Marianita, la novia de mi amigo. Parte V.

Continuo com essa saga de relatos sobre uma das coisas mais loucas (e quentes) que já me aconteceu na vida, não sem antes pedir desculpas pela pausa de alguns meses (longos), vocês vão entender que todo mundo tem suas obrigações e é difícil arrumar um tempo pra sentar e escrever direito uma história dessas.
 
Retomo, então, de onde tinha parado. Acabava de foder a Marianita, a namorada do meu amigo, na maior selvageria, de quatro, e sem camisinha. Ela engoliu meu gozo primeiro e depois gozei tudo nos peitos lindos dela. Dei tapas nela, enfiei meu dedo no cu dela, ela pediu pra eu tratar ela como uma puta, uma loucura. A mina transava como uma deusa da luxúria, uma foda com ela era nota 10/10 e eu ainda não tinha caído na real do que tinha acabado de fazer (na culpa, um pouco sim), tava nessa quando ela me disse que meu amigo, Martín, o namorado dela, tava voltando de São Francisco pra Rafaela e que chegava a qualquer momento. E, pra completar, nós dois távamos meio doidos porque tínhamos fumado.
 
Eu tava falando que ela voltou vestida e me disse pra ir no quincho da casa onde eles moravam pra ficar de otário. Mas o pânico me pegou e eu quis vazar dali o mais rápido possível. Falei pra Marianita que era melhor eu ir embora logo e ela respondeu “como quiser”, mas pedi pra ela me abraçar e foi o que fez. Quando a gente se despediu, nada estranho, beijo na bochecha, ainda tava com cheiro de sexo a filha da puta, dava pra sentir de perto, mas de boa, como se nada tivesse acontecido. E fui pra minha casa descansar e tentar não pensar no que eu tinha acabado de fazer.
 
Passaram-se alguns dias daquele verão e eu tentava seguir com minha vida normal, embora estivesse de férias e não tivesse muita coisa pra fazer, mas os dias iam passando, sei lá. Da Marianita, nada, nem uma mensagem, nem nada, do Martín também não. Até que chegou uma sexta-feira em que o Martín me mandou uma mensagem:
 
- Fede, hoje à noite tem churrasco lá em casa, é o aniversário do Pipo, lembra?
(Pipo era amigo dele, meu não, mas a gente dividiu uns rolês)
- Qualé, Tincho... Tô convidado, né? Haha
- Claro, porra
 
Bom, como eu tava dizendo, não tinha muito o que fazer. Meio culpado por ter comido a namorada do meu amigo, resolvi ir, simples: bermuda, chinelo e uma camisetinha, e fui. Por dentro, claro, ficava pensando se a fera da Marianita ia estar lá, se aqueles peitos e aquele corpo infernal iam aparecer, aquela filha da puta que transava como a melhor vagabunda, ainda mais com os 30 graus que tava fazendo... Não queria pensar mais, porque já tava ficando de pau duro. Achei que era um encontro de homens, e que ela ia fazer outra coisa.
 
Me enganei. Não terminei de entrar e cumprimentar o Martín, o Pipo e outro amigo deles (só eles três estavam lá) quando vi a Marianita na borda da piscina. Fui me abaixar pra dar um beijo no rosto dela, ela disse “oi Fede, senti sua falta!” como se nada, aos berros, e depois mandou eu preparar uns fernet pra nós dois.
 
Aliás, duas coisas. Era de noite, isso eu não tinha dito. Por outro lado, apesar disso, a Marianita estava de biquíni porque entrava e saía da piscina toda hora, "pra se refrescar", segundo ela. E o biquíni era uma fio dental azul matadora com uns desenhinhos, que entrava bem no meio da bunda dela atrás e na frente era um triangulinho, e uma parte de cima também azul que mal segurava os peitos dela, com dois triângulos, amarrado no pescoço e nas costas. Linda. Ia deixar qualquer um de pau duro, pode crer.
 
