: Calma, Marce, vou embora, não se preocupa
M: É melhor assim, me desculpa, cara. Pelo menos a gente gozou
Y: De boa, resolve teu problema e me perdoa
M: Não tem o que perdoar, pega isso pra você
Ela me deu uns 1000 reais, vestiu o vestido rápido e foi pro quarto da filha. Eu me vesti o mais rápido que pude e vazei dali, xingando minha má sorte.
Já tinha andado umas quadras quando recebi uma mensagem da Jimena. Pensei: “Agora vem a porrada”.
“Oi, desculpa incomodar, acabei de passar por uma coisa horrível e ia me fazer bem uma conversa e uma cerveja, pode ser?”
Não entendia nada. Tinha esperança de que ela não tivesse me visto. Eu não tinha visto ela em nenhum momento, só ouvi. Mas, por outro lado, não sabia se não era uma armadilha pra me xingar pessoalmente. Decidi arriscar e falei pra ela me dar 10 minutos, que eu chegava em casa e passava pra buscá-la. Ela me deu um endereço, peguei o carro da minha mãe e fui buscá-la. Assim que ela subiu, começou a chorar e me abraçou. Mesmo sabendo o que tinha rolado, tive que fingir que não sabia de nada
Y: Jime, linda, o que aconteceu?
J: Minha mãe é uma puta, só isso
Y: Por que você diz isso? O que rolou de verdade?
J: Meu pai tá viajando, e eu ia dormir na casa de uma amiga, mas ela cancelou porque o namorado tava com a casa vazia. Aí voltei pra casa e encontrei minha mãe no living pelada em cima de um cara
Y: Não era seu pai?
J: Não, idiota, meu pai tá em Córdoba E além disso, nunca vou transar com a minha velha na sala, a puta tem um amante
Y: bom, calma, você falou com ela? – eu tava aliviado por um lado de saber que ela não tinha me visto –
J: não tenho nada pra conversar, problemas deles, e ainda nem estraguei a foda deles porque tenho certeza que tavam terminando quando cheguei
Y: haha bom, calma, o que você quer fazer?
J: vamos tomar alguma coisa, por favor, preciso espairecer
Fomos pra região de Olivos, a noite tava bonita e achei que era uma boa ideia ir tomar algo por lá, primeiro ficamos bebendo num barzinho e depois convidei ela pra jantar, a conversa a noite toda foi sobre besteiras e em nenhum momento com segundas intenções. Depois do jantar levei ela numa sorveteria muito conhecida da região de San Isidro e quando terminamos perguntei o que ela queria fazer
J: você vai achar que sou uma doida, mas podia ficar comigo essa noite?
Y: com você? Aonde?
J: onde você quiser, mas não quero ficar sozinha, vamos pra minha casa ou pra sua, ou até pra um hotel, eu pago se quiser
Y: não seja besta, onde você vai se sentir mais tranquila?
J: vamos pra minha casa, até porque minha mãe não tá em condições de me falar nada, mas não pensa mal, é só pra passar a noite
Y: calma, durmo no chão se precisar
J: você é um doce
Jime me deu um beijo na bochecha e fomos pra casa dela, eu tava completamente cagado de medo, não queria voltar lá mas o que ia fazer, quando chegamos ela me convidou pra entrar, fingi que nunca tinha estado na casa e me fiz de besta, nessa hora apareceu Marcela, a cara dela foi idêntica a quando mais cedo a Jimena tinha entrado e nos encontrado transando, por trás da Jime tentei fazer um sinal pra ela não meter os pés pelas mãos, aparentemente ela entendeu
M: Filha, voltou, tava preocupada
J: não seja cara de pau, quer? Certeza que deve ter continuado um bom tempo em cima daquele cara
M: não é o que você tá pensando, vamos conversar por favor
J: não quero conversar, e ainda não me faça passar vergonha na frente de Meus amigos, por favor, vou pro meu quarto, tchau.
A Jime me pegou pela mão e me levou direto pro quarto dela, me fez entrar e bateu a porta com força, trancando. O que me surpreendeu no quarto dela foi que era quase uma cópia do meu, cheio de figuras e pôsteres de Star Wars, isso me deixou louco. Era um quarto quase tão grande quanto o da mãe, com banheiro próprio, móveis modernos, uma TV grande pra época e uma cama de casal.
J: Desculpa por isso, mas enfim, você já conheceu a puta da minha mãe.
Y: Não me peça desculpas e não fala assim dela, você não sabe por que ela fez isso.
J: Não defende ela, e sim, eu sei por que ela deve ter feito isso. É porque meu pai não deve tá comendo ela, mas que vá pra um hotel, não aqui em casa. Ela é uma falsa.
