O avião ia perdendo altitude, dava pra perceber pelo barulho dos motores e pela suavidade com que o nariz inclinava. Eu só esticava o pescoço pra tentar ver alguma coisa pelas janelas, mesmo que ficassem um pouco longe. Pelo lado direito só via terra, e pelo esquerdo, água, cada vez com mais detalhes. Fernando, me vendo sofrer, perguntou pro casal sentado do lado dele na janela se podiam me deixar um momento pra eu dar uma espiada. Teve que convencê-los, contando quase minha história toda e que eu era como um criança, mas a tática funcionou e, com um pouco de relutância, trocamos de lugar. Malena sentou do meu lado, e eu fiquei com o nariz colado no vidro.
— Olha, Pepe, isso aí embaixo é o Uruguai. Com sorte, a gente consegue ver Montevidéu. Não sei qual é a rota que vamos pegar.
— Que emoção! É como ver um mapa gigante. E aquela mancha marrom? Parece água.
— Ah, sim, é o Rio da Prata. Parece um mar, mas não é azul como eu imaginava.
— Bom, na verdade é o Mar del Plata, e é marrom por causa do que ele arrasta do interior. Você ia adorar ver quando ele se mistura com o oceano, parece que se crava nele.
— Como eu te cravaria, Malena. Sentir seu rosto tão perto do meu já tá deixando a pica dura que nem antes.
— Cala a boca, doido, vão te ouvir. Mas você seria capaz...
— Você não sabe bem. Você acendeu meu sangue de novo. Fazia tempo que não sentia isso, pareço um adolescente.
— Kkkk, não acredito. Deixa eu ver? Pepe, se tu tá com a pistola dura mesmo!
— Já te falei, se a gente se trombar na rua, te levo pra um hotel, onde for, e a gente fode até cair de exausto ou... morrer.
— Cala a boca, bobo. Vejo que você não tem ideia do tamanho de Buenos Aires. É impossível a gente se trombar.
— Vou cruzar os dedos.
— E o que é aquilo lá longe?
— Isso já é Buenos Aires. Vê? Naquele bairro com aquelas ruas estreitas, o Fernando trabalha, num clube com a banda dele. Chama Caminito.
— Isso me soa familiar. Não tem uma música com esse nome?
— Claro, Pepe. Um tango muito famoso. Conhece Carlos Gardel?
— Por favor... claro. Sempre gostei. Fernando toca muitos tangos do Gardel, ele toca bandoneón. Adoraria ouvi-lo. Se tivermos sorte, te levo, também trabalho por ali como guia turística. Vou dar um jeito de te encontrar. E tudo aquilo ali embaixo também é Buenos Aires? Também e muito mais, você vai ver, é imensa, muito maior que Madri. Pois se você visse minha cidade… é tipo uma vila perto disso, e ainda com as ruas muito mais organizadas, parece um tabuleiro de xadrez. Kkkk, gosto do seu jeito de falar, dá pra ver que você é curioso igual uma criança. Mmm, sim, e adoraria chupar esses peitos que você tem, Malena. Você é doido varrido, kkkk, quase acredito em você. Deixa eu apalpar seus peitos agora que estamos colados, assim ninguém vê nada, vai ser um adianto até a gente foder de verdade. Você é sem jeito mesmo, Pepe, mas tá bem, você sabe me elogiar e não consigo te negar nada, espera aí que vou baixar a alça. Mmm, que pele macia, Malena, e como eles são durinhos, adoraria chupar seus bicos que já estão tão duros. É, homem, e eu também chupo sua pussy, kkkk, calma, parece que você tem 15 anos.
O som do aviso para colocarmos os cintos acabou com o amasso nos peitos, Malena tinha me dado uns afagos na pussy por cima da calça, tive que esperar um pouco para me levantar, os donos dos assentos esperavam impacientes que eu saísse, mas quando agradeci o favor, a irritação passou. E aí, Pepe, gostou das vistas? E minha mulher… é um luxo, com guia e tudo. Sim, Fernando, foi um orgasmo de prazer, kkkk, Malena me fez feliz antes de aterrissar.
Quando nos levantamos no corredor do avião, nos apertamos para dar passagem aos impacientes que queriam sair primeiro, Malena se apertava contra mim, colando a bunda na minha pussy, estava preocupada com a bolsa de mão e não ligava pro velho do marido, Fernando tentando entrar na multidão que empurrava. Ao entrar no tubo do finger, a Booty avançou rápido, a multidão nos arrastou e perdemos contato com Malena e o marido dela, quase no fundo vi a mão levantada da garota se despedindo de nós. Na hora de pegar as malas, fiquei procurando o casal, não tinha pensado em pedir o telefone deles, teria sido mais fácil para encontrá-los.
No saguão de desembarque, várias pessoas esperavam quem chegava, eu olhava para a multidão e não via nada, temia que ninguém tivesse vindo nos buscar, porque depois do que vimos do ar, a coisa não era fácil. Uma placa escrito **PEPE** em maiúsculas chamou a atenção da minha mulher e ela me puxou, debaixo dela dava para ver a testa do Javier, meu filho, com dificuldade. Filho! Como você está? Ah! Que saudade de te ver. Oi, mãe, como você está jovem, o tempo não passa para você. Pois para você, filho, passa sim, parece que está perdendo cabelo, está ficando careca, está parecido comigo. Oi, pai, você sempre tão afiado, mas te amo. Eu também, Javier, você me conhece, sou um brincalhão.
Ô, Javier, isso é Buenos Aires mesmo, tem certeza? Kkkk, ué, o que você imaginava? E você ainda não viu nada, já pegaram as malas? Sim, já está tudo, vamos sair, mas você vai se virar para voltar? Paaaaai... claro. Deixa teu filho em paz, parece um moleque. É, já me disseram isso...
Com um carrinho, levamos as malas até o carro, andamos um bocado, mas no fim chegamos. Outra surpresa era o carro que ele tinha, era um alemão de luxo, gostei, mas logo vi que a maioria dos carros era de marcas europeias e orientais, igual na Espanha. Depois de um labirinto de viadutos e autoestradas, saímos do aeroporto de EZE. Eu ia do lado dele, perguntando tudo que me chamava a atenção, que era muita coisa. Minha mulher, entre os bancos, me dava uns tapas para eu deixar ele em paz, mas o Javier também gostava de explicar e ia me dando detalhes. O carro seguia por avenidas largas e com um trânsito infernal. Sua casa é muito longe? Ué, bastante, fiquem à vontade que ainda vamos demorar, aqui as As distâncias são longas. E o pequeno Javi, como está… e a tua mulher Corina? Tão muito bem, já vão ver como vocês vão adorar eles. E a tua mulher acha de boa que a gente venha? Claro, ela vive falando isso, ah, quando é que os avós vêm! E a mãe dela também. E como é que tá a mãe dela? Viviana?, tá ótima, já vão ver que sogra mais gostosa e novinha eu tenho, cuidado mamãe que o papai tá em perigo, hahaha. Não tenha medo que seu pai já… Não zoa, que há poucos anos tu não dizia o mesmo. Já faz muitos anos Pepe, muitos anos.
