Parte dessa história aconteceu e outra parte está só na minha imaginação, uma das minhas tantas fantasias que está prestes a se realizar.
Um dia chegou uma paciente no consultório onde trabalho pra fazer um exame; 19 anos, uns 1.50 de altura, peito pequeno (na verdade o exame era pra operar), cintura fina e um rabo muito gostoso.
Chega um dia pra fazer um ultrassom e eu, com toda a ética, atendo ela, faço o exame puxando uma conversa besta pra deixar o tempo mais leve; percebi nela uma certa linguagem corporal, um certo flerte, mas não me aproveitei disso, só que aquilo ficou na minha cabeça.
No dia que ela veio buscar o resultado, não tava pronto e ela teve que voltar outro dia. E foi o que fez, mas como eu tava curioso com aquele flerte, tive que me arriscar e ver até onde dava pra ir.
Eu falei pra ela: "A Dra. viu suas imagens, mas não ficou satisfeita com uma das fotos. Preciso passar você de novo e tirar mais imagens pra Dra. poder diagnosticar seu exame." A mina aceitou na hora.
—Passa, tira a parte de cima da roupa e deita de barriga pra cima — e começo de novo a fazer o suposto novo exame. Começo a examinar ela perguntando se sentia alguma área como um caroço; ela nega, então digo que preciso tocar nela pra mostrar o lugar e assim comecei a tocar um dos mamilos dela.
Com o toque e minhas carícias, vejo que o rosto dela muda pra um pouco de vergonha e depois uns suspiros que me confirmam que ela tá gostando, com um certo nervosismo (porque posso arrumar uma encrenca), mando ela levantar mas falo —sabe? tudo isso é mentira, você não precisava de mais imagens, eu só tava louco pra ter você aqui de novo— e ela responde —eu sei— pergunto —tira uma dúvida minha, 3 dias depois de conhecer alguém é tempo curto demais pra dar um beijo na pessoa?— ela diz que sim, mas eu pego sutilmente pela cintura e puxo ela pro meu corpo, a mina reage como se estivesse dançando pra tentar me excitar.
—A que não me para —digo pra ela, e a mina se vira e encosta a bunda linda dela no meu pau. Escuto ela falar alguma coisa —gostoso, gostoso— acontece que a garota só tava na Venezuela pra operar os peitos. Ela tá morando em Portugal.
Ela continua rebolando pra mim, enquanto eu abraço ela e passo a mão na bunda dela. Ela aproveita pra pegar no meu pau e fala: "É sério?! Você tem ele grande, claro, todo magrelo tem pau grande." Resolvi dificultar um pouco as coisas pra ver se ela se atrevia a mais, então falei: "Não quero arrumar confusão. Vai lá no banheiro e termina de se vestir." Mesmo assim, fui com ela e ajudei a se vestir, mas num descuido dela, me aproximei pra beijar o pescoço dela, a orelha, tirei o sutiã de novo e chupei os peitinhos dela. "O que você tá fazendo?!" — "Completando o estudo.
Abraçando ela, dei um beijo e a encostei na parede. Dessa vez, era eu quem dançava pra ela sentir o quanto tava afim. Tirei o pau pra fora pra ela ver, e ela não aguentou a vontade de chupar ele. Só conseguia olhar ela, babando, enquanto a língua dela acariciava minha cabeça e enfiava tudo na boca dela.
Levantei o vestidinho dela, virei ela de costas pra mim, me abaixei e comecei a lamber os lábios da buceta dela e o cuzinho. Subi de novo, apalpando os peitos dela, pra pegar ela assim nessa posição.
Tinha que ser um ato fugaz, rápido pra não me meter em problema no trampo e com o resto da clínica. Consegui sentir uns dois orgasmos dela quando a buceta dela se contraía apertando meu pau.
Assim foi indo até o dia em que finalmente veio buscar o resultado e a gente se olhou como dois estranhos. Boa viagem...
Um dia chegou uma paciente no consultório onde trabalho pra fazer um exame; 19 anos, uns 1.50 de altura, peito pequeno (na verdade o exame era pra operar), cintura fina e um rabo muito gostoso.
Chega um dia pra fazer um ultrassom e eu, com toda a ética, atendo ela, faço o exame puxando uma conversa besta pra deixar o tempo mais leve; percebi nela uma certa linguagem corporal, um certo flerte, mas não me aproveitei disso, só que aquilo ficou na minha cabeça.
No dia que ela veio buscar o resultado, não tava pronto e ela teve que voltar outro dia. E foi o que fez, mas como eu tava curioso com aquele flerte, tive que me arriscar e ver até onde dava pra ir.
Eu falei pra ela: "A Dra. viu suas imagens, mas não ficou satisfeita com uma das fotos. Preciso passar você de novo e tirar mais imagens pra Dra. poder diagnosticar seu exame." A mina aceitou na hora.
—Passa, tira a parte de cima da roupa e deita de barriga pra cima — e começo de novo a fazer o suposto novo exame. Começo a examinar ela perguntando se sentia alguma área como um caroço; ela nega, então digo que preciso tocar nela pra mostrar o lugar e assim comecei a tocar um dos mamilos dela.
Com o toque e minhas carícias, vejo que o rosto dela muda pra um pouco de vergonha e depois uns suspiros que me confirmam que ela tá gostando, com um certo nervosismo (porque posso arrumar uma encrenca), mando ela levantar mas falo —sabe? tudo isso é mentira, você não precisava de mais imagens, eu só tava louco pra ter você aqui de novo— e ela responde —eu sei— pergunto —tira uma dúvida minha, 3 dias depois de conhecer alguém é tempo curto demais pra dar um beijo na pessoa?— ela diz que sim, mas eu pego sutilmente pela cintura e puxo ela pro meu corpo, a mina reage como se estivesse dançando pra tentar me excitar.
—A que não me para —digo pra ela, e a mina se vira e encosta a bunda linda dela no meu pau. Escuto ela falar alguma coisa —gostoso, gostoso— acontece que a garota só tava na Venezuela pra operar os peitos. Ela tá morando em Portugal.
Ela continua rebolando pra mim, enquanto eu abraço ela e passo a mão na bunda dela. Ela aproveita pra pegar no meu pau e fala: "É sério?! Você tem ele grande, claro, todo magrelo tem pau grande." Resolvi dificultar um pouco as coisas pra ver se ela se atrevia a mais, então falei: "Não quero arrumar confusão. Vai lá no banheiro e termina de se vestir." Mesmo assim, fui com ela e ajudei a se vestir, mas num descuido dela, me aproximei pra beijar o pescoço dela, a orelha, tirei o sutiã de novo e chupei os peitinhos dela. "O que você tá fazendo?!" — "Completando o estudo.
Abraçando ela, dei um beijo e a encostei na parede. Dessa vez, era eu quem dançava pra ela sentir o quanto tava afim. Tirei o pau pra fora pra ela ver, e ela não aguentou a vontade de chupar ele. Só conseguia olhar ela, babando, enquanto a língua dela acariciava minha cabeça e enfiava tudo na boca dela.
Levantei o vestidinho dela, virei ela de costas pra mim, me abaixei e comecei a lamber os lábios da buceta dela e o cuzinho. Subi de novo, apalpando os peitos dela, pra pegar ela assim nessa posição.
Tinha que ser um ato fugaz, rápido pra não me meter em problema no trampo e com o resto da clínica. Consegui sentir uns dois orgasmos dela quando a buceta dela se contraía apertando meu pau.
Assim foi indo até o dia em que finalmente veio buscar o resultado e a gente se olhou como dois estranhos. Boa viagem...
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