Meu nome é Javier, tenho 26 anos, me formei em engenharia elétrica há 6 meses e, com sorte e a ajuda de um amigo, consegui entrar numa empresa com um reconhecimento importante. Apesar do salário estar subindo devagar e agora estar perto de 800 dólares, eu me contentei pela experiência que tô ganhando e pelo que vou poder colocar no meu currículo depois de um tempo, pra poder me candidatar ao trabalho que sempre sonhei, mas isso não vem ao caso. Os outros aspectos da minha vida não são ruins, tenho uma namorada de 24 anos que também é formada, embora ela seja técnica em eletricidade — sem desmerecer o diploma dela —, mas tá desempregada faz 1 mês. Estamos juntos há alguns anos, conheci ela numa palestra na universidade dela; na época, ela tinha namorado, mas numa noite em que a gente se encontrou numa festa, acabamos na cama e, depois de algumas semanas, já éramos namorados. Voltando ao presente, eu e minha namorada moramos juntos num apartamento que herdei, então podem imaginar como a gente soltava os instintos sexuais. Com o tempo, a transa foi diminuindo… algo se perdeu, então começamos a experimentar coisas. Começamos colocando pornô enquanto transávamos, isso nos excitava, mas de um jeito tão artificial que depois de uma semana paramos. Pensamos em ir a um terapeuta, mas achamos que éramos jovens demais pra isso, e do nada veio a solução: procuramos coisas que nos dessem tesão, coisas proibidas. Rapidamente passamos a transar em lugares perigosos onde poderiam nos pegar, começamos no carro perto de gente, depois na praia e terminamos transando em praças de madrugada.
Aposto que você tá curioso pra saber como a gente é, né? Ela é branquinha, tem 1,60m, sem mentir, tem um cabelo que quase bate na cintura, de um tom cobre. Não tem peitão, mas compensa tudo com uma bunda gigante e gostosa. E eu, bom... Meço 1,75m, tenho pele morena e estou dentro do que se considera normal. E, se for por medida, a única que acho que poderia importar pra alguém é quando me mede, e isso dá 17 cm.
Considero que isso é o básico que vocês deveriam saber, antes de saberem como minha vida desmoronou.
**Capítulo 1: O início do fim ou o começo das mudanças.**
Tudo começou numa sexta-feira. Lembro que estava bem quente, mas era normal, era janeiro. Faltavam cerca de 30 minutos pra finalmente poder sair, e chega uma mensagem no WhatsApp. Era da minha namorada, dizendo que vinha a caminho pra gente se encontrar e sair. Não sei por quê, mas esses 30 minutos pareceram mais longos que o resto do dia inteiro. Quando ela chegou, estava linda. Tinha um jeito tão sutil de se vestir, de agir, de ser no geral, que dizia: "quero que você meta". Eu tava excitadíssimo, igual quando você vê pela primeira vez o decote de uma mulher com peitos gigantes, mas nela, me perdi completamente. Do nada, um tapa da realidade chegou e me lembrou que meus documentos estavam no armário. Então, pedi pra ela esperar, mas ela recusou e decidiu me acompanhar. A área dos armários é bem restrita pra entrada e saída, por razões óbvias.
Quando chegamos, notei que não tinha ninguém, coisa rara, mas não impossível. Então, me preparei pra pegar os documentos e ir embora com ela, quando ouço ela me chamar e dizer: "olha". Assim que virei, me deparei com ela de saia levantada, uma lingerie que chamar de erótica seria diminuir, e um ovo vibrador diretamente no clitóris dela. Ela tava quase escorrendo, e quando desviei o olhar, vi o rosto dela. Não era o rosto da namorada que eu via normalmente, era a cara de uma mulher pronta pra acasalar. E agora posso dizer que também tinha uma certa maldade que não vi, ou talvez a tesão não me deixou ver.
