Capítulo 3 – Meu filho me empedeça em casa e na minha oficina Todo mudou desde o dia em que meu filho entrou na minha cama e me forçou a fazer sexo com ele. Ele me deixou claro que havia decidido tornar-me sua puta, e eu me sentia tão subjugada a ele que não pude negar, aceitei todos os seus caprichos. Para estar em casa, eu me vestia com saias tão curtas que, mesmo de pé, se via a parte baixa da minha bunda. Camisas desabotoadas um pouco mais do normal ou blusas de tirantes de tecido muito fino para que se marcassem os meus mamilos. Gozava provocando-o e ele respondia às minhas provocações comportando-se às vezes como um selvagem. Desde aquele dia, meu filho desfrutava metendo a mão em mim, mesmo quando o pai estava presente. Andava todo o dia muito excitada, imaginando e desejando sentir suas mãos no meu corpo. À noite, sentados todos três no sofá, assistindo à televisão. Me deitei sobre as pernas do meu marido que continuava atentamente a assistir ao programa da televisão e dobrou as minhas pernas pelas rodilhas, mas os meus pés os mantive separados. Dessa forma, meu filho que estava sentado ao meu lado, podia tocar o meu bumbum todo o que quisesse e até meter um dedo dentro da minha bunda. Quase sempre comemos e jantamos na cozinha, os três, nos resultava mais confortável. Da casualidade, de que ao sentarmos, eu sempre faço isso no meio do meu filho e do meu marido. Pois bem, meu filho não parava de acariciar minhas pernas; eu havia caído o guardanapo sobre o prato duas vezes de tão nervosa que estava, então me abri de pernas e deixei que meu filho me sobrase o coelho durante a ceia. Se após jantar, meu marido dizia que se ia dormir porque estava cansado, meu filho me olhava com desejo e ficava comigo um pouco mais << para ver a televisão >> ele me dizia ao marido, dando-lhe um beijo nos lábios. << Não se acostem tarde >> era a recomendação que fazíamos o muito gilipollas. A realidade era bem distinta. Meu filho passava quatro horas matando-me de prazer, normalmente me dava Tres ejaculações, pelo o bumbum e pelo cu. A perversão à que me tem submetido meu filho não tem limites. Sua imaginação para gozar do meu corpo chega ao extremo, de que, quando vou ao banheiro abaixo, ao lado da cozinha, ele me proíbe que eu feche a porta, ele vem atrás de mim e me faz todas as guarradas que se lhe imaginam. Uma vez, entrou no banheiro uns minutos após eu, e sentou-se em cima do móvel do lavabo. Eu me abri de pernas para ele, disposta a gozar da sua pinga, mas meu filho tinha outros planos. Uma das qualidades da sua maravilhosa pinga é que, apesar de estar flácida, como é muito grossa e longa, ela pode meter-se sem problemas e isso é o que fez; meteu-a até o fundo. Depois, me levantou em vilo até situar-me justamente em cima do lavabo e me mordeu. Me pareceu estranho que não me fodesse, e fui eu quem moveu o cu provocando-o — ¡Vamos, trabalha o chocho! — disse, mas ele me mandou parar — Não quero te foder. Vou mear-me nesse chocho tão delicioso que tens, mãe — e foi dito e feito. Já estava meando dentro do meu bumbum e eu fiz o mesmo, meei mojando-lhe os testículos. Igual que dois porcos, nos mordeíamos com luxúria e nos meávamos mutuamente. Outras vezes, se agachava quando estava sentada na taza do vaso sanitário e abria a boca, assim, enquanto recebia meus jatos, ele se punha cachondo vendo como eu meava. Cada vez que meu filho vai mear, conto até vinte e me levanto. A meu marido dou qualquer escusa para ir à cozinha (ultimamente frego à mão), então, saio pela outra porta ao corredor do garagem e entro no serviço onde espera meu filho. Nos devoramos a boca. Nos metemos a mão, em seguida, me pego nele por trás, agarro o cipóte e lhe dou para meear como quando era pequeno. — Quando eras criança, te segurava a pilila com dois dedos — disse ao ouvido — Podes segurá-la assim. — De isso nada, agora quero utilizar toda a mão — disse agitando-a no ar. Quando começa a meear, sinto-o na mão e me pongo muito Cachonda; até eu me agacho para ver como ele urina seu cock, assim que termina de sair o jato, limpo o cock com minha boca. Eu me tornei tão promíscua, que