Eu tinha decidido ir de preto e branco, botas com salto baixo de couro, sem meias — tinha passado creme antes — uma saia tubinho com um desenho de listras brancas e pretas horizontais em formato de redemoinho, uma blusa preta e um blazer branco. Pra completar o look, coloquei um colar simples e uma pulseira na mão esquerda.
Peguei minha bolsa, me certificando de que tudo que precisava estava dentro, e procurei as chaves do meu apartamento e da minha caminhonete. Saí e peguei o elevador até a garagem. Era muito prático ter aquela garagem no subsolo do prédio, não precisava sair na rua nem ficar procurando vaga sem fim nessa cidade que tem cinco carros pra cada duas pessoas.
Entrei no carro e coloquei o GPS no endereço que o Kevin tinha me dado. Mesmo com a proximidade que ele tinha mencionado, preferi não arriscar me perder. Assim que a direção estava no aparelho, comecei meu trajeto. Logo na saída, avistei uma frente de mulheres, com cartazes, faixas em cabos, cantando e fazendo suas vozes serem ouvidas. Por causa de um adorno que todas usavam, consegui deduzir rapidamente o que estava rolando. Era um grupo de mulheres a favor do aborto, e o que elas carregavam era um lenço verde, alusivo ao tema — nessa época no meu país, o Congresso Nacional ia debater se aprovava uma lei pra legalizar o aborto, coisa que até então não era. Mesmo assim, muitas mulheres recorriam a hospitais e clínicas clandestinas pra fazer esse procedimento. Enquanto eu dirigia na direção delas, não pude deixar de me sentir identificada. Eu era e sou a favor, mas daí a tornar minha opinião tão pública, tipo usando um lenço verde "gritando" minha posição, nessa cidade, era muito perigoso. Muita gente era e é intolerante, e às vezes não conseguem entender que alguém pense diferente. Passei direto e segui meu caminho. Como era bem mais cedo, dessa vez tinha trânsito, e bem mais gente andando ou em restaurantes e bares.
A voz do GPS, ou a "galega" como na minha cidade costumam falar, de repente me indicou que eu tinha chegado no destino. Procurei onde estacionar — o que levou uns minutos — e, quando finalmente consegui, peguei minha carteira e fui andando até o lugar. Era um bar muito bonito, várias mesas, iluminação baixa e um cheiro de comida boa. Lá no fundo, consegui ver meu amigo, junto com a banda dele, fazendo o que parecia ser afinar os instrumentos e organizar tudo. Fui abrindo caminho entre as mesas e o pessoal e cheguei até ele.
— Que barzinho gostoso, você sempre toca em lugares assim? — perguntei, cumprimentando ele.
— Nem sempre, a gente até queria. Mas às vezes não tem jeito, tem que tocar em clube de bairro ou em lugares mais improvisados — respondeu com um sorriso, me dando um beijo no rosto — Valeu por ter vindo, guardei essa mesa pra você — e apontou pra uma, que tinha um cartazinho escrito "reservado" e um cachecol azul — Daqui a pouco a gente começa.
Agradeci a gentileza de ter guardado a mesa e a gente continuou conversando por uns minutos. Ele me apresentou o resto do grupo e me contou um pouco sobre o estilo de música que iam tocar. Ia ser uma espécie de rock suave, ou melódico, algo mais de salão, que não pedia pra fazer pogo ou nada do tipo, algo tranquilo, combinando com o lugar. Fui me sentar e, em alguns minutos, um garçom veio até mim, perguntando se eu queria alguma coisa. Tava com um pouco de sede, então pedi uma cerveja. Ele foi embora e eu fiquei olhando o lugar e a banda se preparando. Pelo visto, ele tinha feito um bom trabalho divulgando o evento: o lugar tava lotado, todas as mesas ocupadas e até gente em pé.