Me joguei em cima dela e comecei a beijá-la como se nunca tivesse beijado outra mulher na vida. Tava duríssimo, e enquanto eu a beijava, ela começou a... passar a mão nele com uma das mãos enquanto a outra apertava minhas bolas, lembro claramente que naquele momento pensei que ia explodir ali mesmo e até agora quando lembro fico duro.
Não duramos muito assim porque ela desceu, desabotoou minha calça e começou a chupar, fazia rápido e com uma técnica que nem atriz pornô deve ter. Às vezes parava e me perguntava "Você gosta?", eu dizia sim e ela continuava, mas em certo ponto mudou o tom e as perguntas e começou um papo bem diferente da nossa sexualidade normal:
- Você gosta? - ela falava me olhando nos olhos e se eu demorava a responder repetia com a voz mais firme.
- Sim, sim, gosto, continua - cada vez tinha que responder mais porque ela trocou mais pra me masturbar do que chupar.
Você gosta de ser minha putinha? Ela falou enquanto me batia uma, O quê? Respondi quase na hora, então ela parou sem parar de me masturbar, chegou perto do meu ouvido e repetiu "se você gosta de ser minha putinha" depois disso desceu pro meu pescoço, lambeu um pouco e começou a morder, não sou muito de gemer mas naquele momento soltei um gemido que pareceu só incentivar ela mais porque depois disso voltou pro meu ouvido falando "eu só masturbo minhas cachorras" e depois disso começou uma série de perguntas e respostas que na verdade eu só podia responder que sim:
-Então, você é minha putinha?
-Sim
-Sim, o quê?
-Sim, sou sua putinha
-SUA putinha!- Ao fazer isso, apertou mais meu pau, o que me fez gemer de novo e ele disse, agora com uma voz ainda mais dominante, repete "sou uma putinha submissa masoquista
- Mas amor..
- 3
- Amor..
- 2
- Eu sou uma putinha submissa masoquista — falei relutante
- Não ouvi — depois de dizer isso, apertou de novo, agora com a outra mão, minhas bolas, o que não só doeu, mas me deixou a mil no contexto em que estávamos.
- Eu sou sua putinha submissa masoquista — dessa vez gemendo um pouco por tudo que ele estava fazendo comigo naquele momento.
- Me implora
- Que porra é essa? - falei, afinal, com aquilo tudo eu tava voltando à realidade e ao perigo real de estar fazendo essas coisas ali.
- Me implora pra continuar e te deixar fazer mais coisas - Enquanto dizia isso, com uma mão parou de me apertar e levantou a blusa, me mostrando uns peitos que, como da primeira vez, me deixaram babando. E não sei como não percebi, mas ela se ajeitou pra roçar meu pau na buceta dela.
- Por favor, continua, amor, deixa eu gozar na sua buceta.
- Não é amor, é dona, e lembra que eu valho mais do que você.
Nesse ponto, eu não ligava mais pra nada, queria que continuasse, e se ela queria que eu dissesse algo, eu ia dizer…
- Dona, por favor, deixa essa putinha submissa e masoquista continuar gozando de uma buceta que ela não merece.
Quando eu disse aquilo, lembro que ela enlouqueceu, foi como um orgasmo de tanto prazer em me ouvir falar aquilo, e do nada ela enfiou meu pau dentro dela. Tava tão quente que achei que ia derreter, mas era tão gostoso. Depois de tanta coisa incomum, a gente tava tendo um dos melhores sexos da nossa relação, quando ela me diz: “xinga teu chefe”. Fiquei meio chocado e quis perguntar por que, mas senti que ia estragar tudo de bom que a gente tava fazendo, então comecei a xingar ele: chamei de usurário, imbecil e um monte de outras coisas, mas ela não gostou e falou que se eu queria parar, já que eu não tava fazendo com vontade. Por isso, tive que me concentrar um pouco e mandei ver:
- Ele é filho da puta, tem mais idade que a gente e não tem namorada, com certeza gosta de comer os funcionários. Deve ter um pau minúsculo, tão pequeno que dá vergonha, e pra completar, é precoce.