O carro não parava e a viagem não acabava. Ainda falta muito Javier? Pai, tu parece com as crianças, já chegamos logo. Tudo isso são bairros? É curioso, são casas baixinhas, de um ou dois andares, de vez em quando algum prédio de apartamentos, em casa que tudo são edifícios de sete ou mais andares… Aqui sobra terreno e a cidade é muito nova e cresceu rápido, isso que a gente tá passando são vilas ou bairros, o nosso chama Villa Devoto, fica a noroeste, mais ou menos, essa avenida que a gente tá chama Avda. General Paz, divide do centro pra área metropolitana, já te explico. Eu olhei na internet e reservei quarto no hotel Belsur Baigorria, acho que vai ser perto da tua casa. O que tu reservou quarto?, tu não tá bom da cabeça, vocês vêm pra minha casa, a Corina já tem o quarto de vocês preparado, então liga pro hotel e cancela. Bom, não reservei ainda, só olhei. Ainda bem porque o hotel tá fechado há um tempão, hahaha, vai meu pai com a Internet! Porra, que vacilo. Olha viu? finalmente tô na minha rua, a rua Cuenca. / A rua Cuenca? Sim em Valência também tem a rua Cuenca!, é uma das ruas mais longas da cidade. Hahaha, olha a gente vai pelo número 3300 e minha casa é bem depois do 3600 e ela é ainda mais longa. Glup, tu disse 3600? Eu calo a boca.
Não falei mais nada, mas o ambiente me parecia familiar, as ruas retas limpas com árvores que estavam brotando enquanto Na minha rua, as folhas estavam caindo, que chocante. A casa do Javier ficava num prédio, do lado tinham casas térreas ou de no máximo um andar, parecia que moravam famílias mais velhas, mas não, tinha lojas e de tudo, mas bem espalhadas. Quando subimos no apartamento dele, a Corina abriu a porta, me causou uma impressão impecável, era morena, bem alta, talvez mais que o Javier, cabelo escuro com uma bunda grossa presa atrás, usava uma blusa preta com decote redondo e uma saia justa, era muito mais gostosa do que pelo Skype e, acima de tudo, muito simpática, mas o melhor era que no braço dela estava o Javi, um menino lindo que começou a sorrir assim que nos viu. Minha esposa já começou a chorar na hora, eu engasguei, mas também fiquei com um nó na garganta. As malas ficaram no corredor e a Corina nos fez entrar na sala, a casa estava muito bem mobiliada e com bom gosto, o pequeno passou logo para os braços da minha mulher. Minha nora era muito tagarela, pensei que faria boa amizade com minha esposa, depois de tanto tempo conversando só pela tela do computador, agora queriam recuperar o tempo perdido. Enquanto isso, meu filho me pediu o celular, eu não tinha reparado no detalhe, mas lá o meu não servia pra nada. De uma gaveta, com toda cerimônia, ele tirou um telefone de última geração, do lado do meu era o dobro do tamanho, uma tela claríssima e uma confusão danada pra manusear, o meu já tinha cumprido seu papel, até o último momento fez a Malena acreditar que era meu pau que ela sentia, e era o telefone pequeno. Como prova, ele tirou uma foto de todos nós, fiquei impressionado, muito melhor que uma câmera, a minha antiga que eu trouxe na mala acabou de ser aposentada, assim como eu. Em poucas palavras, ele me explicou o básico e prometeu que iria me ensinar tudo o que podia fazer, meu maior interesse era nas fotos e ter onde guardá-las, ele disse que por isso eu não precisava me preocupar, e foi o que fiz. As duas mulheres conversavam e Falavam sem parar, o moleque olhava pra elas, como não tava acostumado com tanta conversa, tava bem à vontade nos braços da avó.
Javier me explicava da sacada do apartamento alto onde moravam a imensidão de casas e ruas que se perdiam no horizonte, pela rua de paralelepípedo passavam carros, mas não o suficiente pra incomodar com o barulho.
Pouco depois, a campainha do interfone tocou. Deve ser minha mãe, falei pra ela que vocês chegavam hoje e ela vem conhecer vocês.
Quando abri a porta, Corina, fiquei surpreso, a mulher que chegava devia ser irmã da Corina, porque era só um pouco mais velha que ela.
Pais, apresento minha sogra Viviana, como vocês veem, é muito gostosa. Que isso, gostosa, é linda demais! Hum, esses galegos… sempre tão cavalheiros, tô encantada de conhecer vocês, porque vocês também não são feios, o que acontece é que tive a Corina com só vinte anos, na época foi um problemão, agora é vantagem, hahaha.
Como estavam uma do lado da outra, continuei elogiando e juntando elas pra se apertarem, falei…
Por favor, Viviana, não me engana, se são gêmeas! Hahaha, que homem, sua esposa vai ficar com ciúme, desculpa, como é seu nome?, esqueci, que distraída que sou. Me chamo Concepción, mas não gosto, é muito comprido.
As duas mulheres se olharam chocadas, meu filho adivinhou o porquê. Acho que é hora de resolver um probleminha, mãe, vamos te batizar, que nome você gosta mais? Não sei… por que você diz isso? Desculpa ser eu quem fala, mas aqui buceta não soa… bem. Ah!, sua filha já me falou, mas achei que era brincadeira. Brincadeira nada, aqui buceta é como falam lá… A buceta Viviana, a buceta entre outras variações. Isso, isso, precisa de outro nome enquanto estiver aqui e talvez você goste mais e fique com ele, hahaha. Bom, se é assim… sempre gostei do nome Elena. Pronto, já foi batizada, vai se chamar Elena. Vamos brindar por isso. Pegaram uma garrafa que meu filho tinha deixado na geladeira e brindamos o momento. Agora a conversa animada era a três vozes, meu filho me contou como estava o trabalho, parecia que tudo ia bem, até iam promovê-lo a chefe de algum setor, o ruim é que isso ia fazê-lo viajar bastante. O que for preciso, aproveita a oportunidade quando surgir, se precisarem da gente, estamos aqui, mas sem querer ser chatos, pode falar na maior confiança quando a gente tiver que ir embora, ninguém nos espera lá.
Quando a Viviana foi embora, nos despedimos no patamar da escada, olhando por trás ela tinha um corpo espetacular, mas de frente tinha tudo: um rosto lindo, uma cintura fina pra idade dela e umas pernas torneadas, de perfil é que se via o melhor, a bunda dela sobressaía na medida certa pra não parecer muito grande e a cintura não aparecia por baixo das tetas generosas, os saltos altos que ela usava formavam um conjunto muito desejável.
