Esta é a primeira de muitas confissões da minha namorada, quando me fazia de corno.
Estávamos na cama, nos beijando e nos acariciando, e pedi pra ela me contar o que tinha feito na Colômbia durante as férias e se tinha transado com alguém. Ela respondeu que transou com vários caras e que iria me contando aos poucos. E aí ela começou a primeira história, que vou contar exatamente como ela me disse.
Estávamos na casa da família, pra comemorar o Ano Novo, estavam meus tios e tias, primos e primas e amigos, era uma galera enorme, tudo numa casa só. Começamos a festa cedo. Eu tava usando um vestido branco, justo no corpo, com um decote que valorizava meus peitos, zíper atrás e o comprimento batia um pouco acima do joelho, com aberturas dos dois lados que iam quase até a cintura, deixando minhas pernas à mostra quando eu sentava. E umas botas de salto que iam quase até o joelho. Não usei sutiã, só uma calcinha fio dental. Senti todos os olhares dos homens em cima de mim.
A noite foi passando, a gente bebia, comia e, principalmente, dançava pra caralho. Todo mundo me tirava pra dançar. Meus tios, com mais respeito, porque as mulheres deles estavam por perto, mas eu notava os olhares deles pros meus peitos. Os primos chegavam mais perto de mim, sentindo as picas deles no meu corpo. E aí tinham os amigos que não tinham namorada, que eram mais sem vergonha, encostando as picas duras na minha bunda, roçando a mão disfarçadamente no meu rabo e, quando a gente sentava, fazendo carícias na minha perna. Eu me senti muito excitada.
Entre meus primos, tinha um que era mais ousado. Quando a gente dançava, ele passava a mão na minha bunda e beijava meu pescoço de vez em quando. Tava me deixando com muito tesão. Ele tinha uns 18 anos, da minha altura, não era dos mais bonitos, mas com a bebida e a putaria que eu tava sentindo, não tava nem aí pra aparência, só queria sentir uma pica dentro de mim. Num desses momentos, entrei na cozinha pra pegar água na geladeira. Atrás de mim, entrou meu primo, me abraçou pela cintura, por trás. Mio, sentindo a rola toda enfiada no meu cu, ele me beijava no pescoço e no ouvido me disse que eu era muito gostosa e que ia me beijar o corpo inteiro, e que dois amigos dele também estavam loucos por mim. Eu achava graça de ouvir meu primo falar, com a bebida que ele tinha tomado, dizia coisas que normalmente não teria coragem de me falar. Me senti muito tesuda e excitada, fechei a porta da cozinha e comecei a chupar a boca dele, enquanto acariciava o volume dele por cima da calça e falei que quando ele e os amigos quisessem, podiam me aproveitar. Ele ficou nervoso, mas ficou muito feliz, me disse para esperar nos fundos da casa, que ia buscar os amigos e a gente se encontrava lá fora.
Eu estava nos fundos, esperando eles. Era noite, tinha luz só no começo, mais pro final só tinha escuridão, mas dava pra ver um pouco, graças à luz da lua cheia. Não era o jardim da casa, dava direto pro campo e um bosque pequeno que todas as casas da rua compartilhavam. Meu primo saiu com os amigos, com cara de surpresa, eles não acreditavam no que meu primo tinha falado que ia rolar, mas quando me viram, as caras deles se animaram. A gente foi os quatro pra uma área afastada, entre os arbustos pra ninguém nos ver, mas com luz suficiente pra nos vermos, graças à lua.
Meu primo foi direto me beijar e apalpar o corpo todo, dava pra ver que ele não tinha experiência com mulheres. Os dois amigos também chegaram rápido e faziam a mesma coisa que meu primo. Fui acariciar as rolas deles e minha surpresa foi que eles já estavam com as calças e cuecas abaixadas. Eu achei muita graça daquela situação, pelo visto eles estavam com pressa, ou não tinham experiência. Me afastei e perguntei se eles já tinham transado com uma mulher e eles responderam que não, que o máximo que tinham tido até agora era o que estava rolando comigo. Perguntei quantos anos eles tinham e me disseram que tinham 16 anos. Eu estava excitada, dessa vez ia ser professora pra Uns inexperientes, e isso me molhava ainda mais.
