Gozando em um Cinema Clube
Olá, meu nome é Karin, sou de Lima-Peru. Isso aconteceu há alguns anos quando eu estudava à noite em uma escola de inglês. Direi que isso aconteceu quando eu tinha 18 anos para não haver problemas.
Desde minha adolescência sempre me agradou chamar atenção dos meninos (isso me faz sentir uma verdadeira mulher), razão pela qual sempre me agradava ir à escola com minissaia que deixavam ver boa parte de meus muslos e polos de lycra que demarcavam muito bem a forma de meus seios. Quando estávamos no salão de aulas sempre me agradava sentar-me com as pernas cruzadas para que todos os meninos pudessem se arredondar o olho durante toda a aula. Quando me levantava do meu assento para ir à lousa ou ao banheiro o fazia lentamente e delicadamente, e enquanto caminhava podia sentir as miradas de desejo dos meninos sobre mim, algo que sempre me agradou. Além disso, como toda a vida fui muito coquete, sempre saudava e sorria para todos na escola incluindo os professores.
Se havia iniciado um novo ciclo de estudos e o professor que me tocou nessa oportunidade era um senhor mais velho do que os anteriores que eu havia tido, eu lhe dava mais de 40 anos. Ele me chamou muito a atenção pois era muito sério, e além disso muito viril. Sempre que passava por seu lado me saudava muito atentamente com uma sonrisa.
No início, devido ao fato de o ver como pessoa muito mais velha para mim, apenas em raríssimas ocasiões me aproximava dele para conversar ou consultar sobre alguma coisa que não entendia. Foi passando os dias e eu me dei conta que era uma pessoa culta e muito interessante por sua maneira de conversar e tratar os temas que ele abordava. Quando se dirigia a mim me mirava diretamente nos olhos, fazendo-me pôr um pouco nervosa.
Assim foi que quando terminava as horas de aula, eu ficava até o final para ir em direção a ele com a desculpa de consultar sobre alguma coisa qualquer. E foi assim que conversávamos sobre coisas pessoais também. Ele me contou que tinha 44 anos, que Era casado e tinha um filho da minha idade que acabava de ingressar na universidade. Eu também lhe contei que vivia com meus tios, dos quais só recebia dinheiro mas não muito afeto, e que nesse momento não tinha namorado (o que era verdade). Gostava de falar com ele pois quando o fazia, sentia-me muito diferente dos meus colegas de classe, que em todo momento não faziam outra coisa além de me olhar as pernas ou meus seios descaradamente.
Como estudava no último horário, ele não tinha problemas para ficar comigo no salão ao finalizar a aula. Até que um dia como qualquer outro me contou que gostava muito de ir ao cinema, mas que sua esposa detestava ir. Eu lhe contei que eu também adorava o cinema e perguntou se poderia acompanhá-lo naquele mesmo dia para ver uma película, pois não gostava de ir sozinho. Sempre li e ouvi que não é conveniente sair com homens casados, mas não sei por quê, nesse momento não me importei e aceitei acompanhá-lo.
Muito contente disse que havia uma película independente que estava por ser retirada da cartaz. Então saímos juntos do salão e disse que eu saísse primeiro e esperasse fora do instituto, pois ele precisava arreglar um assunto antes de sair. Esperei uns dez minutos e o vi sair pela porta, nos encontramos e subimos a um táxi. O trajeto foi um pouco longo, mas durante o percurso eu movia deliberadamente minhas pernas para que minha saia curta se subisse um pouco e assim ele pudesse ver um pouco mais de meus muslos.
Chegamos a um pequeno clube de cinema ao qual nunca havia ido, é mais nem sabia de sua existência. Ele comprou as entradas e passamos a entrar na sala. Como chegamos um pouco cedo, ao entrar na sala não havia ninguém, provavelmente por que já me havia dito que não era uma película comercial e além disso estavam por retirar da cartaz.
Perguntei-me onde queria que nos sentássemos e eu respondi que gostava de sentar na última fila. Assim o fizemos e nos sentamos a esperar Que comece a funcionar, tempo no qual pude ver que entraram alguns aficionados ao sétimo arte e se instalaram nas primeiras fileiras. Antes de começar o filme, ele me contava que desde muito jovem tinha essa afição de assistir ao cinema. Eu apenas o olhava enquanto falava comigo, e estava como embriagada pela forma como se dirigia a mim. De repente as luzes apagaram-se e começou o filme. Ele parecia estar muito tranquilo e atento ao desenvolvimento da trama do filme, e isso me provocou certa inquietude por ser os únicos nesse setor do cinema.
Em um momento dado, pus minha mão no apoio braço da cadeira e não me dei conta que seu braço estava ali. Devido a ele ter camisa de manga curta, pude sentir o calor do seu braço em meu. Eu quase não prestava atenção ao filme por estar pensando que nossos braços estavam se tocando. Pus-me a imaginar sobre o que faria eu se ele quisesse me beijar ou tocar, e apenas o fato de fantasiar fez que eu me excitasse e meurecesse minha entreperna.