“Elena” logo assimilou o nome novo e depois de ver o quarto que nos tinham dado, começou a desfazer as malas, parecia que a gente tinha se mudado de vez, o “por via das dúvidas” nos fez trazer quase todo o guarda-roupa. Com a desculpa de que estaríamos cansados da viagem e que tínhamos dormido pouco (no meu caso, era verdade), fomos dormir cedo, eu tava acostumado a dormir pouco, mas me fez bem. De manhã cedo, minha mulher já tava ajudando a Corina, o pequeno se comportava bem e eu me distraí olhando da sacada pra me situar, o burburinho da rua chegava até mim. As mulheres já tinham se organizado, principalmente nas refeições, uma das coisas que a gente não tinha pensado é que talvez ela não se acostumasse a comer a mesma coisa, mas a coisa se resolveu sozinha, minha nora contou a variedade de comidas influenciadas pelos diferentes imigrantes. Elas chegaram num acordo de ensinar uma pra outra os melhores pratos que sabem fazer. Meu filho se deu superbem, porque logo se inscreveu também. Mãe, por favor, quando é que você faz aquele potinho de grão-de-bico que eu tanto gostava, e as lentilhas, e o cozido, ou a empanada galega… aaaah! E os bolinhos de chuva com chocolate, ufff. Calma, Javier, vai ter tempo pra tudo. Eu também quero aprender com a Corina, com certeza ela cozinha maravilhosamente bem. Isso eu posso jurar, minha mulher é uma cozinheira dos deuses. Tá bom então… Corina. Onde você guarda os produtos de limpeza? Vou tirando o pó pra você poder cuidar do Javi. Não se preocupa, tem uma menina nova que me ajuda, vocês vão conhecê-la, ela vem três vezes por semana e limpa a casa toda. Como você quiser, era só pra me distrair. Ah! Se quiser, depois que eu amamentar o pequeno, você troca ele, assim vejo como você faz, com certeza melhor do que eu. Tá ótimo, adoro crianças.
O dia passou rápido, meu filho veio almoçar, embora não fosse costume, mas assim de quebra via como a gente estava se adaptando. O que você fez hoje, pai? Mmm… na real, nada, ainda tô me ambientando, onde é que eu posso ir? Você sabe que eu gosto de caminhar e aqui não tem muita coisa pra fazer. Ué, tem um monte de coisa. Se você gosta de passear, essa rua de Cuenca é quilométrica, dá pra encontrar de tudo, e se você andar bastante, chega no Museu Argentino de Ciências Naturais, e ainda vê umas coisas que chamam a atenção, a estátua do Cid e muitas outras, mas não sai dessa rua senão você se perde, leva o celular sempre, por via das dúvidas.
Já tava mais animado, resolvi sair no dia seguinte pra explorar. De noite, na cama, minha mulher me disse… Você reparou na Corina? Bem… sim, é uma gostosa, nosso filho deu sorte. Não, não é por isso que tô falando, você realmente não reparou? Não, verdade, não reparei, do que você tá falando? Como você é curioso, antes eu lembrei de você. Se você tivesse visto ela amamentando o neto… …? Ela tem os bicos dos peitos iguais aos seus. Você gosta delas! Como assim eu gosto? Eu gosto de todas. E você não vive dizendo que adoraria ver uns peitões grandes, pretos e com a auréola bem redonda? Claro, mas esses não existem, é uma fantasia minha. Pois a Corina tem assim, do jeito que você gosta. Não acredito, você quer me provocar, deixa eu ver os seus que também gosto. Para, me deixa, você já apalpou bastante, agora vamos dormir.
Custei pra pegar no sono e isso não é normal em mim, mas a ideia da minha mulher me consumia por dentro, certeza que ela não tava mentindo, a Corina era gostosa mas não parecia ter uns peitões daqueles, sempre foi uma ilusão utópica poder chupar uns peitos daquele naipe, só tinha visto em revista, até então não tava com fome de peito, os peitos da Malena ainda estavam no meu paladar mas aqueles... eu precisava ver.
De manhã acordei mais tarde do que planejava, tinha dormido pouco mas me forcei a sair pra dar uma volta, tomei café rápido e fui pra rua, no pátio cruzei com uma menina de uns vinte anos, achei que fosse uma vizinha mas ela chamou no interfone e a Corina atendeu mandando subir. Fiquei intrigado pra caralho e segui ela com o olhar enquanto subia os poucos degraus até o elevador, era muito magra, quase não tinha bunda e só, mas tinha algo, não sabia o quê mas era muito atraente além de simpática porque me cumprimentou como se me conhecesse há anos.
A primeira investida foi pra reconhecer o bairro, me lembrou muito minha cidade, as casas baixas, bem cuidadas, sentia falta das vitrines das lojas, parecia uma área residencial embora tivesse bastante e ainda em espanhol com muitas semelhanças, bom, algumas não, vi um parquinho infantil onde faziam aniversários e tal, onde eu diria "piscina de bolinhas" eles anunciavam como "pelotero", não consegui segurar o riso, na Espanha o pelotero era o puxa-saco, o babão, depois reconheci que era o jeito deles. maneira mais exata de definir e fui embora rindo. Me chamaram a atenção umas pessoas que estavam com um tipo de copo com um canudinho, eram de várias formas e bem trabalhados, anotei pra perguntar pra Corina. Depois de comer, chegou a hora, minha mulher me alertou, Corina sentou pra dar de mamar pro Javi, Elena na frente dela segurava o bebê pra ela abrir a roupa, eu por precaução me virei disfarçadamente porque ela parecia meio sem graça. Meu marido é muito educado, ele fica sem graça de olhar enquanto o neném mama, com medo de você ficar envergonhada de mostrar o peito. Na Espanha é normal e muito bonito ver uma mãe amamentando o filho bebê.
A garota, sei lá, seja porque não se importava ou porque se sentiu pressionada, disse… Não se preocupa, Pepe, não me incomodo que você veja…
Eu me virei igual um pião e, disfarçando, me preparei pra ver o espetáculo. Minha mulher observava a expressão no meu rosto. Elena esperou de propósito até que ela tivesse tirado o peito esquerdo inteiro pra fora pra entregar o bebê. Corina foi com calma, apertando o mamilo pra ir saindo o leite e deixar a teta totalmente pra fora pra não beliscar com o sutiã. Tive que me apoiar na beirada da mesa, Elena não tinha me enganado nem um pouco. Um peito perfeito na forma, cheio de leite, pele esticada, morena de pele e sem dúvida sedosa, alta mesmo estando cheia até transbordar, com umas veias azuladas e coroada por uma auréola redonda, áspera, grande, cor de café, mas café italiano expresso, da qual saía um mamilo duro como uma tâmara em calda. A delicadeza com que ela apertava com dois dedos pra fazer o leite fluir, o bebê não conseguia beber tanto quanto saía e se afastava pra respirar, o leite continuava escorrendo entre os dedos de Corina, que lutava pra fazer o bebê continuar mamando. Minha mulher me deu uma força… Que pouca preocupação a sua, Pepe, você não vê que o neném não mama confortável? Vai, seca o queixo dele com essa gaze que ele vai se Escaldar o coitadinho.
Me estendeu uma gaze e a Corina afastou a cara do moleque da teta, primeiro sequei o rostinho dele, mas depois passei a gaze por toda a teta, especialmente no mamilo, até bem embaixo, pra secar o que escorria. Foi um instante, mas pude sentir o calor da pele, a maciez, a firmeza e a textura áspera da aréola. Depois disso, guardei a gaze no bolso como lembrança e fui pra cozinha. Lá, arrumei a pica, que não tinha ficado dura desde que a Malena apertou ela.
Resolvi sair pra rua pra clarear a mente. Tinha realizado, ou quase, um dos meus sonhos. Minha mulher não era muito de curtir sexo, mas teve um gesto por mim. Sem dúvida, ia compensar ela, quando pudesse, claro.
Já ia abrir a porta da rua quando a Corina me chamou.
— Pepe, por favor, não vá. Minha mãe me ligou, pediu se eu podia acompanhar ela no hipermercado, porque ela não vai dar conta das compras sozinha. Se quiser, desce pro pátio que ela passa pra te pegar.