Y: Por que ela é uma falsa?
J: Vou te confessar uma coisa? Você é o primeiro cara que entra na minha casa e no meu quarto.
Y: Como assim o primeiro? Eu lembro que você tinha namorado.
J: Vejo que você me vigiava, hahaha. Sim, eu tinha namorado, mas ele nunca deixou eu vir pra casa, nem deixava meus primos entrarem no meu quarto. Mas ela vai e dá pra amante dela na sala.
Y: Bom, calma, agora a gente tá aqui. O que você quer fazer?
J: Vamos ver um filme? Não te incomoda?
Y: De jeito nenhum.
J: Fica aqui, vou pegar umas coisas e volto.
A Jime saiu do quarto e eu fiquei sentado na cama pensando. Nessa hora, vi a Marcela parada na porta do quarto.
M: O que você tá fazendo aqui? Como conhece minha filha?
Y: Calma, ela não sabe quem eu sou, e eu conheço ela da escola. Não vou fazer nada com ela, não se preocupa.
M: Mesmo assim, não tô em condições de te falar nada. Só peço que cuide dela, ela é boa, não machuca ela.
Y: Fica tranquila.
J: MÃE! O que você tá fazendo? Sai daqui, vê se ainda quer pegar meu amigo também.
M: Jimena, pelo amor, me respeita, não fala assim comigo.
J: Se preocupa em ser respeitada, tchau.
A Jime bateu a porta com força e trancou de novo. Ela trouxe uma bandeja com uma garrafa de Coca, copos, biscoitos e batata frita, e umas roupas.
J: Desculpa, mas ela me fez sofrer, e agora eu quero. que ela sofra. Toma, trouxe umas roupas do meu velho pra você usar pra dormir, se quiser.
Y: Valeu, e fica tranquila, sem problemas.
J: Se quiser, vai se trocar no banheiro que eu também aproveito e me troco.
Y: Beleza, já volto.
J: O banheiro é um bagaço, mas fazer o quê, não costumo receber visitas.
Y: Hahaha, relaxa, não sou o rei da organização.
Entrei no banheiro e, como ela disse, era um caos. Fechei a porta e apareceu o cesto de roupa suja, e em cima dele umas calcinhas, duas tangas e uma culote de renda. Minha pica explodiu de saber que ela usava essas roupas, mas tinha que me controlar, não queria ficar na dela como um punheteiro. Peguei a roupa que ela me deu e me troquei: era um short da Adidas e uma camiseta preta largona que cobria boa parte do short. Deixei a porta entreaberta e avisei a Jime que ia sair. Ela pediu pra eu dar um segundo, mas consegui ver ela de costas. Tava vestindo só uma calça de moletom de pijama que marcava toda a bunda dela, e as costas completamente limpas, ainda não tinha colocado nada, só parte do corpo coberta pelo cabelo dela. E de novo uma referência a Star Wars: na omoplata dela, tatuado o escudo dos rebeldes. Ela se aproximou da cômoda que tava na frente da cama e eu pude ver de perfil os peitos dela. Sempre os imaginei por baixo da roupa, eram grandes, mas diferentes dos da mãe dela. Eram redondos, tipo duas toranjas enormes que caíam sobre o corpo. Pegou na cômoda um frasco de perfume, passou um pouquinho no pescoço e nos pulsos, e o que me deixou louco foi que ela jogou um pouquinho entre os peitos. Abriu a gaveta, tirou uma camiseta e vestiu. Olhou no espelho e falou sozinha: "Você é gostosa, não esquece. Ele vai gostar de você, não esquece." Só aí descobri a insegurança que aquela mina linda tinha, mas era uma insegurança que a tornava humana. Sempre a vi como a garota forte, com uma armadura que enfrentava tudo, e no fundo não passava de uma mina com seus medos. Imaginei que ela fosse se virar e eu seria descoberto, então me virei pra dentro. do banheiro, bem na hora em que ela me disse pra sair
Y: se me dissessem que eu ia acabar passando a noite com uma mina tão gostosa, não teria acreditado
J: você é um idiota, mas pelo menos me arranca um sorriso
Y: bom, o que você quer fazer, gatinha?
J: sei lá, a gente não ia ver um filme?
Y: verdade! O que a gente assiste?
