Normalmente vocês leem histórias de minha autoria, contos fantasiosos, fantásticos ou até policiais.
Também costumam ler jogos literários, onde assumo a voz de uma mulher, ou o diálogo entre um casal, ou a sempre confortável visão onipresente.
Dessa vez vou contar exatamente o que aconteceu. Sem poupar detalhes. Sem exagerar um milímetro.
Tudo para satisfazer um capricho, de querer ver refletido num relato o que aconteceu naquela noite.
Já nos conhecíamos com ela, a quem chamarei de C. para ser cuidadoso, porque apesar de ser uma novinha, é mãe e casada, e eu tinha prometido que na próxima vez que nos encontrássemos realizaria o sonho dela.
Então houve uma próxima vez, e foi mais ou menos um mês depois do nosso primeiro encontro, naquela noite em que nos estralamos na cama, e em que nós dois adoramos fundir nossas peles na fogueira dos lençóis.
O ritual foi mais ou menos o mesmo: esperei por ela no banco da praça em frente ao hotel onde a gente parava, ela chegou, me deu dois beijos — um em cada bochecha — e caminhamos até o quarto em silêncio. C. estava tremendo porque sabia o que a esperava dessa vez.
Chegamos ao quarto e ordenei que ela se sentasse na cadeira, tirasse a camisa e soltasse o sutiã. Com a corda de sempre, amarrei as mãos dela para trás. Devo dizer francamente: ela ficou uma gostosa. Não só porque os nós ficaram perfeitos, mas porque os peitos dela, que são grandes, nessa posição ficaram muito mais durinhos.
— Agora você vai ser uma menina boazinha e vai fazer tudo o que eu mandar.
— Sim, senhor.
— Assim que eu gosto.
A garota se esforçava. C. tem vinte e poucos anos, e aguentava bem, na cama é uma fera, mas a situação a deixava tensa. Respirava ofegante, e quase não conseguia controlar os nervos. Nem o tesão. Mas confiava em mim. Sabia que, embora eu a tratasse com dureza, estava cuidando dela, e nada de ruim ia acontecer.
Então, depois de amarrada, eu disse que ia começar o jogo. Mandei um WhatsApp pra F -vamos chamar ele assim porque é um homem casado- dizendo que tava tudo pronto. A gente tava naquela cidade, que não vou dizer qual é, por causa do trampo. E, cê sabe, quando tem muito serviço, não tem nada melhor pra descontrair do que montar uma putaria.
F não demorou. Em dois minutos tava batendo na porta. Não podia enrolar muito porque tava hospedado a dois quartos do meu. Entrou e viu ela amarrada. Foi uma surpresa. Ele não esperava algo assim. Tudo tava saindo conforme meus planos. Apaguei as luzes e deixei o quarto iluminado só pelos reflexos da rua. Isso ajudava a ninguém ficar mais nervoso do que já tavam naturalmente.
-Essa puta faz o que eu quero, então meu amigo, chega mais, e desabotoa essa calça e coloca a pica na boca dela, que a moça é muito gulosa
F e C foram bem obedientes. Os dois sabiam que na medida que me obedecessem, as coisas iam rolar de boa. E o que vi foi um espetáculo pro meu lado voyeur. F baixou a cueca e encostou a pica nos lábios de C. Ela, primeiro, beijou, passou os lábios por todo o comprimento, e começou a fazer círculos com a língua na cabeça. F tava nas nuvens. Se deixava levar. C, ainda amarrada na cadeira, tinha o controle da situação. Com a boca dominava a vontade do visitante, que soltou um gemido quando ela engoliu a pica toda, e começou a fazer movimentos com a cara, que foram acompanhados pelas cadeiras dele. Ele agarrou o cabelo dela e puxou ainda mais até o tronco da pica. C engasgou mas não largou a posição.
Eu sabia que naquele momento, ela tinha encostado a pica no céu da boca, e com a língua tava dando os carinhos que sabia fazer direitinho.
Quando percebi que F tava muito agitado, fiquei com medo dele gozar o baita otário, então comecei a desamarrar ela, e ajudei ela a se levantar. Mandei ela tirar toda a roupa e antes que ela Deitei ela na cama, meti um dedo na buceta dela. A mina tava muito molhada, só de chupar a pica do F. Ela quis me beijar, mas não deixei, só pra me fazer de difícil um pouco.