— Valeu, Corina, mas… por que a gente não se trata de “você”? Me faz sentir velho com esse “senhor”.
— Como quiser. Valeu pela confiança, Pepe.
— De nada, Corina.
No elevador, ainda fiquei arrumando a pica pra Viviana não perceber ela dura. Quando saí na rua, respirei fundo.
Quando um carro parou na minha frente, não reconheci o motorista. Por trás de uns óculos escuros enormes, a Viviana tava me sorrindo. Ela usava uma blusa florida com decote barco e uma saia branca de pregas. Com aqueles saltos altos, não dava pra dirigir direito, mas com o olhar que me lançou, esqueci qualquer opinião.
— Oi, meu galeguinho preferido.
— Oi, minha beleza portenha.
— Kkkk, sabia que ia responder assim.
— Não podia ser diferente, bombom.
— Para, pelo amor, que eu tô mais quente que a embreagem do carro.
— Mmm, eu que ia te “desembreagar”, linda.
— E como é que sabe que eu tô de calcinha, safado?
— Tava imaginando, mas isso… Dá pra resolver rapidinho... Onde a gente vai? Kkkk, seu puxa-saco, é no hipermercado fazer compras, não se iluda. Não sei se vou conseguir sair quando a gente chegar. Por quê, você tem vergonha de ir comigo? De você não, do meu amigo. Que amigo? Esse aqui, te apresento o Pepino.
Eu coloquei a rola pra fora da calça, já dura, e adicionei as bolas pra dar mais impacto e mostrei pra ela. Pelo amor de Deus, Pepe, o que você tá fazendo, não sabe que sou viúva há tempo demais? Desculpa, mas aqui você tem um amigo, na verdade dois, kkkk. Que brincalhão, achei que você tava falando sério. Nãão, nada sério, mas... pensa nisso. Pepe, reconheço que você me esquentou, não brinca com isso que você não sabe com quem tá se metendo, e você é casado. Ninguém é perfeito, kkkk. Que malvado, vamos descer.
Quando descemos, imitei um manco, como se tivesse uma perna de pau, e Viviana entendeu na hora, olhou pra minha braguilha, sorriu balançando a cabeça, mas ao mesmo tempo ajustava os peitos por baixo da blusa. O hipermercado era parecido com o que eu já conhecia, até me chamou a atenção que era da mesma rede francesa, a única diferença eram alguns produtos. Quando passamos pela seção de frutas...
Que maravilha de seção, dá gosto de ver tão bem arrumada, e essa fruta o que é? Essas são peras, ué, você nunca viu peras? Claro que já, mas não assim. Pois se você visse as minhas... Você tem peras? Claro, duas, como toda mulher.
Ela encolheu os ombros pra trás, empinando os peitos na minha direção, e aí eu entendi que não estávamos falando das mesmas peras. Essas peras com certeza eu ia gostar mais, mesmo sem ver, imagino que eu comeria até o bico, da pera, claro. Kkkk, aqui a gente chama os peitos de peras, acho que você já sabe. Tô aprendendo, e não vou parar até provar essas peras que se mexem debaixo da sua blusa. Kkkk, ai, que malvado você é, mas eu gosto de você, é igualzinho ao seu filho. Meu filho? Por quê? Ele também gosta de boas peras. Bom, hoje vi um par que acho que não vou ver outro igual. Já imagino quais, os da minha filha, porque aqui se diz "tal pai, tal filha".
Fiquei meio pensativo sobre o comentário que a Viviana tinha feito, não sabia por quê, mas algo me dizia que o Javier e a sogra dele…
Eu também digo isso, e se os da sua filha me encantam, os seus… Bom, os meus sem porra. A porra quem põe sou eu, não se preocupa. Já nem sei mais que gosto tem. A porra? Se você quer chamar assim… Posso te convidar… Não me desagradaria, mas o que a Elena vai dizer? Quem, a minha buceta? Não, a minha, a minha buceta já sei o que diria. Minha mulher sabe que já não estou pra milagres. Uuuuuy, isso você não vai me dizer, antes eu vi seu pau bem alterado. É que a companhia merecia. Vai, maluco, vamos pagar no caixa.
Ajudei a colocar na esteira tudo o que tinha comprado, em parte pra Corina e pra ela, por enquanto faríamos assim até eu assumir o controle das compras, por isso que no Brasil dizem que aposentado só vai pra feira, mas não é a de ações, é a de mercado.
Quando subimos no carro, ela ficou pensativa por um momento… Tava pensando… por que não levamos as compras primeiro pra minha casa e depois pra sua, e eu te deixo lá? Como quiser, melhor assim, te ajudo, não é bom você carregar tanto peso sozinha.
Apontei pras tetas dela quando falei isso, e ela riu enquanto ligava o carro.
A casa dela não era longe, entramos na garagem que ficava no térreo, era uma casa geminada de um andar, no térreo tinha a sala, um quarto, o banheiro e a garagem ao lado, em cima devia ter mais quartos.
Não se assusta com a bagunça, morando sozinha e não tendo que dar satisfação pra ninguém… Você não sabe o que tem, hahaha. Me dá um minuto, vou trocar de roupa, tô suada da compra. Imagina eu. Quer tomar um banho? Se for com você, sim. Fala sério, toma um banho se quiser, já volto. A casa estava bem decorada, a bagunça que ela dizia era só pra fingir, ela vivia muito bem sozinha. Quando voltou, estava usando um vestido largo com um decote pequeno, apertando o tecido contra o peito com os braços. Quando chegou perto de mim… Me faz um favor, Pepe, é que devo ter engordado e não consigo fechar o zíper, pode me ajudar?
As costas estavam abertas até a cintura, sem sutiã, e nem dava pra perceber que ela tinha tirado há pouco.
* Desculpa… o que você disse pra eu fechar mesmo? * O zíper do vestido, não tá vendo? * Eu tinha entendido que era o sutiã, e como não achei… * Nem vai achar, não uso essas coisas, não preciso. * Metidaaaa. * Não acredita? * Se você diz… * Então, verifica se quiser. * Não quero que pense que quero pegar nas suas tetas à toa. * Só acho que você quer pegar nas minhas tetas, com ou sem à toa, e que eu quero que você pegue.
Não teve mais desculpa. Minhas mãos sumiram pelas laterais do tronco dela por baixo do vestido aberto. Quando passaram na frente, agarraram as duas tetas que balançavam nervosas me esperando. Já estavam duras, mas quando sentiram o toque dos meus dedos, endureceram de vez como cimento. Me encostei nas costas dela de olhos fechados, concentrado nos meus dedos, percorri desde a base até em cima, passei pelas aréolas e pelos mamilos. Imaginei que eram como os da Corina, não eram muito diferentes. Os suspiros da Viviana me animavam a continuar, e não parei até ela se apoiar na mesa e se inclinar sobre a superfície. * Para, para, Pepe, tô gozando, como você fez isso? Nunca me aconteceu. * Nem comigo ter umas tetas nas mãos como as suas, bom, tirando as da Corina. * Cê gosta, hein? Eu tinha elas assim antes, agora já… * Elas são uma delícia, queria chupar elas, Viviana. * E eu queria que você chupasse, mas é tarde, tão nos esperando, fico mal de te deixar assim. o pau, eu senti ele no meu cu e fiquei toda molhada, te juro que vou fazer de tudo pra gente cumprir nossa matéria pendente, você me perdoa? * Claro, Viviana, como não vou te perdoar? Continua. Agradeço seus comentários. Valeu.
