Minha Vizinha Gostosa

Me apresento de novo, sou um jovem de 27 anos, 1,80m, corpo normal. Tinha me mudado há pouco tempo para um condomínio pequeno no centro da cidade, com 3 torres, cada uma de 3 andares e 2 apartamentos por andar. Entre trabalho e outras coisas, não tinha tido tempo de conhecer meus vizinhos, que em geral eram pessoas mais velhas. Sabia que no apartamento ao lado morava um casal jovem, uns 28 anos mais ou menos. Já os tinha ouvido e visto de passagem, só trocando um "oi" e nada mais.

Uma noite de chuva, eu voltava de uma festa meio alterado pelo álcool, por volta das 3h da manhã. Ao chegar no meu andar, vejo minha vizinha — uma gatinha de 1,70m, magrinha, peitos bonitos — sentada na escada, toda encharcada e chorando. Como eu estava meio alterado, perguntei se ela tinha ficado pra fora do apartamento. Ela só me olhou por entre o cabelo molhado e não respondeu nada. Parei na minha porta e, enquanto abria, disse: "Bom, se for isso, pode entrar pra tomar um café". De novo, ela não disse nada, então só entrei no meu apartamento.

Animado pela festa de onde vinha, sentei pra tomar uma cerveja na sala enquanto ouvia a chuva. De repente, ouço minha vizinha falando ao telefone, bem chateada e triste. Não prestei muita atenção no que ela dizia, já que não tinha me respondido quando cheguei. Estava me levantando pra pegar outra cerveja quando batem na minha porta. Era minha vizinha. Ao abrir, ela pergunta: "Ainda tá disponível aquele café?". Olhei pra ela e só fiz um sinal pra que entrasse. Observei enquanto ela caminhava e ofereci meu banheiro pra que pudesse se secar e umas roupas. Ela agradeceu, entrou no banheiro e se trocou. Ao sair, me perguntou se podia trocar o café por uma cerveja. Claramente, não tive outra opção. Perguntei o que tinha acontecido, que ela estava tão triste. Ela me contou que tinha encontrado o namorado beijando outra garota na festa onde estavam, e ela foi embora. Mas ele tinha as chaves do apartamento e tinha dito que tinha ido pra casa de... a mãe dela, então ela não teve escolha a não ser aceitar minha boa vontade, continuamos a noite bebendo muitas cervejas até perceber que minha vizinha já estava super à vontade e com confiança, ela me dizia que não entendia por que o namorado beijava outra se ela satisfazia todos os seus prazeres detalhadamente: chupava ele, entregava a bunda, deixava ele gozar dentro da boca dela e usava a palavra: buceta além de enviar fotos nua, eu surpreso com tudo que ela me contava só pensava que ela era uma verdadeira puta na cama, minha vizinha, depois disso ela fica me olhando, se vira, fica de quatro e me pergunta... "você gosta da minha bunda?"... eu meio surpreso digo que sim, ela se levanta e vai ao banheiro, ao sair estava sem calça e só com minha camiseta que meio que cobria sua bunda "me sinto mais confortável agora sabendo que você gosta da minha bunda, eu gosto que me olhem" eu não conseguia tirar meus olhos das pernas dela e do que dava para ver a mais, a situação estava bem quente, continuamos bebendo como se nada tivesse acontecido, ela notava que meu volume era evidente e gostava disso, depois de um tempo ela comenta "não sei por que deveria continuar sofrendo por causa daquele idiota do meu namorado se, sendo a puta que eu sou, qualquer homem me comeria" eu olhei para ela e respondi "qualquer um gostaria de te ter e te comer" ela se aproximou, tirou a camiseta deixando à mostra seus peitos brancos e rosados "você me comeria, por exemplo?" ela disse... eu peguei sua cabeça e plantei um beijo que a fez tremer, ela sentou em cima de mim, minhas mãos percorriam cada canto daquele corpo, seus peitos, sua bunda e suas costas, ela se afasta e tira minhas calças, ao ver meu pau ereto abriu a boca e o engoliu de uma vez, cuspia, passava a língua e fazia ânsias mostrando como era boa chupando, depois de um tempo ela se levantou, tirou sua pouca e quase nenhuma roupa íntima que tinha e começou a esfregar sua vagina quente e úmida no meu pau aumentando o desejo e a excitação, me olhou fixamente e com um único movimento enfiou meu pau na sua vagina, era tão quente, tão molhada e tão puta, ela se movia lentamente, tocava os próprios peitos, me beijava, eu chupava seus peitos desesperadamente. Mudamos de posição colocando ela de quatro, levantei sua bunda e ela começou a se mover rápido. Segurei ela pelos quadris e dei tapas em suas nádegas brancas, que ficaram marcadas com minha mão, e ela gemeu. Ela rebolava tanto aquela raba que me deu vontade de cuspir nela e começar a brincar com meu dedo. Ela só curtia. Ao ver como aquela bunda estava dilatada, me fez pensar em quando mudar de buraco. Ela percebeu isso, tirou meu pau da sua vagina, se ajoelhou e voltou a me chupar. Quando estava bem cheio de saliva, ela disse: "Muito bem, sei que você quer arrombar meu cu... Vai lá, que eu estou dilatada e pronta para você meter". Sem hesitar, agarrei ela, cuspi de novo no seu cu e fui enfiando devagar. Ela gemeu de dor, mas mais de prazer, estava completamente louca com meu pau dentro dela. Depois de um tempo, ela disse: "Vizinho, goza dentro do meu cu, enche de porra que eu adoro". Isso me esquentou tanto que, depois de algumas enfiadas, avisei que ia gozar. Ela começou a se mover mais bruscamente e gozamos juntos. Ela deitada com a bunda levantada, cheia de porra, e eu ainda dentro dela, sentindo como ela apertava. Tirei devagar e fomos para o banheiro. Nos limpamos rindo e, nus, voltamos para o sofá. Terminamos a cerveja e ela disse: "Devo confessar que tenho chaves do apartamento, só estava com raiva e com tesão. Você apareceu no caminho e eu adorei. Quando quiser arrombar um cu, me avisa...". Ela se vestiu, saiu, abriu a porta e entrou no seu apartamento, já amanhecendo.

3 comentários - Minha Vizinha Gostosa

Y fue cuando te despertaste , después de tomar tantas cervezas
Jajaja solo son relatos... queda al gusto del lector pensar si son reales o solo producto de nuestras fantasías
Jajajaja hay veces en que las fantasías se hacen realidad creer o no