Era um sábado de manhã, tava voltando pra casa quando encontrei meu amigo Ángel, que ia pro trabalho. Eu ainda tava meio de ressaca, e ele me pediu um favor: consertar um defeito no distribuidor de luz dele. Falei que passaria lá depois de tomar um banho. Assim que fiquei pronto, fui na casa dele, bati na porta e quem atendeu foi a esposa dele, Vanessa. Expliquei o favor que o Ángel tinha me pedido e ela logo me deixou entrar.
Comecei a trabalhar no alimentador de energia na hora. Depois de uns 30 minutos, a Vane me ofereceu um café. Passou mais um tempo, e eu guardei todas as ferramentas num canto pra não atrapalhar, já que pensei que os filhos deles estariam por perto. Entrei e bati na porta da cozinha, mas tava tudo em silêncio. Fui até a mesa e lá estavam as duas xícaras servidas. Me senti meio mal por ter feito ela esperar, e fui procurá-la. Ouvi um barulho no corredor e fui ver pra avisar sobre o café. Mas fiquei pasmo, porque ela tava se trocando.
Observei sem prestar muita atenção, e mesmo assim meus sensores ativaram... Voltei meus passos e fiquei na cadeira... Acendi um cigarro e a Vane entrou, me disse que não tinha problema com minha fumaça, veio com uma saia bem curta, e isso me deixou inquieto. Ela foi direto pro fogão, pegou a cafeteira, abriu a porta do armário e deu a abaixada da vida dela pra pegar uns pratos pra biscoito...
Nossa, perdi um pouco a razão, mas não a compostura. Levantei pra ajudar ela e peguei a cafeteira... Cheguei na mesa, coloquei ela lá e, de costas, continuei a conversa. Ela chegou e sentamos... Enquanto a gente conversava, ela não parava de olhar pras minhas mãos. Fiquei meio inquieto, mas mantive a calma, né — o que se podia fazer diante de uma mulher daquelas... O rumo das palavras dela era cheio de intenção, e eu tentei não cair nessa. Então voltei pro que tava fazendo, demorei mais do que devia porque a Vane tomou conta dos meus pensamentos... Um tempo depois, ela saiu pra separar a roupa que ia lavar... Deuses do Olimpo, ela se abaixou de novo... E ficou mais tempo assim. Eu já não sabia mais o que fazer... Uma barraca provisória tinha se armado no meio das minhas pernas. A calcinha dela se enfiava toda entre os lábios, e dava pra ver clarinho a mancha de umidade nela.
Foi um saco terminar, mas consegui. Chamei ela pra ver se tinha ficado bom, e ela me levou pra sala dela. A gente começou a conversar de novo sobre o assunto dela, e aos poucos o clima foi esquentando... Sério, meu pau parecia uma buceta de tanto que escorria, enquanto a Vane se sentiu à vontade pra se ajeitar de propósito bem na minha frente...
Depois de passar 1 hora cheia de tormento asteca, por não poder fazer "coisinhas", procurei me despedir e ainda deu tempo dela me entreter... Ela me pediu pra "dar uma olhada" no celular dela, que tinha desconfigurado, e eu fui reconfigurar... Ela aproveitou e entrou no banheiro, quando abri a galeria, meus olhos quase pularam pra fora, tinha mais fotos Dela... completamente pelada, fechei a galeria e terminei o serviço... Ela voltou com outras xícaras de café e se aproximou do móvel dela pra colocar música, quando se abaixou, a saia subiu o suficiente pra eu ver que já não estava mais de calcinha...
Tentei me comportar da forma mais serena possível, perguntei sobre os filhos dela, e ela respondeu que os avós passaram para buscá-los e levariam para casa... E completou... Espero que você não tenha medo de ficar sozinho aqui comigo... enquanto continuava "procurando algo musical" Ahh Não, por que eu teria que "temer você" respondi, O que pode acontecer... acrescentei sem conseguir desviar o olhar daquelas bundas enormes que deixavam os lábios da buceta aparecerem enquanto estavam abertas quando ela estava inclinada... Ela virou para me olhar girando apenas a cabeça, e com um movimento a saia dela caiu no chão...
Já não precisava mais me reprimir, ficar tranquilo... Simplesmente fui até ela e comecei a beijá-la, peguei cada centímetro da pele dela com todo meu desejo, percorrendo ela entre paixão e luxúria, enquanto ela também correspondia...
Meus dedos cavaram fundo entre os lábios da buceta dela, indo até o fundo mesmo da vagina... dando mais atenção ao clitóris dela, ela gemia com um som bem alto. Quis pedir pra ela ficar quieta, mas seria uma idiotice reprimir os desejos dela... Mesmo sabendo que os vizinhos com certeza estavam ouvindo... E isso colocava ela em evidência, mas pra ela parecia não importar... Passamos um tempão na putaria, indo de um canto pro outro, da sala pra sala de jantar, de lá pra cozinha, e de volta de novo....
Perdemos a conta do tempo, e no final... Me deitou no sofá, e montou na minha pica que entrou delicioso como faca quente na manteiga depois de umedecer ainda mais nossos sexos...
