Num jantar em família, surgiu a ideia de visitar El Chaltén para ver uma tia da minha namorada que estava fazendo aniversário. Como ela completava 50 anos, os outros irmãos iam fazer uma visita e ia ser uma reunião bem cheia. No nosso grupo já estavam confirmados meu sogro, minha sogra, minha cunhada, meu cunhado, meu sobrinho, minha namorada e nosso filho. Um amigo da família que tem negócios de cabana tinha reservado uma equipada pra umas 7 pessoas. Eram 2 quartos, um de casal onde ficariam a irmã da minha namorada, o namorado dela e o bebê de 2 anos. Então decidimos deixar o quarto de casal pra eles. Depois tinha outro quarto com uma cama de casal, onde dormiriam meus sogros, e uma cama nido (também chamada de marinheira), onde dormiriam minha namorada e nosso pequeno. Na parte da sala tinha um sofá-cama, e foi ali que decidi ficar, principalmente porque ronco, me viro pra todo lado e sou bem chato, então preferia ficar sozinho. Bom, até aí tudo normal. Na primeira noite, nos juntamos numa casa com o resto da família, violão, bebidas e fomos dormir. No dia seguinte, saímos pra explorar o lugar com as famílias e, quando voltamos pras cabanas, percebemos que a fechadura tinha travado e não dava pra abrir. Não conseguimos chaveiro e só tinha uma janela do banheiro por onde dava pra entrar. Nessa hora, a mais leve do grupo era minha sogra, uma mulher linda de 52 anos, corpo bonito, uns 1,53 de altura, mais ou menos. Ela não costuma mostrar o corpo nem usar decotes, mas nas vezes que fomos de surpresa e a vimos de camiseta ou roupa simples, dava pra ver uns peitos muito gostosos, uma bunda redonda e, já que estamos nessa, vou descrevê-la como uma mulher branca, cabelo castanho, olhos castanhos e um rosto muito bonito. Ela sempre usa muitos cremes e tem uma pele muito macia. Desde os 14 anos, está com meu sogro, que foi até então o único homem na vida dela. Mas voltando ao Tema... ela se ofereceu pra entrar pela janela do banheiro e a gente tinha que levantar ela, meu sogro tava justo comprando com o irmão dele e outros parentes as coisas pro churrasco à noite. O problema é que pra subir ela tinha que segurar tanto pelos pés quanto pelos braços, e aí os homens que estavam meio tímidos falaram que o genro segurasse porque ele é da família. Sabiam que pra essa manobra tinha que apalpar ela e segurar bem pra ela não cair. Eu olho pra ela nervoso, pensando no que ela ia me dizer, e ela ri e fala: "Pode tocar e segurar à vontade, isso aqui já é meio velho, mas com certeza não é nada que você já não tenha tocado numa mulher". Entre risadas e tudo, eu levantei ela e acabei pegando na bunda dela, mas juro que foi sem querer, ainda mais que todo mundo tava olhando. Acho que só eu e ela percebemos. Quando ela passou, virou e me sorriu dizendo: "Não tenha medo, me levanta de onde precisar". E resumindo, entramos e nos preparamos pro churrasco da noite. Eram 2 da manhã e o churrasco já tava acabando, todo mundo cansado, e tanto eu quanto meu sogro estávamos ligados, e ele me chama pra sair um pouco, que tinha um barzinho perto e a gente podia tomar algo antes de ir pra casa. Aceitei e mandamos todo mundo pras cabanas. Voltamos umas 4 da manhã meio bêbados e fomos deitar. Na primeira noite eu tinha dormido de camiseta, calça e tudo, porque como tinha mais mulheres não queria deixar ninguém desconfortável. Então, igual na primeira noite, me deitei vestido, mas sem perceber desabotoei o jeans pra ficar mais confortável e, como tava com um cobertor por cima, achei que não ia ter problema. Mas não pensei no que ia rolar se eu me descobrisse. E foi o que aconteceu: tava muito calor dentro da cabana e durante a noite, enquanto dormia, me descobri. E como todo homem sabe, muitas vezes durante a noite e enquanto dormimos, temos ereções. O ponto é que minha sogra levantou pra cozinha umas 7h da manhã pra tomar café antes de se banhar e me viu assim. Eu dormia tranquilão até que ouvi um barulho, abri um pouco os olhos e percebi que era ela, mas fingi que tava dormindo, primeiro porque tava com sono e queria dormir, e segundo porque percebi que tava com a pica dura pra caralho e não ia saber o que falar. Nisso, vejo ela preparando a água do café e começando a se aproximar de onde eu tava. Aí sinto que ela para quase na minha frente e fala: "Que troço enorme é esse?". E pega o cobertor e começa a me cobrir, mas sinto que ela faz isso bem devagar e que a mão dela começa a roçar na minha pica de propósito. Nisso, sinto ela começar a baixar um pouco minha cueca e aí abri os olhos, porque não tava entendendo nada.
Ela me diz: "Shhh, tô te cobrindo porque você tava dando um show com essa coisa dura. Você sempre fica assim?" E eu, nervoso, sem saber o que responder, falo: "Ah, sei lá..." E ela: "Que sorte que minha filha tem de poder ter um pau igual ao seu pra se satisfazer."