Fui preparar o bendito fernet no quincho e ela apareceu por trás pra puxar um papo comigo, me perguntar como eu tava, o que tinha feito naqueles dias, e não vou mentir, fiquei nervoso pra caralho, eu agia que nem um adolescente idiota, não sabia o que falar lembrando do que a gente tinha feito dias atrás, tinha tido aquela mulher, a namorada do meu amigo, de quatro e pedindo pra eu comer ela e usar ela. Na hora ela perguntou se eu tinha trazido baseado, falei que sim e rolou o seguinte diálogo:
 
- Bom, então vou tirar a roupa de banho pra fumar sequinha aqui com vocês
- Beleza, vou montando aqui e a gente chama os caras.
— Vou ficar à vontade, se não se importa.
 
Ela me deu uma piscada e foi pro quarto. Não virou, mas eu fiquei de olho na bunda dela enquanto ela ia saindo. Já tava mais nervoso do que antes. Mas me concentrei na minha função de preparar o fernet e o baseado, e depois de um tempo, por sorte, chegaram o Martín e a galera pra sentar comigo numa mesa grande. A gente começou a conversar, acho que sobre futebol e essas paradas, e daí apareceu a Marianita com um vestido preto de verão curtíssimo, na altura das coxas, e em cima algo decotado, com os peitos dela claramente soltos. O cabelo dela molhado da piscina, claro. Bastaram dois movimentos que ela fez quando chegou e deu um beijão na boca do Martín pra eu já sacar que por baixo daquele vestidinho tinha uma calcinha fio dental branca divina. Nos pés, havaianas.
 
Não só acertei de primeira a cor da calcinha dela, como fiquei olhando pra aquela fio-dental por pelo menos uma hora enquanto a gente conversava sobre tudo. E aí, já meio doido e bebendo alguma coisa, eu não tava tão nervoso — na verdade, tava adorando ter ela num ângulo diagonal de mim, onde ela, sentada, me mostrava a fio-dental inteirinha. Pra mim, mas também pro Martín, que nunca falou nada sobre isso, e pro outro amigo, já que o Pipo tava do lado dela, na frente.

Mas também não deve ter sido difícil pra ele ver a fio-dental em alguma das vezes que ela foi sentar no colo do Martín. A filha da puta fez isso sem o menor problema em alguém ver alguma coisa com aquele vestidinho. Sentada, por sua vez, ela quase nunca cruzava as pernas, deixava elas abertas e, quando ria, levantava um pouco. Um espetáculo.

 
Como eu já disse nos episódios anteriores da história, a Marian era uma gatinha muito gente boa, se dava bem com os "manos", fazia piada de sexo, sem vergonha na cara. E ainda por cima era uma gostosa. Todo mundo gostava dela, embora, secretamente, eu acho, todo mundo queria comer ela também. Foi ela que, num dado momento, colocou um cumbia no talo e começou a dançar na ponta do quiosque. Num instante, ela foi tirando a gente pra dançar um por um. Sem ser uma puta escancarada, a filha da puta transbordava sexo pelos poros, era só olhar pra ela e ficar besta, mas não dava pra encarar muito fixamente, não sei se vocês me entendem. Mas ela chamou os caras pra dançar, o próprio Martín, que foi quem mais chegou junto e deu o clima pra noite, ela era nossa rainha e a gente tava todo mundo meio alterado, ligado na vibe. Os peitos lindos dela balançavam pra todo lado e o vestidinho subia a toda hora mais do que devia. Numa hora, ela fez a dança da garrafa e nem preciso dizer... Dava vontade de comer ela ali mesmo.
 
Parecia que a Marianita já tava meio de porre, e logo depois confirmei. Começaram a chegar mensagens no meu WhatsApp. E eram dela. Claro, ela não tava no quincho, só aí percebi. Devia estar no banheiro ou no quarto dela, imaginei. E quando vejo as mensagens, sem ninguém poder ver minha tela, vi que eram fotos, ali quase morri: nessas fotos, dava pra ver claramente a calcinha fio dental branca da Marian, com uns dedos por cima, e isso vinha acompanhado da legenda "tô me sentindo meio putinha... fiquei com tesão!". Não soube que porra fazer. Por isso não fiz nada, e esperei. Tava tremendo igual uma vara verde.
 
