Minha Tia Clotilde 2

Ela caiu ao meu lado na cama, toda agitada e suada, depois de receber uma boa quantidade de porra dentro da buceta, após muito tempo fazendo ela perder a razão e se deixar levar pela excitação do momento.
Uns minutos depois, quando recobrou a consciência, ela baixou o vestido e saiu rapidamente do quarto, muito envergonhada. Peguei a chave que ela tinha deixado em cima da cama, tranquei o quarto e desci as escadas. Lá estavam Eva e Ivã, já saindo de casa, e a surpresa estampada nos rostos deles ao me ver, porque, segundo eles, estavam sozinhos na pensão.
— Oi, Roberto, acabou de chegar?... E sua tia? — perguntou Eva, meio nervosa.
Respondi que já tinha chegado na pensão há um tempinho e que minha tia ainda não tinha voltado. Olhando nos olhos de Eva, ela percebeu que eu tava estranhando ela, disfarçou, se despediu e saíram de casa. No resto do dia, minha tia Clotilde não saiu do quarto — imaginei que fosse por vergonha.

Nos dias seguintes ao nosso encontro carnal, minha tia Clotilde não falava muito comigo, só o necessário, e nem me olhava nos olhos. Toda vez que a gente se cruzava, ela baixava o olhar. Se sentia muito mal pelo que aconteceu entre a gente.
Depois que eu tinha visto o corpo dela, sentido o calor de mulher e como ela vibrou quando eu enfiei meu pau dentro dela, agora eu não conseguia mais olhar pra ela do mesmo jeito, e ela sabia disso. Nossos quartos ficam no primeiro andar, bem longe dos outros, que estão no segundo, então só eu conseguia ouvir ela chorar de noite, às vezes.

Precisava fazer alguma coisa. Então, tomei a decisão de sair da casa dela. Numa noite de sábado, quando terminamos de jantar, falei que tinha que contar algo muito importante, mas ela disse que era melhor deixar pra domingo, porque tava com uma dor de cabeça terrível e foi dormir. Umas duas da madrugada, ouvi ela soluçando. Fui até o quarto dela, porque me sentia muito mal, bati na porta bem devagar e, de novo, o silêncio da noite, mas entrei mesmo assim.
— O que você está fazendo em... Meu quarto, Roberto?
—Desculpa, tia, mas não dá mais pra continuar assim. Desde aquele dia, nada é igual pra nós dois. A senhora se sente mal com a minha presença, e agora, ainda mais quando eu ouço a senhora chorar de noite por minha culpa. Sei que tem um compromisso com meus pais e por isso não me põe pra fora de casa, mas não se preocupe mais. Amanhã eu vou embora. E muito obrigado por tudo, tia...

Ela tentou dizer algo, mas não dei chance. Saí e fui dormir. No dia seguinte, arrumaria minhas malas. Quando senti alguém me abraçando forte por trás e uns peitos roçando minhas costas, abri os olhos e ouvi uma voz que me deixou surpreso.

—Roberto, não quero que você vá, por favor. Preciso muito de você do meu lado. E não se sinta mal pelo que aconteceu. Eu também tenho culpa. Se vamos falar de culpados, eu perdi a cabeça naquele momento, quando um homem me roçou com a virilidade dele. Depois, não tinha mais volta. E você fez o que qualquer homem faria nessas circunstâncias. E você tem razão: desde aquele dia, eu também te vejo diferente. Briguei comigo mesma todos esses dias, mas não consigo. Agora, quem fala não é sua tia, mas a mulher que ficou sozinha por muito tempo e precisa muito de você.

A mão dela desceu e procurou meu pau, que já tava duro como sempre. Os dedos dela brincaram com a glande e começaram a me masturbar devagar. Ao mesmo tempo, os lábios dela beijavam meu pescoço e depois minhas orelhas. Agora era ela quem me fazia sentir muito bem. Os mamilos dela estavam duros, dava pra sentir muito bem nas minhas costas.