também bebo suas meadas encantada. Meu filho diz que sou uma boa porca, e é verdade! E uma puta em celo! porque quando estou em casa, ando atrás de meu filho. Variei drasticamente minha vida laboral. Antes trabalhava oito horas e comia fora de casa. Deleguei meus funcionários e reduzi minha jornada laboral; agora saio às três da tarde e como com meu filho. Os dois sóilos cobertos nada mais que com uma mínima roupa interior. Os dois com um thong; a ele deixo um dos meus, porque sei que é incapaz de segurar o pacote da sua entreperna e isso me põe super cachonda. Às vezes nos sentamos à mesa um diante do outro, e enquanto comemos, nos acariciamos com os pés. Outras, estou tão quente, que me sinto em cima dele com seu cock bem dentro. Eu o alimento a ele e ele me alimenta a mim e, ao mesmo tempo, da comida para meu coelho. Depois de recolher a mesa, sinto ansiedade, pois vou estar sozinha com meu filho até que venha seu pai, sobre as nove ou nove e meia! Seis horas gozando! E o melhor de tudo é que não me canse. Em casa, temos um corredor, que vai desde o salão até o garagem. Também desde o corredor, posso acessar a cozinha e ao banheiro onde meu filho e eu fazemos nossas coisinhas. Algumas vezes, paro no corredor e me pega contra a parede, abre minha blusa que já está bastante desabotoada e me saca as tetas. As soba todo o que apetece e quando se satisfaz, estira os meus peitos e me lambe com força, até me morder quando se descontrola devido à tanta excitação. Enquanto meu filho me mete a mão e se satisfaz comigo, posso ver perfeitamente meu marido sentado no salão, pode nos pilar só girar a cabeça, a situação é tão morbosa que às vezes corro e mordo meu filho no ombro para não gritar de prazer. Esse corredor de casa é terrível para mim porque quando me pega meu filho, além de me dar umas palmadas nas tetas, mete a mão sob minha saia. —Ábrete puta — me diz e eu separo as pernas. Então ele me soba o bico todo que lhe apetece. Depois me estira do clítoris até que se ponha ereto e me masturba com dois dedos, me o fez tão sensível que eu corro de prazer logo em seguida. É outra das coisas que tenho a agradecer ao meu filho. Obrigado a ele, agora eu corro com muita facilidade. Meu corpo estremece e apesar de eu lhe suplicar para me deixar correr em paz, meu filho não para de explorar o interior da minha vagina com sua língua para beber o fluxo do meu orgasmo. Mais de uma vez conseguiu que eu urine de prazer na sua mão. Ele gosta, sei pelo gesto da sua cara, me olhando enquanto eu meou. Uma vez reposta do orgasmo, ele me obriga a chupar a sua mão e os dedos, encharcados dos meus próprios fluidos. E tudo isso ocorre enquanto vejo meu marido sentado tão tranquilo. O descaro de meu filho e o meu morbo chegam até tal ponto que também no corredor eu me deixo foder de pé, embora meu filho me levante uma perna para empurrar com força e assim penetrar mais a fundo. Mas isso me faz poucas vezes porque meu marido pode nos pilar em qualquer momento e nessa postura não posso disfarçar. Mais de uma vez me voltou contra a parede e tentou me dar pelo cu, mas eu me nego que ele me faça no corredor. Também tenho de dizer que cada vez me cuesta mais negar às exigências do meu filho porque não para de insistir; e mais cedo que tarde, vou deixar-me dar por cu no corredor, disso estou segura. Uma tarde, após jantar, meu marido foi ao salão ver televisão. Eu preparei café e o sirvi lá porque sei que ele gosta. Meu filho subiu à sua habituação fazer não sei o quê. E eu me diverti para colocar os pratos no lava-vajilha. Pouco tempo depois, meu filho entrou, girando a porta que dá ao salão. Limpar, levantou-me a saia; aquele dia eu estava usando roupa interior, meteu a mão dentro das minhas calcinhas e me deu um tapa no cu para todo o que quis. Quero dar-te uma fuxada, puta — susurrou no meu ouvido. Seu pai poderia ter entrado em qualquer momento e eu ter-me excitado imediatamente. Mas não queria que me fodesse assim, então dei a volta e sentei-me sobre a mesa. Aci e separei as minhas pernas, deixando que ele me sobasse o bumbum por cima das minhas calcinhas, enquanto eu