— Olha, Pepe, isso aí embaixo é o Uruguai. Com sorte, a gente consegue ver Montevidéu. Não sei qual é a rota que vamos pegar.
— Que emoção! É como ver um mapa gigante. E aquela mancha marrom? Parece água.
— Ah, sim, é o Rio da Prata. Parece um mar, mas não é azul como eu imaginava.
— Bom, na verdade é o Mar del Plata, e é marrom por causa do que ele arrasta do interior. Você ia adorar ver quando ele se mistura com o oceano, parece que se crava nele.
— Como eu te cravaria, Malena. Sentir seu rosto tão perto do meu já tá deixando a pica dura que nem antes.
— Cala a boca, doido, vão te ouvir. Mas você seria capaz...
— Você não sabe bem. Você acendeu meu sangue de novo. Fazia tempo que não sentia isso, pareço um adolescente.
— Kkkk, não acredito. Deixa eu ver? Pepe, se tu tá com a pistola dura mesmo!
— Já te falei, se a gente se trombar na rua, te levo pra um hotel, onde for, e a gente fode até cair de exausto ou... morrer.
— Cala a boca, bobo. Vejo que você não tem ideia do tamanho de Buenos Aires. É impossível a gente se trombar.
— Vou cruzar os dedos.
— E o que é aquilo lá longe?
— Isso já é Buenos Aires. Vê? Naquele bairro com aquelas ruas estreitas, o Fernando trabalha, num clube com a banda dele. Chama Caminito.
— Isso me soa familiar. Não tem uma música com esse nome?
— Claro, Pepe. Um tango muito famoso. Conhece Carlos Gardel?
— Por favor... claro. Sempre gostei. Fernando toca muitos tangos do Gardel, ele toca bandoneón. Adoraria ouvi-lo. Se tivermos sorte, te levo, também trabalho por ali como guia turística. Vou dar um jeito de te encontrar. E tudo aquilo ali embaixo também é Buenos Aires? Também e muito mais, você vai ver, é imensa, muito maior que Madri. Pois se você visse minha cidade… é tipo uma vila perto disso, e ainda com as ruas muito mais organizadas, parece um tabuleiro de xadrez. Kkkk, gosto do seu jeito de falar, dá pra ver que você é curioso igual uma criança. Mmm, sim, e adoraria chupar esses peitos que você tem, Malena. Você é doido varrido, kkkk, quase acredito em você. Deixa eu apalpar seus peitos agora que estamos colados, assim ninguém vê nada, vai ser um adianto até a gente foder de verdade. Você é sem jeito mesmo, Pepe, mas tá bem, você sabe me elogiar e não consigo te negar nada, espera aí que vou baixar a alça. Mmm, que pele macia, Malena, e como eles são durinhos, adoraria chupar seus bicos que já estão tão duros. É, homem, e eu também chupo sua pussy, kkkk, calma, parece que você tem 15 anos.
O som do aviso para colocarmos os cintos acabou com o amasso nos peitos, Malena tinha me dado uns afagos na pussy por cima da calça, tive que esperar um pouco para me levantar, os donos dos assentos esperavam impacientes que eu saísse, mas quando agradeci o favor, a irritação passou. E aí, Pepe, gostou das vistas? E minha mulher… é um luxo, com guia e tudo. Sim, Fernando, foi um orgasmo de prazer, kkkk, Malena me fez feliz antes de aterrissar.
Quando nos levantamos no corredor do avião, nos apertamos para dar passagem aos impacientes que queriam sair primeiro, Malena se apertava contra mim, colando a bunda na minha pussy, estava preocupada com a bolsa de mão e não ligava pro velho do marido, Fernando tentando entrar na multidão que empurrava. Ao entrar no tubo do finger, a Booty avançou rápido, a multidão nos arrastou e perdemos contato com Malena e o marido dela, quase no fundo vi a mão levantada da garota se despedindo de nós. Na hora de pegar as malas, fiquei procurando o casal, não tinha pensado em pedir o telefone deles, teria sido mais fácil para encontrá-los.
No saguão de desembarque, várias pessoas esperavam quem chegava, eu olhava para a multidão e não via nada, temia que ninguém tivesse vindo nos buscar, porque depois do que vimos do ar, a coisa não era fácil. Uma placa escrito **PEPE** em maiúsculas chamou a atenção da minha mulher e ela me puxou, debaixo dela dava para ver a testa do Javier, meu filho, com dificuldade. Filho! Como você está? Ah! Que saudade de te ver. Oi, mãe, como você está jovem, o tempo não passa para você. Pois para você, filho, passa sim, parece que está perdendo cabelo, está ficando careca, está parecido comigo. Oi, pai, você sempre tão afiado, mas te amo. Eu também, Javier, você me conhece, sou um brincalhão.
Ô, Javier, isso é Buenos Aires mesmo, tem certeza? Kkkk, ué, o que você imaginava? E você ainda não viu nada, já pegaram as malas? Sim, já está tudo, vamos sair, mas você vai se virar para voltar? Paaaaai... claro. Deixa teu filho em paz, parece um moleque. É, já me disseram isso...
Com um carrinho, levamos as malas até o carro, andamos um bocado, mas no fim chegamos. Outra surpresa era o carro que ele tinha, era um alemão de luxo, gostei, mas logo vi que a maioria dos carros era de marcas europeias e orientais, igual na Espanha. Depois de um labirinto de viadutos e autoestradas, saímos do aeroporto de EZE. Eu ia do lado dele, perguntando tudo que me chamava a atenção, que era muita coisa. Minha mulher, entre os bancos, me dava uns tapas para eu deixar ele em paz, mas o Javier também gostava de explicar e ia me dando detalhes. O carro seguia por avenidas largas e com um trânsito infernal. Sua casa é muito longe? Ué, bastante, fiquem à vontade que ainda vamos demorar, aqui as As distâncias são longas. E o pequeno Javi, como está… e a tua mulher Corina? Tão muito bem, já vão ver como vocês vão adorar eles. E a tua mulher acha de boa que a gente venha? Claro, ela vive falando isso, ah, quando é que os avós vêm! E a mãe dela também. E como é que tá a mãe dela? Viviana?, tá ótima, já vão ver que sogra mais gostosa e novinha eu tenho, cuidado mamãe que o papai tá em perigo, hahaha. Não tenha medo que seu pai já… Não zoa, que há poucos anos tu não dizia o mesmo. Já faz muitos anos Pepe, muitos anos.