Uns quinze minutos depois, as luzes do lugar ficaram ainda mais fracas, e começaram a sair uns sons. Foi assim que o show começou. Foi muito divertido. Em algumas músicas, várias pessoas da plateia faziam os coros, provavelmente eram conhecidos da banda que já tinham visto eles antes. Eu ficava olhando, ouvindo as letras, enquanto tomava minha cerveja. De tanto Enquanto isso, meu amigo me lançava uns olhares furtivos, exibindo aquele sorriso característico e comprador. Não olhei o relógio, mas quando o show acabou, devia ter passado umas duas horas. Eles receberam muitos aplausos e gritos de todo mundo. Algumas pessoas se aproximaram pra cumprimentar e parabenizar. Outras ficaram sentadas bebendo e comendo, mas a grande maioria foi embora, e o clima ficou bem mais calmo. Kevin ajudou a desmontar todos os instrumentos e depois levou pra uma caminhonete estacionada do lado de fora. Deduzi que alguns dos integrantes foram embora, porque nem todos voltaram, só o Kevin e mais um, que foi com outro grupo de gente.
— E aí, gostou? — meu amigo perguntou se aproximando de mim.
— Muito, a música é linda e eles tocaram bem — respondi sincera.
— Posso te acompanhar? — ele perguntou, começando a puxar a cadeira oposta à minha na mesa.
— Claro — falei rindo — e agora, o que vocês fazem?
— Os instrumentos já foram, o dia tá acabando, então é ficar um pouco aqui e depois pra casa — ele disse no momento em que um funcionário do lugar trouxe uma cerveja pra ele — você tem algo em mente? — perguntou.
— Não necessariamente... — falei me fazendo de desligada.
— Quer ir pro camarim? — esse lugar é aquele que, no mundo da música, a banda descansa antes e depois da apresentação — não tem ninguém agora.
— Pra fazer o quê? — não largava o papel de inocente.
— Pra foder — ele disse se aproximando do meu ouvido por cima da mesa.
Estiquei a mão por baixo da mesa procurando algo, e segundos depois deixei em cima dela minha calcinha fio dental, era preta, com detalhes em renda. Imediatamente ele pegou e guardou no bolso. Depois se levantou e, segurando minha mão, quase me arrastou atrás dele.
Eu o segui até um quartinho, que estava trancado. Ele procurou a chave no outro bolso, finalmente abriu e me empurrou levemente pra dentro. Tinham dois sofás grandes, cor chocolate escuro, de dois lugares. corpos, mas uma bateria pequena, uns quadros decorativos e uma mini geladeira com porta de vidro, dava pra ver que nela tinha vários tipos de bebida, entre elas alguns energéticos e latas de cerveja.
Eu me esquentei rápido demais, e assim que meu corpo caiu no sofá, comecei a me despir apressadamente. Segundos depois, eu estava nua, me masturbando e recebendo um tratamento oral descarado, pela "mão" da pica do homem que estava na minha frente. Ele metia na minha boca sem nenhum pudor, eu me preocupei em manter a boca e a garganta abertas, e deixar ele seguir no ritmo, na necessidade e no gosto dele. Rapidamente, a saliva começou a se acumular na minha boca e em volta de toda a extensão daquele membro que violava meus lábios. Os sons guturais também começaram a tomar conta e a dominar o ambiente.
Ficamos assim por vários minutos, e com o tempo, pude perceber e sentir como a pica dele foi crescendo, enquanto as veias daquele membro ficavam cada vez mais evidentes. Deus, que pedaço de pica, minutos antes era de um tamanho modesto, nada pra fazer um monumento, mas também não deixava a desejar, mas agora eu mal conseguia encostar a ponta do meu nariz na barriga do meu homem. Parece que ele se cansou dessa posição, e tirando o membro da minha boca, pegou minhas pernas e me empurrou levemente pra fora. Agora eu estava apoiada no sofá com a parte de baixo das costas, e os pés e minha bunda estavam no ar. Ele as pegou e apoiou no peito dele, deixando meus pés pendurados atrás das costas dele, e sem esperar mais um segundo, me penetrou, enfiando toda a pica dele.