De repente, sem dizer nada, ele tomou minha mão com a sua e entrelaçou seus dedos com os meus. Eu só me deixei e me quedava sem saber o que fazer e ficamos com as mãos agarradas. Era agradável estar assim, e nesse momento eu me dei conta de que o motivo de ter aceitado sua convidação era porque em meu interior sentia que ele me gostava muito como homem. Estava quase segura de que se ele tentasse algo comigo, eu não faria nada para rejeitá-lo.
Timidamente virei meu rosto para olhar para ele e vi que estava me olhando profundamente. Poco a pouco aproximou sua boca à minha e nos fundimos em um beijo que acelerou o meu coração ao ponto de sentir que ia explodir. Derreei-me ao contato com sua língua e meu corpo estremeceu completamente. Poco a pouco, esse beijo que inicialmente foi doce se converteu em um beijo selvagem e desesperado, e podia sentir sua língua, seus jadós e respiração sobre meu rosto.
Seguidamente pôs sua mão direita sobre um dos meus... Meus seios, no momento em que a mão que estava entrelaçada com a minha, puxou-me para sua pene e me fez tocá-la por cima de seu calção. Instintivamente comecei a acariciar-lhe, primeiro suavemente e depois cada vez com mais força, dando-me conta de que tinha um grande tamanho e se endurecia cada vez mais. Ele, por sua parte, havia metido sua mão por baixo do meu polo de lycra e meter seus dedos por baixo do meu sutiã.
Ao estar nos beijando e nos tocando, minhas pernas que estavam cruzadas se separaram como convidando-o a me tocar também ali. Ele não se fez de rogar e meteu sua mão por baixo da minha saia, passando seus dedos por cima da minha roupa interior para começar a puxá-la pouco a pouco, de forma que ficou localizada nos meus muslos justo antes das minhas coxas.
Assim estivemos por um bom tempo nos beijando e acariciando mutuamente, eu o sobandole a cock por cima do calção e ele jogando com minha pussy. A estas alturas, minha mini-saia estava já completamente enrrolada na minha cintura. Podia sentir o couro da cadeira debaixo das minhas nádegas e o palpitar de minha pussy deseosa da cock que estava tocando com a minha mão.
Sem creer o que estava fazendo, abri a bragueta do seu calção e continuei acariciando-lhe o instrumento por cima da sua roupa interior. Depois fiz um lado seu cueca e seu cock se erigi como um mastro. Ele afrouxou a corrente e na escuridão pude ver sua bela cock, estava dura. Sem esperar que me pedisse, inclinei-me e comecei a chupá-la. Ele acariciava meus cabelos enquanto me dava uma mamada da qual eu mesma me surpreendi, e com sua outra mão me acariciava as nádegas, logrando meter um dos seus dedos no meu ânus.
Deixei de chupá-la por um momento e ele se reclinou na cadeira, pedindo-me que me sentasse sobre sua cock. Saquei minhas calcinhas que estavam em minhas coxas e as deixei cair no chão, e ele separou suas pernas para que eu me pusesse no meio delas. Depois agarrei seu cock e o coloquei na entrada do meu... Vagininha, deixando-a ali para poder sentir toda sua dureza no momento em que eu sentasse sobre ela.
Uma vez que a tive dentro até a base, fiquei sentada um momento enquanto ele metia suas mãos por debaixo de meu político de lycra e desabrochava meu sutiã libertando meus peitos. Pusei minhas mãos nos apoios das costas da cadeira e comecei a mover-me de cima para baixo sobre seu cock, enquanto ele aproveitava para massagear-me meus seios e meus mamilos com ambas as mãos. Uma vez que meus braços se cansaram, ele me ajudava a subir e descer agarrando-se das minhas nádegas. Meus peitos bamboleavam de cima para baixo sem controle pela intensidade dos nossos movimentos. Não demorei muito em correr como louca. A sensação de estar num cinema com o perigo de que alguém pudesse me ver e descobrir-nos no pleno ato fez que eu viesse uma série de orgasmos encadeados com uma intensidade tal que pensei que ia morrer de tanto prazer.
Que morbo! Que delícia! Que prazer! Que prazer sentia de estar sendo fucada num cinema. Não entendia como podia ser tão puta por ter aceito, mas os orgasmos que invadiam meu corpo me fizeram esquecer rapidamente esses pensamentos e só me dediquei a gozar. De repente, ele me deu a impressão de que estava prestes a correr-se, então apertei os músculos da minha vagina e me movi com mais rapidez para dar-lhe mais prazer como uma mostra de retribuição. De repente, senti que um torrente interminável de sêmen quente inundava minha vagininha. Eu não parava de me mover nem por um instante. Jatos e jatos de sêmen rebatiam em meu interior enquanto ele jadeava de prazer pela corrida semelhante que se dava dentro de mim. Tive meu último orgasmo ao sentir seu cul lenando-me toda.