O carro não parava e a viagem não acabava. Ainda falta muito Javier? Pai, tu parece com as crianças, já chegamos logo. Tudo isso são bairros? É curioso, são casas baixinhas, de um ou dois andares, de vez em quando algum prédio de apartamentos, em casa que tudo são edifícios de sete ou mais andares… Aqui sobra terreno e a cidade é muito nova e cresceu rápido, isso que a gente tá passando são vilas ou bairros, o nosso chama Villa Devoto, fica a noroeste, mais ou menos, essa avenida que a gente tá chama Avda. General Paz, divide do centro pra área metropolitana, já te explico. Eu olhei na internet e reservei quarto no hotel Belsur Baigorria, acho que vai ser perto da tua casa. O que tu reservou quarto?, tu não tá bom da cabeça, vocês vêm pra minha casa, a Corina já tem o quarto de vocês preparado, então liga pro hotel e cancela. Bom, não reservei ainda, só olhei. Ainda bem porque o hotel tá fechado há um tempão, hahaha, vai meu pai com a Internet! Porra, que vacilo. Olha viu? finalmente tô na minha rua, a rua Cuenca. / A rua Cuenca? Sim em Valência também tem a rua Cuenca!, é uma das ruas mais longas da cidade. Hahaha, olha a gente vai pelo número 3300 e minha casa é bem depois do 3600 e ela é ainda mais longa. Glup, tu disse 3600? Eu calo a boca.
Não falei mais nada, mas o ambiente me parecia familiar, as ruas retas limpas com árvores que estavam brotando enquanto Na minha rua, as folhas estavam caindo, que chocante. A casa do Javier ficava num prédio, do lado tinham casas térreas ou de no máximo um andar, parecia que moravam famílias mais velhas, mas não, tinha lojas e de tudo, mas bem espalhadas. Quando subimos no apartamento dele, a Corina abriu a porta, me causou uma impressão impecável, era morena, bem alta, talvez mais que o Javier, cabelo escuro com uma bunda grossa presa atrás, usava uma blusa preta com decote redondo e uma saia justa, era muito mais gostosa do que pelo Skype e, acima de tudo, muito simpática, mas o melhor era que no braço dela estava o Javi, um menino lindo que começou a sorrir assim que nos viu. Minha esposa já começou a chorar na hora, eu engasguei, mas também fiquei com um nó na garganta. As malas ficaram no corredor e a Corina nos fez entrar na sala, a casa estava muito bem mobiliada e com bom gosto, o pequeno passou logo para os braços da minha mulher. Minha nora era muito tagarela, pensei que faria boa amizade com minha esposa, depois de tanto tempo conversando só pela tela do computador, agora queriam recuperar o tempo perdido. Enquanto isso, meu filho me pediu o celular, eu não tinha reparado no detalhe, mas lá o meu não servia pra nada. De uma gaveta, com toda cerimônia, ele tirou um telefone de última geração, do lado do meu era o dobro do tamanho, uma tela claríssima e uma confusão danada pra manusear, o meu já tinha cumprido seu papel, até o último momento fez a Malena acreditar que era meu pau que ela sentia, e era o telefone pequeno. Como prova, ele tirou uma foto de todos nós, fiquei impressionado, muito melhor que uma câmera, a minha antiga que eu trouxe na mala acabou de ser aposentada, assim como eu. Em poucas palavras, ele me explicou o básico e prometeu que iria me ensinar tudo o que podia fazer, meu maior interesse era nas fotos e ter onde guardá-las, ele disse que por isso eu não precisava me preocupar, e foi o que fiz. As duas mulheres conversavam e Falavam sem parar, o moleque olhava pra elas, como não tava acostumado com tanta conversa, tava bem à vontade nos braços da avó.
Javier me explicava da sacada do apartamento alto onde moravam a imensidão de casas e ruas que se perdiam no horizonte, pela rua de paralelepípedo passavam carros, mas não o suficiente pra incomodar com o barulho.
Pouco depois, a campainha do interfone tocou. Deve ser minha mãe, falei pra ela que vocês chegavam hoje e ela vem conhecer vocês.
Quando abri a porta, Corina, fiquei surpreso, a mulher que chegava devia ser irmã da Corina, porque era só um pouco mais velha que ela.
Pais, apresento minha sogra Viviana, como vocês veem, é muito gostosa. Que isso, gostosa, é linda demais! Hum, esses galegos… sempre tão cavalheiros, tô encantada de conhecer vocês, porque vocês também não são feios, o que acontece é que tive a Corina com só vinte anos, na época foi um problemão, agora é vantagem, hahaha.
Como estavam uma do lado da outra, continuei elogiando e juntando elas pra se apertarem, falei…
Por favor, Viviana, não me engana, se são gêmeas! Hahaha, que homem, sua esposa vai ficar com ciúme, desculpa, como é seu nome?, esqueci, que distraída que sou. Me chamo Concepción, mas não gosto, é muito comprido.
As duas mulheres se olharam chocadas, meu filho adivinhou o porquê. Acho que é hora de resolver um probleminha, mãe, vamos te batizar, que nome você gosta mais? Não sei… por que você diz isso? Desculpa ser eu quem fala, mas aqui buceta não soa… bem. Ah!, sua filha já me falou, mas achei que era brincadeira. Brincadeira nada, aqui buceta é como falam lá… A buceta Viviana, a buceta entre outras variações. Isso, isso, precisa de outro nome enquanto estiver aqui e talvez você goste mais e fique com ele, hahaha. Bom, se é assim… sempre gostei do nome Elena. Pronto, já foi batizada, vai se chamar Elena. Vamos brindar por isso. Pegaram uma garrafa que meu filho tinha deixado na geladeira e brindamos o momento. Agora a conversa animada era a três vozes, meu filho me contou como estava o trabalho, parecia que tudo ia bem, até iam promovê-lo a chefe de algum setor, o ruim é que isso ia fazê-lo viajar bastante. O que for preciso, aproveita a oportunidade quando surgir, se precisarem da gente, estamos aqui, mas sem querer ser chatos, pode falar na maior confiança quando a gente tiver que ir embora, ninguém nos espera lá.
Quando a Viviana foi embora, nos despedimos no patamar da escada, olhando por trás ela tinha um corpo espetacular, mas de frente tinha tudo: um rosto lindo, uma cintura fina pra idade dela e umas pernas torneadas, de perfil é que se via o melhor, a bunda dela sobressaía na medida certa pra não parecer muito grande e a cintura não aparecia por baixo das tetas generosas, os saltos altos que ela usava formavam um conjunto muito desejável.
“Elena” logo assimilou o nome novo e depois de ver o quarto que nos tinham dado, começou a desfazer as malas, parecia que a gente tinha se mudado de vez, o “por via das dúvidas” nos fez trazer quase todo o guarda-roupa. Com a desculpa de que estaríamos cansados da viagem e que tínhamos dormido pouco (no meu caso, era verdade), fomos dormir cedo, eu tava acostumado a dormir pouco, mas me fez bem. De manhã cedo, minha mulher já tava ajudando a Corina, o pequeno se comportava bem e eu me distraí olhando da sacada pra me situar, o burburinho da rua chegava até mim. As mulheres já tinham se organizado, principalmente nas refeições, uma das coisas que a gente não tinha pensado é que talvez ela não se acostumasse a comer a mesma coisa, mas a coisa se resolveu sozinha, minha nora contou a variedade de comidas influenciadas pelos diferentes imigrantes. Elas chegaram num acordo de ensinar uma pra outra os melhores pratos que sabem fazer. Meu filho se deu superbem, porque logo se inscreveu também. Mãe, por favor, quando é que você faz aquele potinho de grão-de-bico que eu tanto gostava, e as lentilhas, e o cozido, ou a empanada galega… aaaah! E os bolinhos de chuva com chocolate, ufff. Calma, Javier, vai ter tempo pra tudo. Eu também quero aprender com a Corina, com certeza ela cozinha maravilhosamente bem. Isso eu posso jurar, minha mulher é uma cozinheira dos deuses. Tá bom então… Corina. Onde você guarda os produtos de limpeza? Vou tirando o pó pra você poder cuidar do Javi. Não se preocupa, tem uma menina nova que me ajuda, vocês vão conhecê-la, ela vem três vezes por semana e limpa a casa toda. Como você quiser, era só pra me distrair. Ah! Se quiser, depois que eu amamentar o pequeno, você troca ele, assim vejo como você faz, com certeza melhor do que eu. Tá ótimo, adoro crianças.