- Aí sim, assim mesmo. Goza dentro, quero sentir seu leite - Assim que ouvi isso, com o tesão que tava, explodi, e depois de várias descargas, posso dizer que literalmente deixei ela cheia.
Quando terminei, percebi que minha namorada tinha voltado ao normal, embora tenha rido de um jeito meio desdenhoso que eu não notei porque vi a secretária do chefe, que tava olhando pela única janelinha que dava praquele quarto. Quando me viu, saiu na hora, e eu me apressei pra alcançar ela e consegui, por erro dela, já que entrou num corredor sem saída. Comecei a falar com ela, mas parecia que não me ouvia, tava toda vermelha e meio suada. Quando começou a me escutar, repeti tudo que tinha dito até aquele momento:
- Por favor, não conta nada pro chefe, eu preciso desse emprego e foi um momento em que não sabia o que tava fazendo.
- Não vou contar nada, mas me deixa passar - Isso ela falou gaguejando demais e se corrigiu várias vezes, então foi muito difícil entender, e ainda por cima ela evitava olhar nos meus olhos, minhas suspeitas de que ia sair correndo contar pra segurança aumentaram.
- Tem certeza que não vai contar? Nada?
—Não importa de qualquer jeito, se eu conto ou não, já que tão as... — Não termino essa frase quando minha namorada chega perguntando o que houve. Depois de explicar a situação, ela me puxou um pouco pra trás e começou a falar com a secretária.
— Conheço as do teu tipo — disse ela —, fingindo ser santinhas, quando na verdade são umas putas. — Ao falar isso, se aproximou e sussurrou algo no ouvido dela, parou de falar e partiu pra beijá-la. Só de ver as duas, já fiquei duro de novo, afinal a secretária também é bem gostosa. Diria que uns peitos tamanho C, 1,65m, cabelo na altura dos ombros e uma bunda boa também. Minha namorada pegou minha mão e colocou debaixo da saia dela, e aí eu percebi: enquanto nos olhava, ela tava se masturbando.
— Então hoje nós três vamos tomar um drink e nos conhecer melhor — disse minha namorada, enquanto levava a mão da Teresa, a secretária, pro meu jeans, onde dava pra ver o volume da ereção. Ela tocou e, assim como minha namorada Paola, mudou completamente a cara.
O que aconteceu depois? Isso é história pra outra hora.
Se terminaram de ler, agradeço de coração. Por outro lado, peço, por favor, se puderem entrar nessa enquete.https://goo.gl/forms/eCH88KXFrZjORwRB2na qual vocês podem ajudar a decidir o rumo da história dizendo o que gostariam que rolasse (novos personagens, fetiches, etc). Me despeço até o próximo capítulo.Parte 2 Listahttp://www.poringa.net/posts/relatos/3281496/Como-arruinaron-mi-vida-Parte-2.html
Aposto que você tá curioso pra saber como a gente é, né? Ela é branquinha, tem 1,60m, sem mentir, tem um cabelo que quase bate na cintura, de um tom cobre. Não tem peitão, mas compensa tudo com uma bunda gigante e gostosa. E eu, bom... Meço 1,75m, tenho pele morena e estou dentro do que se considera normal. E, se for por medida, a única que acho que poderia importar pra alguém é quando me mede, e isso dá 17 cm.
Considero que isso é o básico que vocês deveriam saber, antes de saberem como minha vida desmoronou.
**Capítulo 1: O início do fim ou o começo das mudanças.**
Tudo começou numa sexta-feira. Lembro que estava bem quente, mas era normal, era janeiro. Faltavam cerca de 30 minutos pra finalmente poder sair, e chega uma mensagem no WhatsApp. Era da minha namorada, dizendo que vinha a caminho pra gente se encontrar e sair. Não sei por quê, mas esses 30 minutos pareceram mais longos que o resto do dia inteiro. Quando ela chegou, estava linda. Tinha um jeito tão sutil de se vestir, de agir, de ser no geral, que dizia: "quero que você meta". Eu tava excitadíssimo, igual quando você vê pela primeira vez o decote de uma mulher com peitos gigantes, mas nela, me perdi completamente. Do nada, um tapa da realidade chegou e me lembrou que meus documentos estavam no armário. Então, pedi pra ela esperar, mas ela recusou e decidiu me acompanhar. A área dos armários é bem restrita pra entrada e saída, por razões óbvias.