Falei pro meu primo abaixar o zíper do meu vestido, com as mãos nervosas dele, ele baixou o zíper, fiquei na frente deles e fui descendo o vestido devagar, ficando na frente deles só com as botas e a tanga, deixando meus peitos à mostra. Eles estavam se masturbando feito loucos, eu soltei outra risada, mandei eles se acalmarem e pararem de bater punheta. Indiquei que chegassem perto dos meus peitos e tocassem e beijassem. Começaram a tocar e chupar com tanta força que tava doendo. Ensinei como fazer, com suavidade, e eles foram bons alunos, aprenderam rapidinho. Já sentia as mãos deles indo pro meu rabo e pra minha buceta, queriam ir além. Ia fazer eles sofrerem um pouco mais. Mandei eles tirarem toda a roupa, não demoraram nada pra se despir. Lá estavam os três pelados na minha frente, um deles tinha uma piroca boa e os outros dois eram normais.
Arrumei um pouco da roupa deles no chão, bem esticada, e me ajoelhei em cima pra não me machucar com o chão e as pedrinhas. Mandei eles chegarem perto e, quando estavam do meu lado, comecei a chupar as picas dos três. Enquanto chupava uma, ia masturbando os outros dois. Via na cara deles um prazer enorme, e eles diziam "gostoso". Fui trocando as picas na minha boca, não demoraram nada pra gozar. A falta de experiência e o tesão fizeram tudo ser muito rápido. O primeiro a gozar foi um que eu tava masturbando, depois o da boca e rapidinho o terceiro. Me encheram de porra a cara toda, os peitos, as pernas e o cabelo. Limpei um pouco o sêmen que tinha nos olhos e comecei a chupar de novo. Benta juventude, não demoraram nada pra ficarem duros outra vez.
Perguntei se tinham camisinha e um deles disse que sim. Pegou a calça dele e tirou várias. Peguei as camisinhas e fui colocando uma por uma, masturbando eles. Depois, arrumei mais roupa deles no chão, tirei a tanga, me Deitei no chão, abri as pernas e deixei que, um por um, me penetrassem. Meu primo foi o primeiro e começou a me foder selvagemente. Ele se movia muito rápido, a ponto de me machucar, como se fosse acabar o mundo. Tive que pará-lo e explicar que se movesse mais devagar. Com minhas mãos na cintura dele, fui ensinando como se mover. Ele aprendeu muito rápido. Então, pedi que chupasse meus peitos e mamilos, como eu tinha ensinado antes. Naquele momento, ele estava fazendo muito bem. Depois de um tempo, disse ao amigo dele que era sua vez. Também ensinei com minhas mãos como se mover, e ele também estava mandando bem. Chegou a vez do de pau grande. Ele subiu em cima de mim e me penetrou. Eu gemi de prazer ao sentir aquela pica enorme, e ele começou a se mover gostoso. Tinha aprendido bem observando os outros. Ele foi tão bom que conseguiu me fazer gozar, soltando um gemido de prazer bem alto.
A próxima posição era de quatro. Fiquei de quatro e pedi que ficassem atrás de mim e me penetrassem. Era gostoso sentir como me fodiam um atrás do outro. Eles iam se revezando até gozarem. Dava pra perceber pelos gemidos deles e por como me abraçavam quando gozavam. Fiquei um pouco exausta de tanta pica. Me virei, levantei, e lá estavam eles, me olhando e se masturbando. Não demorou nada pra terem os paus duros de novo.