O dia passou rápido, meu filho veio almoçar, embora não fosse costume, mas assim de quebra via como a gente estava se adaptando. O que você fez hoje, pai? Mmm… na real, nada, ainda tô me ambientando, onde é que eu posso ir? Você sabe que eu gosto de caminhar e aqui não tem muita coisa pra fazer. Ué, tem um monte de coisa. Se você gosta de passear, essa rua de Cuenca é quilométrica, dá pra encontrar de tudo, e se você andar bastante, chega no Museu Argentino de Ciências Naturais, e ainda vê umas coisas que chamam a atenção, a estátua do Cid e muitas outras, mas não sai dessa rua senão você se perde, leva o celular sempre, por via das dúvidas.
Já tava mais animado, resolvi sair no dia seguinte pra explorar. De noite, na cama, minha mulher me disse… Você reparou na Corina? Bem… sim, é uma gostosa, nosso filho deu sorte. Não, não é por isso que tô falando, você realmente não reparou? Não, verdade, não reparei, do que você tá falando? Como você é curioso, antes eu lembrei de você. Se você tivesse visto ela amamentando o neto… …? Ela tem os bicos dos peitos iguais aos seus. Você gosta delas! Como assim eu gosto? Eu gosto de todas. E você não vive dizendo que adoraria ver uns peitões grandes, pretos e com a auréola bem redonda? Claro, mas esses não existem, é uma fantasia minha. Pois a Corina tem assim, do jeito que você gosta. Não acredito, você quer me provocar, deixa eu ver os seus que também gosto. Para, me deixa, você já apalpou bastante, agora vamos dormir.
Custei pra pegar no sono e isso não é normal em mim, mas a ideia da minha mulher me consumia por dentro, certeza que ela não tava mentindo, a Corina era gostosa mas não parecia ter uns peitões daqueles, sempre foi uma ilusão utópica poder chupar uns peitos daquele naipe, só tinha visto em revista, até então não tava com fome de peito, os peitos da Malena ainda estavam no meu paladar mas aqueles... eu precisava ver.
De manhã acordei mais tarde do que planejava, tinha dormido pouco mas me forcei a sair pra dar uma volta, tomei café rápido e fui pra rua, no pátio cruzei com uma menina de uns vinte anos, achei que fosse uma vizinha mas ela chamou no interfone e a Corina atendeu mandando subir. Fiquei intrigado pra caralho e segui ela com o olhar enquanto subia os poucos degraus até o elevador, era muito magra, quase não tinha bunda e só, mas tinha algo, não sabia o quê mas era muito atraente além de simpática porque me cumprimentou como se me conhecesse há anos.
A primeira investida foi pra reconhecer o bairro, me lembrou muito minha cidade, as casas baixas, bem cuidadas, sentia falta das vitrines das lojas, parecia uma área residencial embora tivesse bastante e ainda em espanhol com muitas semelhanças, bom, algumas não, vi um parquinho infantil onde faziam aniversários e tal, onde eu diria "piscina de bolinhas" eles anunciavam como "pelotero", não consegui segurar o riso, na Espanha o pelotero era o puxa-saco, o babão, depois reconheci que era o jeito deles. maneira mais exata de definir e fui embora rindo. Me chamaram a atenção umas pessoas que estavam com um tipo de copo com um canudinho, eram de várias formas e bem trabalhados, anotei pra perguntar pra Corina. Depois de comer, chegou a hora, minha mulher me alertou, Corina sentou pra dar de mamar pro Javi, Elena na frente dela segurava o bebê pra ela abrir a roupa, eu por precaução me virei disfarçadamente porque ela parecia meio sem graça. Meu marido é muito educado, ele fica sem graça de olhar enquanto o neném mama, com medo de você ficar envergonhada de mostrar o peito. Na Espanha é normal e muito bonito ver uma mãe amamentando o filho bebê.
A garota, sei lá, seja porque não se importava ou porque se sentiu pressionada, disse… Não se preocupa, Pepe, não me incomodo que você veja…
Eu me virei igual um pião e, disfarçando, me preparei pra ver o espetáculo. Minha mulher observava a expressão no meu rosto. Elena esperou de propósito até que ela tivesse tirado o peito esquerdo inteiro pra fora pra entregar o bebê. Corina foi com calma, apertando o mamilo pra ir saindo o leite e deixar a teta totalmente pra fora pra não beliscar com o sutiã. Tive que me apoiar na beirada da mesa, Elena não tinha me enganado nem um pouco. Um peito perfeito na forma, cheio de leite, pele esticada, morena de pele e sem dúvida sedosa, alta mesmo estando cheia até transbordar, com umas veias azuladas e coroada por uma auréola redonda, áspera, grande, cor de café, mas café italiano expresso, da qual saía um mamilo duro como uma tâmara em calda. A delicadeza com que ela apertava com dois dedos pra fazer o leite fluir, o bebê não conseguia beber tanto quanto saía e se afastava pra respirar, o leite continuava escorrendo entre os dedos de Corina, que lutava pra fazer o bebê continuar mamando. Minha mulher me deu uma força… Que pouca preocupação a sua, Pepe, você não vê que o neném não mama confortável? Vai, seca o queixo dele com essa gaze que ele vai se Escaldar o coitadinho.
Me estendeu uma gaze e a Corina afastou a cara do moleque da teta, primeiro sequei o rostinho dele, mas depois passei a gaze por toda a teta, especialmente no mamilo, até bem embaixo, pra secar o que escorria. Foi um instante, mas pude sentir o calor da pele, a maciez, a firmeza e a textura áspera da aréola. Depois disso, guardei a gaze no bolso como lembrança e fui pra cozinha. Lá, arrumei a pica, que não tinha ficado dura desde que a Malena apertou ela.
Resolvi sair pra rua pra clarear a mente. Tinha realizado, ou quase, um dos meus sonhos. Minha mulher não era muito de curtir sexo, mas teve um gesto por mim. Sem dúvida, ia compensar ela, quando pudesse, claro.
Já ia abrir a porta da rua quando a Corina me chamou.
— Pepe, por favor, não vá. Minha mãe me ligou, pediu se eu podia acompanhar ela no hipermercado, porque ela não vai dar conta das compras sozinha. Se quiser, desce pro pátio que ela passa pra te pegar.
— Valeu, Corina, mas… por que a gente não se trata de “você”? Me faz sentir velho com esse “senhor”.
— Como quiser. Valeu pela confiança, Pepe.
— De nada, Corina.
