Fim de semana em Ayacucho (parte 1)

Isso que vou contar aconteceu há pouco mais de um ano. Tô contando pra deixar registrado em algum lugar, principalmente porque às vezes nem eu acredito.

Tudo começou pouco depois que eu me separei. Voltei pra essa página querida que tantas satisfações me deu. Foi aqui que conheci a L, uma mulher de 33 anos, uma gostosa. Começamos a conversar, rolou uma química, até que perguntei de onde ela era e ela disse: "sou de Olavarría"... Puta merda, em que momento da minha vida eu ia viajar até lá só pra ver ela? Tava disposto a isso?

Por sorte continuei conversando, até que ela me convidou pra uma festa em Ayacucho. Disse que iam alguns casais, que ela estaria lá. Eu convidei uma amiga que curte festa, ela topou me acompanhar e, sendo mais de um, pensei... foda-se, o que pode dar de errado?

Umas 16h de um sábado fui buscar minha amiga D e fomos pra lá. No caminho, a gente ia falando do medo que tava sentindo, porque não sabíamos onde estávamos nos metendo. Sinceramente, eu só tinha falado por telefone três vezes com a L, depois disso foi tudo WhatsApp, e ela me convidou pra um sítio que não era dela e a 300km da capital... medo!

Chegamos em Ayacucho, fomos pro endereço que me deram e encontramos os anfitriões do sítio (uma morena de 35 anos, uma delícia, e o marido dela, um cara gato que tava fazendo 40 anos naquele dia e resolveu comemorar).

Pouco depois chegaram os outros convidados e nos organizamos em vários carros pra ir até o sítio, que ficava no meio dos campos do lugar.No total éramos 15: 4 casais fixos e depois 3 mulheres e 4 homens "convidados".Cada um foi tirando o que tinha trazido, quando a gente percebeu, tava um arsenal de bebidas, comida boa, música e uns baseados pra quem quisesse.
Tudo começou tranquilo, música de fundo, todo mundo conversando, se conhecendo. Eu e D ainda muito nervosos com o que ia rolar depois... até que a dona da chácara (T) chama as outras minas e decide que elas tinham que se preparar pra festejar o aniversário do marido dela.Foram se trocar e arrumaram na sala de jantar dois colchões de casal no chão, um sofá encostado numa parede e uma mesa de madeira forte encostada na outra. Chamaram o aniversariante, deitaram ele em cima da mesa e todas juntas se prepararam para satisfazê-lo. Enquanto isso, a gente, os outros homens, ficava olhando besta. Num dado momento, T olha pra gente e fala: "vocês não vão participar, não?", como quem convida. Eu fui direto pra L, porque a gente tinha prometido ficar juntos primeiro, já que foi ela quem me chamou.
Fomos para um dos colchões, ocupando só um lugar, deixando que outros se deitassem do nosso lado.
L era alta, morena de pele bem clara, com os peitos caídos, vítimas da gravidade e de dois filhos. Uma bunda pequena, mas bem desenhada, e uma boca que dava vontade de beijar ela o tempo todo.
Comecei a brincar com o corpo dela, fui descendo até me concentrar de vez na buceta dela, que beijei e lambi até eu me cansar e ela pedir "me fode"...Coloquei a perninha dela no ombro e comecei a penetrar ela, bem devagar, do jeito que ela tinha me dito que gostava. Mesmo assim, o nervosismo me pregou uma peça, e depois de uns 4 ou 5 minutos, gozei num orgasmo que me deixou com vontade de continuar, mas como não me recupero rápido e ela tava doida pra continuar recebendo, eu me acabei e deixei outro convidado ficar com ela.