Aí ela pergunta: "Você se importa se eu continuar tocando na sua pica?" E eu não sabia o que fazer, tava extremamente excitado, mas nunca imaginei uma situação dessas. Ela fala: "Fica tranquilo, todo mundo tá dormindo, além do mais, eu só quero sentir na minha mão essa pica quente e cheia de veias que você tem." Ela abre o robe dela e pergunta: "Você gosta? Vou chupar sua pica e quero que você goze nos meus peitos."
Pra ser sincero, meu pau já tava cheio de líquido pré-seminal e eu já tava quase gozando. Falo: "Brenda, não aguento mais, quero gozar." Nisso, ela começa a fazer um espanhol no meu pau, e eu sinto aqueles peitos macios, aquele cheiro incrível, e descarreguei tudo que tinha. Ela fala: "Adoraria poder te comer, mas isso a gente deixa pra outro encontro, genro." E foi pro chuveiro.
Juro que foi um dos momentos mais excitantes e quentes da minha vida. Eu queria mais, sabia do risco que tava correndo, mas aquilo não podia ficar assim. Precisava saciar minha vontade de foder ela. Mas pelo menos naquele dia não deu pra fazer mais nada, a viagem seguiu normal, só com uma ou outra... Olhar safado da minha sogra, mas eu mantinha a compostura até chegar o dia de voltar. Eu tava fumando um cigarro lá fora, quando de repente minha cunhada Ana chega e me pergunta: "Como é que tá meu brother-in-law?" Respondi: "Tô bem, Anita." Era uma conversa normal até que ela solta: "Olha, eu não sei nem como te perguntar isso, é muito constrangedor pra mim, mas quero saber qual é a tua com a minha velha." Eu fiquei pálido... não sabia onde me enfiar, não entendia por que ela tava me perguntando aquilo. E ela continua: "Eu vi vocês outro dia. Vi que ela tava te fazendo um boquete. E olha, sinceramente, me dá até pena do meu pai, mas sei que ele também tem suas aventuras e anda deixando ela de lado. E mesmo você sendo o namorado da minha irmã, se você dá uma felicidade pra minha velha, não me incomoda." Eu, em choque, sem saber o que fazer ou responder. E ela manda: "Mas, brother-in-law, tenho que dizer que você tem um pacotão bonito. Agora entendo por que minha irmã é tão apaixonada e por que minha velha fez aquilo. Vou te confessar uma coisa," ela diz: "Naquela manhã, depois que minha velha foi tomar banho, o Harry (o namorado dela) e o Leandro (o filho dela) estavam dormindo, e eu não aguentei a vontade. Me masturbei pensando que você tava transando comigo..."
Continua...
Ela me diz: "Shhh, tô te cobrindo porque você tava dando um show com essa coisa dura. Você sempre fica assim?" E eu, nervoso, sem saber o que responder, falo: "Ah, sei lá..." E ela: "Que sorte que minha filha tem de poder ter um pau igual ao seu pra se satisfazer."
Aí ela pergunta: "Você se importa se eu continuar tocando na sua pica?" E eu não sabia o que fazer, tava extremamente excitado, mas nunca imaginei uma situação dessas. Ela fala: "Fica tranquilo, todo mundo tá dormindo, além do mais, eu só quero sentir na minha mão essa pica quente e cheia de veias que você tem." Ela abre o robe dela e pergunta: "Você gosta? Vou chupar sua pica e quero que você goze nos meus peitos."
Pra ser sincero, meu pau já tava cheio de líquido pré-seminal e eu já tava quase gozando. Falo: "Brenda, não aguento mais, quero gozar." Nisso, ela começa a fazer um espanhol no meu pau, e eu sinto aqueles peitos macios, aquele cheiro incrível, e descarreguei tudo que tinha. Ela fala: "Adoraria poder te comer, mas isso a gente deixa pra outro encontro, genro." E foi pro chuveiro.
Juro que foi um dos momentos mais excitantes e quentes da minha vida. Eu queria mais, sabia do risco que tava correndo, mas aquilo não podia ficar assim. Precisava saciar minha vontade de foder ela. Mas pelo menos naquele dia não deu pra fazer mais nada, a viagem seguiu normal, só com uma ou outra... Olhar safado da minha sogra, mas eu mantinha a compostura até chegar o dia de voltar. Eu tava fumando um cigarro lá fora, quando de repente minha cunhada Ana chega e me pergunta: "Como é que tá meu brother-in-law?" Respondi: "Tô bem, Anita." Era uma conversa normal até que ela solta: "Olha, eu não sei nem como te perguntar isso, é muito constrangedor pra mim, mas quero saber qual é a tua com a minha velha." Eu fiquei pálido... não sabia onde me enfiar, não entendia por que ela tava me perguntando aquilo. E ela continua: "Eu vi vocês outro dia. Vi que ela tava te fazendo um boquete. E olha, sinceramente, me dá até pena do meu pai, mas sei que ele também tem suas aventuras e anda deixando ela de lado. E mesmo você sendo o namorado da minha irmã, se você dá uma felicidade pra minha velha, não me incomoda." Eu, em choque, sem saber o que fazer ou responder. E ela manda: "Mas, brother-in-law, tenho que dizer que você tem um pacotão bonito. Agora entendo por que minha irmã é tão apaixonada e por que minha velha fez aquilo. Vou te confessar uma coisa," ela diz: "Naquela manhã, depois que minha velha foi tomar banho, o Harry (o namorado dela) e o Leandro (o filho dela) estavam dormindo, e eu não aguentei a vontade. Me masturbei pensando que você tava transando comigo..."
Continua...
6 comentários - La Familia de mi novia (Parte I)