No elevador, ainda fiquei arrumando a pica pra Viviana não perceber ela dura. Quando saí na rua, respirei fundo.
Quando um carro parou na minha frente, não reconheci o motorista. Por trás de uns óculos escuros enormes, a Viviana tava me sorrindo. Ela usava uma blusa florida com decote barco e uma saia branca de pregas. Com aqueles saltos altos, não dava pra dirigir direito, mas com o olhar que me lançou, esqueci qualquer opinião.
— Oi, meu galeguinho preferido.
— Oi, minha beleza portenha.
— Kkkk, sabia que ia responder assim.
— Não podia ser diferente, bombom.
— Para, pelo amor, que eu tô mais quente que a embreagem do carro.
— Mmm, eu que ia te “desembreagar”, linda.
— E como é que sabe que eu tô de calcinha, safado?
— Tava imaginando, mas isso… Dá pra resolver rapidinho... Onde a gente vai? Kkkk, seu puxa-saco, é no hipermercado fazer compras, não se iluda. Não sei se vou conseguir sair quando a gente chegar. Por quê, você tem vergonha de ir comigo? De você não, do meu amigo. Que amigo? Esse aqui, te apresento o Pepino.
Eu coloquei a rola pra fora da calça, já dura, e adicionei as bolas pra dar mais impacto e mostrei pra ela. Pelo amor de Deus, Pepe, o que você tá fazendo, não sabe que sou viúva há tempo demais? Desculpa, mas aqui você tem um amigo, na verdade dois, kkkk. Que brincalhão, achei que você tava falando sério. Nãão, nada sério, mas... pensa nisso. Pepe, reconheço que você me esquentou, não brinca com isso que você não sabe com quem tá se metendo, e você é casado. Ninguém é perfeito, kkkk. Que malvado, vamos descer.
Quando descemos, imitei um manco, como se tivesse uma perna de pau, e Viviana entendeu na hora, olhou pra minha braguilha, sorriu balançando a cabeça, mas ao mesmo tempo ajustava os peitos por baixo da blusa. O hipermercado era parecido com o que eu já conhecia, até me chamou a atenção que era da mesma rede francesa, a única diferença eram alguns produtos. Quando passamos pela seção de frutas...
Que maravilha de seção, dá gosto de ver tão bem arrumada, e essa fruta o que é? Essas são peras, ué, você nunca viu peras? Claro que já, mas não assim. Pois se você visse as minhas... Você tem peras? Claro, duas, como toda mulher.
Ela encolheu os ombros pra trás, empinando os peitos na minha direção, e aí eu entendi que não estávamos falando das mesmas peras. Essas peras com certeza eu ia gostar mais, mesmo sem ver, imagino que eu comeria até o bico, da pera, claro. Kkkk, aqui a gente chama os peitos de peras, acho que você já sabe. Tô aprendendo, e não vou parar até provar essas peras que se mexem debaixo da sua blusa. Kkkk, ai, que malvado você é, mas eu gosto de você, é igualzinho ao seu filho. Meu filho? Por quê? Ele também gosta de boas peras. Bom, hoje vi um par que acho que não vou ver outro igual. Já imagino quais, os da minha filha, porque aqui se diz "tal pai, tal filha".
Fiquei meio pensativo sobre o comentário que a Viviana tinha feito, não sabia por quê, mas algo me dizia que o Javier e a sogra dele…
Eu também digo isso, e se os da sua filha me encantam, os seus… Bom, os meus sem porra. A porra quem põe sou eu, não se preocupa. Já nem sei mais que gosto tem. A porra? Se você quer chamar assim… Posso te convidar… Não me desagradaria, mas o que a Elena vai dizer? Quem, a minha buceta? Não, a minha, a minha buceta já sei o que diria. Minha mulher sabe que já não estou pra milagres. Uuuuuy, isso você não vai me dizer, antes eu vi seu pau bem alterado. É que a companhia merecia. Vai, maluco, vamos pagar no caixa.
Ajudei a colocar na esteira tudo o que tinha comprado, em parte pra Corina e pra ela, por enquanto faríamos assim até eu assumir o controle das compras, por isso que no Brasil dizem que aposentado só vai pra feira, mas não é a de ações, é a de mercado.
Quando subimos no carro, ela ficou pensativa por um momento… Tava pensando… por que não levamos as compras primeiro pra minha casa e depois pra sua, e eu te deixo lá? Como quiser, melhor assim, te ajudo, não é bom você carregar tanto peso sozinha.
Apontei pras tetas dela quando falei isso, e ela riu enquanto ligava o carro.
A casa dela não era longe, entramos na garagem que ficava no térreo, era uma casa geminada de um andar, no térreo tinha a sala, um quarto, o banheiro e a garagem ao lado, em cima devia ter mais quartos.
Não se assusta com a bagunça, morando sozinha e não tendo que dar satisfação pra ninguém… Você não sabe o que tem, hahaha. Me dá um minuto, vou trocar de roupa, tô suada da compra. Imagina eu. Quer tomar um banho? Se for com você, sim. Fala sério, toma um banho se quiser, já volto. A casa estava bem decorada, a bagunça que ela dizia era só pra fingir, ela vivia muito bem sozinha. Quando voltou, estava usando um vestido largo com um decote pequeno, apertando o tecido contra o peito com os braços. Quando chegou perto de mim… Me faz um favor, Pepe, é que devo ter engordado e não consigo fechar o zíper, pode me ajudar?
As costas estavam abertas até a cintura, sem sutiã, e nem dava pra perceber que ela tinha tirado há pouco.
* Desculpa… o que você disse pra eu fechar mesmo? * O zíper do vestido, não tá vendo? * Eu tinha entendido que era o sutiã, e como não achei… * Nem vai achar, não uso essas coisas, não preciso. * Metidaaaa. * Não acredita? * Se você diz… * Então, verifica se quiser. * Não quero que pense que quero pegar nas suas tetas à toa. * Só acho que você quer pegar nas minhas tetas, com ou sem à toa, e que eu quero que você pegue.
Não teve mais desculpa. Minhas mãos sumiram pelas laterais do tronco dela por baixo do vestido aberto. Quando passaram na frente, agarraram as duas tetas que balançavam nervosas me esperando. Já estavam duras, mas quando sentiram o toque dos meus dedos, endureceram de vez como cimento. Me encostei nas costas dela de olhos fechados, concentrado nos meus dedos, percorri desde a base até em cima, passei pelas aréolas e pelos mamilos. Imaginei que eram como os da Corina, não eram muito diferentes. Os suspiros da Viviana me animavam a continuar, e não parei até ela se apoiar na mesa e se inclinar sobre a superfície. * Para, para, Pepe, tô gozando, como você fez isso? Nunca me aconteceu. * Nem comigo ter umas tetas nas mãos como as suas, bom, tirando as da Corina. * Cê gosta, hein? Eu tinha elas assim antes, agora já… * Elas são uma delícia, queria chupar elas, Viviana. * E eu queria que você chupasse, mas é tarde, tão nos esperando, fico mal de te deixar assim. o pau, eu senti ele no meu cu e fiquei toda molhada, te juro que vou fazer de tudo pra gente cumprir nossa matéria pendente, você me perdoa? * Claro, Viviana, como não vou te perdoar? Continua. Agradeço seus comentários. Valeu.
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