Gozei naquela cena digna dos templos de Calígula, vendo minha amiga sendo chupada pelo aniversariante, que arrancou um squirt dela que fez todo mundo parar o que tava fazendo pra admirar (Sim, não é tão comum achar mulheres que esguicham, e minha amiga é uma delas). Enquanto tomava algo e me recuperava, comecei a conversar com a T, que parecia encantada com meu jeito de garoto da cidade. Eu aproveitei esse dom que nem sabia que tinha e comecei a jogar charme, tentando esquentar ela. Num momento, ela me jogou no sofá e, parafraseando, disse: "vamos ver, seu playboy, se aguenta o tranco". Eu respondi: "não sou playboy" e comecei a penetrar ela, eu embaixo e ela por cima, cavalgando forte. Tava adorando, com um espetáculo de uma morena de pele bronzeada de cama solar, uns peitos operados perfeitos, cintura de academia e umas pernas que pediam pra ser apertadas e beijadas... até que ela me deu um tapa na cara.Você aguenta, né?" ele disse e me deu mais um tapa. Na hora eu reagi e devolvi, de leve, tomando cuidado pra não exagerar.
Mais forte" ela disse, e me bateu de novo. Eu devolvi outra vez, e dessa vez pude ver de relance que o marido dela nos observava com um sorriso de orelha a orelha. Entendi que aquilo era totalmente consentido, então fui aumentando a intensidade, e ao mesmo tempo fui recebendo.
Num momento de tesão, ela deu um tapa que me acendeu de vez, e eu peguei ela pelo pescoço enquanto continuava rebolando em cima de mim, fazendo ela pular. "Adoro como você me enforca, gostoso"... como é que você me fala uma coisa dessas! Na hora, tirei ela de cima de mim, coloquei ela de quatro no sofá e comecei a meter forte, segurando pelo cabelo e puxando pra trás. Fiquei um tempão assim, dando tapão na bunda dela com a outra mão, me entregando até ela gozar e tremer toda. Preferi guardar soldado (queria continuar a noite), então no meio do orgasmo dela, tirei e me afastei.Saí pra pegar um ar e encontrei a C. Loira, 32 anos, baixinha, peitos grandes, redondos e meio caídos, super magra, e uma buceta que depois eu descobriria que não parava de molhar.Eu olhei pra ela e ela disse: "cê não vai me dar bola não?"... Fiquei pasmo, pensando que aquela mina tinha desviado o olhar a noite inteira e agora vinha com essa. Não conseguia acreditar. Respondi: "ué, se é você que tava se fazendo de difícil.
Não, neném, você tá errado" e me puxou pra perto dela, começou a me beijar enquanto me levava pra dentro. Como os colchões estavam todos ocupados, ela sentou no sofá e começou a me chupar. Que boca maravilhosa ela tinha, eu não conseguia me segurar, ainda mais que eu já vinha carregado do encontro recente. Num momento eu falei "se você continuar assim, vou gozar" meio pra avisar e meio porque não sabia qual era o esquema sobre isso nessas festas. Ela respondeu "goza no meu peito" e eu nem pensei duas vezes.
Foi uma quantidade impressionante mesmo. Quando ela se viu toda banhada por mim, disse: "agora você vai ter que me limpar". Pegou na minha mão, me levou até o banheiro e abriu o chuveiro pra gente tomar banho junto. No banho, já descobri o jeito incrível que ela tem de gozar. Enquanto a gente se beijava, comecei a tocar ela, e parece que acertei em cheio no que tava fazendo, porque em pouco tempo fiz ela gozar. E em vez de querer que eu parasse, ela pediu pra eu continuar... e eu continuei, e fiz ela gozar de novo. E ela falou de novo: "continua"... e eu fiz ela gozar outra vez. Minha mão já tava doendo de tanto bater, mas eu não queria cortar aquele prazer dela, principalmente essa nova habilidade que eu tinha descoberto em mim.
Mas num instante bateram na porta do banheiro, então tivemos que dar o fora.
Quando a gente tava saindo, ela me olhou e disse: "isso não acabou, você ainda não me comeu.
Já eram 4 da manhã nessa hora e todo mundo tava cansado, então cada um foi se ajeitando como dava e onde dava pra dormir. Eu me deitei numa cama de solteiro com minha amiga, que me contou que já tinha transado com 4 dos outros 7 caras da festa e que tava adorando ter vindo. Como bons amigos, dormimos de conchinha, mas sem transar... Eu já tinha comido ela várias vezes e ainda por cima ela mora perto da minha casa. Não queria gastar uma bala com ela. Não naquela noite.

Fim de semana em Ayacucho (parte 1)


Fim de semana em Ayacucho (parte 1)


Fim de semana em Ayacucho (parte 1)


Fim de semana em Ayacucho (parte 1)

Falta o dia 2, outro dia eu continuo contando.

10 comentários - Fim de semana em Ayacucho (parte 1)

Alta fiesta, vale la pena festejar un cumpleaños así,van puntos
Hola tenes para pasar data, soy de Olavarria.
noooo seas hdp quiero estar en una asi!!!
Taty se llamaba la anfitriona? Creo haber estado en una quita muy similar a la q contas en Ayacucho..
Taty con N !!! Jajaaa