Depois daquela corrida magnífica, sem tirar seu cock ainda palpitante do meu interior, recostei sobre seu peito exaurida e virei a minha cara para poder beijá-lo em sinal de agradecimento, enquanto ele não soltava meus seios e os seguia acariciando. Depois que estivemos um tempo assim... Pare e ajuste meu sutiã, meu polo e minha calça. Antes de que a película acabasse, paramos e saímos do cinema. No caminho para casa, ele disse que era a melhor filme que havia visto e eu apenas sorri. Quando cheguei em casa e fui direto para minha sala. Me recostei na cama e comecei a pensar e recordar o que havia vivido essa noite. Foi nesses momentos que me dei conta de que não havia posto meu calção e que haviam se quedado no cinema. Pus-me a imaginar a cara do que as encontrasse, provavelmente se daria conta do que havia passado ali, e se as olhasse sentiria o aroma deixado por meus fluidos. Espero que tenham gostado dessa experiência.
Como estudava no último horário, ele não tinha problemas para ficar comigo no salão ao finalizar a aula. Até que um dia como qualquer outro me contou que gostava muito de ir ao cinema, mas que sua esposa detestava ir. Eu lhe contei que eu também adorava o cinema e perguntou se poderia acompanhá-lo naquele mesmo dia para ver uma película, pois não gostava de ir sozinho. Sempre li e ouvi que não é conveniente sair com homens casados, mas não sei por quê, nesse momento não me importei e aceitei acompanhá-lo.
Muito contente disse que havia uma película independente que estava por ser retirada da cartaz. Então saímos juntos do salão e disse que eu saísse primeiro e esperasse fora do instituto, pois ele precisava arreglar um assunto antes de sair. Esperei uns dez minutos e o vi sair pela porta, nos encontramos e subimos a um táxi. O trajeto foi um pouco longo, mas durante o percurso eu movia deliberadamente minhas pernas para que minha saia curta se subisse um pouco e assim ele pudesse ver um pouco mais de meus muslos.
Chegamos a um pequeno clube de cinema ao qual nunca havia ido, é mais nem sabia de sua existência. Ele comprou as entradas e passamos a entrar na sala. Como chegamos um pouco cedo, ao entrar na sala não havia ninguém, provavelmente por que já me havia dito que não era uma película comercial e além disso estavam por retirar da cartaz.
Perguntei-me onde queria que nos sentássemos e eu respondi que gostava de sentar na última fila. Assim o fizemos e nos sentamos a esperar Que comece a funcionar, tempo no qual pude ver que entraram alguns aficionados ao sétimo arte e se instalaram nas primeiras fileiras. Antes de começar o filme, ele me contava que desde muito jovem tinha essa afição de assistir ao cinema. Eu apenas o olhava enquanto falava comigo, e estava como embriagada pela forma como se dirigia a mim. De repente as luzes apagaram-se e começou o filme. Ele parecia estar muito tranquilo e atento ao desenvolvimento da trama do filme, e isso me provocou certa inquietude por ser os únicos nesse setor do cinema.
Em um momento dado, pus minha mão no apoio braço da cadeira e não me dei conta que seu braço estava ali. Devido a ele ter camisa de manga curta, pude sentir o calor do seu braço em meu. Eu quase não prestava atenção ao filme por estar pensando que nossos braços estavam se tocando. Pus-me a imaginar sobre o que faria eu se ele quisesse me beijar ou tocar, e apenas o fato de fantasiar fez que eu me excitasse e meurecesse minha entreperna.
De repente, sem dizer nada, ele tomou minha mão com a sua e entrelaçou seus dedos com os meus. Eu só me deixei e me quedava sem saber o que fazer e ficamos com as mãos agarradas. Era agradável estar assim, e nesse momento eu me dei conta de que o motivo de ter aceitado sua convidação era porque em meu interior sentia que ele me gostava muito como homem. Estava quase segura de que se ele tentasse algo comigo, eu não faria nada para rejeitá-lo.
Timidamente virei meu rosto para olhar para ele e vi que estava me olhando profundamente. Poco a pouco aproximou sua boca à minha e nos fundimos em um beijo que acelerou o meu coração ao ponto de sentir que ia explodir. Derreei-me ao contato com sua língua e meu corpo estremeceu completamente. Poco a pouco, esse beijo que inicialmente foi doce se converteu em um beijo selvagem e desesperado, e podia sentir sua língua, seus jadós e respiração sobre meu rosto.