Dizer que eu gemi alto seria uma subestimação do que realmente aconteceu, eu gritei, e gritei alto. Eu estava com tesão, mas daí a receber tudo aquilo dentro de mim sem nenhuma delicadeza e devagar, é outra história. Ele me segurou pelas mãos, apoiando-as no encosto do sofá, e começou uma metida e tirada desesperada, muito rapidamente os gemidos de cada um se misturavam entre Eles, tipo, a umidade dos dois corpos em contato. O quarto estava um pouco ventilado, mas pro que a gente tava fazendo, teria ajudado se estivesse um pouco melhor. Com os minutos passando, nossos corpos iam suando e ficando mais e mais úmidos. Meu homem não parava de castigar minha buceta, não tirava tempo pra respirar, nem pra me perguntar como eu tava me sentindo. Isso não me incomodava, me excitava muito mais. Depois, com as mãos, ele pegou meus peitos e apertou, ao mesmo tempo que esticava e torcia. Esse homem tava realmente com tesão, com certeza teria sido um ilusionista em outra vida, porque isso eu não esperava, ele disfarçou perfeitamente. Aos gemidos e sons corporais, agora se somavam gemidos profundos da minha parte. Me excitava, mas também tinha traços de dor por causa do tratamento que minhas pobres tetas tavam recebendo. Isso continuou por uns vinte minutos a meia hora mais. Já sentia que tava sentada numa lagoa de água e umidade, mas isso em nenhum momento me fez querer parar a ação. Tentei esticar uma mão e consegui agarrar os ovos dele, massageava e apertava de vez em quando, isso fez com que meu homem soltasse a última corrente de humanidade que tinha, o último elo de cordialidade e cuidado que guardava pra mim. As estocadas dele se intensificaram muito mais e agora minhas costas batiam contra o encosto. "Uh, a puta mãe" foi a última coisa que ouvi, antes dele se levantar, tirar o membro de dentro de mim, e gozar profusamente por todo meu corpo; minhas bochechas, pescoço, meus peitos, abdômen, buceta e coxas, todos foram destinos pra quantidade inexplicável de sêmen que esse pau descarregou. Eu tava totalmente molhada. Se uma pessoa entrasse e julgasse a situação, diria que pelo menos tudo que tinha em cima do meu corpo era produto de umas três pessoas, e não só de uma. Meu parceiro agora tava parado na minha frente, quieto, olhando "sua obra de arte", me olhou nos olhos e Me inclino pra dar um beijo nele, e eu respondi enfiando de leve a minha língua. Aí ele se levantou de novo, se vestiu rápido e, sem falar nada, foi embora. Me deixou toda coberta de porra, no meio de um bar, e eu fiquei num transe, imóvel e sem conseguir juntar um pensamento.
Peguei minha bolsa, me certificando de que tudo que precisava estava dentro, e procurei as chaves do meu apartamento e da minha caminhonete. Saí e peguei o elevador até a garagem. Era muito prático ter aquela garagem no subsolo do prédio, não precisava sair na rua nem ficar procurando vaga sem fim nessa cidade que tem cinco carros pra cada duas pessoas.
Entrei no carro e coloquei o GPS no endereço que o Kevin tinha me dado. Mesmo com a proximidade que ele tinha mencionado, preferi não arriscar me perder. Assim que a direção estava no aparelho, comecei meu trajeto. Logo na saída, avistei uma frente de mulheres, com cartazes, faixas em cabos, cantando e fazendo suas vozes serem ouvidas. Por causa de um adorno que todas usavam, consegui deduzir rapidamente o que estava rolando. Era um grupo de mulheres a favor do aborto, e o que elas carregavam era um lenço verde, alusivo ao tema — nessa época no meu país, o Congresso Nacional ia debater se aprovava uma lei pra legalizar o aborto, coisa que até então não era. Mesmo assim, muitas mulheres recorriam a hospitais e clínicas clandestinas pra fazer esse procedimento. Enquanto eu dirigia na direção delas, não pude deixar de me sentir identificada. Eu era e sou a favor, mas daí a tornar minha opinião tão pública, tipo usando um lenço verde "gritando" minha posição, nessa cidade, era muito perigoso. Muita gente era e é intolerante, e às vezes não conseguem entender que alguém pense diferente. Passei direto e segui meu caminho. Como era bem mais cedo, dessa vez tinha trânsito, e bem mais gente andando ou em restaurantes e bares.
A voz do GPS, ou a "galega" como na minha cidade costumam falar, de repente me indicou que eu tinha chegado no destino. Procurei onde estacionar — o que levou uns minutos — e, quando finalmente consegui, peguei minha carteira e fui andando até o lugar. Era um bar muito bonito, várias mesas, iluminação baixa e um cheiro de comida boa. Lá no fundo, consegui ver meu amigo, junto com a banda dele, fazendo o que parecia ser afinar os instrumentos e organizar tudo. Fui abrindo caminho entre as mesas e o pessoal e cheguei até ele.