-Coloca uma camisinha e come essa mina que tá morta de fome de pica.
Enquanto o F se posicionava na beira da cama pra comer ela de pé, eu fiquei na frente.
Foram poucos minutos, mas muito intensos.
O F se agarrou na cintura da C e começou a bombar nela, selvagem e brutalmente. Ela gemia descontrolada, e eu, pelo contrário, tava controlando tudo. Num momento, percebi que se continuasse assim, ele ia gozar e ela não. Então, pra desconcentrar ele um pouco, acariciei o clitóris da C e passei a mão na pica dele. Isso esfriou ele um pouco, mas não o suficiente pra parar.
Ele entrava e saía da buceta da C, e agora sim, era ela que tava prestes a gozar. Aí segurei ela pelo pescoço. O que aquela mulher devia sentir naquele momento é indescritível. As mãos do F na cintura dela, a pica entrando e saindo, minhas mãos no pescoço dela, apertando, sem sufocar, mas forte o bastante pra cortar a circulação.
O corpo inteiro dela ficou tenso, quase suspenso no ar, e ela soltou um gemido gutural que nasceu do fundo da barriga dela, e eu senti nas minhas mãos. Foi a gozada mais intensa que já vi na vida.
O F não aguentou mais. Eu sabia o que tava rolando lá embaixo. Quando a C goza, ela contrai a buceta como se fosse uma mão. Ele saiu de lá, tirou a camisinha e encheu os peitos dela de porra. Desabou na cama.
Quando os dois recuperaram o fôlego, pedi pro F ir embora, que fosse descansar porque no dia seguinte a gente tinha que trabalhar, e que eu queria cuidar pessoalmente de terminar o serviço.
O que aconteceu depois não tem muita importância. Daria pra resumir que cobrei uma dívida que tinha com o cu da C e que foi tudo muito gostoso, porque eu também tava muito tesudo e enchi de porra aquele cu guloso que a minha tem. amiga jovem.
Nos despedimos, e ela me prometeu que na próxima vez me presentearia com um encontro com uma amiga dela.
Achei justo.
Também costumam ler jogos literários, onde assumo a voz de uma mulher, ou o diálogo entre um casal, ou a sempre confortável visão onipresente.
Dessa vez vou contar exatamente o que aconteceu. Sem poupar detalhes. Sem exagerar um milímetro.
Tudo para satisfazer um capricho, de querer ver refletido num relato o que aconteceu naquela noite.
Já nos conhecíamos com ela, a quem chamarei de C. para ser cuidadoso, porque apesar de ser uma novinha, é mãe e casada, e eu tinha prometido que na próxima vez que nos encontrássemos realizaria o sonho dela.
Então houve uma próxima vez, e foi mais ou menos um mês depois do nosso primeiro encontro, naquela noite em que nos estralamos na cama, e em que nós dois adoramos fundir nossas peles na fogueira dos lençóis.
O ritual foi mais ou menos o mesmo: esperei por ela no banco da praça em frente ao hotel onde a gente parava, ela chegou, me deu dois beijos — um em cada bochecha — e caminhamos até o quarto em silêncio. C. estava tremendo porque sabia o que a esperava dessa vez.
Chegamos ao quarto e ordenei que ela se sentasse na cadeira, tirasse a camisa e soltasse o sutiã. Com a corda de sempre, amarrei as mãos dela para trás. Devo dizer francamente: ela ficou uma gostosa. Não só porque os nós ficaram perfeitos, mas porque os peitos dela, que são grandes, nessa posição ficaram muito mais durinhos.
— Agora você vai ser uma menina boazinha e vai fazer tudo o que eu mandar.
— Sim, senhor.
— Assim que eu gosto.
A garota se esforçava. C. tem vinte e poucos anos, e aguentava bem, na cama é uma fera, mas a situação a deixava tensa. Respirava ofegante, e quase não conseguia controlar os nervos. Nem o tesão. Mas confiava em mim. Sabia que, embora eu a tratasse com dureza, estava cuidando dela, e nada de ruim ia acontecer.
Então, depois de amarrada, eu disse que ia começar o jogo. Mandei um WhatsApp pra F -vamos chamar ele assim porque é um homem casado- dizendo que tava tudo pronto. A gente tava naquela cidade, que não vou dizer qual é, por causa do trampo. E, cê sabe, quando tem muito serviço, não tem nada melhor pra descontrair do que montar uma putaria.
