A puta do meu filho 6

No dia seguinte, à tarde, fui na casa da minha cunhada. Já fazia duas semanas que não via ela. Mas eu sempre procuro visitar ela nas segundas, quartas e sextas. Sou a putinha do meu filho, mas não quero abrir mão da minha cunhada, mesmo ela não sabendo nada da putaria que eu tava com o sobrinho dela.

A gostosa me recebeu vestida só com uma calcinha branca de renda na beirada, que ficava um tesão.
— Que delícia, sua vadiazona — comi ela com os olhos.

Mal fechei a porta da rua, a gente se pegou de boca. Abri as pernas e minha cunhada enfiou a mão por baixo da minha saia e começou a esfregar minha buceta por cima da calcinha. Eu apertei a bunda dela e enfiei meus dedos na fenda, roçando o cuzinho dela. Ficamos um tempão nos beijando e nos apalpando; aos poucos nos separamos e recuperamos a compostura, porque eu precisava contar tudo que tava rolando comigo.

— Espera um pouco — falei, mas minha cunhada não parou de tirar minha roupa.

Deixei ela me despir e, enquanto isso, me distraí com os peitos dela, brincando com os biquinhos.
— Quero te contar uma coisa, você tá sozinha? — falei. Minha cunhada, depois de me despir, sentou de pernas abertas em cima das minhas coxas. Me beijou os lábios.
— Mais do que sozinha, todo dia eu fico esperando ansiosa você bater na minha porta, mas você só vem me ver três dias por semana. Você me deixa louca. Não faz essa cara, desde que a gente transa, eu sinto um monte de coisa, você já sabe.

— Então o que eu vim te contar vai te deixar mais louca ainda.

Acariciei os peitos dela e expliquei o que tava rolando entre eu e meu filho. Contei tudo, com todos os detalhes, sem esconder nada. Senti nas minhas coxas como ela ficava excitada, conforme eu contava como meu filho curtia meu corpo quando dava na telha dele.
— Agora ele me pediu pra te convencer a entrar na nossa brincadeira — falei, brincando com os biquinhos durinhos dela.
— Nossa, com esse meu sobrinho — minha cunhada me abraçou contra o peito dela — Faz tempo que ele me atrai, seu... filho, e por respeito a você e ao meu irmão, nunca tentei nada com ele, mas agora que as coisas estão diferentes entre vocês, não tenho problema nenhum em a gente se pegar os três. — Olhei pra ela e me senti aliviada por ela ter aceitado sem reclamar. — Como é que ele tem? — ela me perguntou de repente — O quê? — respondi — Não se faz de sonsa, cunhada, só vi um pouquinho na cozinha. Me conta como é a pica do seu filho. — Minha cunhada tinha se escancarado, e eu tava morrendo de tesão pelo volume da buceta dela. Tava muito excitada; dava pra sentir o cheiro da xereca dela. — Ele tem uma extremamente grossa, você já viu na cozinha, mas acima de tudo enorme, muito comprida, maior que seus brinquedos, você tem que ver pra crer — respondi olhando pra entreperna dela e sem me segurar mais, meti a mão dentro da calcinha dela. — Porra, seu filho, com uma ferramenta dessas, você deve ficar doida. — Você não faz ideia — respondi passando a mão na fenda molhada dela. Ela tem o corpo muito flexível. Se deixou cair pra trás, até apoiar as mãos no chão e abriu as pernas; eu só tive que me abaixar e devorar aquela boceta gostosa com muita, muita safadeza. o00o Meu marido foi viajar a negócios ao meio-dia, só voltaria no dia seguinte. De tarde, meu filho me disse pra vestir um vestido de alcinha que tenho, exageradamente curto e bem fininho; meus peitos quase caíam pra fora, meus bicos marcavam descaradamente, e a parte de baixo mal cobria alguma coisa; claro que ele me proibiu de usar calcinha, queria que eu recebesse a tia assim. Ele vestiu uma sunga tipo fio dental daquelas que eu comprei pra ele (as minhas ficam tão apertadas que machucam) porque eu pedi. Assim a gente ia ficar com mais tesão. Quando minha cunhada chegou, abri a porta e ela me cumprimentou com um sorriso, dizendo excitada que eu parecia uma puta. Ela tava de camisa, saia curtíssima e salto alto. Depois de nos beijarmos de língua rapidinho, a gente passou. No salão; meu filho estava lá me esperando. Quando ele me viu só de fio dental, ficou sem palavras e de boca aberta. Não é porque é meu filho, mas parecia a encarnação viva do deus "Apolo". Ele se aproximou dela e a beijou na boca com paixão enquanto passava a mão na bunda dela por cima da calcinha. Minha cunhada devolveu o beijo toda feliz, como se sempre tivessem feito aquilo, e passou a mão no volume dele, sem parar de apalpar e reconhecer. Ela estava muito nervosa.

