comunidade... o que vou contar pra vocês... como diz o título, quase me custou a vida...
Corria o ano de 2010, mais ou menos em abril, descubro o mundo do Facebook e com ele mil possibilidades de conhecer e se conectar com amigos e familiares que estavam longe do país... ou pelo menos longe da minha província.
Claro que coloquei uma foto onde eu tava muito bem... sou grandão, e de terno... segundo dizem, chamava bastante atenção.
Pouco tempo depois recebi um convite de amizade de uma mina de SP.
Eu tava prestes a fazer 40 e ela tinha só 25 anos... mas muito bem vividos, pelo que descobri depois.
O primeiro foi intriga... por que ela tava me escrevendo? E assim começou uma enxurrada de chats... e e-mails...
Quando chegamos no momento da troca de fotos...
Ela era um tesão... monstruosa. Morena, altura média, pele bem branquinha, peitos pequenos e uma bunda de dar orgulho de pendurar na cabeceira da cama. Sei disso porque ela me mandou duas fotos: uma de frente com um vestido de noite e outra de biquíni, de costas.
Eu mandei um par de fotos da mesma festa onde tava de terno, as mesmas que coloquei no Facebook.
Diante das perguntas de ambos: "e aí, o que achou?" Segundo ela, eu tava muito bem, muito atraente... mas que eu tinha cara de taradinho... ha ha ha, foi o comentário dela.
E eu, como bom escorpiano, não podia deixar passar a oportunidade e falei o quanto ela era gostosa... e que sim... tinha uma raba linda.
Lembro muito bem do comentário dela: "Sabia que você ia gostar, sabia que você não ia decepcionar minhas expectativas."
Isso me deixou bem na dúvida e, claro, perguntei: "Por quê???"
Acontece que ela também era escorpiana e sabia o quão sexual eu podia ser...
Eu respondi: "Ou seja... você já sabe que não só pareço ser um taradinho, eu sou... e sou um escorpiano tarado."
Imediatamente nossas conversas ficaram totalmente carregadas de sexo, apesar de eu ser um cara casado, e ela morar junto com o parceiro dela, que, por acaso, também era o chefe dela.
Ela era uma puta gostosa com ele: fazia a maior festa, curtia à vontade sexo oral e anal. com ele... ela se entregava sem limites...
Foi quando eu disse que tinha inveja do marido dela, que ela começou a me contar como o cara não dava muita bola pra ela, e que em cada problema ou discussão, ele resolvia tudo com grana.
Briga: presente... viagem... presente... desaforo... presentes
E segundo ela, era isso que ela mais gostava da nossa relação distante... que eu a ouvia e prestava atenção em cada detalhe.
Um dia ela me mandou umas fotos com um conjunto de lingerie, que dava vontade de devorar ela... uma gostosa... yummy.
E segundo ela, como o cara tinha um jantar de trabalho que não podia adiar... naquela noite que ela tinha vestido o conjuntinho novo pra uma noite quente com ele, ele deixou ela assim, porque precisava ir.
Óbvio, mais tretas e discussões, rolos e brigas...
Presente: peitos novos.
Nossa relação ficou cada vez mais forte, eu pelo menos precisava cada dia daquele momento, daquele tempinho no meu mundo com ela... e segundo ela, sentia o mesmo.
E-mails surpresa quase todo dia, com fotos, dizendo o quanto a gente se desejava.
Eu sempre perguntava por que ela me dava bola, uma gata como ela, nível socioeconômico alto, tesão de mulher, uma diva dessas inalcançáveis... e ela sabia como levantar minha autoestima, me dizendo o quanto eu era importante pra ela, que eu sabia ouvir, esperava por ela, estava atento a ela em todos os sentidos... sei lá... minha cabeça explodia.
Até que um dia ela disse: love, no fim do mês, vou viajar pra Mendoza, dá um jeito de ir, porque quero você só pra mim.
Inventei no meu trabalho um curso em San Luis, aluguei uma cabaninha tranquila, meu bolso é limitado, e só restava esperar... foi insuportável aguentar aqueles dias.
Nisso, já tinham passado uns 5 meses desde que tudo começou...
E chegou o dia, o avião dela chegava, se não me engano, às 10 da manhã, e lá estava eu esperando...
Até que a vi, não podia acreditar, só nos abraçamos, discretamente, e fomos pro estacionamento, quando guardei a bolsa dela, me virei, abracei ela e nos beijamos gostoso. boca... quanta vontade, quantos desejos soltos num segundo.