Agora era minha vez de fazê-los aproveitar ao máximo, os três ao mesmo tempo. Coloquei meu primo estirado no chão, montei em cima. Um dos amigos enfiou no meu cu, e o terceiro ficou na minha frente pra eu chupar o pau dele. Ficamos assim por um bom tempo, eles trocando de posição pra experimentar de tudo. E eu sentia cada vez mais gostoso. Quando o de pau enorme estava dentro da minha buceta ou do meu cu, gozei umas quatro vezes. Cada vez eu gemia mais de prazer. E quando vi que eles já estavam quase gozando, coloquei eles de pé, tirei a camisinha e comecei a chupar e masturbar até que gozassem em cima de mim, no meu rosto, nos meus peitos e na minha boca. Eles ficaram de joelhos, cansados de tanto sexo e tanta descarga. Ficamos uns dez minutos ali sentados, conversando, aí levantamos e nos vestimos. Eu ia pegar minha calcinha fio dental, mas meu primo se adiantou e pegou ela, dizendo que era o troféu dele. Eu deixei e falei pra ele se exibir pros amigos com o troféu dele.
Eles foram primeiro pra casa, eu fiquei pra me arrumar e, quando tava indo pra casa, do meio das sombras apareceu um dos meus tios. Na hora, me assustei, porque se ele visse alguma coisa do que rolou, contaria tudo pra família e eu morreria de vergonha, já que todo mundo vai na igreja. Meu tio chegou perto e disse que tinha visto tudo o que eu fiz. Eu fiquei paralisada, e ele, se aproximando mais, continuou falando que tinha gostado muito e que também queria provar meu corpo, enquanto passava a mão na minha bunda. Naquele momento, me senti aliviada. Ele também disse que naquela noite não dava, mas que outro dia me avisaria pra eu estar preparada, e que se eu me comportasse bem com ele, não contaria nada pra família.
Depois de contar essa história, minha namorada e eu, eu tava super excitado, e a gente começou a foder por mais de uma hora. Foi maravilhoso.
Espero que tenham gostado, aguardo seus pontos e comentários pra continuar me animando a escrever mais histórias.
Estávamos na cama, nos beijando e nos acariciando, e pedi pra ela me contar o que tinha feito na Colômbia durante as férias e se tinha transado com alguém. Ela respondeu que transou com vários caras e que iria me contando aos poucos. E aí ela começou a primeira história, que vou contar exatamente como ela me disse.
Estávamos na casa da família, pra comemorar o Ano Novo, estavam meus tios e tias, primos e primas e amigos, era uma galera enorme, tudo numa casa só. Começamos a festa cedo. Eu tava usando um vestido branco, justo no corpo, com um decote que valorizava meus peitos, zíper atrás e o comprimento batia um pouco acima do joelho, com aberturas dos dois lados que iam quase até a cintura, deixando minhas pernas à mostra quando eu sentava. E umas botas de salto que iam quase até o joelho. Não usei sutiã, só uma calcinha fio dental. Senti todos os olhares dos homens em cima de mim.
A noite foi passando, a gente bebia, comia e, principalmente, dançava pra caralho. Todo mundo me tirava pra dançar. Meus tios, com mais respeito, porque as mulheres deles estavam por perto, mas eu notava os olhares deles pros meus peitos. Os primos chegavam mais perto de mim, sentindo as picas deles no meu corpo. E aí tinham os amigos que não tinham namorada, que eram mais sem vergonha, encostando as picas duras na minha bunda, roçando a mão disfarçadamente no meu rabo e, quando a gente sentava, fazendo carícias na minha perna. Eu me senti muito excitada.