— Porra, que beleza! — ela disse.

Meu filho deixou a tia dar uma volta completa nele e se deliciar com o corpo lindo dele. Eu me aproximei por trás da minha cunhada, sem esperar meu filho falar nada, sabia que ele queria ver a gente se acariciando. Desabotoei a camisa da minha cunhada e, por trás, comecei a acariciar os peitos dela, sentindo a excitação crescer aos poucos dentro de nós duas. Ele mandou a gente se beijar. Não precisou repetir, fizemos com muito prazer, aproximando nossas bocas e colocando as línguas para fora para roçar uma na outra. Meu filho estava louco de tesão, vendo a mãe e a tia se apalpando e se beijando com luxúria na frente dele.

— Vocês são umas putas — ele disse pra gente.

Minha cunhada ficou atrás de mim. Uma mão afastou minha calcinha, e eu abri as pernas, enquanto a outra mão se apossou da minha buceta — Olha como eu tô metendo a mão na sua mãe — Ela olhou pra ele sorrindo, sem parar de me beijar e me apalpar.

Meu filho se aproximou, sem se segurar mais, e se juntou a nós, acariciando nossas bundas e juntando a língua dele com a nossa. Ele tirou meus peitos pra fora do vestido e apertou. Segurou eles pra tia chupar meus mamilos, enquanto me beijava na boca e perguntava se eu tava gostando. Eu tava doida de prazer e respondi que sim.

Aceitei sem problema ele me chamar de puta e gostosa, e até cuspir nos meus peitos e no meu rosto, pra tia lamber a saliva dele. Ficamos assim um bom tempo, até meu filho nos despir completamente. Então ele nos levou pra cama, pra minha cama, a que eu dividia com o pai dele, e lá deitamos e continuamos nos acariciando enquanto ele nos observava, estranhei que ele já não estivesse de pau duro até o talo. O que eu não sabia é que meu filho queria surpreender a tia dele.

Ele se aproximou de nós e ficou na frente da tia pra ela ver ao natural o que já tinha visto na cozinha. Minha pobre cunhada estava com os olhos arregalados, parecia hipnotizada, me deu uma risada vê-la naquele estado. Quando meu filho ficou de pau duro, mandou a tia chupá-lo. Me agarrou pelo cabelo.

— Chupa você também, foxy — e me juntou a ela.

Nós duas chupamos ele juntas e ainda sobrava pau suficiente pra uma terceira. Comemos as bolas do meu filho, uma cada uma, juntando nossas línguas ao mesmo tempo. Ele se deixou comer bem excitado, depois de um tempo, nos afastou dele.

Então ele me disse que queria ver como uma puta como eu comia a buceta de outra puta. Minha cunhada estava deitada, me esperando toda tesuda. Ela ainda estava de calcinha e eu tirei. Abri as pernas dela pra meu filho ver a xereca.

— Caralho, que bucetão! — ele disse, me afastando da minha cunhada.

Ficou tão impressionado quanto a tia com ele. Tocou, abriu e estudou com os dedos, chupou um pouco e me deixou o lugar.

— Agora você, vagabunda — ele me disse.

Me abaixei sobre a entreperna da minha cunhada e chupei ela, arrancando gemidos, enquanto meu filho fodia a boca dela. Segurava a cabeça dela e prendia com um bom pedaço do pau dele dentro da boca, parecia que ela ia se engasgar e até teve ânsia. Então ele soltava e minha cunhada babava e cuspia saliva, ele repetiu várias vezes. Eu me assustei ao ver como a coitada se engasgava e tinha náuseas, mas quando ele soltou, ela olhou pro sobrinho sorrindo com luxúria.