Abraçar ela e beijar, sentir ela entre minhas mãos, acariciar as costas dela, a nuca, sentir o perfume dela... me deixava louco pra caralho!!!
Parei um pouco, me afastei e falei: vamos subir, por favor, ou vou meter aqui mesmo...
Ela só soltou um sorriso e a gente subiu...
Depois de atravessar a cidade, já na estrada pra San Luis, áreas mais tranquilas, voltaram os beijos e as carícias, eu tocava as pernas dela, ela as minhas, me dava beijos no pescoço, passava a língua na minha orelha, falava tudo que queria fazer comigo e eu tava duro igual um tijolo. Cometi o grave erro de comentar e ela começou a brincar comigo, me tocava por cima da calça, me apertava, falava que queria chupar toda minha pica, que queria saborear meu pau, que tava há muito tempo desejando ele, se mexeu e se abaixou, me mordendo por cima da calça... a tesão que eu tava era tremenda, tava prestes a explodir.
E ela continuava brincando comigo, se divertia me ver tão excitado e que, como eu tava dirigindo, não podia fazer nada...
Aos poucos, ela se ajeitou, me desabotoou a calça, abaixou o zíper e meteu a mão... me massageava e apertava o pau... que eu sentia prestes a estourar.
Ela tirou a mão e no meu ouvido falou: continua ligado na estrada... não quero ter um acidente. E se abaixou e começou a chupar meu pau, devagar, lambia, beijava a cabeça do meu pau, chupava, e de vez em quando enfiava tudo que podia na boca. Subiu, me beijou, e falou: como eu gosto do teu pau!!!
E continuou chupando ele...
Eu reduzi a velocidade, mesmo desesperado pra chegar, e me dediquei a aproveitar aquela puta mamada de pau que tava recebendo.
Quando não aguentei mais, falei: meu amor, por favor... não continua... não aguento mais... tô gozando!!!
Ela subiu de novo pra me beijar, e no ouvido falou: vou continuar, porque quero todo o teu leite.
E sem esperar... enfiou o pau até o fundo da garganta, o prazer que eu sentia era tremendo.
Ela bombeava pra cima e pra baixo cada vez com mais força.
Eu Só acariciava a cabeça dela, o cabelo, a nuca... com uma mão só... a outra tava colada no volante.
Até que eu explodi, foi uma gozada da porra, sem deixar uma gota escapar.
Depois de engolir, ela me perguntou: posso te beijar? E eu mesmo beijei ela com toda paixão, mordi os lábios dela, chupei a língua, senti o gosto do esperma misturado com a saliva dela... mas não tava nem aí, o prazer que ela me deu merecia qualquer coisa.
Depois ela confessou que o parceiro dela não deixava, não gostava. Queria que ela chupasse ele, mas depois não deixava ela beijar ele.
E isso fascinou ela ainda mais em mim, segundo ela.
Quando chegamos, nos acomodamos, e quando ficamos sozinhos na cabana, foi minha vez. Abracei ela, beijei e aos poucos tirei a roupa dela, ficando só de lingerie... fininha, linda.
Sentei ela na mesa e fui descendo, o mínimo que eu podia fazer era retribuir as atenções... então tentei dar a melhor chupada de buceta que ela já tinha recebido.
Quando ela teve o primeiro orgasmo, queria que eu saísse de entre as pernas dela, mas eu queria continuar, ela tinha gozado muito rápido, e com certeza tinha mais orgasmos pra mim.
Se tem uma coisa que me faz sentir muito homem, muito macho, é isso... sentir que tô dando prazer pra minha mulher... e naquele momento ela era isso... era minha mulher, uma mulher dos sonhos pra mim.
Depois disso, feito dois apaixonados, a gente se jogou na cama, abraçados, e ficamos nos beijando e nos mimando por pelo menos uma hora...
Saímos como um casal de verdade, e fomos almoçar... com as piadinhas de sempre, se eu, sendo mais velho segundo ela, ia aguentar. Que eu não comesse nem bebesse tanto, porque a sesta ia ser movimentada... e foi.
Chegamos e de novo, a gente se acabou enquanto tirava a roupa, se tocava e sentia nossos corpos, os peitos dela, a bunda dela, as costas, as pernas... sei lá... pra mim era uma mulher incrível.