J: você gosta de Star Wars, né? Porque vi como você ficou olhando minhas figuras, é isso ou você achou que sou uma nerd idiota… por favor, me diz que gosta, senão mente pra mim kkk
Y: sou fanático por Star Wars, meu cachorro se chama Chewbacca
J: kkkkk morri de fofura, bom, se quiser a gente pode ver algum, ganhei os DVDs de aniversário e ainda não estreiei
Y: não precisa falar mais, Star Wars vai ser
A gente se jogou na cama e começou a ver o filme, quando fomos ver já eram umas 4 da manhã e tínhamos visto 3 filmes
J: apagamos?
Y: bora dormir, senão amanhã vou ser um zumbi e sua vizinha vai me mandar embora
J: minha vizinha! Essa deve ser a que enche a cabeça da minha mãe, vive com uns putinhos kkkk
Y: é mesmo?
J: sim, nunca vi ela, mas sempre escuto ela sendo comida, de certa forma tenho inveja, hoje à tarde antes de sair ouvi a trepada que levaram, gritou pra caralho
Y: kkkkk você é exagerada – por dentro eu me sentia um louco porque sabia que tinha sido eu quem comeu ela – quer que eu durma no chão?
J: não seja bobo, fica na cama, se quiser tira o short pra ficar mais confortável, a camiseta é comprida
Y: bom, não queria te incomodar
J: de jeito nenhum
Tirei a calça e fiquei de cueca, me deitei do lado dela, os dois de barriga pra cima e começamos a conversar sobre várias coisas
J: desculpa se na escola fui tão grossa
Y: quem disse que você foi grossa?
J: outro dia quando falei que não te conhecia, fingi demência, mas lembrava muito bem de você, um dia você veio falar comigo, parecia um pintinho molhado, e eu te tratei como um pitbull kkk
Y: bom, você foi malvada, mas Você era uma garota do último ano e eu um cara chato
J: um cara chato bonitinho
Y: quem é a tonta agora haha
J: é a real, e além de bonitinho, fã de Star Wars, sabia que tenho uma tatuagem?
Y: não, onde?
J: nas costas, olha
Jime se virou e acendeu o abajur da mesinha de cabeceira, levantou a camiseta e apareceu a tatuagem e todas as suas costas, e pra piorar, ela pegou o cabelo e prendeu pra frente de um jeito que tampava os peitos, mas deixava tudo ainda mais sensual. Algo nasceu dentro de mim e instintivamente levei minha mão até a tatuagem, mas mal toquei com a ponta do dedo, um arrepio percorreu o corpo dela e notei como a pele se arrepiou, só ouvi um pequeno "mmm" saindo da boca dela. Minha mão agia sozinha, eu não tinha controle, e aquele dedo que antes tinha pousado na tatuagem foi para o lado do corpo dela e começou a descer até chegar no quadril, no limite que o elástico da calça de moletom colocava, e subiu de novo
Y: que linda a tatuagem
J: era só pra olhar
Y: desculpa, não quis
J: não para, eu gosto, carinho é bom
Isso foi como um sinal verde e voltei a acariciá-la, levei meus lábios até as costas dela e outro arrepio a percorreu, aquele pequeno "mmm" que eu tinha ouvido antes virou um suspiro. De repente, Jime se virou, ficou de frente pra mim, os olhos claros dela me olhavam, e a boca dela estava a centímetros, eu sentia o calor da respiração dela. Não teve palavras, direto a beijei, a mão dela foi para a minha nuca, enquanto a minha voltou a percorrer as costas dela. Não sei como ela fez, mas de repente ela estava pelada e a mão dela percorria todo o meu corpo. Peguei o elástico da calça de moletom dela e quis puxar pra baixo, mas encontrei resistência do corpo dela apoiado na cama, ela sem parar de me beijar levantou a bunda e baixou a calça junto com a calcinha e ficou completamente nua na minha frente. Parei de beijá-la pra admirar, o corpo dela era o que eu sempre tinha sonhado, na minha frente estavam agora os dois peitos dela, que eram bem grandes com uns mamilos lindos, ela não era magra, mas também não era gorda A gorda tinha um corpo normal, e na buceta dela tinha pelos, mas bem aparados. Me chamou a atenção que eles eram ruivos, sendo que ela sempre foi morena.
J: Gostou?
Y: Muito
J: Me deseja?
Y: Demais
J: Você me gusta e me deseja, me faz gozar, por favor
Foram ordens. Voltei a beijar ela e fui descendo, me entretive chupando aqueles dois peitos lindos, o cheiro do perfume era hipnótico, pra depois continuar descendo até chegar na buceta dela. Primeiro aproximei meu nariz, tinha um cheiro especial, doce, tipo baunilha. Dei um beijo nos lábios dela e depois passei minha língua da base até o clitóris. As mãos dela agarraram minha cabeça e o quadril dela se levantou. Fiquei um tempão chupando ela, os gemidos dela cada vez mais fortes. De repente, ela se tensionou e começou a gozar, mas foi diferente de tudo. Quando parecia que o corpo dela relaxava, um orgasmo a invadia de novo, e logo outro, e assim até que finalmente o corpo dela relaxou.