acariciava sua enorme pênis. Depois, afastou as minhas calcinhas para um lado e me deu um golpe único no meu vaso. Deus, que excitação, porque nessa posição podia abaixar a cabeça e ver como sua pênis abria o meu bumbum quando me fodesse. Não quero nem pensar em o que poderia ter acontecido se tivéssemos sido surpreendidos pelo meu marido. Eu toda cachonda, pedindo ao meu filho para me dar sua pênis, e seu filho me fofando no meu vaso enquanto me sobava as tetas. Desde logo, nem eu nem meu filho pensávamos nisso, a excitação e o morbo eram muito grandes e nenhum de nós podia parar mais. O melhor de tudo isso é que eu estava gozando muito fazendo como uma puta. Meu filho e suas vontades de me foder todas as horas com sua enorme pênis. Me vira louca. Eu me tornei adicta, ter sexo com meu filho, é uma deliciosa droga a que estou enganchada e não quero desenganchar-me agora. Ele se excitava tanto o risco que me fazia em qualquer momento. Um dia estava preparando a ceia, ele se abalanzou sobre mim, agachou-se segurando-me com seus fortes braços sobre a encimera da cozinha e ali mesmo, precipitadamente, me deu por trás. Não lhe importava que eu suplicasse em voz baixa, ele se saciava com o meu bumbum. Eu sempre com medo de que seu pai pudesse descobrir-nos. Me fazia de uma forma tão selvagem que me fazia mal. A mim me aterrava a situação, mas não podia resistir-me ao meu filho, à sua pênis e ao domínio total que já exercia sobre mim. Mais que sodomizar-me, meu próprio filho me violou. E o pior dessa violação é Que eu desfrutei apesar do dano que me fazia. Os cinco dormitórios da nossa casa, estão distribuídos ao longo de um corredor. Todos são do mesmo tamanho e dispõem de banheiro próprio. Começando pelo fundo, o primeiro é onde dormimos meu marido e eu. O seguinte é o do nosso filho, os outros três sempre estão livres. Um deles foi ocupado pela minha cunhada, que viveu conosco por um tempo após seu divórcio, agora está livre. Os três primeiros dormitórios estão dentro do corredor, os dois restantes dão para uma espécie de descansinho que está, justo acima do salão; a essa zona, chamamos o balcón. Muitas vezes, nos falamos desde lá, por não ter que descer as escadas até o salão. Pois bem, um domingo à tarde, eu me encontrei agarrada à barandilha do balcón e meu filho colado atrás de mim, me dando pela bunda. Mordi os lábios para não gritar, porque o pai estava sentado abaixo, vendo a televisão, tão tranquilo. Eu o via sentado e se meu marido tivesse olhado para cima, teria visto tudo. Teria visto como seu filho me dava pela bunda, empurrando com força e autoridade. Tínhamos que falar em susurros para que meu marido não nos ouvisse. - Eu corro, eu corro, mãe. Sai, que vou dar um pé no pai—me sussurrou rapidamente me virei e me agachei, agarrei a bunda do meu filho e a enfiei na boca, engolindo sua corrida abundante. Depois de correr-se na minha boca, limpei a bunda com a língua, aproveitando qualquer resto de sêmen para saboreá-lo. - Estás louco, como te ocorrem essas coisas! Há vezes que me assustas, filho!—susurrei. - Não estou louco, mãe. É que eu gostaria que o pai visse como eu fodo na puta da sua mulher! Você imagina o que é isso? - Cala, louco! —disse. Mas sim! Claro que me imaginava e estava com razão. Só de pensar na situação morbosa, eu me punha cachonda. Muitas vezes e até que meu marido viesse. Pedia que estivesse completamente nua fazendo as coisas da casa. Meu filho se Espanava-se no sofá acariciando sua incrível vira enquanto se deliciava com meu corpo nu. Também me obrigava a caminhar descalça pela casa, ou com saltos e calcinha, segundo lhe apetecesse. Fazia as tarefas domésticas, cheia de ansiedade; esperando que em qualquer momento, ele se sentisse inclinado para me sobar ou me foder. Só quando ouvíamos que chegava o pai dele, me deixava ir vestir-me com algo. Mas nunca demais, apenas o necessário para estar vestida e, é claro, sem calcinha. Afortunadamente, meu marido não suspeitava de nada, se notava nervosa nunca me disse nada. Nem disse por minha forma de vestir em casa
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