Ela me empurrou, montou em cima de mim e sozinha se posicionou pra enfiar a pica na buceta.
Ela montou devagar, e foi descendo centímetro por centímetro. Até que Ela sentiu tudo.
Me olhou fixo nos olhos e disse: "finalmente, amor..." e me matou com a cavalgada dela. Subia e descia, fazia círculos, fazia um vai e vem que era fatal, sentia que entrava até o útero.
Eu segurava as nádegas dela com força e isso a esquentava muito, óbvio que dei uns tapas na bunda, e quando quis tocar o cu dela, ela tirou minha mão e disse: "Não!! Isso é o presente pra essa noite!!!"
E continuou cavalgando quando chegou no segundo orgasmo dela, eu não aguentei e depois de perguntar onde gozar, ela disse: "Deixa tudo na minha bunda... quero sentir você na minha pele."
Eu tirei, e me masturbei até começar a gozar... não só na bunda dela, os primeiros jatos foram nas costas dela... o resto na bunda.
Só escorreu um pouco, e assim, suados do jeito que estávamos, entre beijos e carícias, dormimos.
Depois de 2 horas de soneca reparadora, levantei e preparei o mate, e quando estava tudo pronto, acordei ela, limpei, e assim, nós dois pelados, sentamos juntinhos pra tomar mate.
Depois dos mates, fomos tomar banho juntos... quase 1 hora debaixo d'água, nos ensaboando, nos enxaguando, nos curtindo.
Depois desse momento, nos vestimos e fomos jantar.
Na volta, já estava tudo mais tranquilo, bem romântico, trouxe um espumante e fiz algo que sempre quis... a famosa cascata: jogava espumante nos peitos dela e chupava tudo... por todos os lados.
Depois me coloquei debaixo dela, e jogava o espumante na barriguinha dela, e bebia misturado com os sabores da buceta dela.
Depois coloquei ela de quatro, e fiz a mesma coisa, mas agora também comendo o cu dela... coisa que a deixou no fogo.
E ela dizia: "Que filho da puta você é, como me faz desejar, que vontade de você fazer minha bunda."
Chupei meu polegar, salivei bastante e coloquei na entrada do cu dela... primeiro giros em volta, e depois entrar devagarzinho... aos poucos comecei a meter e tirar o dedo, enquanto com meus outros dedos, brincava na buceta dela.
Ela gozava e estava muito excitada, quando senti molinho o cu dela. bum, tirei o polegar, chupei os dedos médio e indicador, e bem devagarinho fui enfiando... quando entraram até o fundo, fiz uma puta masturbação nela, com 2 dedos no cu e 2 na buceta... até que ela acabou molhando tudo... até uns jatos de xixi escaparam...
E assim, do jeito que tava, me coloquei na beira da cama, puxei ela pra perto e meti na buceta, só com a intenção de lubrificar.
Tirei e apontei pra aquele bum que tanto tinha desejado.
Meter foi uma delícia, tava bem apertadinho e quente.
Comecei a me mexer devagar e como os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes... segurando ela pelos cabelos e pelo ombro, comecei a comer ela com tudo.
Entre os gemidos, escapava algum gritinho... e eu tentava meter mais forte.
Senti a mão dela nas minhas bolas e senti a umidade naquele carinho, a buceta dela era uma poça.
Por causa das duas gozadas anteriores, aguentei pra caralho... então depois de um tempo de uma boa bombada, senti que ela tava gozando... e tentei acelerar ao máximo, até que explodi no rabo dela, enchendo ela. Coisa que, segundo ela, sentiu toda a minha porra dentro.
No dia seguinte, acordamos e fomos tomar banho de novo, só que dessa vez teve sexo, e muito bom, no chuveiro, em pé... de frente, com um pé dela no lavatório, depois virei ela e, bem devagarinho, comi ela de novo, enquanto dizia que nunca ia esquecer aquele rabo. E ela disse o mesmo... nunca vou esquecer esse fim de semana.
Terminamos, nos vestimos, arrumamos as malas e entregamos a cabana.
Na volta, mais tranquilo, foi só no mate.
Chegamos com tempo no aeroporto, ficamos no carro mais de 40 minutos só no love, até ela ir embora.
No dia seguinte, recebi uma ligação no celular meio estranha... era o parceiro dela.
Tinha descoberto tudo, mas isso não é o que importa...