Entre meus primos, tinha um que era mais ousado. Quando a gente dançava, ele passava a mão na minha bunda e beijava meu pescoço de vez em quando. Tava me deixando com muito tesão. Ele tinha uns 18 anos, da minha altura, não era dos mais bonitos, mas com a bebida e a putaria que eu tava sentindo, não tava nem aí pra aparência, só queria sentir uma pica dentro de mim. Num desses momentos, entrei na cozinha pra pegar água na geladeira. Atrás de mim, entrou meu primo, me abraçou pela cintura, por trás. Mio, sentindo a rola toda enfiada no meu cu, ele me beijava no pescoço e no ouvido me disse que eu era muito gostosa e que ia me beijar o corpo inteiro, e que dois amigos dele também estavam loucos por mim. Eu achava graça de ouvir meu primo falar, com a bebida que ele tinha tomado, dizia coisas que normalmente não teria coragem de me falar. Me senti muito tesuda e excitada, fechei a porta da cozinha e comecei a chupar a boca dele, enquanto acariciava o volume dele por cima da calça e falei que quando ele e os amigos quisessem, podiam me aproveitar. Ele ficou nervoso, mas ficou muito feliz, me disse para esperar nos fundos da casa, que ia buscar os amigos e a gente se encontrava lá fora.
Eu estava nos fundos, esperando eles. Era noite, tinha luz só no começo, mais pro final só tinha escuridão, mas dava pra ver um pouco, graças à luz da lua cheia. Não era o jardim da casa, dava direto pro campo e um bosque pequeno que todas as casas da rua compartilhavam. Meu primo saiu com os amigos, com cara de surpresa, eles não acreditavam no que meu primo tinha falado que ia rolar, mas quando me viram, as caras deles se animaram. A gente foi os quatro pra uma área afastada, entre os arbustos pra ninguém nos ver, mas com luz suficiente pra nos vermos, graças à lua.
Meu primo foi direto me beijar e apalpar o corpo todo, dava pra ver que ele não tinha experiência com mulheres. Os dois amigos também chegaram rápido e faziam a mesma coisa que meu primo. Fui acariciar as rolas deles e minha surpresa foi que eles já estavam com as calças e cuecas abaixadas. Eu achei muita graça daquela situação, pelo visto eles estavam com pressa, ou não tinham experiência. Me afastei e perguntei se eles já tinham transado com uma mulher e eles responderam que não, que o máximo que tinham tido até agora era o que estava rolando comigo. Perguntei quantos anos eles tinham e me disseram que tinham 16 anos. Eu estava excitada, dessa vez ia ser professora pra Uns inexperientes, e isso me molhava ainda mais.
Falei pro meu primo abaixar o zíper do meu vestido, com as mãos nervosas dele, ele baixou o zíper, fiquei na frente deles e fui descendo o vestido devagar, ficando na frente deles só com as botas e a tanga, deixando meus peitos à mostra. Eles estavam se masturbando feito loucos, eu soltei outra risada, mandei eles se acalmarem e pararem de bater punheta. Indiquei que chegassem perto dos meus peitos e tocassem e beijassem. Começaram a tocar e chupar com tanta força que tava doendo. Ensinei como fazer, com suavidade, e eles foram bons alunos, aprenderam rapidinho. Já sentia as mãos deles indo pro meu rabo e pra minha buceta, queriam ir além. Ia fazer eles sofrerem um pouco mais. Mandei eles tirarem toda a roupa, não demoraram nada pra se despir. Lá estavam os três pelados na minha frente, um deles tinha uma piroca boa e os outros dois eram normais.
Arrumei um pouco da roupa deles no chão, bem esticada, e me ajoelhei em cima pra não me machucar com o chão e as pedrinhas. Mandei eles chegarem perto e, quando estavam do meu lado, comecei a chupar as picas dos três. Enquanto chupava uma, ia masturbando os outros dois. Via na cara deles um prazer enorme, e eles diziam "gostoso". Fui trocando as picas na minha boca, não demoraram nada pra gozar. A falta de experiência e o tesão fizeram tudo ser muito rápido. O primeiro a gozar foi um que eu tava masturbando, depois o da boca e rapidinho o terceiro. Me encheram de porra a cara toda, os peitos, as pernas e o cabelo. Limpei um pouco o sêmen que tinha nos olhos e comecei a chupar de novo. Benta juventude, não demoraram nada pra ficarem duros outra vez.