J: Fazia tempo que não gozava assim, meu Deus, obrigada
Y: Obrigado a você, sempre sonhei em estar entre as suas pernas
J: E só vai fazer isso?
Y: Vou fazer o que você pedir
J: Me faz amor
Voltei a subir e, enquanto parava pra chupar os peitos dela, as mãos dela agarraram minha cueca e puxaram pra baixo. A mão dela agarrou meu pau bem na hora que meus lábios se aproximavam dos dela, e eles se tocaram no momento em que meu pau encostou nos lábios da buceta dela. O calor que saía de lá era enorme e, enquanto a beijava, fui penetrando ela bem devagar. As mãos dela apertavam minha bunda, marcando as unhas nas minhas nádegas. Quando finalmente estava completamente dentro dela, a força que os dedos dela faziam na minha bunda era tanta que eu tinha certeza que ia me machucar, pelo menos me marcar. Não teve conversa, diretamente enquanto nos beijávamos, comecei a me mover dentro dela bem devagar. Uma das mãos dela largou minha bunda, subia e descia pelas minhas costas. Quando nossos lábios se separavam, era pra beijar meu pescoço, o dela e os peitos dela. No meu ouvido, ela pedia pra eu não parar, que ela estava... Tô curtindo pra caralho. Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas ela gozou de novo, igual quando tava chupando ele, e eu não aguentava mais. Ela sussurrou no meu ouvido que queria me sentir, que eu me deixasse levar, e isso fez com que eu finalmente gozasse dentro dela. A gente continuou se beijando um tempão, até que meu pau foi perdendo a força e saiu daquele lugar tão gostoso. Ela me deu um beijo e virou de lado, eu abracei ela e a gente dormiu pelados, satisfeitos, juntos.
Prometo que amanhã continuo contando. Espero que vocês tenham gostado.
Depois da tarde que passei com a Anabella, cheguei em casa e liguei pra Nora pra contar (ela tinha me pedido que depois de cada encontro eu contasse tudo porque isso a excitava, e enquanto eu contava ela se tocava e, se tivesse comigo, me chupava e se tocava enquanto eu contava). Mas já tinham contado pra ela. Ela me encheu o saco por causa do carro, falou que não podia a assistente dela andar de ônibus e que era algo que a gente tinha que resolver. Me perguntou como eu tinha me sentido, se tava confortável com a situação e se tava disposto a continuar. E a real é que sim, até enquanto eu falava com ela, meu pau já tinha ficado durasso, e eu falei pra ela. Ela mandou eu ir na casa dela pra transar e falar sobre o carro.
Demorei o mínimo possível pra chegar na casa dela e fomos direto pro quarto transar, sem trocar uma palavra nem nada. Foi o que se diz tirar a quentura. Acho que foi uma das poucas vezes que ela nem me chupou a pica. Depois de transar, ela falou que ia me dar um dos carros da empresa pra eu usar como motorista, mas também pra visitar as "clientes".
Tomei um banho e saí. Nessa hora, encontrei a Marcela, a vizinha dela. Ela vinha com um vestido longo florido e com sacolas.
M: Que sorte a minha encontrar um bombom desses.
Y: Oi, Marcelita, como cê tá?
M: Agora, muito melhor. Cê tá com pressa?
Y: Depende.
M: Tô sozinha. Meu marido tá viajando de novo e minha filha foi dormir na casa de uma amiga. Se você aceitar, quero você a noite toda pra mim. O que cê acha?
Y: Adoro, mas agora tenho chefa e você teria que acertar com ela.
M: Fica tranquilo, vem pra casa que eu cuido da sua chefiazinha.
Acompanhei ela até a casa e, mal entrou, ela se virou e me deu um beijo de lascar. Largou as sacolas num sofá e se... Soltou os ganchos do vestido, deixando ele cair no chão. Na minha frente apareceram aqueles peitos lindos e o corpo dela bem cheinho. Ela tava de conjunto de renda, não sensual, mas de mulher mais velha.
M: Tira a roupa, estranho. Quero ver essa rola.
Y: Me tira você, não gosta mais?
M: Mmmm, cê tem razão.