Quando chegamos, notei que não tinha ninguém, coisa rara, mas não impossível. Então, me preparei pra pegar os documentos e ir embora com ela, quando ouço ela me chamar e dizer: "olha". Assim que virei, me deparei com ela de saia levantada, uma lingerie que chamar de erótica seria diminuir, e um ovo vibrador diretamente no clitóris dela. Ela tava quase escorrendo, e quando desviei o olhar, vi o rosto dela. Não era o rosto da namorada que eu via normalmente, era a cara de uma mulher pronta pra acasalar. E agora posso dizer que também tinha uma certa maldade que não vi, ou talvez a tesão não me deixou ver.
Me joguei em cima dela e comecei a beijá-la como se nunca tivesse beijado outra mulher na vida. Tava duríssimo, e enquanto eu a beijava, ela começou a... passar a mão nele com uma das mãos enquanto a outra apertava minhas bolas, lembro claramente que naquele momento pensei que ia explodir ali mesmo e até agora quando lembro fico duro.
Não duramos muito assim porque ela desceu, desabotoou minha calça e começou a chupar, fazia rápido e com uma técnica que nem atriz pornô deve ter. Às vezes parava e me perguntava "Você gosta?", eu dizia sim e ela continuava, mas em certo ponto mudou o tom e as perguntas e começou um papo bem diferente da nossa sexualidade normal:
- Você gosta? - ela falava me olhando nos olhos e se eu demorava a responder repetia com a voz mais firme.
- Sim, sim, gosto, continua - cada vez tinha que responder mais porque ela trocou mais pra me masturbar do que chupar.
Você gosta de ser minha putinha? Ela falou enquanto me batia uma, O quê? Respondi quase na hora, então ela parou sem parar de me masturbar, chegou perto do meu ouvido e repetiu "se você gosta de ser minha putinha" depois disso desceu pro meu pescoço, lambeu um pouco e começou a morder, não sou muito de gemer mas naquele momento soltei um gemido que pareceu só incentivar ela mais porque depois disso voltou pro meu ouvido falando "eu só masturbo minhas cachorras" e depois disso começou uma série de perguntas e respostas que na verdade eu só podia responder que sim:
-Então, você é minha putinha? -Sim
-Sim, o quê?
-Sim, sou sua putinha
-SUA putinha!- Ao fazer isso, apertou mais meu pau, o que me fez gemer de novo e ele disse, agora com uma voz ainda mais dominante, repete "sou uma putinha submissa masoquista
- Mas amor.. - 3
- Amor..
- 2
- Eu sou uma putinha submissa masoquista — falei relutante
- Não ouvi — depois de dizer isso, apertou de novo, agora com a outra mão, minhas bolas, o que não só doeu, mas me deixou a mil no contexto em que estávamos.
- Eu sou sua putinha submissa masoquista — dessa vez gemendo um pouco por tudo que ele estava fazendo comigo naquele momento.
- Me implora - Que porra é essa? - falei, afinal, com aquilo tudo eu tava voltando à realidade e ao perigo real de estar fazendo essas coisas ali.
- Me implora pra continuar e te deixar fazer mais coisas - Enquanto dizia isso, com uma mão parou de me apertar e levantou a blusa, me mostrando uns peitos que, como da primeira vez, me deixaram babando. E não sei como não percebi, mas ela se ajeitou pra roçar meu pau na buceta dela.
- Por favor, continua, amor, deixa eu gozar na sua buceta. - Não é amor, é dona, e lembra que eu valho mais do que você.
Nesse ponto, eu não ligava mais pra nada, queria que continuasse, e se ela queria que eu dissesse algo, eu ia dizer…
- Dona, por favor, deixa essa putinha submissa e masoquista continuar gozando de uma buceta que ela não merece.