Não quero parecer egocêntrico, mas é verdade que a quantidade das minhas gozadas teria que compensar a própria Vanessa, por ser a mulher gostosa que ela é. E não importa se depois eu descobri que o Ángel e a Vanessa são verdadeiros swingers e que tinham combinado porque Ela queria muito ficar comigo...
Comecei a trabalhar no alimentador de energia na hora. Depois de uns 30 minutos, a Vane me ofereceu um café. Passou mais um tempo, e eu guardei todas as ferramentas num canto pra não atrapalhar, já que pensei que os filhos deles estariam por perto. Entrei e bati na porta da cozinha, mas tava tudo em silêncio. Fui até a mesa e lá estavam as duas xícaras servidas. Me senti meio mal por ter feito ela esperar, e fui procurá-la. Ouvi um barulho no corredor e fui ver pra avisar sobre o café. Mas fiquei pasmo, porque ela tava se trocando.
Observei sem prestar muita atenção, e mesmo assim meus sensores ativaram... Voltei meus passos e fiquei na cadeira... Acendi um cigarro e a Vane entrou, me disse que não tinha problema com minha fumaça, veio com uma saia bem curta, e isso me deixou inquieto. Ela foi direto pro fogão, pegou a cafeteira, abriu a porta do armário e deu a abaixada da vida dela pra pegar uns pratos pra biscoito...
Nossa, perdi um pouco a razão, mas não a compostura. Levantei pra ajudar ela e peguei a cafeteira... Cheguei na mesa, coloquei ela lá e, de costas, continuei a conversa. Ela chegou e sentamos... Enquanto a gente conversava, ela não parava de olhar pras minhas mãos. Fiquei meio inquieto, mas mantive a calma, né — o que se podia fazer diante de uma mulher daquelas... O rumo das palavras dela era cheio de intenção, e eu tentei não cair nessa. Então voltei pro que tava fazendo, demorei mais do que devia porque a Vane tomou conta dos meus pensamentos... Um tempo depois, ela saiu pra separar a roupa que ia lavar... Deuses do Olimpo, ela se abaixou de novo... E ficou mais tempo assim. Eu já não sabia mais o que fazer... Uma barraca provisória tinha se armado no meio das minhas pernas. A calcinha dela se enfiava toda entre os lábios, e dava pra ver clarinho a mancha de umidade nela.
Foi um saco terminar, mas consegui. Chamei ela pra ver se tinha ficado bom, e ela me levou pra sala dela. A gente começou a conversar de novo sobre o assunto dela, e aos poucos o clima foi esquentando... Sério, meu pau parecia uma buceta de tanto que escorria, enquanto a Vane se sentiu à vontade pra se ajeitar de propósito bem na minha frente...
Depois de passar 1 hora cheia de tormento asteca, por não poder fazer "coisinhas", procurei me despedir e ainda deu tempo dela me entreter... Ela me pediu pra "dar uma olhada" no celular dela, que tinha desconfigurado, e eu fui reconfigurar... Ela aproveitou e entrou no banheiro, quando abri a galeria, meus olhos quase pularam pra fora, tinha mais fotos Dela... completamente pelada, fechei a galeria e terminei o serviço... Ela voltou com outras xícaras de café e se aproximou do móvel dela pra colocar música, quando se abaixou, a saia subiu o suficiente pra eu ver que já não estava mais de calcinha...
Tentei me comportar da forma mais serena possível, perguntei sobre os filhos dela, e ela respondeu que os avós passaram para buscá-los e levariam para casa... E completou... Espero que você não tenha medo de ficar sozinho aqui comigo... enquanto continuava "procurando algo musical" Ahh Não, por que eu teria que "temer você" respondi, O que pode acontecer... acrescentei sem conseguir desviar o olhar daquelas bundas enormes que deixavam os lábios da buceta aparecerem enquanto estavam abertas quando ela estava inclinada... Ela virou para me olhar girando apenas a cabeça, e com um movimento a saia dela caiu no chão...
Já não precisava mais me reprimir, ficar tranquilo... Simplesmente fui até ela e comecei a beijá-la, peguei cada centímetro da pele dela com todo meu desejo, percorrendo ela entre paixão e luxúria, enquanto ela também correspondia...
Meus dedos cavaram fundo entre os lábios da buceta dela, indo até o fundo mesmo da vagina... dando mais atenção ao clitóris dela, ela gemia com um som bem alto. Quis pedir pra ela ficar quieta, mas seria uma idiotice reprimir os desejos dela... Mesmo sabendo que os vizinhos com certeza estavam ouvindo... E isso colocava ela em evidência, mas pra ela parecia não importar... Passamos um tempão na putaria, indo de um canto pro outro, da sala pra sala de jantar, de lá pra cozinha, e de volta de novo....
Perdemos a conta do tempo, e no final... Me deitou no sofá, e montou na minha pica que entrou delicioso como faca quente na manteiga depois de umedecer ainda mais nossos sexos...
Não quero parecer egocêntrico, mas é verdade que a quantidade das minhas gozadas teria que compensar a própria Vanessa, por ser a mulher gostosa que ela é. E não importa se depois eu descobri que o Ángel e a Vanessa são verdadeiros swingers e que tinham combinado porque Ela queria muito ficar comigo...
2 comentários - A esposa gostosa do meu melhor amigo
un abrazo...