— Que barzinho gostoso, você sempre toca em lugares assim? — perguntei, cumprimentando ele.
— Nem sempre, a gente até queria. Mas às vezes não tem jeito, tem que tocar em clube de bairro ou em lugares mais improvisados — respondeu com um sorriso, me dando um beijo no rosto — Valeu por ter vindo, guardei essa mesa pra você — e apontou pra uma, que tinha um cartazinho escrito "reservado" e um cachecol azul — Daqui a pouco a gente começa.
Agradeci a gentileza de ter guardado a mesa e a gente continuou conversando por uns minutos. Ele me apresentou o resto do grupo e me contou um pouco sobre o estilo de música que iam tocar. Ia ser uma espécie de rock suave, ou melódico, algo mais de salão, que não pedia pra fazer pogo ou nada do tipo, algo tranquilo, combinando com o lugar. Fui me sentar e, em alguns minutos, um garçom veio até mim, perguntando se eu queria alguma coisa. Tava com um pouco de sede, então pedi uma cerveja. Ele foi embora e eu fiquei olhando o lugar e a banda se preparando. Pelo visto, ele tinha feito um bom trabalho divulgando o evento: o lugar tava lotado, todas as mesas ocupadas e até gente em pé.
Uns quinze minutos depois, as luzes do lugar ficaram ainda mais fracas, e começaram a sair uns sons. Foi assim que o show começou. Foi muito divertido. Em algumas músicas, várias pessoas da plateia faziam os coros, provavelmente eram conhecidos da banda que já tinham visto eles antes. Eu ficava olhando, ouvindo as letras, enquanto tomava minha cerveja. De tanto Enquanto isso, meu amigo me lançava uns olhares furtivos, exibindo aquele sorriso característico e comprador. Não olhei o relógio, mas quando o show acabou, devia ter passado umas duas horas. Eles receberam muitos aplausos e gritos de todo mundo. Algumas pessoas se aproximaram pra cumprimentar e parabenizar. Outras ficaram sentadas bebendo e comendo, mas a grande maioria foi embora, e o clima ficou bem mais calmo. Kevin ajudou a desmontar todos os instrumentos e depois levou pra uma caminhonete estacionada do lado de fora. Deduzi que alguns dos integrantes foram embora, porque nem todos voltaram, só o Kevin e mais um, que foi com outro grupo de gente.
— E aí, gostou? — meu amigo perguntou se aproximando de mim.
— Muito, a música é linda e eles tocaram bem — respondi sincera.
— Posso te acompanhar? — ele perguntou, começando a puxar a cadeira oposta à minha na mesa.
— Claro — falei rindo — e agora, o que vocês fazem?
— Os instrumentos já foram, o dia tá acabando, então é ficar um pouco aqui e depois pra casa — ele disse no momento em que um funcionário do lugar trouxe uma cerveja pra ele — você tem algo em mente? — perguntou.
— Não necessariamente... — falei me fazendo de desligada.
— Quer ir pro camarim? — esse lugar é aquele que, no mundo da música, a banda descansa antes e depois da apresentação — não tem ninguém agora.
— Pra fazer o quê? — não largava o papel de inocente.
— Pra foder — ele disse se aproximando do meu ouvido por cima da mesa.
Estiquei a mão por baixo da mesa procurando algo, e segundos depois deixei em cima dela minha calcinha fio dental, era preta, com detalhes em renda. Imediatamente ele pegou e guardou no bolso. Depois se levantou e, segurando minha mão, quase me arrastou atrás dele.
Eu o segui até um quartinho, que estava trancado. Ele procurou a chave no outro bolso, finalmente abriu e me empurrou levemente pra dentro. Tinham dois sofás grandes, cor chocolate escuro, de dois lugares. corpos, mas uma bateria pequena, uns quadros decorativos e uma mini geladeira com porta de vidro, dava pra ver que nela tinha vários tipos de bebida, entre elas alguns energéticos e latas de cerveja.