O importante foi o que vivemos... nunca vou esquecer.
Beijos pra todos
Corria o ano de 2010, mais ou menos em abril, descubro o mundo do Facebook e com ele mil possibilidades de conhecer e se conectar com amigos e familiares que estavam longe do país... ou pelo menos longe da minha província.
Claro que coloquei uma foto onde eu tava muito bem... sou grandão, e de terno... segundo dizem, chamava bastante atenção.
Pouco tempo depois recebi um convite de amizade de uma mina de SP.
Eu tava prestes a fazer 40 e ela tinha só 25 anos... mas muito bem vividos, pelo que descobri depois.
O primeiro foi intriga... por que ela tava me escrevendo? E assim começou uma enxurrada de chats... e e-mails...
Quando chegamos no momento da troca de fotos...
Ela era um tesão... monstruosa. Morena, altura média, pele bem branquinha, peitos pequenos e uma bunda de dar orgulho de pendurar na cabeceira da cama. Sei disso porque ela me mandou duas fotos: uma de frente com um vestido de noite e outra de biquíni, de costas.
Eu mandei um par de fotos da mesma festa onde tava de terno, as mesmas que coloquei no Facebook.
Diante das perguntas de ambos: "e aí, o que achou?" Segundo ela, eu tava muito bem, muito atraente... mas que eu tinha cara de taradinho... ha ha ha, foi o comentário dela.
E eu, como bom escorpiano, não podia deixar passar a oportunidade e falei o quanto ela era gostosa... e que sim... tinha uma raba linda.
Lembro muito bem do comentário dela: "Sabia que você ia gostar, sabia que você não ia decepcionar minhas expectativas."
Isso me deixou bem na dúvida e, claro, perguntei: "Por quê???"
Acontece que ela também era escorpiana e sabia o quão sexual eu podia ser...
Eu respondi: "Ou seja... você já sabe que não só pareço ser um taradinho, eu sou... e sou um escorpiano tarado."
Imediatamente nossas conversas ficaram totalmente carregadas de sexo, apesar de eu ser um cara casado, e ela morar junto com o parceiro dela, que, por acaso, também era o chefe dela.
Ela era uma puta gostosa com ele: fazia a maior festa, curtia à vontade sexo oral e anal. com ele... ela se entregava sem limites...
Foi quando eu disse que tinha inveja do marido dela, que ela começou a me contar como o cara não dava muita bola pra ela, e que em cada problema ou discussão, ele resolvia tudo com grana.
Briga: presente... viagem... presente... desaforo... presentes
E segundo ela, era isso que ela mais gostava da nossa relação distante... que eu a ouvia e prestava atenção em cada detalhe.
Um dia ela me mandou umas fotos com um conjunto de lingerie, que dava vontade de devorar ela... uma gostosa... yummy.
E segundo ela, como o cara tinha um jantar de trabalho que não podia adiar... naquela noite que ela tinha vestido o conjuntinho novo pra uma noite quente com ele, ele deixou ela assim, porque precisava ir.
Óbvio, mais tretas e discussões, rolos e brigas...
Presente: peitos novos.
Nossa relação ficou cada vez mais forte, eu pelo menos precisava cada dia daquele momento, daquele tempinho no meu mundo com ela... e segundo ela, sentia o mesmo.
E-mails surpresa quase todo dia, com fotos, dizendo o quanto a gente se desejava.
Eu sempre perguntava por que ela me dava bola, uma gata como ela, nível socioeconômico alto, tesão de mulher, uma diva dessas inalcançáveis... e ela sabia como levantar minha autoestima, me dizendo o quanto eu era importante pra ela, que eu sabia ouvir, esperava por ela, estava atento a ela em todos os sentidos... sei lá... minha cabeça explodia.
Até que um dia ela disse: love, no fim do mês, vou viajar pra Mendoza, dá um jeito de ir, porque quero você só pra mim.
Inventei no meu trabalho um curso em San Luis, aluguei uma cabaninha tranquila, meu bolso é limitado, e só restava esperar... foi insuportável aguentar aqueles dias.
Nisso, já tinham passado uns 5 meses desde que tudo começou...
E chegou o dia, o avião dela chegava, se não me engano, às 10 da manhã, e lá estava eu esperando...
Até que a vi, não podia acreditar, só nos abraçamos, discretamente, e fomos pro estacionamento, quando guardei a bolsa dela, me virei, abracei ela e nos beijamos gostoso. boca... quanta vontade, quantos desejos soltos num segundo.