— Me dá mais, filho da puta — Ela estava adorando, a vagabunda!

Eu nunca tinha fodido de um jeito tão violento, e era meu próprio filho que estava me mostrando. Viu minha cara de curiosidade e disse:
        — Você também quer provar, né, sua putinha?
        Eu me deitei com a cabeça entre os joelhos dele. Meu filho enfiou o pau na minha boca e fez comigo o mesmo que fez com a tia, enquanto ela chupava minha buceta. Foi horrível e excitante ao mesmo tempo. Umas duas vezes achei que ia me afogar de verdade, me debatia com violência pra ele me soltar, mas isso só deixava ele mais excitado, até que ele me soltava quando queria. Quando terminou, eu estava com o rosto vermelho e congestionado, e as lágrimas tinham escorrido por causa dos engasgos.
        — Filho da puta, o que você queria, afogar sua pobre mãe?
        — Você foi muito bem, mamãe, que gostosa você é — ele me beijou na boca.
        Ele me deixou descansar enquanto a tia continuava chupando minha buceta, a desgraçada mamava meu clitóris e eu já estava quase gozando. Meu filho se posicionou atrás da tia e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro na buceta dela. Minha pobre cunhada soltou um grito e começou a gemer de prazer, enquanto o sobrinho a fodia olhando nos meus olhos com luxúria.
        — Que buceta gostosa você tem, tia.
        — Ele a segurava com força pelos quadris e dava umas estocadas violentas.
        Eu me aproximei dela e comecei a beijá-la, meu filho mandou eu chupar os peitos dela e eu, obediente, chupei os seios dela.
        — Que rabo você tem, tia, me deixa louco. Preciso te comer no cu agora — disse meu filho.
        — Faz com carinho, sobrinho — pediu minha cunhada.
        Meu filho encostou a glande inchada no cu da tia e empurrou, enfiando tudo. — Espera um pouco, pelo amor de Deus, deixa eu me acostumar! — implorou minha cunhada.
        Enquanto esperava, meu filho puxou meu cabelo, levantando minha cabeça. Ele estava com a língua pra fora e me ofereceu. Chupei ela inteira, enfiando na boca, e começamos a nos beijar de língua. Meu filho empurrava enquanto devorávamos a boca um do outro, mas ele estava tão excitado que agarrou minha cunhada pelos quadris a tia e empurrou com violência contra o cu da minha cunhada, enterrando de uma vez toda a pica enorme dela.
        —Que cu mais apertado você tem, sua puta —disse, dando um tapa na bunda dela.
        Eu me inclinei pra ver como ele penetrava minha cunhada. Meu filho puxou o pau pra fora, e fiquei chocada ao ver o buraco aberto do cu da minha cunhada.
        —Vou deixar o seu igual, mãe —ele me disse, e senti um arrepio.
        Meu filho se deitou nas costas da tia dele e continuou macetando a bunda dela.
        —Tá gostando, foxy? Que filha da puta você é, deixando dar no cu —ele falava, e um monte de coisa cada uma mais obscena que a outra.
        A tia dele já não se controlava mais, gritava que nem uma louca, pedindo pro filho da puta do sobrinho dela arrebentar ela, e me chamava de promíscua e de putona. Eu torturava o clitóris dela; punhetava com raiva a buceta dela com os dedos, até que ela gozou na minha mão, fiz ela chupar, e enfiei de novo na vagina, pouco depois ela gozou de novo, e meu filho, gritando, gozou também.
        —Toma meu leite, sua porca —disse, enchendo o cu dela de porra.
        Eu fiquei atrás do meu filho e abri a bunda dele pra ver ele gozar. O cu dele se abria e fechava, a pele que separa o ânus do saco dele pulsava muito rápido, bombeando jorros e jorros de porra, os ovos dele subiam quando ele empurrava com força. Não consegui contar quantos jorros ele tinha bombeado, mas tive uma ideia quando vi a porra transbordando do cu da minha cunhada. Meu filho tirou o pau dela mais tarde. Me agarrou e me colocou atrás da tia dele.
        —Chupa o cu dela, puta, e bebe toda minha gozada —ele ordenou.
        Eu fui pra isso, toda feliz. Minha cunhada gemia de esforço e prazer, enquanto eu enchia a boca de porra, meu filho nos observava descansando e acariciando o pau dele.
        Continuamos nos acariciando e nos beijando, esperando meu filho se recuperar, o que não demorou nada, porque a visão da mãe e da tia dele peladas se beijando esquentou ele na hora. Ele se aproximou de nós com o pau duro de novo, e nós três nos misturamos em carícias e beijos; era difícil saber onde começava um corpo e onde terminava o outro. Ele me deitou em cima da tia dela, cara a cara, e comeu ela primeiro, enquanto nos beijávamos. Depois, me penetrou e me comeu. Ele nos penetrava as duas, alternadamente.