A Marce chegou perto de mim e começou a me beijar enquanto as mãos dela percorriam meu corpo, e as minhas já tinham começado a agarrar a bunda dela. Devagarzinho, foi tirando todas as roupas que tava usando, só deixou a cueca e aí se ajoelhou e começou a passar a língua por cima do volume, dando umas mordidinhas. Finalmente, levou as mãos na minha bunda e apertou forte, e depois, segurando pelas laterais, foi descendo devagar. Minha rola pulou direto na boca dela, que agarrou como se fosse uma presa, e começou a passar a língua por toda a extensão. A imagem daquela senhora de peitão ajoelhada me chupando, e ainda por cima sendo a mãe da novinha que sempre gostei, me deixava com muito tesão.
Depois de um tempo, a Marcela se levantou e foi até um sofá.
M: Senta, é minha vez de aproveitar.
Ela ficou na minha frente e começou a rebolar. Primeiro, soltou o sutiã e aqueles peitos lindos apareceram na minha frente. Ela se inclinou um pouquinho e eu comecei a chupar eles. Com um dos meus dedos, rocei a virilha dela. Tava encharcada, e aquele contato fez ela soltar um suspiro. Ela se endireitou de novo, virou o corpo, se inclinou pra frente me dando uma visão privilegiada da bunda dela e começou a descer a calcinha, até que na minha frente apareceu aquela bundona e a buceta dela, sem nada no meio. Ela andou uns passos pra trás e com as duas mãos abriu as nádegas. Entendi na hora o que ela queria e fui chupar a boceta dela. Não foram nem duas lambidas quando o corpo dela ficou todo tenso e começou a tremer, e logo em seguida ela empurrou meu corpo com as mãos, subiu em cima de mim e começou a me montar.
M: Ai, meu Deus, gato, como sua rola me dá tesão. Quero que você encha minha buceta de leite. Me dá o leite que a camisinha do meu marido otário não dá conta. Deus, Marce, vou gozar se você não parar
M: É isso que eu quero, goza logo em mim!
Não aguentei mais e comecei a gozar dentro da Marce ao mesmo tempo que ela gozava, e naquele momento aconteceu algo que me deixou gelado
“MÃE, NÃO ACREDITO EM VOCÊ, SUA VAGABUNDA! COITADO DO PAPAI!”
Em seguida, ouvi uma batida de porta. Marcela estava pálida, meu pau tinha murchado completamente, todas as minhas chances com a Jimena tinham ido embora, e pela primeira vez me arrependi de tudo que estava fazendo
M: Não acredito nessa garota! Se ela não ia voltar!
Y: Calma, Marce, vou embora, não se preocupa
M: É melhor assim, me desculpa, cara. Pelo menos a gente gozou
Y: De boa, resolve teu problema e me perdoa
M: Não tem o que perdoar, pega isso pra você
Ela me deu uns 1000 reais, vestiu o vestido rápido e foi pro quarto da filha. Eu me vesti o mais rápido que pude e vazei dali, xingando minha má sorte.
Já tinha andado umas quadras quando recebi uma mensagem da Jimena. Pensei: “Agora vem a porrada”.
“Oi, desculpa incomodar, acabei de passar por uma coisa horrível e ia me fazer bem uma conversa e uma cerveja, pode ser?”
Não entendia nada. Tinha esperança de que ela não tivesse me visto. Eu não tinha visto ela em nenhum momento, só ouvi. Mas, por outro lado, não sabia se não era uma armadilha pra me xingar pessoalmente. Decidi arriscar e falei pra ela me dar 10 minutos, que eu chegava em casa e passava pra buscá-la. Ela me deu um endereço, peguei o carro da minha mãe e fui buscá-la. Assim que ela subiu, começou a chorar e me abraçou. Mesmo sabendo o que tinha rolado, tive que fingir que não sabia de nada
Y: Jime, linda, o que aconteceu?
J: Minha mãe é uma puta, só isso
Y: Por que você diz isso? O que rolou de verdade?
J: Meu pai tá viajando, e eu ia dormir na casa de uma amiga, mas ela cancelou porque o namorado tava com a casa vazia. Aí voltei pra casa e encontrei minha mãe no living pelada em cima de um cara
Y: Não era seu pai?
J: Não, idiota, meu pai tá em Córdoba E além disso, nunca vou transar com a minha velha na sala, a puta tem um amante
Y: bom, calma, você falou com ela? – eu tava aliviado por um lado de saber que ela não tinha me visto –
J: não tenho nada pra conversar, problemas deles, e ainda nem estraguei a foda deles porque tenho certeza que tavam terminando quando cheguei
Y: haha bom, calma, o que você quer fazer?