F não demorou. Em dois minutos tava batendo na porta. Não podia enrolar muito porque tava hospedado a dois quartos do meu. Entrou e viu ela amarrada. Foi uma surpresa. Ele não esperava algo assim. Tudo tava saindo conforme meus planos. Apaguei as luzes e deixei o quarto iluminado só pelos reflexos da rua. Isso ajudava a ninguém ficar mais nervoso do que já tavam naturalmente.
-Essa puta faz o que eu quero, então meu amigo, chega mais, e desabotoa essa calça e coloca a pica na boca dela, que a moça é muito gulosa
F e C foram bem obedientes. Os dois sabiam que na medida que me obedecessem, as coisas iam rolar de boa. E o que vi foi um espetáculo pro meu lado voyeur. F baixou a cueca e encostou a pica nos lábios de C. Ela, primeiro, beijou, passou os lábios por todo o comprimento, e começou a fazer círculos com a língua na cabeça. F tava nas nuvens. Se deixava levar. C, ainda amarrada na cadeira, tinha o controle da situação. Com a boca dominava a vontade do visitante, que soltou um gemido quando ela engoliu a pica toda, e começou a fazer movimentos com a cara, que foram acompanhados pelas cadeiras dele. Ele agarrou o cabelo dela e puxou ainda mais até o tronco da pica. C engasgou mas não largou a posição.
Eu sabia que naquele momento, ela tinha encostado a pica no céu da boca, e com a língua tava dando os carinhos que sabia fazer direitinho.
Quando percebi que F tava muito agitado, fiquei com medo dele gozar o baita otário, então comecei a desamarrar ela, e ajudei ela a se levantar. Mandei ela tirar toda a roupa e antes que ela Deitei ela na cama, meti um dedo na buceta dela. A mina tava muito molhada, só de chupar a pica do F. Ela quis me beijar, mas não deixei, só pra me fazer de difícil um pouco.
-Coloca uma camisinha e come essa mina que tá morta de fome de pica.
Enquanto o F se posicionava na beira da cama pra comer ela de pé, eu fiquei na frente.
Foram poucos minutos, mas muito intensos.
O F se agarrou na cintura da C e começou a bombar nela, selvagem e brutalmente. Ela gemia descontrolada, e eu, pelo contrário, tava controlando tudo. Num momento, percebi que se continuasse assim, ele ia gozar e ela não. Então, pra desconcentrar ele um pouco, acariciei o clitóris da C e passei a mão na pica dele. Isso esfriou ele um pouco, mas não o suficiente pra parar.
Ele entrava e saía da buceta da C, e agora sim, era ela que tava prestes a gozar. Aí segurei ela pelo pescoço. O que aquela mulher devia sentir naquele momento é indescritível. As mãos do F na cintura dela, a pica entrando e saindo, minhas mãos no pescoço dela, apertando, sem sufocar, mas forte o bastante pra cortar a circulação.
O corpo inteiro dela ficou tenso, quase suspenso no ar, e ela soltou um gemido gutural que nasceu do fundo da barriga dela, e eu senti nas minhas mãos. Foi a gozada mais intensa que já vi na vida.
O F não aguentou mais. Eu sabia o que tava rolando lá embaixo. Quando a C goza, ela contrai a buceta como se fosse uma mão. Ele saiu de lá, tirou a camisinha e encheu os peitos dela de porra. Desabou na cama.
Quando os dois recuperaram o fôlego, pedi pro F ir embora, que fosse descansar porque no dia seguinte a gente tinha que trabalhar, e que eu queria cuidar pessoalmente de terminar o serviço.
O que aconteceu depois não tem muita importância. Daria pra resumir que cobrei uma dívida que tinha com o cu da C e que foi tudo muito gostoso, porque eu também tava muito tesudo e enchi de porra aquele cu guloso que a minha tem. amiga jovem.
Nos despedimos, e ela me prometeu que na próxima vez me presentearia com um encontro com uma amiga dela.
Achei justo.
7 comentários - O que rolou - trio hmh
Con diez puntos me quedo corta, aplausos de pie 👏 (deseando ser la que esta sentada en esa silla..)
¡Y contarnos las consecuencias!