A patroa gostosa 2

Os olhos da senhora gostosa acompanhavam por segundos o que passava na TV pra não perder nenhum detalhe do que a milf fazia, e ela repetia igual. A boca e a língua dela brincavam com as bolas depois, e ela era tão experiente que eu não tinha nada a invejar do jovem coadjuvante do filme, nada mesmo. A boca gulosa dela subia e descia enquanto engolia o pau todo, dando umas engasgadas de vez em quando, mas isso não parava a senhora gostosa nem um pouco, e ela continuava me dando uma das melhores chupadas de pau da minha vida.

— Nossa, que pau delicioso que você tem...

Eu, igual a ela, também me esforcei pra gozar junto com o jovem do filme. Não foi nada fácil, mas consegui. Não precisei segurar a cabeça dela pra ela engolir toda a minha porra; ela adorava fazer aquilo e não parou até não sobrar nada de sêmen na boca dela, e depois foi pro banheiro.

— Vou ver como está a nossa roupa... Tomara que tenha secado alguma coisa pra gente ir cada um pra casa, que já tá ficando tarde...

As bundonas enormes dela balançando a cada passo, provocante, quando ela foi, porque ainda estava com os sapatos de salto. Eu adorava ver aquilo, mas também não ia deixar essa história acabar assim. Já era hora de agir. Quando ela voltou, falei pra ela deitar do meu lado, e ela aceitou.

— Senhora gostosa, quero agradecer por tudo que aconteceu até agora, e pode ter certeza que nunca vou falar nada do que a gente fez aqui hoje. Posso fazer umas perguntas?

Ela balançou a cabeça que sim, e os olhos castanhos dela me encarando fixamente me deixaram meio nervoso, mas comecei perguntando se ela gostava de estar comigo, se tendo tantos admiradores por que escolheu eu, e se eu também podia agradecer ela por ser boa comigo.

— Claro que gosto de estar aqui com você, pode ter certeza que se não fosse assim nunca teria rolado nada contigo. Percebi desde o primeiro dia que você me viu na sua casa, me devorou com o olhar, mas sabe também que você foi Muito cavalheiro, sempre, e nunca me dizia, diferente dos outros caras do bairro, fossem velhos ou novos, alguma coisa atrevida. Só me cumprimentava e, bom, quando me viu enrascada no ônibus e me salvou daquele cara, tipo um herói, adorei demais. Depois, o que veio foi por causa das circunstâncias da viagem no ônibus, a gente muito apertada, e uma também não é de ferro, sente coisas quando vê e sente uma boa pica jovem por perto. Sim, gosto muito de você porque é um garoto muito gato e cavalheiro, e não se preocupa com mais nada...

Quando ela terminou de falar, eu já estava entre as pernas dela, tocando a calcinha branca que estava molhada de tão tesuda que ela tava. Meus dedos brincaram com a buceta dela ao mesmo tempo que eu ia abaixando bem devagar até tirar, e a ponta da língua começou a brincar com os lábios marrons e inchados dela. Que buceta gostosa que a senhora tinha, gostosa. Ela quis que eu parasse, colocando as mãos entre o sexo dela e minha boca, mas não conseguiu.

— Ahh... Nãooo, para, não precisa, ohhh...

A resistência dela caiu quando minha boca e língua tomaram conta da buceta dela, e aí cheguei no clitóris dela, que tava brilhante e inchado. Aí sim, ela se desmontou por completo, os gemidos ficaram mais fortes até que ela começou a gritar como possessa.

— Aiiii... aiiii... Oh, Deus...

Quando as pernas dela ficaram duras e ela arqueou as costas, era o momento em que ela tava chegando ao orgasmo, mas não parei e continuei chupando e lambendo a buceta dela, que começou a soltar os sucos de prazer, e ela teve outro orgasmo de novo e ficou totalmente exausta. Subi em busca da boca dela e beijei, e ela correspondeu, nossas línguas se tornaram uma naquele momento. Éramos um homem e uma mulher que não ligavam pras diferenças de idade.

— Gostosa, espero ter estado à altura de uma mulher tão linda como você, e muito feliz de estar agora junto de você. E quando você quiser, sempre vou estar aí pra você...