Seguidamente pôs sua mão direita sobre um dos meus... Meus seios, no momento em que a mão que estava entrelaçada com a minha, puxou-me para sua pene e me fez tocá-la por cima de seu calção. Instintivamente comecei a acariciar-lhe, primeiro suavemente e depois cada vez com mais força, dando-me conta de que tinha um grande tamanho e se endurecia cada vez mais. Ele, por sua parte, havia metido sua mão por baixo do meu polo de lycra e meter seus dedos por baixo do meu sutiã.
Ao estar nos beijando e nos tocando, minhas pernas que estavam cruzadas se separaram como convidando-o a me tocar também ali. Ele não se fez de rogar e meteu sua mão por baixo da minha saia, passando seus dedos por cima da minha roupa interior para começar a puxá-la pouco a pouco, de forma que ficou localizada nos meus muslos justo antes das minhas coxas.
Assim estivemos por um bom tempo nos beijando e acariciando mutuamente, eu o sobandole a cock por cima do calção e ele jogando com minha pussy. A estas alturas, minha mini-saia estava já completamente enrrolada na minha cintura. Podia sentir o couro da cadeira debaixo das minhas nádegas e o palpitar de minha pussy deseosa da cock que estava tocando com a minha mão.
Sem creer o que estava fazendo, abri a bragueta do seu calção e continuei acariciando-lhe o instrumento por cima da sua roupa interior. Depois fiz um lado seu cueca e seu cock se erigi como um mastro. Ele afrouxou a corrente e na escuridão pude ver sua bela cock, estava dura. Sem esperar que me pedisse, inclinei-me e comecei a chupá-la. Ele acariciava meus cabelos enquanto me dava uma mamada da qual eu mesma me surpreendi, e com sua outra mão me acariciava as nádegas, logrando meter um dos seus dedos no meu ânus.
Deixei de chupá-la por um momento e ele se reclinou na cadeira, pedindo-me que me sentasse sobre sua cock. Saquei minhas calcinhas que estavam em minhas coxas e as deixei cair no chão, e ele separou suas pernas para que eu me pusesse no meio delas. Depois agarrei seu cock e o coloquei na entrada do meu... Vagininha, deixando-a ali para poder sentir toda sua dureza no momento em que eu sentasse sobre ela.
Uma vez que a tive dentro até a base, fiquei sentada um momento enquanto ele metia suas mãos por debaixo de meu político de lycra e desabrochava meu sutiã libertando meus peitos. Pusei minhas mãos nos apoios das costas da cadeira e comecei a mover-me de cima para baixo sobre seu cock, enquanto ele aproveitava para massagear-me meus seios e meus mamilos com ambas as mãos. Uma vez que meus braços se cansaram, ele me ajudava a subir e descer agarrando-se das minhas nádegas. Meus peitos bamboleavam de cima para baixo sem controle pela intensidade dos nossos movimentos. Não demorei muito em correr como louca. A sensação de estar num cinema com o perigo de que alguém pudesse me ver e descobrir-nos no pleno ato fez que eu viesse uma série de orgasmos encadeados com uma intensidade tal que pensei que ia morrer de tanto prazer.
Que morbo! Que delícia! Que prazer! Que prazer sentia de estar sendo fucada num cinema. Não entendia como podia ser tão puta por ter aceito, mas os orgasmos que invadiam meu corpo me fizeram esquecer rapidamente esses pensamentos e só me dediquei a gozar. De repente, ele me deu a impressão de que estava prestes a correr-se, então apertei os músculos da minha vagina e me movi com mais rapidez para dar-lhe mais prazer como uma mostra de retribuição. De repente, senti que um torrente interminável de sêmen quente inundava minha vagininha. Eu não parava de me mover nem por um instante. Jatos e jatos de sêmen rebatiam em meu interior enquanto ele jadeava de prazer pela corrida semelhante que se dava dentro de mim. Tive meu último orgasmo ao sentir seu cul lenando-me toda.
Depois daquela corrida magnífica, sem tirar seu cock ainda palpitante do meu interior, recostei sobre seu peito exaurida e virei a minha cara para poder beijá-lo em sinal de agradecimento, enquanto ele não soltava meus seios e os seguia acariciando. Depois que estivemos um tempo assim... Pare e ajuste meu sutiã, meu polo e minha calça. Antes de que a película acabasse, paramos e saímos do cinema. No caminho para casa, ele disse que era a melhor filme que havia visto e eu apenas sorri. Quando cheguei em casa e fui direto para minha sala. Me recostei na cama e comecei a pensar e recordar o que havia vivido essa noite. Foi nesses momentos que me dei conta de que não havia posto meu calção e que haviam se quedado no cinema. Pus-me a imaginar a cara do que as encontrasse, provavelmente se daria conta do que havia passado ali, e se as olhasse sentiria o aroma deixado por meus fluidos. Espero que tenham gostado dessa experiência.
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