Quando eu disse aquilo, lembro que ela enlouqueceu, foi como um orgasmo de tanto prazer em me ouvir falar aquilo, e do nada ela enfiou meu pau dentro dela. Tava tão quente que achei que ia derreter, mas era tão gostoso. Depois de tanta coisa incomum, a gente tava tendo um dos melhores sexos da nossa relação, quando ela me diz: “xinga teu chefe”. Fiquei meio chocado e quis perguntar por que, mas senti que ia estragar tudo de bom que a gente tava fazendo, então comecei a xingar ele: chamei de usurário, imbecil e um monte de outras coisas, mas ela não gostou e falou que se eu queria parar, já que eu não tava fazendo com vontade. Por isso, tive que me concentrar um pouco e mandei ver:- Ele é filho da puta, tem mais idade que a gente e não tem namorada, com certeza gosta de comer os funcionários. Deve ter um pau minúsculo, tão pequeno que dá vergonha, e pra completar, é precoce.
- Aí sim, assim mesmo. Goza dentro, quero sentir seu leite - Assim que ouvi isso, com o tesão que tava, explodi, e depois de várias descargas, posso dizer que literalmente deixei ela cheia.
Quando terminei, percebi que minha namorada tinha voltado ao normal, embora tenha rido de um jeito meio desdenhoso que eu não notei porque vi a secretária do chefe, que tava olhando pela única janelinha que dava praquele quarto. Quando me viu, saiu na hora, e eu me apressei pra alcançar ela e consegui, por erro dela, já que entrou num corredor sem saída. Comecei a falar com ela, mas parecia que não me ouvia, tava toda vermelha e meio suada. Quando começou a me escutar, repeti tudo que tinha dito até aquele momento:
- Por favor, não conta nada pro chefe, eu preciso desse emprego e foi um momento em que não sabia o que tava fazendo.
- Não vou contar nada, mas me deixa passar - Isso ela falou gaguejando demais e se corrigiu várias vezes, então foi muito difícil entender, e ainda por cima ela evitava olhar nos meus olhos, minhas suspeitas de que ia sair correndo contar pra segurança aumentaram.
- Tem certeza que não vai contar? Nada?
—Não importa de qualquer jeito, se eu conto ou não, já que tão as... — Não termino essa frase quando minha namorada chega perguntando o que houve. Depois de explicar a situação, ela me puxou um pouco pra trás e começou a falar com a secretária.
— Conheço as do teu tipo — disse ela —, fingindo ser santinhas, quando na verdade são umas putas. — Ao falar isso, se aproximou e sussurrou algo no ouvido dela, parou de falar e partiu pra beijá-la. Só de ver as duas, já fiquei duro de novo, afinal a secretária também é bem gostosa. Diria que uns peitos tamanho C, 1,65m, cabelo na altura dos ombros e uma bunda boa também. Minha namorada pegou minha mão e colocou debaixo da saia dela, e aí eu percebi: enquanto nos olhava, ela tava se masturbando.
— Então hoje nós três vamos tomar um drink e nos conhecer melhor — disse minha namorada, enquanto levava a mão da Teresa, a secretária, pro meu jeans, onde dava pra ver o volume da ereção. Ela tocou e, assim como minha namorada Paola, mudou completamente a cara.
O que aconteceu depois? Isso é história pra outra hora.
Se terminaram de ler, agradeço de coração. Por outro lado, peço, por favor, se puderem entrar nessa enquete.https://goo.gl/forms/eCH88KXFrZjORwRB2na qual vocês podem ajudar a decidir o rumo da história dizendo o que gostariam que rolasse (novos personagens, fetiches, etc). Me despeço até o próximo capítulo.Parte 2 Listahttp://www.poringa.net/posts/relatos/3281496/Como-arruinaron-mi-vida-Parte-2.html
2 comentários - Como ela fodeu minha vida [Parte 1]