Eu me esquentei rápido demais, e assim que meu corpo caiu no sofá, comecei a me despir apressadamente. Segundos depois, eu estava nua, me masturbando e recebendo um tratamento oral descarado, pela "mão" da pica do homem que estava na minha frente. Ele metia na minha boca sem nenhum pudor, eu me preocupei em manter a boca e a garganta abertas, e deixar ele seguir no ritmo, na necessidade e no gosto dele. Rapidamente, a saliva começou a se acumular na minha boca e em volta de toda a extensão daquele membro que violava meus lábios. Os sons guturais também começaram a tomar conta e a dominar o ambiente.
Ficamos assim por vários minutos, e com o tempo, pude perceber e sentir como a pica dele foi crescendo, enquanto as veias daquele membro ficavam cada vez mais evidentes. Deus, que pedaço de pica, minutos antes era de um tamanho modesto, nada pra fazer um monumento, mas também não deixava a desejar, mas agora eu mal conseguia encostar a ponta do meu nariz na barriga do meu homem. Parece que ele se cansou dessa posição, e tirando o membro da minha boca, pegou minhas pernas e me empurrou levemente pra fora. Agora eu estava apoiada no sofá com a parte de baixo das costas, e os pés e minha bunda estavam no ar. Ele as pegou e apoiou no peito dele, deixando meus pés pendurados atrás das costas dele, e sem esperar mais um segundo, me penetrou, enfiando toda a pica dele.
Dizer que eu gemi alto seria uma subestimação do que realmente aconteceu, eu gritei, e gritei alto. Eu estava com tesão, mas daí a receber tudo aquilo dentro de mim sem nenhuma delicadeza e devagar, é outra história. Ele me segurou pelas mãos, apoiando-as no encosto do sofá, e começou uma metida e tirada desesperada, muito rapidamente os gemidos de cada um se misturavam entre Eles, tipo, a umidade dos dois corpos em contato. O quarto estava um pouco ventilado, mas pro que a gente tava fazendo, teria ajudado se estivesse um pouco melhor. Com os minutos passando, nossos corpos iam suando e ficando mais e mais úmidos. Meu homem não parava de castigar minha buceta, não tirava tempo pra respirar, nem pra me perguntar como eu tava me sentindo. Isso não me incomodava, me excitava muito mais. Depois, com as mãos, ele pegou meus peitos e apertou, ao mesmo tempo que esticava e torcia. Esse homem tava realmente com tesão, com certeza teria sido um ilusionista em outra vida, porque isso eu não esperava, ele disfarçou perfeitamente. Aos gemidos e sons corporais, agora se somavam gemidos profundos da minha parte. Me excitava, mas também tinha traços de dor por causa do tratamento que minhas pobres tetas tavam recebendo. Isso continuou por uns vinte minutos a meia hora mais. Já sentia que tava sentada numa lagoa de água e umidade, mas isso em nenhum momento me fez querer parar a ação. Tentei esticar uma mão e consegui agarrar os ovos dele, massageava e apertava de vez em quando, isso fez com que meu homem soltasse a última corrente de humanidade que tinha, o último elo de cordialidade e cuidado que guardava pra mim. As estocadas dele se intensificaram muito mais e agora minhas costas batiam contra o encosto. "Uh, a puta mãe" foi a última coisa que ouvi, antes dele se levantar, tirar o membro de dentro de mim, e gozar profusamente por todo meu corpo; minhas bochechas, pescoço, meus peitos, abdômen, buceta e coxas, todos foram destinos pra quantidade inexplicável de sêmen que esse pau descarregou. Eu tava totalmente molhada. Se uma pessoa entrasse e julgasse a situação, diria que pelo menos tudo que tinha em cima do meu corpo era produto de umas três pessoas, e não só de uma. Meu parceiro agora tava parado na minha frente, quieto, olhando "sua obra de arte", me olhou nos olhos e Me inclino pra dar um beijo nele, e eu respondi enfiando de leve a minha língua. Aí ele se levantou de novo, se vestiu rápido e, sem falar nada, foi embora. Me deixou toda coberta de porra, no meio de um bar, e eu fiquei num transe, imóvel e sem conseguir juntar um pensamento.
1 comentários - Minhas experiências como acompanhante (XXIV)