Perguntei se tinham camisinha e um deles disse que sim. Pegou a calça dele e tirou várias. Peguei as camisinhas e fui colocando uma por uma, masturbando eles. Depois, arrumei mais roupa deles no chão, tirei a tanga, me Deitei no chão, abri as pernas e deixei que, um por um, me penetrassem. Meu primo foi o primeiro e começou a me foder selvagemente. Ele se movia muito rápido, a ponto de me machucar, como se fosse acabar o mundo. Tive que pará-lo e explicar que se movesse mais devagar. Com minhas mãos na cintura dele, fui ensinando como se mover. Ele aprendeu muito rápido. Então, pedi que chupasse meus peitos e mamilos, como eu tinha ensinado antes. Naquele momento, ele estava fazendo muito bem. Depois de um tempo, disse ao amigo dele que era sua vez. Também ensinei com minhas mãos como se mover, e ele também estava mandando bem. Chegou a vez do de pau grande. Ele subiu em cima de mim e me penetrou. Eu gemi de prazer ao sentir aquela pica enorme, e ele começou a se mover gostoso. Tinha aprendido bem observando os outros. Ele foi tão bom que conseguiu me fazer gozar, soltando um gemido de prazer bem alto.
A próxima posição era de quatro. Fiquei de quatro e pedi que ficassem atrás de mim e me penetrassem. Era gostoso sentir como me fodiam um atrás do outro. Eles iam se revezando até gozarem. Dava pra perceber pelos gemidos deles e por como me abraçavam quando gozavam. Fiquei um pouco exausta de tanta pica. Me virei, levantei, e lá estavam eles, me olhando e se masturbando. Não demorou nada pra terem os paus duros de novo.
Agora era minha vez de fazê-los aproveitar ao máximo, os três ao mesmo tempo. Coloquei meu primo estirado no chão, montei em cima. Um dos amigos enfiou no meu cu, e o terceiro ficou na minha frente pra eu chupar o pau dele. Ficamos assim por um bom tempo, eles trocando de posição pra experimentar de tudo. E eu sentia cada vez mais gostoso. Quando o de pau enorme estava dentro da minha buceta ou do meu cu, gozei umas quatro vezes. Cada vez eu gemia mais de prazer. E quando vi que eles já estavam quase gozando, coloquei eles de pé, tirei a camisinha e comecei a chupar e masturbar até que gozassem em cima de mim, no meu rosto, nos meus peitos e na minha boca. Eles ficaram de joelhos, cansados de tanto sexo e tanta descarga. Ficamos uns dez minutos ali sentados, conversando, aí levantamos e nos vestimos. Eu ia pegar minha calcinha fio dental, mas meu primo se adiantou e pegou ela, dizendo que era o troféu dele. Eu deixei e falei pra ele se exibir pros amigos com o troféu dele.
Eles foram primeiro pra casa, eu fiquei pra me arrumar e, quando tava indo pra casa, do meio das sombras apareceu um dos meus tios. Na hora, me assustei, porque se ele visse alguma coisa do que rolou, contaria tudo pra família e eu morreria de vergonha, já que todo mundo vai na igreja. Meu tio chegou perto e disse que tinha visto tudo o que eu fiz. Eu fiquei paralisada, e ele, se aproximando mais, continuou falando que tinha gostado muito e que também queria provar meu corpo, enquanto passava a mão na minha bunda. Naquele momento, me senti aliviada. Ele também disse que naquela noite não dava, mas que outro dia me avisaria pra eu estar preparada, e que se eu me comportasse bem com ele, não contaria nada pra família.
Depois de contar essa história, minha namorada e eu, eu tava super excitado, e a gente começou a foder por mais de uma hora. Foi maravilhoso.
Espero que tenham gostado, aguardo seus pontos e comentários pra continuar me animando a escrever mais histórias.
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