Abraçar ela e beijar, sentir ela entre minhas mãos, acariciar as costas dela, a nuca, sentir o perfume dela... me deixava louco pra caralho!!!
Parei um pouco, me afastei e falei: vamos subir, por favor, ou vou meter aqui mesmo...
Ela só soltou um sorriso e a gente subiu...
Depois de atravessar a cidade, já na estrada pra San Luis, áreas mais tranquilas, voltaram os beijos e as carícias, eu tocava as pernas dela, ela as minhas, me dava beijos no pescoço, passava a língua na minha orelha, falava tudo que queria fazer comigo e eu tava duro igual um tijolo. Cometi o grave erro de comentar e ela começou a brincar comigo, me tocava por cima da calça, me apertava, falava que queria chupar toda minha pica, que queria saborear meu pau, que tava há muito tempo desejando ele, se mexeu e se abaixou, me mordendo por cima da calça... a tesão que eu tava era tremenda, tava prestes a explodir.
E ela continuava brincando comigo, se divertia me ver tão excitado e que, como eu tava dirigindo, não podia fazer nada...
Aos poucos, ela se ajeitou, me desabotoou a calça, abaixou o zíper e meteu a mão... me massageava e apertava o pau... que eu sentia prestes a estourar.
Ela tirou a mão e no meu ouvido falou: continua ligado na estrada... não quero ter um acidente. E se abaixou e começou a chupar meu pau, devagar, lambia, beijava a cabeça do meu pau, chupava, e de vez em quando enfiava tudo que podia na boca. Subiu, me beijou, e falou: como eu gosto do teu pau!!!
E continuou chupando ele...
Eu reduzi a velocidade, mesmo desesperado pra chegar, e me dediquei a aproveitar aquela puta mamada de pau que tava recebendo.
Quando não aguentei mais, falei: meu amor, por favor... não continua... não aguento mais... tô gozando!!!
Ela subiu de novo pra me beijar, e no ouvido falou: vou continuar, porque quero todo o teu leite.
E sem esperar... enfiou o pau até o fundo da garganta, o prazer que eu sentia era tremendo.
Ela bombeava pra cima e pra baixo cada vez com mais força.
Eu Só acariciava a cabeça dela, o cabelo, a nuca... com uma mão só... a outra tava colada no volante.
Até que eu explodi, foi uma gozada da porra, sem deixar uma gota escapar.
Depois de engolir, ela me perguntou: posso te beijar? E eu mesmo beijei ela com toda paixão, mordi os lábios dela, chupei a língua, senti o gosto do esperma misturado com a saliva dela... mas não tava nem aí, o prazer que ela me deu merecia qualquer coisa.
Depois ela confessou que o parceiro dela não deixava, não gostava. Queria que ela chupasse ele, mas depois não deixava ela beijar ele.
E isso fascinou ela ainda mais em mim, segundo ela.
Quando chegamos, nos acomodamos, e quando ficamos sozinhos na cabana, foi minha vez. Abracei ela, beijei e aos poucos tirei a roupa dela, ficando só de lingerie... fininha, linda.
Sentei ela na mesa e fui descendo, o mínimo que eu podia fazer era retribuir as atenções... então tentei dar a melhor chupada de buceta que ela já tinha recebido.
Quando ela teve o primeiro orgasmo, queria que eu saísse de entre as pernas dela, mas eu queria continuar, ela tinha gozado muito rápido, e com certeza tinha mais orgasmos pra mim.
Se tem uma coisa que me faz sentir muito homem, muito macho, é isso... sentir que tô dando prazer pra minha mulher... e naquele momento ela era isso... era minha mulher, uma mulher dos sonhos pra mim.
Depois disso, feito dois apaixonados, a gente se jogou na cama, abraçados, e ficamos nos beijando e nos mimando por pelo menos uma hora...
Saímos como um casal de verdade, e fomos almoçar... com as piadinhas de sempre, se eu, sendo mais velho segundo ela, ia aguentar. Que eu não comesse nem bebesse tanto, porque a sesta ia ser movimentada... e foi.
Chegamos e de novo, a gente se acabou enquanto tirava a roupa, se tocava e sentia nossos corpos, os peitos dela, a bunda dela, as costas, as pernas... sei lá... pra mim era uma mulher incrível.