J: vamos tomar alguma coisa, por favor, preciso espairecer
Fomos pra região de Olivos, a noite tava bonita e achei que era uma boa ideia ir tomar algo por lá, primeiro ficamos bebendo num barzinho e depois convidei ela pra jantar, a conversa a noite toda foi sobre besteiras e em nenhum momento com segundas intenções. Depois do jantar levei ela numa sorveteria muito conhecida da região de San Isidro e quando terminamos perguntei o que ela queria fazer
J: você vai achar que sou uma doida, mas podia ficar comigo essa noite?
Y: com você? Aonde?
J: onde você quiser, mas não quero ficar sozinha, vamos pra minha casa ou pra sua, ou até pra um hotel, eu pago se quiser
Y: não seja besta, onde você vai se sentir mais tranquila?
J: vamos pra minha casa, até porque minha mãe não tá em condições de me falar nada, mas não pensa mal, é só pra passar a noite
Y: calma, durmo no chão se precisar
J: você é um doce
Jime me deu um beijo na bochecha e fomos pra casa dela, eu tava completamente cagado de medo, não queria voltar lá mas o que ia fazer, quando chegamos ela me convidou pra entrar, fingi que nunca tinha estado na casa e me fiz de besta, nessa hora apareceu Marcela, a cara dela foi idêntica a quando mais cedo a Jimena tinha entrado e nos encontrado transando, por trás da Jime tentei fazer um sinal pra ela não meter os pés pelas mãos, aparentemente ela entendeu
M: Filha, voltou, tava preocupada
J: não seja cara de pau, quer? Certeza que deve ter continuado um bom tempo em cima daquele cara
M: não é o que você tá pensando, vamos conversar por favor
J: não quero conversar, e ainda não me faça passar vergonha na frente de Meus amigos, por favor, vou pro meu quarto, tchau.
A Jime me pegou pela mão e me levou direto pro quarto dela, me fez entrar e bateu a porta com força, trancando. O que me surpreendeu no quarto dela foi que era quase uma cópia do meu, cheio de figuras e pôsteres de Star Wars, isso me deixou louco. Era um quarto quase tão grande quanto o da mãe, com banheiro próprio, móveis modernos, uma TV grande pra época e uma cama de casal.
J: Desculpa por isso, mas enfim, você já conheceu a puta da minha mãe.
Y: Não me peça desculpas e não fala assim dela, você não sabe por que ela fez isso.
J: Não defende ela, e sim, eu sei por que ela deve ter feito isso. É porque meu pai não deve tá comendo ela, mas que vá pra um hotel, não aqui em casa. Ela é uma falsa.
Y: Por que ela é uma falsa?
J: Vou te confessar uma coisa? Você é o primeiro cara que entra na minha casa e no meu quarto.
Y: Como assim o primeiro? Eu lembro que você tinha namorado.
J: Vejo que você me vigiava, hahaha. Sim, eu tinha namorado, mas ele nunca deixou eu vir pra casa, nem deixava meus primos entrarem no meu quarto. Mas ela vai e dá pra amante dela na sala.
Y: Bom, calma, agora a gente tá aqui. O que você quer fazer?
J: Vamos ver um filme? Não te incomoda?
Y: De jeito nenhum.
J: Fica aqui, vou pegar umas coisas e volto.
A Jime saiu do quarto e eu fiquei sentado na cama pensando. Nessa hora, vi a Marcela parada na porta do quarto.
M: O que você tá fazendo aqui? Como conhece minha filha?
Y: Calma, ela não sabe quem eu sou, e eu conheço ela da escola. Não vou fazer nada com ela, não se preocupa.
M: Mesmo assim, não tô em condições de te falar nada. Só peço que cuide dela, ela é boa, não machuca ela.
Y: Fica tranquila.
J: MÃE! O que você tá fazendo? Sai daqui, vê se ainda quer pegar meu amigo também.
M: Jimena, pelo amor, me respeita, não fala assim comigo.
J: Se preocupa em ser respeitada, tchau.
A Jime bateu a porta com força e trancou de novo. Ela trouxe uma bandeja com uma garrafa de Coca, copos, biscoitos e batata frita, e umas roupas.
J: Desculpa, mas ela me fez sofrer, e agora eu quero. que ela sofra. Toma, trouxe umas roupas do meu velho pra você usar pra dormir, se quiser.
Y: Valeu, e fica tranquila, sem problemas.
J: Se quiser, vai se trocar no banheiro que eu também aproveito e me troco.
Y: Beleza, já volto.
J: O banheiro é um bagaço, mas fazer o quê, não costumo receber visitas.
Y: Hahaha, relaxa, não sou o rei da organização.