— Ahh... Foi fantástico, tempo que não gozava tanto. Sim, você foi muito bom, me fez gozar várias vezes, e obrigada por... tudo o que você me diz, mas eu sou uma velha pra você, enquanto você tá só começando a viver.
—Sei muito bem que somos de idades diferentes, mas você me atrai pra caralho, yummy, desde que te vi, e agora muito mais. Sei que seu marido já não é o mesmo de anos atrás e você é uma mulher que precisa de um homem que te faça feliz e te faça gozar do sexo.

Ela me olhou e os olhos dela tinham um brilho especial, e eu beijei ela de novo. Agora a mão dela começou a acariciar meu pau, que já tava pronto pra ser dela de novo. Ela subiu em cima de mim e foi enfiando bem devagar na buceta dela, que delícia, parecia um forno bem quente. Os movimentos da cintura dela eram bem suaves no começo, mas foram ganhando mais força até que a boca dela se abria como se faltasse ar, e ela balançava a cabeça pra os dois lados.

—Ohhh... Ahh... assim, assim... você é muito boa... Que delícia como você se mexe…

Os peitos dela balançavam no ritmo de como ela pulava e cavalgava em cima de mim. Ela mordia os lábios, era um sonho ver a cara dela quando eu sentia que tinha até o fundo da matriz com o pau. Depois eu falei que sempre foi meu sonho e que eu me masturbava pensando nela, que eu a coloquei de quatro.

—Agora, meu amor, todas as suas fantasias comigo vão se realizar... Porque você, de agora em diante, é meu macho, meu homem…

E ela se levantou e se posicionou, deixando à minha total disposição aquele rabão enorme dela. Minhas mãos seguraram a cintura larga dela e eu guiei minha peça dura entre as nalgas gostosas dela e enfiei até o fundo, até que tava tudo dentro, e começou o vai e vem. Ela soprava e resfolegava como uma gostosa que era, montada e pedindo mais e mais.

—Uffff uffff... uffff assim é gostosoo... mete mais... mais... ohhh...

Já era um sexo forte, porque eu dava palmadas forte nas nalgas dela até ficarem vermelhas, e parecia que ela gostava pra caralho porque pedia mais. Depois, pelos braços dela, eu puxei e coloquei pra trás como se fossem as rédeas da gostosa, e continuei metendo forte.

—Ahh... Ahh papaiii... ahhh...

E nossos corpos já não A gente aguentou mais um pouco e quase juntos gozamos. Eu descarreguei pela terceira vez naquela noite dentro da dona Yummy, meu sêmen, e ela gritou, o corpo dela tremeu forte quando chegou ao clímax, e caímos ofegantes e molhados de suor na cama.

Ali estava eu, pelado, um moleque de 19 anos, depois de ter comido gostoso a dona Yummy de 52 anos, casada, que é o sonho de todos os homens do meu bairro, mas agora era minha.

Fomos pro chuveiro e tomamos banho juntos. Minha mão ensaboava o corpo todo dela, e ela fazia o mesmo comigo. Já tava pensando em como queria comer aquele rabo tão apetitoso quando o celular dela tocou.

— Alô... sim, já tô indo pra casa. Acontece que tive que esperar um pouco uma amiga, mas já tô indo... Espera aí, não se preocupa, tô muito bem... Tchau.

Era o marido dela, então ela foi ver como estava a roupa. Já tava meio seca, já tinha passado umas três horas desde que a gente tinha chegado. Ia ficar pra outra oportunidade aquele rabo ser meu, disso eu não tinha dúvidas agora. Saímos com todo cuidado pra não sermos vistos juntos, porque o mundo é pequeno e não queremos problemas. Ela pegou um táxi e foi embora.

Andando pela rua, feliz e lembrando cada detalhe do que tinha rolado com a dona Yummy, quando meu celular tocou. Eram minhas amigas, perguntando por que eu tava demorando tanto pra chegar e que elas estavam muito bem acompanhadas por umas amigas. Mas pra mim a noite já tinha acabado, eu tava exausto, então não fui e voltei pra casa.

(Continua...)

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