Eu não dizia nada, porque era melhor assim, pra minha tia se sentir à vontade. Ela me virou e eu olhei nos olhos dela. Ela fechou os olhos, ainda com um pouco de vergonha, acho. Aproveitei pra beijar os peitões dela e depois os mamilos inchados. Tava igual um bebê procurando comida. Os gemidos dela ecoaram no meu quarto.

—Ahhh... ahhh... não vai embora, não me deixa... Ahh... ahh... sozinha, Roberto...

Dizer que ia embora foi o que deu coragem pra ela admitir que também tava precisando muito de mim. E eu entrei. Quarto. Se eu soubesse antes, teria feito antes e assim teria parado de me masturbar lembrando do que aconteceu no quarto do Iván.

Deitei ela na cama enquanto beijava seu corpo nu, desde suas tetas gostosas e aqueles mamilos marrons que eu chupava, e fui descendo bem devagar pelo umbigo dela. Minha língua brincava e fazia ela tremer por onde passava, e quando cheguei na buceta dela, ela tinha depilado completamente. Os lábios eram grandes e inchados, já estava molhada pelas minhas carícias anteriores.

Minha língua subia e descia pelos lábios da buceta inchada dela, um tempão deixando ela louca. A respiração dela ficou rápida, e quando a ponta da língua tocou o clitóris dela, aí as pernas dela se abriram completamente, dando sinal verde pra continuar com o oral que ela tava recebendo do sobrinho.

- Ahhh... ahhh... ohhh Robertooo, você me deixa loucaaa ahh ahhh ohhh...

O bom é que meu quarto era longe e ninguém podia nos ouvir. Eu devorava a buceta quente dela, tão carente de carinho. Minhas mãos e língua entravam e saíam da buceta dela até fazer ela gritar e chorar de prazer, e quando ela não aguentou mais, teve um orgasmo.

Os fluidos dela molharam minha cara toda. Pela primeira vez eu via uma mulher ter um orgasmo, e parecia que ela tava urinando. Minha tia parecia que naquele orgasmo tinha ido a vida dela, porque ficou bem quieta, como morta. Coloquei na boca dela meu pau, que também pediu atenção, e passei pelos lábios dela. Ela começou a dar beijinhos e depois abriu a boca e engoliu bem devagar até ter tudo dentro da garganta dela.

Os olhos dela fechados enquanto continuava chupando a pica com desespero me deixou mais excitado. Dava pra ver que ela tinha experiência chupando paus. Minha tia, a mulher de 48 anos que, segundo meus pais, tinha que me proteger dos perigos na capital, tava me dando um boquete foda, até aquele momento o melhor da minha vida.

A boca dela parecia uma máquina de sugar. De vez em quando apertava e depois chupava meu pau enquanto a língua brincava. também com o pau na boca dela. E ela não parou no boquete até que o sobrinho terminou enchendo a boca dela de porra quente, que ela engoliu tudo. Tinha despertado nela a mulher que estava adormecida desde que ficou viúva.
– Aaah sim... que delícia, tia, ohhh
Ela me puxou para perto dela e me abraçou forte, eu sentia as batidas do coração dela. Depois de um tempo, eu já estava com o pau duro de novo e comecei a tocar ela, mas ela não deixou.
– Dorme, Roberto. Temos o dia inteiro amanhã para continuar. Agora quero sentir você nos meus braços. Descansa, não precisa se exigir.
Ela me deixou na vontade. Eu não queria dormir de jeito nenhum, queria era continuar transando a noite toda, mas entendi que não devia pressionar ela. Então coloquei meu pau no meio da racha dela, como tudo começou, e fechei os olhos.

3 comentários - Minha Tia Clotilde 2

muy beno .yo tambien me cojia a la hermana de mi viejo ella tenia 63 y yo 20 nos cojiamos todos los dias hasta que me case y despues de casado me la cojo una ves por mes y adora centir mi verga en su culo es una diosa