Entrei no banheiro e, como ela disse, era um caos. Fechei a porta e apareceu o cesto de roupa suja, e em cima dele umas calcinhas, duas tangas e uma culote de renda. Minha pica explodiu de saber que ela usava essas roupas, mas tinha que me controlar, não queria ficar na dela como um punheteiro. Peguei a roupa que ela me deu e me troquei: era um short da Adidas e uma camiseta preta largona que cobria boa parte do short. Deixei a porta entreaberta e avisei a Jime que ia sair. Ela pediu pra eu dar um segundo, mas consegui ver ela de costas. Tava vestindo só uma calça de moletom de pijama que marcava toda a bunda dela, e as costas completamente limpas, ainda não tinha colocado nada, só parte do corpo coberta pelo cabelo dela. E de novo uma referência a Star Wars: na omoplata dela, tatuado o escudo dos rebeldes. Ela se aproximou da cômoda que tava na frente da cama e eu pude ver de perfil os peitos dela. Sempre os imaginei por baixo da roupa, eram grandes, mas diferentes dos da mãe dela. Eram redondos, tipo duas toranjas enormes que caíam sobre o corpo. Pegou na cômoda um frasco de perfume, passou um pouquinho no pescoço e nos pulsos, e o que me deixou louco foi que ela jogou um pouquinho entre os peitos. Abriu a gaveta, tirou uma camiseta e vestiu. Olhou no espelho e falou sozinha: "Você é gostosa, não esquece. Ele vai gostar de você, não esquece." Só aí descobri a insegurança que aquela mina linda tinha, mas era uma insegurança que a tornava humana. Sempre a vi como a garota forte, com uma armadura que enfrentava tudo, e no fundo não passava de uma mina com seus medos. Imaginei que ela fosse se virar e eu seria descoberto, então me virei pra dentro. do banheiro, bem na hora em que ela me disse pra sair
Y: se me dissessem que eu ia acabar passando a noite com uma mina tão gostosa, não teria acreditado
J: você é um idiota, mas pelo menos me arranca um sorriso
Y: bom, o que você quer fazer, gatinha?
J: sei lá, a gente não ia ver um filme?
Y: verdade! O que a gente assiste?
J: você gosta de Star Wars, né? Porque vi como você ficou olhando minhas figuras, é isso ou você achou que sou uma nerd idiota… por favor, me diz que gosta, senão mente pra mim kkk
Y: sou fanático por Star Wars, meu cachorro se chama Chewbacca
J: kkkkk morri de fofura, bom, se quiser a gente pode ver algum, ganhei os DVDs de aniversário e ainda não estreiei
Y: não precisa falar mais, Star Wars vai ser
A gente se jogou na cama e começou a ver o filme, quando fomos ver já eram umas 4 da manhã e tínhamos visto 3 filmes
J: apagamos?
Y: bora dormir, senão amanhã vou ser um zumbi e sua vizinha vai me mandar embora
J: minha vizinha! Essa deve ser a que enche a cabeça da minha mãe, vive com uns putinhos kkkk
Y: é mesmo?
J: sim, nunca vi ela, mas sempre escuto ela sendo comida, de certa forma tenho inveja, hoje à tarde antes de sair ouvi a trepada que levaram, gritou pra caralho
Y: kkkkk você é exagerada – por dentro eu me sentia um louco porque sabia que tinha sido eu quem comeu ela – quer que eu durma no chão?
J: não seja bobo, fica na cama, se quiser tira o short pra ficar mais confortável, a camiseta é comprida
Y: bom, não queria te incomodar
J: de jeito nenhum
Tirei a calça e fiquei de cueca, me deitei do lado dela, os dois de barriga pra cima e começamos a conversar sobre várias coisas
J: desculpa se na escola fui tão grossa
Y: quem disse que você foi grossa?
J: outro dia quando falei que não te conhecia, fingi demência, mas lembrava muito bem de você, um dia você veio falar comigo, parecia um pintinho molhado, e eu te tratei como um pitbull kkk
Y: bom, você foi malvada, mas Você era uma garota do último ano e eu um cara chato
J: um cara chato bonitinho
Y: quem é a tonta agora haha
J: é a real, e além de bonitinho, fã de Star Wars, sabia que tenho uma tatuagem?
Y: não, onde?