Cinco minutos depois, chegou outro WhatsApp dela: "Desculpa, Fede, a mensagem era pro Martín. Por favor, apaga as fotos. Que vergonha." Naquela época não dava pra "apagar mensagens" depois de enviadas, hehe. Respondi "ok" porque realmente não sabia o que mais dizer e não queria que os outros caras percebessem algo, ou que me perguntassem com quem eu tava conversando. Continuei muito, muito nervoso. Além disso, a filha da puta da Marian me deixou de pau duro e eu não queria ser descoberto. A verdade é que queria comer ela de novo, mas não sabia como. Já tava sentindo o cheirinho da bunda dela no nariz, lembrando da transa que a gente tinha tido. Queria foder ela até não aguentar mais. Mas não podia.
 
Deve ter passado uma hora ou duas, o certo é que tentei me enturmar nas conversas, continuei bebendo, a gente continuou fumando e a Marianita nunca mais voltou pro quincho. Isso me acalmou um pouco. O Pipo e o outro cara foram embora, e ficamos só eu e o Martin, um na mão do outro. Eu já tava indo embora também e aí sim... Ela apareceu. Meu deus. Com outra troca de roupa. Ela tinha vestido um pijaminha, tão inocente e que ao mesmo tempo no corpo gostoso dela só aumentava minha tesão. Era todo rosadinho, com um short bem curto, com metade da bunda pra fora, e em cima uma daquelas regatinhas de alcinha, também rosa. O contraste da pele bronzeada dela, o cabelo comprido e meio cacheado e, principalmente, como os peitos soltos marcavam na regatinha, com a escuridão dos biquinhos quase aparecendo, me fizeram acordar o índio interno de novo. Eu cravei o olho no shortinho e parecia que ela não tava usando fio dental, porque dava pra ver um pouco através.
 
— Martín, vou dormir... Desculpa, mas fiquei muito doidona, amor. Fede, quer ficar?
 
Cara. Mas eu falei que não, que ia no banheiro e vazava. E quando fui no banheiro, encontrei jogada no meio da roupa suja aquela calcinha fio-dental branca, a que ela mostrou a noite toda. Uff. O que me confirmou que ela tava soltinha também. A fio-dental, por sinal, era minúscula, um triângulo com elásticos nas laterais e tava encharcada. Cheirava a mulher no cio e a bunda. Tava manchada também nas partes chave. Pra mim, a filha da puta tinha se tocado. A única coisa que me veio na cabeça foi enfiar no bolso, sair e pedir pra abrirem a porta. Tava de pau duro e com o Martin ali, não dava pra continuar.
 
Este relato é puramente real e por isso confesso pra vocês que naquela noite, não me restou alternativa senão bater uma punheta cheirando aquela calcinha divina do inferno ou do céu, e ir dormir. Deixo pra vocês, pra encerrar por enquanto, uma fotinha que reproduz mais ou menos a vista que eu tive (e nós tivemos) da Marianita durante várias horas daquela noite.



Marianita, la novia de mi amigo. Parte V.

12 comentários - Marianita, la novia de mi amigo. Parte V.

que hermosa situacion! lpm y con toda la leche en el ojo! esperando el siguiente relato!
Gracias por leer!
Nos tiene re calientes a mi mujer y a mi tus relatos esperamos mas y en algun momento te la vas a cojer delante de Martin como lo hicieron con mi esposa van pts.
Me alegro Sergio! Besitos para ella!
@pecador_90 gracias se los di por vos en la conchita
EXCELENTE RELATO !! VAN +10 !! COMO SIGUE LA HISTORIA ???
Paciencia! Jaja gracias por los puntos
Hermosa trolita cuando puedas subi una de ella...van los puntos
Es complicado! Pero veré que puedo hacer
ESPECTACUALE RELATO VECINO . DESDE SAN FRANCISCO TE SALUDO