— Vocês gostam do meu pau, putas? Gostam de como eu como vocês? — ele perguntava, e minha cunhada e eu, como duas boas putas, respondíamos em dueto que sim.

Assim continuamos por um bom tempo, até que ele não aguentou mais.

— Fiquem de joelhos, porcas, que vou gozar em vocês — ele disse, e se colocou em pé em cima da cama — Abram bem as bocas, vadias — e começou a bater uma com fúria sobre nós, e entre espasmos e gemidos incontroláveis, gozou copiosamente. Ele jogou uma enxurrada de porra; jato após jato sobre nossas caras e bocas. Quando parou de gozar, na mesma hora nos beijamos, eu e minha cunhada. Nossas bocas estavam cheias de esperma quente e viscoso, que se misturava com nossa saliva, e engolimos tudo.

Nós nos sentíamos tão putas e tão à vontade, que minha cunhada se afastou e lambeu o esperma que escorria pelo meu rosto e pelos meus peitos, e me beijou de novo para que eu engolisse tudo; depois, eu fiz o mesmo com ela. Juntas, limpamos o pau do meu filho, depois deitamos ele, e entre eu e minha cunhada, chupamos os ovos dele e disputamos o buraco do cu dele como duas boas putas.

— Isso! Briguem para chupar meu cu. Me comam, filhas de uma puta — disse meu filho, que estava em êxtase.

Passamos a noite inteira os três juntos na cama, dormindo de vez em quando e fodendo o resto do tempo.

Acordamos famintos às cinco da madrugada e descemos os três pelados para a cozinha. Meu filho ia no meio das duas, nos segurando pela cintura e apalpando nossa bunda. Saqueei a geladeira e a despensa em busca de comida e preparei uns sanduíches. Estava passando a manteiga no pão, quando minha cunhada beijou meu filho. nos lábios e disse que estava encantada de ser a putinha dele.
— Vem morar com a gente de novo — pediu meu filho.
— Temos espaço de sobra, você sabe — falei pra minha cunhada.
— Sério? — perguntou com os olhos brilhando — Vale! Tá bom — aceitou na hora, sem pensar — Vou demorar uns dias, antes tenho que falar com o dono do apê e resolver umas paradas.
— Te amo, tia — disse meu filho, beijando ela na boca. Eu olhei pra eles. Era tão lindo ver como se amavam.
Comemos os sanduíches comentando todas as coisas que íamos fazer juntos. Meu filho planejava o futuro dos três e, pelo que ele contava, era muito excitante.
— Cê ainda aguenta me dar mais uma foda, sobrinho? — perguntou minha cunhada depois de comer.
— Claro, sua putinha, todas que você quiser. Mãe, você topa?
— Não, querido, tô mais que satisfeita, só vou olhar.
Minha cunhada subiu na mesa e se deitou de costas. Abriu as pernas provocando meu filho.
— Vamos copular, sobrinho, e dar um belo show pra gostosa da sua mãe.
E eles me deram. Só de ver de perto meu filho comendo minha cunhada já era um espetáculo. O filho da puta tirava a rola pra fora pra eu ver o buraco da buceta — que buraco! Cabia minha mão lá dentro, e pra confirmar, enfiei até o pulso sem dificuldade. Meu filho ficou pasmo ao ver a mãe enfiar a mão na buceta da tia dele. E aquilo não era nada, ele ainda não sabia o quanto a tia dele e eu éramos putas. Já teria tempo de mostrar, por enquanto já bastava pro primeiro dia. Agora éramos duas, as putas do meu filho, e as duas estávamos encantadas de ser as putinhas dele.

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