Ela me empurrou, montou em cima de mim e sozinha se posicionou pra enfiar a pica na buceta.
Ela montou devagar, e foi descendo centímetro por centímetro. Até que Ela sentiu tudo.
Me olhou fixo nos olhos e disse: "finalmente, amor..." e me matou com a cavalgada dela. Subia e descia, fazia círculos, fazia um vai e vem que era fatal, sentia que entrava até o útero.
Eu segurava as nádegas dela com força e isso a esquentava muito, óbvio que dei uns tapas na bunda, e quando quis tocar o cu dela, ela tirou minha mão e disse: "Não!! Isso é o presente pra essa noite!!!"
E continuou cavalgando quando chegou no segundo orgasmo dela, eu não aguentei e depois de perguntar onde gozar, ela disse: "Deixa tudo na minha bunda... quero sentir você na minha pele."
Eu tirei, e me masturbei até começar a gozar... não só na bunda dela, os primeiros jatos foram nas costas dela... o resto na bunda.
Só escorreu um pouco, e assim, suados do jeito que estávamos, entre beijos e carícias, dormimos.
Depois de 2 horas de soneca reparadora, levantei e preparei o mate, e quando estava tudo pronto, acordei ela, limpei, e assim, nós dois pelados, sentamos juntinhos pra tomar mate.
Depois dos mates, fomos tomar banho juntos... quase 1 hora debaixo d'água, nos ensaboando, nos enxaguando, nos curtindo.
Depois desse momento, nos vestimos e fomos jantar.
Na volta, já estava tudo mais tranquilo, bem romântico, trouxe um espumante e fiz algo que sempre quis... a famosa cascata: jogava espumante nos peitos dela e chupava tudo... por todos os lados.
Depois me coloquei debaixo dela, e jogava o espumante na barriguinha dela, e bebia misturado com os sabores da buceta dela.
Depois coloquei ela de quatro, e fiz a mesma coisa, mas agora também comendo o cu dela... coisa que a deixou no fogo.
E ela dizia: "Que filho da puta você é, como me faz desejar, que vontade de você fazer minha bunda."
Chupei meu polegar, salivei bastante e coloquei na entrada do cu dela... primeiro giros em volta, e depois entrar devagarzinho... aos poucos comecei a meter e tirar o dedo, enquanto com meus outros dedos, brincava na buceta dela.
Ela gozava e estava muito excitada, quando senti molinho o cu dela. bum, tirei o polegar, chupei os dedos médio e indicador, e bem devagarinho fui enfiando... quando entraram até o fundo, fiz uma puta masturbação nela, com 2 dedos no cu e 2 na buceta... até que ela acabou molhando tudo... até uns jatos de xixi escaparam...
E assim, do jeito que tava, me coloquei na beira da cama, puxei ela pra perto e meti na buceta, só com a intenção de lubrificar.
Tirei e apontei pra aquele bum que tanto tinha desejado.
Meter foi uma delícia, tava bem apertadinho e quente.
Comecei a me mexer devagar e como os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes... segurando ela pelos cabelos e pelo ombro, comecei a comer ela com tudo.
Entre os gemidos, escapava algum gritinho... e eu tentava meter mais forte.
Senti a mão dela nas minhas bolas e senti a umidade naquele carinho, a buceta dela era uma poça.
Por causa das duas gozadas anteriores, aguentei pra caralho... então depois de um tempo de uma boa bombada, senti que ela tava gozando... e tentei acelerar ao máximo, até que explodi no rabo dela, enchendo ela. Coisa que, segundo ela, sentiu toda a minha porra dentro.
No dia seguinte, acordamos e fomos tomar banho de novo, só que dessa vez teve sexo, e muito bom, no chuveiro, em pé... de frente, com um pé dela no lavatório, depois virei ela e, bem devagarinho, comi ela de novo, enquanto dizia que nunca ia esquecer aquele rabo. E ela disse o mesmo... nunca vou esquecer esse fim de semana.
Terminamos, nos vestimos, arrumamos as malas e entregamos a cabana.
Na volta, mais tranquilo, foi só no mate.
Chegamos com tempo no aeroporto, ficamos no carro mais de 40 minutos só no love, até ela ir embora.
No dia seguinte, recebi uma ligação no celular meio estranha... era o parceiro dela.
Tinha descoberto tudo, mas isso não é o que importa...
O importante foi o que vivemos... nunca vou esquecer.
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