J: nas costas, olha
Jime se virou e acendeu o abajur da mesinha de cabeceira, levantou a camiseta e apareceu a tatuagem e todas as suas costas, e pra piorar, ela pegou o cabelo e prendeu pra frente de um jeito que tampava os peitos, mas deixava tudo ainda mais sensual. Algo nasceu dentro de mim e instintivamente levei minha mão até a tatuagem, mas mal toquei com a ponta do dedo, um arrepio percorreu o corpo dela e notei como a pele se arrepiou, só ouvi um pequeno "mmm" saindo da boca dela. Minha mão agia sozinha, eu não tinha controle, e aquele dedo que antes tinha pousado na tatuagem foi para o lado do corpo dela e começou a descer até chegar no quadril, no limite que o elástico da calça de moletom colocava, e subiu de novo
Y: que linda a tatuagem
J: era só pra olhar
Y: desculpa, não quis
J: não para, eu gosto, carinho é bom
Isso foi como um sinal verde e voltei a acariciá-la, levei meus lábios até as costas dela e outro arrepio a percorreu, aquele pequeno "mmm" que eu tinha ouvido antes virou um suspiro. De repente, Jime se virou, ficou de frente pra mim, os olhos claros dela me olhavam, e a boca dela estava a centímetros, eu sentia o calor da respiração dela. Não teve palavras, direto a beijei, a mão dela foi para a minha nuca, enquanto a minha voltou a percorrer as costas dela. Não sei como ela fez, mas de repente ela estava pelada e a mão dela percorria todo o meu corpo. Peguei o elástico da calça de moletom dela e quis puxar pra baixo, mas encontrei resistência do corpo dela apoiado na cama, ela sem parar de me beijar levantou a bunda e baixou a calça junto com a calcinha e ficou completamente nua na minha frente. Parei de beijá-la pra admirar, o corpo dela era o que eu sempre tinha sonhado, na minha frente estavam agora os dois peitos dela, que eram bem grandes com uns mamilos lindos, ela não era magra, mas também não era gorda A gorda tinha um corpo normal, e na buceta dela tinha pelos, mas bem aparados. Me chamou a atenção que eles eram ruivos, sendo que ela sempre foi morena.
J: Gostou?
Y: Muito
J: Me deseja?
Y: Demais
J: Você me gusta e me deseja, me faz gozar, por favor
Foram ordens. Voltei a beijar ela e fui descendo, me entretive chupando aqueles dois peitos lindos, o cheiro do perfume era hipnótico, pra depois continuar descendo até chegar na buceta dela. Primeiro aproximei meu nariz, tinha um cheiro especial, doce, tipo baunilha. Dei um beijo nos lábios dela e depois passei minha língua da base até o clitóris. As mãos dela agarraram minha cabeça e o quadril dela se levantou. Fiquei um tempão chupando ela, os gemidos dela cada vez mais fortes. De repente, ela se tensionou e começou a gozar, mas foi diferente de tudo. Quando parecia que o corpo dela relaxava, um orgasmo a invadia de novo, e logo outro, e assim até que finalmente o corpo dela relaxou.
J: Fazia tempo que não gozava assim, meu Deus, obrigada
Y: Obrigado a você, sempre sonhei em estar entre as suas pernas
J: E só vai fazer isso?
Y: Vou fazer o que você pedir
J: Me faz amor
Voltei a subir e, enquanto parava pra chupar os peitos dela, as mãos dela agarraram minha cueca e puxaram pra baixo. A mão dela agarrou meu pau bem na hora que meus lábios se aproximavam dos dela, e eles se tocaram no momento em que meu pau encostou nos lábios da buceta dela. O calor que saía de lá era enorme e, enquanto a beijava, fui penetrando ela bem devagar. As mãos dela apertavam minha bunda, marcando as unhas nas minhas nádegas. Quando finalmente estava completamente dentro dela, a força que os dedos dela faziam na minha bunda era tanta que eu tinha certeza que ia me machucar, pelo menos me marcar. Não teve conversa, diretamente enquanto nos beijávamos, comecei a me mover dentro dela bem devagar. Uma das mãos dela largou minha bunda, subia e descia pelas minhas costas. Quando nossos lábios se separavam, era pra beijar meu pescoço, o dela e os peitos dela. No meu ouvido, ela pedia pra eu não parar, que ela estava... Tô curtindo pra caralho. Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas ela gozou de novo, igual quando tava chupando ele, e eu não aguentava mais. Ela sussurrou no meu ouvido que queria me sentir, que eu me deixasse levar, e isso fez com que eu finalmente gozasse dentro dela. A gente continuou se beijando um tempão, até que meu pau foi perdendo a força e saiu daquele lugar tão gostoso. Ela me deu um beijo e virou de lado, eu abracei ela e a gente dormiu pelados, satisfeitos, juntos.
Prometo que amanhã continuo contando. Espero que vocês tenham gostado.
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